Um documento essencial divulgado por nós em exclusivo e que vai colocar os responsáveis aos saltos, como já vai sendo costume ao lerem este blogue.
Um documento que ao sabemos ainda não está na posse do MP que investiga o assunto, e que é essencial para apurar responsabilidades.
Trata-se do Relatório de Avaliação do Casal Curtido, realizado por Ezequiel Fernando Ruivo Oliveira e João António Fernandes Silva que só avaliou a propriedade em 663.mil €, enquanto a CMA a comprou por um milhão.
E que vendeu ao Alves Cª por 103.598€ !!!!!
Negócio protagonizado por Nelson Carvalho, a seguir convidado pelo Barão para um .......
Mesmo assim parece-nos exageradamente avaliada a dita quinta, porque :
a) não se consideram na avaliação as menos-valias produzidas no imóvel pela servidão administrativa que o afecta.
b) porque se considera que todos os 82, 75 ha do imóvel são ‘’aptos para construção’’ numa interpretação absurda do PDM e doutra legislação de ordenamento, quando manifestamente o terreno era rústico e devia ter sido avaliado na nossa opinião a preços para terrenos rústicos.
c) Se esta interpretação for aplicada pela CMA para comprar ou expropriar qualquer terreno no concelho em espaço agro-florestal, com mais de 3 hectares,
terá de o pagar a preço de terrenos '’aptos para construção’’, porque se têm mais de 3 hectares, qualquer pessoa lá poderia meter uma unidade industrial. E a lei é igual para todos.
d) Quando tivermos tempo daremos uma vista de olhos aos preços pagos por terrenos expropriados nos últimos anos, no concelho, para ver se este raciocínio e se estes valores foram praticados com terceiros.
e) Estranhamente a Comissão não considerou outros ónus que pendiam sobre a propriedade, designadamente a existência dum contrato de arrendamento de exploração florestal com uma empresa ligada à indústria de celulose, que diminuíam e diminuem o valor do imóvel. Porquê?
f) Uma omissão deste tipo já causou prejuízos relevantes à autarquia (e portanto aos meus pobres bolsos que a sustentam com impostos) quando compraram ao Conde de Alferrarede terrenos para o Parque Industrial, sobre o qual pendia um contrato de arrendamento de exploração florestal com uma empresa ligada à indústria de celulose. Coisa que deu origem a um processo judicial, que a CMA resolveu desistindo do pedido e pagando uma soma astronómica aos senhores dos eucaliptos.
g) Assim sendo será mister que o MP chame estes senhores a declarar para que o elucidem destes estranhos critérios.
h) Regressando aos terrenos do Parque Industrial a decência mandava que o SR.Nelson Carvalho e os vereadores que praticaram uma asneira que custou largos milhares de contos à autarquia pagassem a diferença de preço em causa à custa do seu próprio património.
i) Eu se tiver um azar e atropelar o cão do vizinho, sou obrigado a indemnizá-lo.
Porque não há-de Nelson Carvalho indemnizar-nos a todos, já que lhe pagamos uma
Marcello de Noronha, da Obra
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