Segunda-feira, 26.10.15

bunker prop.png

Ou seja a edilidade além de lhes contratar o bunker,

bunker aérea.jpg

ARX foto

 

também-lhe lhes subsidiou o  livro de propaganda

 

pelo que vi a despesa parece não figurar no portal de contratos públicos

 

recordo que gastaram 6.000 € numa coisa semelhante com Carrilho da Graça

 

A Oposição ficou calada.

 

Recordo que tendo depositada no Arquivo Eduardo Campos o espólio deste homem

duarte_castel_branco.jpg

a quem Candeias da Silva omitiu o curriculum anti-fascista no artigo necrológico da Zahara, não mexeram um dedo para divulgar a sua obra.

 

O Silva fica para outro dia.

 

ma

 

foto: as Beiras

 

 

 

 

  



publicado por porabrantes às 13:42 | link do post | comentar

Sábado, 11.07.15

 

 

alemanha fala.png

 

 

 

 

 

Dizia a revista, era para ouvir Rádio Berlim e escutar que os palermas dos nazis iam ganhar a guerra!

 

O amigo deles

henrique augusto.png

prometia, mas não tinha dinheiro para financiar a obra

outeiro 16-Julho 42.png

contratou o arquitecto, aliás de renome

 

o arquitecto fez o projecto

 

pediu dinheiro a Salazar (carta já aqui publicada)

 

mas o monumento só seria construído no final dos 60 por Duarte Castel-Branco e Lagoa Henriques, por encomenda de Agostinho Baptista (que foi partidário da ala da União Nacional de H.Augusto)

 

talvez um dia destes se reproduza aqui o projecto, que realmente era dum arquitecto de grande prestígio e obra notável (não um carrilho qualquer)

 

MN

créditos: foto do hitleriano de São Miguel, blogue do dr.Rui Lopes, extracto de documento

 

foto do Outeiro: publicada por Diogo Oleiro numa revista nacional em 1942, desconheço o fotógrafo, deixo aos ''historiadores'' oficiais o trabalho de identificarem a publicação

   



publicado por porabrantes às 23:11 | link do post | comentar

Segunda-feira, 11.05.15

ordem arquitectos.jpg

Estamos à espera que a Delegação do Médio Tejo peça a imediata demissão deste gajo:

 

ordem 2.png

 E também estamos à espera de saber porque é o Conselho de Disciplina da Ordem dos Arquitectos não deu andamento à queixa de Duarte-Castel-Branco:

duarte_castel_branco.jpg

contra Carrilho da Graça

Carrilho espantado.jpg

a queixa encontra-se neste momento a cargo do Arquitecto António Castel-Branco, nosso querido amigo

 

acb.jpg

 a redacção



publicado por porabrantes às 15:33 | link do post | comentar

Sexta-feira, 27.03.15

acb.jpg

 

Só agora nos chegou a notícia, porque o António é muito discreto nas suas actividades profissionais, mas a Universidade de Córdoba divulgou há tempos esta foto institucional da visita do catedrático abrantino às suas instalações onde pousa com vários colegas espanhóis.

Visitava o catedrático abrantino a secular Universidade ,representando a Universidade Portuguesa, e estamos certos que lhes explicou os malefícios do projecto do MIAA, encenado por este licenciado (1)

Carrilho espantado.jpg

 ou seja pelo Carrilho da Graça, que conseguiu o contrato num ajuste directo ilegal e aliás com pagamentos adiantados à margem da legalidade sem visto do Tribunal de Contas.

fax.jpg

 O dito projecto arruinaria o secular edifício do Convento de São Domingos

antónio botto entrada.png

e o impecável restauro realizado pelo Professor Duarte de Ataíde Castel-Branco para adaptar o imóvel a Biblioteca....como denunciou o António em diversas intervenções cívicas, tendo por isso sido alvo de censura no Jornal de Abrantes, por parte de Alves Jana e ainda alvo duma queixa à Ordem dos Arquitectos, por parte dum tal Carrilho da Graça, queixa que foi deitada para o caixote do lixo da história, por parte do Venerando Conselho de Deontologia

 

a redacção

 

fotos:

créditos: Universidade de Córdoba, DGPC 

 

(1) que recebeu o Prémio que Herberto Hélder mandou à merda......

 



publicado por porabrantes às 16:20 | link do post | comentar

Sábado, 07.03.15

''segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

 

outeiro s.pedro.jpg

 Tubucci

(...)

DUARTE CASTEL-BRANCO

 

Os deuses parecem estar zangados. Já por várias vezes este blogue assumiu as vestes negras do obituário, o que tanto pode querer dizer que os acidentes da vida o provocam ou que este vosso amigo tem amizades no escalão etário mais propenso a estes desenlaces.

A leitura do Público de hoje trouxe-me a notícia do falecimento do Professor e Arquiteto Duarte Castel-Branco e isso transportou-me num flash-back súbito para uma época da minha vida profissional que me deixou imensas recordações de prazer intelectual e sobretudo de fruição da companhia de gente muito inteligente, culta e intelectualmente sobressaltada, que ajudou a formar o que sou hoje, para o bem e para o mal.

 

 (Duarte Castel-Branco)

A história do meu contacto com o aristocrata, professor e arquiteto Duarte Castel-Branco conta-se de modo singelo.

O Duarte, como lhe chamávamos, tinha assinado talvez o contrato da sua vida com a Câmara Municipal do Porto, como urbanista encarregado da revisão do Plano de Ordenamento da Cidade do Porto, que havia de transformar em Plano Diretor da Cidade, na era se bem me recordo de Paulo Vallada e do seu Vereador Carlos Brito. Como homem de escala, Duarte Castel-Branco convenceu a CMP a constituir uma equipa da sua confiança, capaz de interagir com os serviços de urbanismo e outros, equipa essa que seria instalada num palacete para os lados de S. Roque, onde funcionavam uns serviços camarários cuja função já se me varreu da memória. A equipa, na qual um então ainda jovem António Figueiredo fazia a sua incursão pioneira pelos domínios do urbanismo, integrava os seguintes elementos: Professor Arquiteto Lixa Filgueiras, Professor Doutor Pereira de Oliveira, geógrafo, então Diretor Regional da Cultura em Coimbra, Arquiteto Nuno Guedes Oliveira (que tinha estudado urbanismo com o Duarte no Centro de Estudos de Urbanismo e Habitação Engenheiro Duarte Pacheco) e meu grande amigo, Professor Doutor Nuno Grande que então dirigia as Biomédicas e aos quais ainda se juntavam gente mais nova como o Adriano Zilhão (sociologia), a Teresa Andresen (paisagismo e ambiente), assumindo este vosso amigo a pasta da economia, coordenando na prática os trabalhos de elaboração redatorial do Plano. Assomam na minha memória os almoços e reuniões de trabalho deste grupo de assessores do Plano, realizados no então Hotel Batalha do Porto, onde o ambiente de discussão, de crítica, de aventura intelectual, de turbilhão das ideias eram o elemento de união e de motivação de toda aquela gente, dos mais novos como eu e o Nuno Guedes até aos mais velhos.

Na altura, o Duarte Castel-Branco já não estava no auge da sua força intelectual e permanecia por vezes preso à convivência que teve em Paris com Henri Lefèvre. A interdisciplinaridade do grupo e o seu turbilhão de ideias acho que fizeram bem aquela fase da sua vida. O Duarte era um aristocrata ribatejano sempre devoto da Senhora sua mãe D. Maria Cristina e pude compreender esse contexto aristocrático no batizado de um dos seus netos, na sua propriedade de Abrantes mesmo à beira-Tejo.

 

Depois dos trabalhos do Plano do Porto, período em que regressou à sua conturbada Faculdade de Arquitetura de Lisboa, perdi-lhe o rasto, podendo registar apenas dois momentos bastante espaçados no tempo. O primeiro em sua casa na Defensor de Chaves em Lisboa onde fui certificar uns elementos curriculares ainda relacionados com o Plano do Porto. Lembro-me de à saída, numa tarde solarenga com aquela luz única de Lisboa, me ter dado boleia até à Baixa, já que se deslocava para Arquitetura ao Chiado. Não foi uma boleia qualquer. Foi uma boleia no seu Jaguar com motorista. Recordo-me da sensação de descer a Avenida da Liberdade numa viatura com motorista. O segundo momento, bem mais recente, foi na Conferência Ibérica dos Urbanistas, na Universidade da Beira Interior, Covilhã, creio que há três anos. O velho Duarte já não era o mesmo, mas pela mão do seu filho António, também professor em Arquitetura, assistiu a toda a conferência.

Do Duarte fico com aquela imagem da finura de espírito, do seu talento e cultura musical (a arquitetura talvez tenha furtado a vida de um pianista), a sua graça, a sua entrega à interdisciplinaridade, ao turbilhão das ideias e a sua elegância aristocrática. A ele devo ter podido trabalhar com um grupo tão entusiasmante.

Abrantes acolhe-o em paz, mirando seguramente o Tejo enquanto as notas perdidas de uma peça qualquer de Debussy lhe acalmam o espírito.

Publicada por António Figueiredo à(s) 21:54''

 

Interesse privado/acção pública com a devida vénia

 

No mesmo blogue há uma referência a uma personalidade local: '' notáveis menos nacionalmente mediáticos, e esta vez não constituiu exceção na pessoa da Presidente da Câmara de Abrantes, Maria do Céu Albuquerque.'' Seria bom que a notável tivesse explicado a Freire e Sousa, o autor do post, que o monumento a Nuno, da autoria de Duarte Castel-Branco, com estátua (desaparecida) de Lagoa Henriques, foi deixado pela notável e edis associados assim:

2.jpg

 

5.jpg

3.jpg

 

 

foto António Almeida no blogue binttage.blogspot.com.es, com a devida vénia

 

E por muito que a notável encha as actas com elogios póstumos a Duarte Castel-Branco, também há actas em que os pedidos do Professor para que se defenda  o Património da Cidade são tratados de forma mal-educada e são desprezados....

 

mn



publicado por porabrantes às 13:01 | link do post | comentar

Quarta-feira, 28.01.15

A ERSAR dirigiu à Abrantaqua, o monopólio da Senhora Marquesa Koplovitz e da Lena  o seguinte ofício com um severo raspanete

 

ersar.png

 

 A Ersar acusa a Abrantaqua de contrariar o contrato de concessão  no cálculo da actualização da tarifa variável de serviço de limpeza de fossas sépticas e manda-a corrigir.

Espero que o Júlio Bento não tenha entrado na fossa....

As actualizações praticadas (mesmo depois de corrigidas) são um brutal aumento, como salientou o Vereador comunista Dr.Avelino Manana, ao votar contra elas.

Naturalmente esperava que um comunista que se preze votasse contra a empresa da marquesa ( ai que fineza!!!!)

Dos ''socialistas'' já sabemos do que gostam ...

de obedecer ao capital

Pode ler o processo todinho aqui

 

MN

Devo agradecer à rapaziada da Barca ter noticiado com destaque a morte de Duarte Castel-Branco e ter-se inspirado aqui. Também podiam ter referido que DCB foi um homem importante no MUD e na campanha abrantina do Delgado, nem que fosse para se redimirem daquele lapso do Gaspar (agora um insubmisso crítico do Vereador da Cultura, ainda dá em revolucionário à grega..) que asneirou dizendo que DCB tinha sido um homem do antigo regime

A foto publicada na Barca foi enviada para o blogue por um prestigiado Arquitecto e Professor Universitário



publicado por porabrantes às 20:10 | link do post | comentar

Segunda-feira, 12.01.15

dias coelho 2.jpg

 Dias Coelho por João Abel Manta

dias coelho.jpg

 Cartoon de Dias Coelho

 

Dias Coelho, amigo e camarada de Duarte Castel-Branco foi assassinado pela PIDE, enquanto o sr. Cardeal-Patriarca Cereijeira (que gostava de casas na Serra da Estrela e de contas off-shore do Banco do Vaticano) e o Bispo de Portalegre sustentavam a ditadura clerical-fascista.

 

Podem os católicos berrar contra a intolerância maometana, também eles distribuiram água-benta à canalha que matava cartoonistas.

Ficam os católicos ofendidos?

Que vão a Fátima a pé expiar os seus pecados.

MA

PS- O Doutor MEC escreveu no Público um artigo indigno dum doutorado em História pela calvinista Edimburgo. Não foi Napoleão que criou a República Francesa, o corso enterrou a República para proclamar o Império. E recrutou mercenários muçulmanos, os mamelucos para matar espanhóis e portugueses, que não aceitavam ser governados por corsos   

 

 



publicado por porabrantes às 15:37 | link do post | comentar

Segunda-feira, 05.01.15

 

 

duarte 2.png

 

Faleceu ontem o Prof. Arq. Duarte de Castro Ataíde Castel-Branco, na sua Quinta da Omnia, no Rossio ao Sul do Tejo.

Associamo-nos à dor da sua família a quem apresentamos os nossos pesâmes.

 

Abrantino de gema, apesar de natural de Macau, onde nascera em 1927.era filho do Coronel João Alberto de Vilas-Boas Pimenta de Castro de Castelbranco e da nossa querida Dona Maria Cristina de Gamboa e Liz Castro Ataíde, sendo pelo lado materno originário duma família abrantina cuja fidalga ascendência remonta entre nós até ao século XVII.

 

Prestigiado Professor universitário e Arquitecto assinou entre outras obras nesta cidade o Monumento a Nuno Álvares no Outeiro de São Pedro (a meias com Mestre Lagoa Henriques) e ainda a Biblioteca António Botto no Convento de Sao Domingos.

Vimo-lo desde os primeiros momentos solidário com a petição para salvar o Convento dominicano do calhau de 40 m de altura de Carrilho da Graça e ainda com a Tubucci.

Deixa-nos a todos uma lição de cidadania, curtida nos duros tempos da candidatura de Arlindo Vicente e de Humberto Delgado, uma forma humanista de pensar a Cidade e a sua Abrantes e ainda a lição dum magistério cívico que todos reconhecemos.

E porque o homem é um animal político, Duarte Castel-Branco foi ainda candidato pelo CDS a Presidente da Assembleia Municipal depois do 25 de Abril.

duarte.jpg

 A melhor homenagem que lhe podem prestar é devolver ao monumento a Nuno Álvares a dignidade perdida pelo abandono camarário.

a redacção

 

Duarte Castel-Branco foi um dos melhores urbanistas portugueses, pode ver aqui o seu cv

 

foto:Cidade de Tomar

 



publicado por porabrantes às 19:59 | link do post | comentar

Terça-feira, 16.12.14

CODA_200_pd_10.png

 sem derrubar muralhas e sem fazer torres miáticas à maneira do carrilhismo bacoco

Duarte Castel-Branco-Grémio da Lavoura de Abrantes

ma



publicado por porabrantes às 18:58 | link do post | comentar

Segunda-feira, 15.12.14

Muitos miúdos abrantinos, como eu ou o historiador dr.Jorge Santos Carvalho, passaram as férias estivais na Figueira da Foz desde 1956-7 e sempre que tinham dores de barriga ou outras maleitas recorriam à assistência amiga e sábia do médico dr. Gilberto Vasco.

Esteve este episodicamente em Abrantes e daqui foi para a Figueira, tendo herdado o seu consultório o dr. José Vasco, médico tão bom como ele e anti-fascista como o irmão.

Só por evidente lapso é que o histórico laranja Sr.Daniel Augusto António, numa entrevista à Zahara do Gaspar, conduzida por José Eduardo Alves Jana, é que pode situar o dr. Gilberto em Abrantes, depois de 1958.

Aliás neste documento da resistência (1958)  quem figura na comissão política da candidatura Cunha Leal, aqui conduzida por Vergílio Godinho, é o dr. José Vasco já então residente na cidade.

Não é por nada mas este blogue, que fala da Srª .D.Dalila Marques Vasco, mulher do dr.Zé Vasco diz exactamente o que dizemos. O dr. Gilberto, que tinha uma paciência de santo para aturar os miúdos, residia na Figueira.Para melhor biografar a D.Dalila vejam também este post, que foi feito pela família e é naturalmente a família que conhece melhor a sua trajectória.

Já agora, neste artigo do saudoso Mário Semedo, já aqui publicado, 

oposição mário semedo.jpg

   há uma achega para esta história.

 

E vão-me perdoar mas a história faz-se com documentos, a trajectória de Orlando Pereira na Oposição é tão grande que o encontramos já na direcção académica do MUD juvenil em 1947.

mud orlando pereira.png

(Fundação Mário Soares)

 

Finalmente tenho dúvidas que o sr. Daniel Augusto António se recorde deste nome que foi activo na constituição do MUD em Abrantes e também na campanha do General Delgado, o Advogado dr. Aníbal Ribeiro Martinho.

O sr.Daniel e o Jana recordam-se do dr. Aníbal como um feroz anti-comunista, simpatizante do CDS lá por 74-75, mas ele esteve e temos prova documental disso na campanha abrantina do General Coca-Cola , que aliás era tão anti-comunista como o capitão Henrique Galvão.

O que não encontrei ainda foi prova documental que nenhum dos entrevistados do Jana estivesse activo contra a Ditadura em 1958.

MA

ps-ao lado de Orlando Pereira assina o manifesto estudantil lisboeta o artista plástico Dias Coelho, amigo de Duarte Castel-Branco, vilmente assassinado pela PIDE

 



publicado por porabrantes às 18:12 | link do post | comentar

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