Quinta-feira, 15.05.14

Com a devida vénia reproduzimos o post do Dr.Santana-Maia no blogue Coluna Vertical

 

 

 

Em Abrantes, já nem o Hotel Turismo é como dantes....

Santana-Maia Leonardo 

O Hotel Turismo de Abrantes, referência cultural da cidade e do concelho, acaba de ver o seu nome manchado pela venda em praça, marcada para o próximo dia 27 de Maio, dos bens da sociedade que usa o seu nome.

Esta situação não me deixa de incomodar porque não consigo retirar da cabeça a forma como fui pressionado, juntamente com Belém Coelho, para aprovarmos, na reunião da Câmara de Outubro de 2012, a venda do terreno das antigas piscinas municipais, adjacente ao Hotel Turismo de Abrantes, à empresa gestora da unidade hoteleira, com o intuito de se proceder à ampliação do equipamento.

A proposta foi levada em mão à reunião da câmara, tendo-me apanhando, tal como a Belém Coelho, totalmente de surpresa. 

Em face da situação e por não nos sentirmos suficientemente documentados e informados para podermos decidir em consciência, solicitámos que a proposta viesse à próxima reunião para nos dar tempo de nos preparamos, o que foi rejeitado em nome de uma urgência inadiável. Tendo em conta a urgência e a garantia de que a aprovação daquela proposta iria permitir que o Hotel Turismo de Abrantes voltasse a recuperar a áurea de outros tempos, acabei por votar, juntamente com Belém Coelho, a referida proposta, deixando, no entanto, expresso em acta que o fazíamos sem ter tido a possibilidade de avaliar com rigor os contornos da deliberação”.

Em todo o caso, isto só veio confirmar aquilo que eu já tinha a obrigação de saber: quando se apresentam as coisas de chofre e em cima da hora, com carácter de grande urgência, sem nos dar tempo para nos informarmos e documentarmos, é porque "traz água no bico".  E hoje quando vejo os bens desta empresa irem à praça, dou sempre comigo a pensar como é que eu, que raciocino depressa e já não vou em contos da Carochinha, caí numa esparrela daquelas.

Dos quatro anos de mandato como vereador, esta é a única deliberação que votei favoravelmente que trago atravessada na garganta. Caí que nem um patinho, o que significa que, se as pessoas que andam com os olhos bem abertos, mesmo assim são enroladas, imagine-se o que sucede à maioria que vive com os olhos fechados...

 

 

sn

 

Seria interessante ver os outros edis que abordaram este assunto darem a sua posição. O Dr.Santana presta outro serviço à cidade...ensina o que é prestar contas



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Segunda-feira, 12.05.14

 

Este leilão em que vai à praça, por ordem do Sr.Administrador da Insolvência, o recheio do Hotel Turismo de Abrantes, no próximo dia 27

 

 

 

 

 

 

 

 

é um desastre para a cidade e é responsabilidade da actual gerência da sociedade e da anterior.

 

E ainda culpa da sociedade civil que assistiu, impávida e serena, a uma forma de administrar que levava ao suicídio um dos ex-libris da sociedade e também é da  responsabilidade dos edis da maioria que apoiaram ( e de que maneira !!!!) os devaneios da gerência do Carlos Marques e algaraviada anexa....) 

 

Esta foto vale mais que mil palavras, a ela me remeto e que continue o desfile de tarecos....

 

 

 

 

O bar, em que tantas conversas se desenrolaram,  em leilão! 

 

Tudo isto é uma página da Abrantes civilizada que se encerra por culpa de políticos, gestores, accionistas, sociedade civil...

 

 

Culpa deles e  não das circunstâncias, ou  da crise, porque ao lado do Hotel Turismo,a  Residencial Conforto Latino continua a resistir.

 

Não queria ter escrito este post, mas há que fazê-lo e dizer que têm o que merecem!!!!

 

 

 

 

 

Se alguém quer arrematar os tachos da Pensão Maria do Céu aí está a lista dos preços....

 

 

Não está a piscina à venda em hasta pública porque este blogue o impediu.

 

Se algum coleccionador de tachos ou plagiador de receitas de faca e alguidar (houve um que disse o Carlos Marques servia bem...!) quiser montar uma tasca galega, é a ocasião apropriada.

 

MA 

PS- O preço no mercado dum quadro do Lozano é igual ao de toda a tralha agora em leilão......que soma 26.500€

 

 Responderá o Noronha ao Álvaro....amanhã  



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Quarta-feira, 30.04.14

 

 

8-4-2014

 

 

 

 

 

Face ao silêncio impávido e sereno da Oposição, a Presidente escamoteou a verdade, com estas enormidades, que revelam ao menos que a irresponsabilidade que lhe é habitual, se mistura com a inexactidão, a falta de memória e o escamoteamento da realidade.

O encerramento do Hotel não foi noticiado atempadamente pela comunicação social local, que excepto no caso da honrosa excepção do Jornal de Alferrrarede, mantém contratos de publicidade ou de propaganda com a CMA.

Foi noticiada por este blogue, que a cacique lê todos os dias, e depois lá vieram os medias (para variar) confirmar o aqui dito.

O encerramento do Hotel foi decretado pelo Tribunal, que decretou a insolvência duns amigos da Senhora Albuquerque, que ela garantiu à Assembleia Municipal serem empresários de confiança e que não passavam duns pre-falidos, com duvidosas ligações a off-shores.

Ao ter patrocinado a venda dum terreno  e dum jardim a essa tropa e ainda por ter levado  esse assunto à Assembleia Municipal  que votou por uma esmagadora maioria a ‘’doação’’  dum terreno que valia uns 700.000 em troca duns míseros 6.000, a autarca conviveu larga e intimamente com essa  gente , que desencadearam uma asquerosa perseguição   contra os trabalhadores do Hotel e protagonizaram uma miserável saga de despedimentos ilegais.

Essa corja (a que o texto chama a ‘’administração (...que) tomou a liderança’’ dominava a Sociedade Hotel Turismo SA, que não passava da mera locatária  do Fundo de Turismo, que era o dono do imóvel do Hotel.

No actual processo será vendido em hasta pública todo o recheio do Hotel (excepto o que for propriedade do Fundo), algum terreno na envolvente que ainda é propriedade dessa sociedade e todo esse conjunto de tarecos não chegará para pagar as dívidas.

Resta saber se algum ousado levantará o problema de bens da  Sociedade Hotel Turismo SA que podem ter levado descaminho, coisa que podia indiciar ilícito criminal.

 

Estou-me a lembrar de quadros de Lozano, que decoravam as paredes do Hotel e que desapareceram. Se foram vendidos terá a receita da venda de estar inscrita na contabilidade da HTA SA.

Muitos observadores não entendem  também onde foi gasto o produto da venda imóvel do Hotel ao Fundo de Turismo.

Quem  devia  responder a isso é  certo membro da sociedade civil, particular fan da cacique, que foi  Administrador do Hotel, além naturalmente do comerciante de automóveis , Carlos Marques, a quem de repente fizeram gestor hoteleiro e que derreteu o que restava da tradição hoteleira do Hotel e transformou aquilo na tabernária Pensão Maria do Céu.

Finalmente a cacique, sem a menor autocrítica pela política desastrosa que protagonizou,  desata a invocar a palavra esperança para que o Fundo do Turismo resolva a questão.

Da mesma forma não assume a responsabilidade pela política de abandono da piscina municipal, que ao longo de décadas foi votada ao desmazelo pelos executivos PS, transformada num ninho de porcaria e que tantos clientes afastou do hotel.

Face a este cenário a Oposição comeu e calou. E ainda teve de ouvir na reunião anterior comentários ofensivos à Vereadora Elza Vitório. A que ela respondeu nesta, coisa que não sei se anotarei

Lázaro Lozano, autor dos quadros oferecidos a Manuel Fernandes, desaparecidos da Pensão Maria do Céu 

 

 

Também é lamentável ver o arq. Gonçalo Byrne misturado com esta gente...    

 

 

MA

as coisas que são para dizer, dizem-se  



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Sexta-feira, 11.10.13

 

O Cidadão abt disse sobre a morte anunciada do Hotel Turismo de Abrantes na Quinta-feira, 10 de Outubro de 2013 às 22:51:

 

     

Porque há sempre por aí um "pró der" ou um "que ren" na mira... 

Às vezes as insolvências não passam de manobras estratégicas de vitimização com o consequente despedimento de funcionários e lavagem das cestas, para recandidaturas a balões de oxigénio e outras benesses inseridas dos programas comunitários... 

Câmara revitalizada = projectos assegurados... e tudo à revelia do zé pagode.

 

 

 

 

Caro Amigo: 

 

Cada vez estou mais estupefacto com a agressividade da sociedade civil e a ingenuidade dos nossos políticos em exercício, o sr. dr. Humberto Lopes na ''Barca'' quase desafia para um duelo o deputado do Mação Duarte Marques (PSD) porque está ofendido porque o Marques faltou ao respeito aos velhos.

A antiguidade no PSD e no ex-PSD é um posto quem, será neste grupo etário laranja abrantino o mais velho : Anacleto Baptista, Humberto Lopes, ou o Armando Fernandes????

Os duelos devem ser com igualdade de armas e a escolha das armas compete ao desafiado que é o parlamentar Marques.

Mas é óbvio que como o Marques é jovem, é mais ágil e robusto que esta classe etária laranja e ex-laranja ofendida e para haver igualdade de condições deve-se enfrentar a uma selecção de idosos laranjas e ex-laranjas abrantinos , sugerindo-se que estes pais da pátria, todos com experiência parlamentar, experiência na redacção de epístolas moralizantes tipo Ana Soares Mendes na imprensa dos senhores Bispos, à falta de poderem estar num Senado jogando à sueca com o centenário Adriano Moreira, devido à Constituição de Abril nos ter dispensado desse Lar de Idosos que costuma ser a instituição senatorial, que se comecem a preparar para o repto, começando a fazer preparação física sob direcção de Mestre Fernando Correia.

prosimetron
Aqui temos, todo catita, o vovô da velha laranja Manuela Ferreira Leite lavando a honra.  Já pode a terceira idade ofendida estudar como um duelista se põe ''em guarda''....
Passando ao teu comentário sobre o Qren, ou coisa que o valha, quero dizer-te que me telefonou a esposa dum dos da sociedade civil pedindo para eu não ser tão duro com a Céu, porque ela não é má pessoa, só é um bocadinho ingénua....
Recordo que disse que a Céu teve um bom mestre, o Sr. Carvalho, que segundo este papelinho também era muito ingénuo....
 
Porra, estou farto de Presidentes e Presidentas ingénuos......
Tragam alguém com experiência de vida, gente que tenha trabalhado a sério e que saiba o que é o mundo dos negócios, tragam-me outra vez
 um jovem como o Zé Bioucas, que não se deixava aldrabar pelo primeiro chico esperto que aparecia na esquina...
E que naturalmente não é um velho laranja, apesar de ter andado pela sede do PSD quando aquilo era ao pé do Hotel. O Zé Bioucas é um jovem..... só com umas gotas alaranjadas....
Abraço pá
MN 


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Quinta-feira, 10.10.13

Este foi o fundador do Hotel Turismo de Abrantes, um homem excepcional

 

 

 

 

 

Este é o anúncio da sentença de insolvência

 

 

 

ANÚNCIO
Processo: 1043/13.0TBABT
Insolvência pessoa coletiva (Requerida)
Referencia: 3099508
Data: 07-10-2013
No Tribunal Judicial de Abrantes, 2º Juízo de Abrantes, no dia 04-10-2013, às 14:00, foi
proferida sentença de declaração de insolvência do devedor:
Hotel de Turismo de Abrantes, S.A., NIF - 500135401, Endereço: Largo de Santo António,
Abrantes, 2200-349 Abrantes
com sede na morada indicada.
São administradores do devedor:
a quem é fixado domicílio na morada indicada.
Para Administrador da Insolvência é nomeada a pessoa adiante identificada, indicando-se o
respetivo domicílio.
João Manuel Correia Chambino, Endereço: Rua Cidade de Bolama, N.º 38, 10º - Esq.,1800-079 Lisboa.
Ficam advertidos os devedores do insolvente de que as prestações a que estejam obrigados, deverão ser feitas ao administrador da insolvência e não ao próprio insolvente.
Ficam advertidos os credores do insolvente de que devem comunicar de imediato ao administrador da insolvência a existência de quaisquer garantias reais de que beneficiem.
Declara-se aberto o incidente de qualificação da insolvência com carácter pleno. (alínea i do artº 36 –CIRE)
Para citação dos credores e demais interessados correm éditos de 5 dias.
Ficam citados todos os credores e demais interessados de tudo o que antecede e ainda:
O prazo para a reclamação de créditos foi fixado em 30 dias.
O requerimento de reclamação de créditos deve ser apresentado ou remetido por via postal
registada ao administrador da insolvência nomeado, para o domicílio constante do presente
edital (nº 2 artº 128º do CIRE), acompanhado dos documentos probatórios de que
disponham.
Mesmo o credor que tenha o seu crédito por reconhecido por decisão definitiva, não está dispensado de o reclamar no processo de insolvência (nº 3 do Artº 128º do CIRE).
Do requerimento de reclamação de créditos deve constar (nº1, artº 128º do CIRE): 
A proveniência do(s) crédito(s), data de vencimento, montante de capital e de juros;
As condições a que estejam subordinados, tanto suspensivas como resolutivas;
A sua natureza comum, subordinada, privilegiada ou garantida, e, neste último caso, os bens ou direitos objeto da garantia e respetivos dados de identificação registral, se aplicável;
A existência de eventuais garantias pessoais, com identificação dos garantes;
A taxa de juros moratórios aplicável.
É designado o dia 05-12-2013, pelas 14:00 horas, para a realização da reunião de assembleia de credores de apreciação do relatório, podendo fazer-se representar por mandatário com poderes especiais para o efeito.
É facultada a participação de até três elementos da Comissão de Trabalhadores ou, na falta desta, de até três representantes dos trabalhadores por estes designados (nº 6 do Artº 72 do CIRE).
Da presente sentença pode ser interposto recurso, no prazo de 15 dias (artº 42º do CIRE), e/ou deduzidos embargos, no prazo de 5 dias (artº 40º e 42 do CIRE).
Com a petição de embargos, devem ser oferecidos todos os meios de prova de que o embargante disponha, ficando obrigado a apresentar as testemunhas arroladas, cujo número não pode exceder os limites previstos no artigo 511º do Código de Processo Civil
(alínea c do nº 2 do artº 24º do CIRE).
Ficam ainda advertidos que os prazos para recurso, embargos e reclamação de créditos começam a correr finda a dilação e que esta se conta da data da publicação do anúncio no portal Citius ou da data da afixação dos editais, se posterior.
Os prazos são contínuos, não se suspendendo durante as férias judiciais (nº 1 do artº 9º do CIRE).
Terminando o prazo em dia que os tribunais estiverem encerrados, transfere-se o seu termo para o primeiro dia útil seguinte.
Informação Plano de Insolvência:
Pode ser aprovado Plano de Insolvência, com vista ao pagamento dos créditos sobre a insolvência, a liquidação da massa e a sua repartição pelos titulares daqueles créditos e pelo devedor (artº 192 do CIRE).
Podem apresentar proposta de Plano de Insolvência o administrador da insolvência, o devedor, qualquer pessoa responsável pelas dívidas da insolvência ou qualquer credor ou grupo de credores que representem um quinto do total dos créditos não subordinados reconhecidos na sentença de graduação de créditos ou, na falta desta, na estimativa do Sr.
Juiz (artº 193º do CIRE).
O Juiz de Direito,
Dra. Ana Reais Pinto
O Oficial de Justiça,
Hugo Peixoto

 

Certificação CITIUS:
Elaborado em: 09-10-2013

 

Esta é a cara do tipo que Maria do Céu Albuquerque garantiu perante os representantes eleitos do povo de Abrantes, reunidos em Assembleia Municipal, que era  um 'empresário de confiança''

 

 

a primeira lição a tirar é que a Presidente é uma ''mulher de confiança''  .....do Carlos Marques e se calhar do Paredes Alves e da sociedade civil.....

 

 

e que quem acreditou nela são uns anjinhos.....

 

 

não vou traçar aqui um requisitório contra a forma como o algarvio Marques administrou o Hotel, mas posso anotar que entre os frequentadores habituais daquilo que já tinha deixado de ser um Hotel, para passar a ser apenas

 

 

a PENSÃO MARIA DO CÉU,

 

.....estavam os estimados membros da Sociedade Civil, organizados em certo clube e qualquer observador via em que ambiente tabernário o Marques transformara aquilo....

 

 

 

também recordo que  o ''novo grupo económico'' que administrava a Pensão Maria do Céu agia graças ao apoio dado pelo accionista maioritário chamado Paredes Alves e a operação concretizou-se numa Assembleia Geral, cujo Presidente era o sr. dr. Jorge Moura Neves Fernandes.

 

Que vai acontecer agora????

 

 

O lógico seria os accionistas minoritários exigirem uma sindicância às contas que respondesse a esta pergunta: onde foi parar o dinheiro (mais de um milhão de euros) da venda do edifício, dizem-nos os senhores Administradores cessantes?????

 

Em termos políticos a cacique deveria já em sede camarária e na Assembleia Municipal  responder pelo mal que fez a esta Cidade apostando nesses algarvios do carago, como diria Pinto da Costa.

 

É normal que isto tenha acontecido. A Presidenta é  afinal a herdeira do tipo que arranjou emprego na RPP e fez Vereador Júlio Bento.

 

Para a Cidade de Abrantes tudo indica que vamos ter o edifício fechado e com um letreiro a dizer vende-se.

 

Espero que não chegue a ficar como a ruína municipal que há 2 décadas decora o Jardim fronteiro. A Piscina era assim

 

 

 

 

não quero recordar como a deixaram ficar Nelson de Carvalho e Maria do Céu.

 

Devia ser mais duro?????

 

Claro que sim....

 

Fica para outro dia

 

MN



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Quarta-feira, 09.10.13

Como se sabe a  Presidente  tem delapidado  recursos  municipais comprando por exemplo oliveiras a 2.000 € /exemplar...

Ou ainda fazendo contratos com órgãos de comunicação social amigos, enquanto deixa o que resta da imprensa livre vegetar....




A notícia que passo a dar, obtida graças à colaboração militante dos  leitores,  única razão de ser deste blogue, é mais outro exemplo desta tendência funesta.

A Sociedade  Hotel Turismo de Abrantes SA entrou em processo de insolvência, tendo sido nomeado pelo Tribunal um Administrador Judicial de insolvências para a administrar.  O Administrador é o Sr. João Manuel Correia Chambino.


 

1043/13.0TBABT
2º Juízo
Insolvência pessoa coletiva (Requerida)Requerente Maria Amélia de Jesus Coimbra 
Insolvente Hotel de Turismo de Abrantes, S.A. 
Administrador Insolvência João Manuel Correia Chambino 
Efectivo Com. Credores Instituto da Segurança Social - I P 
Efectivo Com. Credores B.E.S. - Banco Espirito Santo, Sa 
Efectivo Com. Credores Fundo de Investimento Imobiliario Fechado Turistico II 
Efectivo Com. Credores Maria Amelia de Jesus Coimbra 
Efectivo Com. Credores Upantina - União Panificadora Abrantina, Lda.

Julgamento ou Audiência final Realizado

 




 
 



 

 




A Presidente Céu garantiu, em sede de A.Municipal, que estava a lidar com ''empresários de confiança' como justificação para fazer aprovar uma venda dum terreno público, avaliado em largas centenas de milhares de euros, a essa sociedade, por dez réis de mel coado.

A Assembleia aprovou o negócio, como o fez o Executivo.


Uma Associação local, a Tubucci, pediu acesso ao processo devido ao impacto ambiental do novo arremedo de Hotel, ao  interesse público de impedir que terrenos do Município fossem entregues,por tuta e meia, a privados que ameaçavam falência  e ainda devido à ameaça evidente que o projecto do Gonçalo Byrne significava para a estrutura urbana de Abrantes e para o histórico edifício do Hotel.

O executivo da cacique negou acesso ao processo, certamente por medo, ou quem sabe  por pânico  a que a Tubucci pudesse examiná-lo .


O Tribunal de Abrantes acaba de demonstrar que o palavreado da cacique quando dizia que eram ‘’empresários de confiança’’ não valia um tostão furado.



Ao abrir o processo de insolvência, o Tribunal  toma medidas cautelares para proteger os trabalhadores, os credores e para nos proteger a nós, contribuintes.  Toma ainda medidas cautelares para proteger o Estado, na pessoa do Instituto da Segurança Social - I P   que é um dos credores.

E aqui abre-se uma questão que convém apurar, quando  a Presidente apresentou à Vereação a proposta de alienação dos terrenos da piscina velha e do Jardim do Hotel, estava a   Sociedade  Hotel Turismo de Abrantes SA em dívida à Segurança Social??????


Com o está agora?????


Foi por isso que se negou à referida Associação o acesso ao processo????


Para negociar  e contratar com a CMA tinha de ter a S.Hotel Turismo Abrantes, SA entregue a uma certidão de ter a sua situação regularizada em relação a dívidas à Segurança Social . Tinha-o feito quando a  CMA deliberou vender os terrenos públicos à agora pré-falida S.H.T.A. SA????


Não o sabemos, mas se não se exigiu a certidão logo que se começou a negociar, iniciou-se a coisa  por mau caminho.


No dia da deliberação em que foi aprovada a venda, 8-10- 2012, esteve presente na sessão o Administrador do Hotel, Carlos Marques para explicar o negócio.


Ninguém se lembrou de lhe perguntar se estava ao dia com a Segurança Social?


Alguém se lembrou de pedir-lhe cópia da acta da Sociedade que lhe daria poderes para comprar imóveis?


Depois disso a cacique ainda foi apresentar o caixote de vidro do Byrne, com presença inclusive das autoridade policiais. Fez bem, nestes casos a presença da Autoridade Policial é sempre bem-vinda....





Vou controlar o sarcasmo, há outras coisas a tratar.

Para concluir, terei de dizer, moderado, que esta forma de administrar um Município é desastrosa, incorrecta, ineficiente, pouco clara e extremamente perigosa.



Mudado agora da apreciação deste caso concreto para o domínio da realidade abstracta, quero chamar a atenção para  uma entrevista da Senhora Drª Maria José Morgado ao Diário de Notícias, recordava a  Mizé, desculpem mas eu trato assim  a Procuradora, que a figura penal de ‘’gestão danosa’’  não se aplica às autarquias, devido à forma como a Lei está redigida,. A Drª  Maria José fazia outras considerações críticas que  não reproduzo, mas com as quais concordo plenamente.


Há pois, dizia a ilustre Magistrada, de mudar a lei. Pois claro, para que as coisas não continuem como d'antes, no Quartel de Abrantes, que ainda não foi vendido a qualquer algarvio que por aqui passasse.... 


MN


 



publicado por porabrantes às 18:24 | link do post | comentar

Sábado, 05.10.13

 

O blogue Restos de Colecção publicou recentemente um post sobre o Hotel Turismo de Abrantes. É um blogue estimável e aliás tinha-se referido amavelmente ao nosso, mas as incorrecções produzidas e a informação que se omite, certamente por engano ou desconhecimento sobre o HTA ,merecem um esclarecimento, dado o valor deste edifício, o seu significado na vida social e cultural da cidade e o estado lastimoso a que o conduziu a actual gerência.

 

 

  

 

 

Passo a comentar os erros a) Diz-se que o Hotel foi fundado por iniciativa de ''investidores locais'' entre os quais o dr. Manuel Fernandes e Albuquerque do Amaral Cardoso.

 

 

 

Manuel Fernandes, médico e chefe político local da Ditadura a partir de meados dos anos 40, foi a alma política e empresarial do projecto, que aliás contou com a férrea oposição da CMA enquanto foi dominada pelo grupo de Henrique Augusto Silva Martins. O Hotel esteve inclusivamente para ser construído onde está hoje o Colégio de N.Senhora da Fátima.

 

A influência política do líder estado-novista levou à intervenção directa de Salazar para concretização dum empréstimo e à cedência de terrenos públicos para se construir o Hotel.

 

 

 

 

 

Houve também investimento directo do Estado, que ainda é accionista da Sociedade Hotel Turismo de Abrantes SA, que foi dona do edifício até que o vendeu.

 

 

Os investimentos do Dr.Manuel Fernandes vieram do dinheiro da mulher a D.Vírgínia Moura Neves e ainda arrastaram todo o então clã Moura Neves. Quando o texto citado fala do ''Albuquerque do Amaral Cardoso'' estou a pensar que se refere a D.Luís Albuquerque Amaral Cardoso, filho do militar quase homónimo D.Luís Amaral Cardoso. Morava o titular numa  casa da R.D.João IV  . A casa do D.Luís foi pela família Amaral Cardoso doada ao Patronato Santa Isabel.Outro dia talvez faça a história da casa que pode ser curiosa, mas agora só adianto que o papel dele como ''investidor'' ou impulsionador do Hotel ou do São Pedro foi menor.

 

Os accionistas que fundaram o Hotel são mais ou menos os mesmos que fundaram o São Pedro.

 

 

Já agora vai a lista dos fundadores do São Pedro:  Manuel Luís Fernandes, Armando Henrique Moura Neves, ;Fernando Alberto Moura Neves, ; Joana Pimenta Godinho Soares Mendes, ; família  Paim Barreto Soares Mendes,  ;José Guilherme Moura Neves, ; Armando Ferreira Matafome, ; António Eduardo Moura Neves, Manuel Proença Robalo Lisboa, ;Manuel Cordeiro Duarte Ferreira, ; Eduardo Cordeiro Duarte Ferreira, ; Georgina Segurado Avelar Machado Soares Mendes, ; família Serra da Mota , ; Ramiro Guedes de Campos, ; João Duarte Marques, ;Luís Almada Albuquerque Amaral Cardoso, ; José Sousa Falcão,:  Ramiro Antunes Farinha Pereira,; António Serrão Burguete, ; Mário Serrão Burguete, ; António Apolinário Ferreira da Silva Oleiro,; José Almada e Melo, ; Maria Cristina Castro Ataíde Castel-Branco, ; Maria Amélia Castro Ataíde Cordeiro, ; Aníbal Lopes Pinheiro, ;Luís Gonzaga Moura Neves, ; Construtora Abrantina,L.da,  ; Maria Manuela Nunes de Carvalho Serra da Mota,; Maria Teresa Nunes de Carvalho Serra da Mota,; Diogo Armando da Silva Oleiro, ; Maria Almada Albuquerque Bobela Mota, ; Alfredo Manuel Pimenta, ; Emílio Damas Pombo Salgueiro, ;Fernanda Mena e Silva Moura Neves, ; Manuel Pimenta Almeida Beja Camões Godinho, ; José Pimenta Almeida Beja Camões Godinho, ; João Pimenta Beja Marques Godinho, ; Alfredo Pimenta Beja Marques Godinho, ; Fernando António Pimenta Beja Marques Godinho,. 

b) Diz-se ainda no Restos de Colecção que tinham sido colocados uns quadros do pintor Lozano, mas já se disse aqui os quadros desapareceram em circunstâncias que os sócios deviam apurar.

    

 

o pintor  Lázaro Lozano

 

 

c) Diz-se ainda que o Hotel é propriedade da Best Western. A Best Westwen não é, nem nunca foi dona do edifício.  A Sociedade Hotel Turismo SA  que foi dona dele, vendeu-o  a um Fundo de Turismo e hoje é mera inquilina do dito Fundo 

 

 

 

 

É para mim incrível que contactado por nós o sr. dr. Luís  Moura Neves, Administrador do Hotel até recentemente, não soubesse desta venda.

 

Desde que o Hotel é administrado por um estranho grupo económico ligado a Promociones el Santiscal (assunto largamente abordado neste blogue) sucederam-se uma série de acções em tribunal  tanto de carácter laboral como por dívidas de que se faz um mero resumo:

 

 

100667

Entrada: 
26-09-2013
Distribuição: 
26-09-2013

Autor: João Daniel Granja dos Santos 
Réu: Hotel de Turismo de Abrantes, S.A.

Juízo Único

250/13.0TTABT

Valor:
2.152,68 €

Ação de Processo Comum

  

2192

Entrada: 
28-01-2013
Distribuição: 
29-01-2013

Exequente: Acção Contínua - Saúde e Prevenção, Unipessoal Lda. 
Executado: Hotel de Turismo de Abrantes S.A. 
Agente de Execução (Sol.): Carla Ribeiro

2º Juízo

128/13.7TBABT 

Valor:
1.402,69 €

Execução Comum (Sol.Execução)
Entrega Electrónica - Refª 12290617

99/12.0TTABT
Juízo Único
Ação Impugnação Jud.Regul.e Licitude do Despedimento

Autor Anabela Barroso de Sousa 
Réu Hotel de Turismo de Abrantes, S.A.

Julgamento ou Audiência final

09-01-2013 10:00

46984

Entrada: 
03-05-2013
Distribuição: 
04-05-2013

Exequente: G. J. Silva, Lda. 
Executado: Hotel de Turismo de Abantes, Sa 
Agente de Execução (Sol.): João J. Oliveira Coelho

1º Juízo

534/13.7TBABT

Valor:
666,99 €

Execução Comum (Sol.Execução)
Entrega Electrónica - Refª 13166763

795863

Entrada: 
15-01-2013
Distribuição: 
15-01-2013

Exequente: Abrancome - Fornecimento de Produtos Alimentares e Bebidas, Lda. 
Executado: Hotel Turismo de Abrantes, Lda. 
Agente de Execução (Sol.): João J. Oliveira Coelho

3º Juízo

67/13.1TBABT 

Valor:
1.016,67 €

Execução Comum (Sol.Execução)
Entrega Electrónica - Refª 12136621

 

 

Depois deste rol resumido, verificou-se que os donos do imóvel, a Fundo do Turismo, executaram por alegadas dívidas o inquilino do Hotel, a Sociedade Hotel Turismo de Abrantes, SA

77288

Entrada: 
12-07-2013
Distribuição: 
12-07-2013

Exequente: Tf Turismo Fundos, Sgfii, S.A.
Executado: Hotel de Turismo de Abrantes, S.A. 
Agente de Execução (Sol.): David Roque

3º Juízo

803/13.6TBABT

Valor:
30.001,00 €

Execução Comum (Sol.Execução)
Entrega Electrónica - Refª 13959

 

coisa que dá ideia que se as dívidas não forem pagas.....haveria

 

 

 

 

mas entretanto outro credor foi mais radical e pediu a insolvência da Sociedade Hotel Turismo SA.......

 

892982

Entrada: 
05-09-2013
Distribuição: 
06-09-2013

Requerente: Maria Amélia de Jesus Coimbra 
Insolvente: Hotel Turismo de Abrantes, Sa

2º Juízo

1043/13.0TBABT

Valor:
50.000,00 €

Insolvência pessoa coletiva (Requerida)
Entrega Electrónica - Refª 14326825

 

 

d) Diz ainda o blogue Restos de Colecção que o Senhor Gonçalo Byrne, arquitecto estrela, muito do gosto das autoridades abrantinas, apresentou em Novembro de 2012 um projecto de ampliação do Hotel. É verdade e não resistimos a desafiar o nosso estimado colega e a sua decorativa colaboradora abrantina a ilustrar o arrazoado com isto:

 

carlos marques 2.JPG

 

 cidadãos por abrantes

 

 

E)  Finalmente não diz o Resto de Colecção o resto que é o essencial: foi deliberado por unanimidade na CMA e na A.M. (por esmagadora maioria) ceder por uma verba irrisória (à volta de 6.000 euros) terrenos públicos (as velhas piscinas abrantinas e parte do jardim do Hotel)  avaliados pela CMA em muitas centenas de milhares de euros ao inquilino do edifício do Hotel, inquilino esse cujos contornos já foram aqui largamente abordados....  

Vou-me repetir, mas este negócio é   muito mais sinuoso, ruinoso, duvidoso, etc para a cidade e para edilidade que o  estranho caso das celeradas oliveiras do Catarino.

 

 

Resta-me ainda dizer que o apreciado arquitecto-estrela ao trabalhar com esta gente se arrisca a  ter de meter nova penhora.

 

 

Fica pois anotado o post do Restos de Coleção.

 

 

Miguel Abrantes

 

 

Sobre a medriocridade do projecto do Byrne também já aqui se falou

 



publicado por porabrantes às 12:12 | link do post | comentar

Quinta-feira, 04.04.13

 

 

 

 

 

 

Garantiu a Presidenta, na Assembleia Municipal, segundo a Imprensa, que o ''empresário'' do Hotel ''era de confiança'' e por isso se  venderiam a essa sociedade a ''preço simbólico'' as piscinas arruinadas, por desleixo e incúria, a marca desta Câmara, e para completar o bodo aos ricos, como cereja em cima do bolo, mais uma parte dum jardim público.

 

 

 

 

A confiança da Dona Céu é uma coisa, a confiança dos trabalhadores no dito enquanto entidade patronal é outra e está a ser dirimida no Tribunal de Trabalho:

 

Em 6-3-2013 deu entrada aí

 

5457

Entrada: 
06-03-2013
Distribuição: 
06-03-2013

Autor: Clara Sofia Lopes Prates 
Réu: Hotel de Turismo de Abrantes, S.A.

Juízo Único

63/13.9TTABT

Valor:
829,62 €

Ação de Processo Comu

 

 

E a 3-4-2013

 

63/13.9TTABT
Juízo Único
Ação de Processo Comum

Autor Clara Sofia Lopes Prates 
Réu Hotel de Turismo de Abrantes, S.A.

Audiência de partes

03-04-2013 15:

 

 

 

a pergunta é:

 

 

não tinha o tipo em que a Senhora Céu, tão confiante ,deposita a sua confiança, 892,62 € para resolver de uma penada o assunto????

 

 

Por 892 € deixa o Hotel andar nas bocas do mundo e não chega a um acordo prévio para evitar as lides judiciais e resolver o assunto?

 

Pelo que sei, tomo partido, como tomou a Senhora Céu.

 

E temo ver o Hotel outra vez penhorado e invadido pelos oficiais de diligência a  arrolar bens.

 

 

Fica por aqui o assunto? Não.

 

Há mais trabalhadores a não terem confiança no gestor e na empresa em que a Senhora Céu,confiante e crédula, os edis e a maioria quase esmagadora da A.Municipal confiaram

 

77/13.9TTABT
Juízo Único
Ação de Processo Comum

Autor Maria Amélia de Jesus Coimbra 
Réu Hotel Turismo de Abrantes, Sa

Audiência de partes

24-04-2013 14:00

 

 

Face a isto tudo, resta-me a poesia e a Presidenta tão pródiga a introduzir versos nos discursos que pronuncia, que se fique com a frase dum dos cumes da poesia brasileira, Carlos Drummond de Andrade...

 

''A confiança é um acto de fé,


e esta dispensa raciocínio.....''

 

Miguel Abrantes



publicado por porabrantes às 11:12 | link do post | comentar

Sexta-feira, 15.02.13

Definiu   Presidenta na Assembleia Municipal o Carlos Marques do Hotel Turismo como um....

 

 

 

''Empresário de Confiança''

 

 

 

Eis mais uma prova que podemos ter confiança no homem e na autarca que deu o seu aval à criatura

 

 

Entrou no Tribunal de Trabalho da Comarca mais um processo laboral contra o Hotel Turismo:

 

 

 

       
94880 Entrada: 
14-02-2013
Distribuição: 
14-02-2013
Autor: Inês Miriam Ganhão Machado 
Réu: Hotel de Turismo de Abrantes, S.A.
Juízo Único 44/13.2TTABT Ação de Processo Comu

 

 

Comentários: os gajos em quem a Presidenta tem confiança são da laia do Alves da RPP Solar.....

 

 

e do Carlos Marques.....

 

 

as políticas em quem o Carlos Marques e o Alves da RPP Solar têm confiança são da estirpe de .....

 

 

 

 

 

Viva a Confiança!!!!!!



a redacção



publicado por porabrantes às 11:25 | link do post | comentar

Quarta-feira, 30.01.13

 

 

 

A alfaiataria Dias vai ficar rica de tantos capotes que vai fabricar, tendo em conta todos os políticos que sacudiam a água do capote no estranho caso da

 

 

PENSÃO MARIA DO CÉU

 

 

ENTROU MAIS UMA PENHORAZINHA DE FORNECEDORES....

 

 

contra Hotel Turismo de Abrantes, SA

 

 

 

2192

Entrada: 
28-01-2013
Distribuição: 
29-01-2013

Exequente: Acção Contínua - Saúde e Prevenção, Unipessoal Lda. 
Executado: Hotel de Turismo de Abrantes S.A. 
Agente de Execução (Sol.): Carla Ribeiro

2º Juízo

128/13.7TBABT 

Valor:
1.402,69 €

Execução Comum (Sol.Execução)
Entrega Electrónica - Refª 12290617

 

 

 

Marcello de Noronha

 

também entrou uma coisa do género contra um Vereador, mas está em lista de espera......



publicado por porabrantes às 10:44 | link do post | comentar

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