Sexta-feira, 13.05.16

castelo 13-5-2016 1.jpg

Já é tempo que os smarts camarários  mandem caiar esta parede que está ao lado dum imóvel classificado e que oficiem à DGPC para mandar arrancar a vegetação que floresce nestas muralhas.

Por favor ponham o smart na cabeça

castelo 13-5-2016.jpg

 

mn

fotos Eduardo Castro a 13-5-2016



publicado por porabrantes às 11:19 | link do post | comentar

Quinta-feira, 12.05.16

Nesta publicação do cpt.ipt citam-se escavações no Castelo e achados vários.

 

castelo escavações.png

 São autores:

escavações castelo 2.png

Não ficava mais bonito dizerem que os achados dos anos 50 foram encontrados sob a égide de Diogo Oleiro e que as escavações de 1986 decorreram sob a responsabilidade, salvo erro, da reputada arqueóloga Maria Amélia Horta Pereira?

 

mn 



publicado por porabrantes às 15:33 | link do post | comentar

Domingo, 24.04.16

Do blogue Arpose,  reproduz-se a crónica dum turista que visita Abrantes, em Abril de 2016

 

''Abrantino, pequeno, mas arranjadinho

 
 
Em abono da verdade, eu teria de dizer que, entre mim e os habitantes da cidade, houve alguns equívocos locais. Quando eu saía da igreja degradada, no centro da cidade, uma senhora fulva, que parecia celta, e de cabelos inflamados pelo vento, perguntou-me, sardenta: "Sabe se o Padre está lá dentro?!" Eu respondi, intimidado, e confuso: "Não sou de cá. Só vi 6 mulheres a entoar o Pai-Nosso..." Pouco depois, no Largo a seguir, uma nativa de óculos, interpelou-me, concisa: "Por onde é que eu posso ir à Brancolina?". Envergonhado, voltei a repetir: "Desculpe, mas não sou de cá..."
No fundo, foi uma espécie de paga, porque para chegar ao Museu (afinal, inserido numa bonita igreja do Castelo de Abrantes) foi preciso perguntar a 4 abrantinos a direcção do dito. Dois não sabiam, o terceiro tinha apenas uma vaga ideia; só o quarto me foi útil e preciso, na informação... Lá subi penosamente até à fortaleza e fui dar ao Parque Radical, para crianças, nessa altura deserto das ditas. À esquerda, porém, havia mais escadas que, embora íngremes e de degraus mais altos, eu galguei, esperançado pela recompensa museológica. Depois da sala dos Governadores, lá a tive, finalmente.
A igreja de Sta. Maria do Castelo foi o panteão dos primeiros marqueses de Abrantes. Os túmulos iniciais, sumptuosos, do séc. XV, têm traça gótica a exemplo dos da Batalha. O último, mais discreto, é renascentista. Na igreja se constituiu, em 1921, o museu da cidade. Pequeno, mas cuidado, com algumas imagens em pedra de Ançã, paramentos religiosos e uma vitrine numismática, com moedas que vão da época romana até ao século XIX. Saindo e subindo mais um pouco, vale a pena desfrutar o horizonte magnífico e amplo, do alto do castelo.
Depois, desci. Num dos largos da cidade calhou assistir a uma cerimónia evocativa do Dia do Combatente, lembrando a batalha de La Lys. Tive direito a ouvir o Hino Nacional, o toque a silêncio e o toque de alvorada, executado pelo corneteiro militar. Como se diz, desde as invasões napoleónicas: "Tudo como dantes, quartel-general em Abrantes"...
 

 com a devida vénia

a redacção



publicado por porabrantes às 16:01 | link do post | comentar | ver comentários (2)

Quinta-feira, 18.02.16

castelo bernardo faria.png

 

Um grande artigo sobre o Castelo. No Jornal de Alferrarede

mn



publicado por porabrantes às 22:28 | link do post | comentar

Quarta-feira, 17.02.16

jardim cast lalanda 31-1-2016 -2.jpg

foto Sr.Artur Lalanda

Jardim do Castelo
Em Análise
Anónimo
-
15/02/2016
Há largos meses (senão anos) que se encontram demolidos parte dos muros de resguardo na parte mais a norte do jardim. Para além do perigo que representa para os visitantes, especialmente para as crianças, não se compreende como pode uma autarquia que apregoa a regeneração urbana da cidade, manter naquele estado de abandono o jardim que, apesar de tudo, continua a ser a sala de visitas de Abrantes . Agora que se pretende atrair visitantes, pela comemoração do centenário da cidade, considero vergonhoso que o muro de resguardo se mantenha destruído, dando uma péssima imagem dos responsáveis autárquicos . Espero que o assunto mereça a devida atenção dos responsáveis.
 


publicado por porabrantes às 13:41 | link do post | comentar

A artilharia lusa foi famosa e as inovações técnicas introduzidas pelos seus artilheiros  garantiram o domínio português no Índico durante uns 200 anos. Abrantes foi uma praça militar com um Castelo ocupado por artilheiros. Mas não restam canhões na cidade para lembrar esse passado e arrasa-se ignaramente o que resta da nossa memória artilheira no  Castelo, como se verá.

Entretanto foi à praça, num leilão de Lisboa, o último canhão abrantino, que estava numa colecção privada, a do sr. dr. João Castro e Solla Soares Mendes.

canhao soares mendes.jpg

Pediam 60.000 euros por ele, não sei que destino teve.

Na 1ª Guerra Mundial a artilharia abrantina, com homens como Abel Hipólito marcou sonora presença

artilharia 1.jpg

Entretanto encomendam planos caros de turismo militar e o último canhão abrantino foi à praça.

Encostada a este canhão assinou Tereza de Mello uma petição para salvar S.Domingos dum atentado pimba. Vai para ela o post.

tereza de melo canhao.jpg

O que escreveu sobre o cubo de Carrilho da Graça foi a última salva deste canhão.

E deixou em escombros a plebeia arquitectura municipalizada.

ma



publicado por porabrantes às 10:19 | link do post | comentar

Sexta-feira, 12.02.16

bicentenário.png

 Nesta publicação de história militar, onde Abrantes é largamente abordada, da autoria de

autoria.png

cita-se como bibliografia o nosso colega do Coisas de Abrantes, o Sr.Oliveira Viana

viana.png

 a propósito dum post publicado noutro grande colega dedicado à História regional.

 

Recomendamos a leitura desta obra de História militar a quem gosta do assunto.

 

Damos os parabéns ao Sr.Vieira e recomendamos a leitura dum artigo seu, sobre a destruição da nossa memória militar por vândalos no Castelo de Abrantes. Foi publicado no Jornal de Alferrarede, que agora suspendeu a publicação, por motivo de doença do seu proprietário.

 

Esperamos reproduzir aqui o artigo.

 

ma

 

imagens: artigo referido com a devida vénia

 



publicado por porabrantes às 21:52 | link do post | comentar

Domingo, 03.01.16

carta da pide a salazar 2.png

Como é sabido Salazar despachava directamente com o salafrário que dirigia a Pide fosse Agostinho Lourenço, fosse Silva Pais.

 

agostinho lourenço.jpg

cap. Lourenço (imagem do blogue Histórias do Nosso Tempo com a devida vénia)

 

 

As cartas dirigidas por Santos Costa ao Brigadeiro Marques Godinho (1) serviam como prova do móbil do crime de homicídio involuntário, atribuído por Adriano Moreira, ao Ministro da Guerra, o maior humanista de Alcafazes, donde era natural e onde gostava de privar com Aquilino Ribeiro.

 

O móbil seria eliminar provas de eventuais actividades a favor da Alemanha Nazi, praticadas por Santos Costa.

 

 

 

Vejam-se as penhoradas cartas do escritor a agradecer certo favor ao Ministro, que andam publicadas na Correspondência de Santos Costa.

 

Veja-se ainda isto que é o que resulta duma busca sumária

santos costa godinho.png

Como é que Santos Costa, monárquico da ala dura, era amigo dum homem que andou metido no regicídio?

 

Sobre as ligações entre Santos Costa e Costa Gomes, ver este artigo, no Público, do tenente coronel Jorge Alves Martins . Já se falou aqui da protecção que Costa Gomes deu a Santos Costa depois do 25 de Abril.

 

O Capitão Agostinho Lourenço era irmão do Coronel Júlio Lourenço, Comandante do Grupo Misto de Artilharia Montada nº 24, no Castelo, que foi quem meteu a cunha para que Rosa Casaco entrasse para a PVDE.

 

 mn

 

(1) Marques Godinho ainda era Brigadeiro quando Santos Costa lhe escrevia. Desempenhava o cargo de Governador Militar dos Açores



publicado por porabrantes às 19:29 | link do post | comentar

Quinta-feira, 15.10.15

gaspar castelo.png

A informação é da tutela.

A licenciada Gaspar escavou a parada Abel Hipólito e diz que ''fotografou profusamente''.

 

Nós também

escavaçoes castelo.jpg

 Fizeram os arqueólogos novas escavações sem haver relatório desta.

 

Porquê?

 

Está na hora da Tubucci pedir responsabilidades.

 

Ou os senhores Vereadores da Oposição

 

ma

 

 

 



publicado por porabrantes às 17:12 | link do post | comentar

Terça-feira, 13.10.15

No último catálogo do MIAA (VII Antevisão) não há textos de Isilda Jana que passou a espalhar a sua sabedoria na Zahara, mas  há do Doutor Gustavo Pizarro, ex-bolseiro da Fundação Estrada até 2011.

Diz Pizarro várias coisas discutíveis sobre o Castelo de Abrantes mas antes generaliza e diz que os romanos:

castelos romanos.jpg

Diz Pizarro que nas cidades romanas não havia ''estruturas defensivas'' para a sua protecção.

O Pizarro é do Porto e se foi à Galiza, conhecerá Lugo

lugo muralhas romanas.png

A Muralha romana de Lugo é Património Mundial como o proclamou a UNESCO.

 

E se o Gustavo Pizarro deixasse de generalizar?

 

Mas deixo a verde Gallecia e baixo à Lusitânia  e chego a Ebora

 

Boa parte das actuais muralhas de Évora são de origem romana.

 

Cito o site da tutela do Património:

 

'(...)' Primeira muralha, designada por cerca-velha, é de construção romana-medieval sendo reforçada por várias torres de secção quadrada, circular e poligonal, sendo ainda rompida por várias portas posicionadas sobre os principais eixos viários; o Arco Romano de D. Isabel é um elemento típico da cintura defensiva da cidade romana, cumprindo todos os cânones, mesmo na medida dos silhares e com calçada de inequívoco cunho romano; a Torre Pentagonal constitui o torreão S. (o N. foi demolido) da cerca romana que virava a O., sendo o seu embasamento de fábrica romana'' (...)

E as muralhas são estruturas defensivas, quer queira, quer não o Doutor Pizarro.

 

Há um livro do Pizarro onde o Fernandinho Baptista Pereira lhe indicou as várias tintas que sucessivamente cobriram umas fortalezas marítimas da península de Setúbal.

 

Que tal o sábio Fernandinho explicar qual era a cor original da muralha de Lugo????

 

São estas os únicos vestígios de muralha romana na Península? Cito Conímbriga (quem ma explicou foi o Prof. Bairrão Oleiro), Sevilha, Barcelona, e ainda sem ser exaustivo:

 

muralhas romanas 2.png

lista retirada desta tese de mestrado imprescindível

 

muralhas romanas 3.png

 

Começo a pensar que se calhar era melhor o Doutor Pizarro rever a bibliografia, antes de generalizar

 

mn

   



publicado por porabrantes às 22:40 | link do post | comentar

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