Domingo, 31.07.16

mw-768.jpg

 O ''caralhês'' alaranjado do filantropo e argentário de São Miguel do Rio Torto em destaque no semanário de referência, num artigo de Henrique Monteiro.

 

Calma, o empregado dos chineses ainda não disse que a medalha centenária, que a Céu lhe deu, era uma ''pentelhice'', foda-se.

 

Mas o Senhor Doutor ainda o pode dizer...., estamos à espera

 

ma

 

Imagem : expresso com a devida vénia

 

  



publicado por porabrantes às 11:53 | link do post | comentar

Terça-feira, 07.06.16

eduardo catroga.png

por unanimidade, ou seja a CDU que votou a favor, aplaude trajectórias destas.

mn

Jornal de Notícias 



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Terça-feira, 10.05.16

carta do catroga.jpg

Carta do Sr. Doutor Eduardo Catroga aos amigos em que pede ajuda para a requalificação do Largo da Aldeia de São Miguel, sua terra natal, bem como do irmão, o Professor Doutor Fernando Catroga.

O Senhor Doutor Catroga assume-se como um grande bairrista e o blogue aplaude, mas aqui há uma questão política que envolve a Presidente,

cacique.jpg

o Presidente da Junta de S.Miguel e Rossio e eventualmente a Assembleia Municipal.

Temos lido com atenção as actas municipais (o guarda-rios ainda não meteu como devia as actas da freguesia on-line) e as da Assembleia e a Imprensa, e constamos com estupor que ninguém falou disto.

Ora diz o Doutor Eduardo Catroga que as obras já têm financiamento assegurado e que só faltam 30.000 €.

Assegurado por quem?

Onde é que isso se discutiu na CMA?

Onde é que o Presidente da Junta abordou o assunto na Assembleia Municipal?

Finalmente (há outros assuntos a tratar) onde é que está o projecto para uma pessoa saber se dá as massas ou não?

Já sabemos que 30.000 euros são uma ''pintelhice'', expressão coloquial de uso corrente entre os naturais de São Miguel,  mas a transparência é a regra em democracia.

Já chega?

Por agora

MA 



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Quinta-feira, 21.04.16

edp.png

 Catroga caçado a meter uma cunha prá EDP

 

 ma



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Domingo, 25.10.15

Quem o diz é o I

eduardo catroga.png

O Eduardo Catroga quando menino estudou na Escola da Arrifana, onde está a Associação dos Latifundiários, amigos da Senhora Presidente.

Lá fez os amigos de infância.

Pelos vistos o Cavaco também estudou lá e tornou-se amigo do abrantino.

Por pintelhices destas é que a Imprensa se desacredita. Certamente o economista abrantino tornou-se amigo do Cavaco na Faculdade, em Lisboa, ou quanto muito nalguma Escola Técnica de Lisboa, por onde passou o laranja, depois da EICA.

O jornalista confunde infância..........com juventude.

Certamente porque os jornais para pagar pouco, contratam jornalistas imberbes e directores inexperientes e já não há revisores, que eram as pessoas mais cultas dos jornais de antigamente.

Lembro-me dum que dizia, lá tive, no Diário de Lisboa, de corrigir o Editorial do Saramago que escrevera que a capital do Paquistão era Karachi.

Contou-me mais coisas divertidas, mas já chega de pintelhices.

mn   



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Domingo, 13.09.15

CARTA ABERTA AO DR. ANTÓNIO COSTA

 

Exmo. Sr. Dr. António Costa,

Em 2011, o País caminhava para a bancarrota com o governo socialista do Engenheiro José Sócrates, pelo que aceitei como cidadão independente colaborar com o PSD, entre Março e Junho desse ano, na coordenação de um programa político tendo em vista a recuperação da credibilidade externa de Portugal e a criação de condições para um novo ciclo de desenvolvimento económico e social.

Na sequência das suas declarações tão surpreendentes, quanto injustificadas, no debate televisivo de dia 9 de Setembro, vi-me forçado a fazer um esclarecimento que deve ser público, na medida em que referiu o meu papel de forma que não corresponde à verdade. Quando se invertem tão descaradamente os padrões do que é verdade e do que não o é, manda a consciência que seja reposta a verdade dos factos de um modo absolutamente cristalino. Porque é de factos que estamos a falar, não de interpretações ambíguas, nem de opiniões divergentes. O propósito de torturar a memória dos Portugueses e de tentar reescrever a história dos factos não pode constar das armas dos partidos numa campanha eleitoral.

O fundamento das suas afirmações segundo as quais foi o PSD “quem chamou a troika” é pura e simplesmente inexistente, como de resto o testemunho dos Portugueses comprovaria. São afirmações sem qualquer correspondência com os factos, tanto no que diz respeito à substância, como à circunstância. Está para além de qualquer dúvida e de qualquer reinterpretação do passado que foram o ex-Primeiro Ministro José Sócrates e o ex-Ministro das Finanças Teixeira dos Santos a chamar a troika. Não só isso é uma evidência tão clara quanto uma evidência pode ser, mas sucede que foram assinadas cartas formais públicas de um e de outro a atestar este facto. Não quero acreditar que estamos perante uma tentativa de riscar da história o que deixou de ser conveniente. Mas tem de haver limites para a manipulação do passado.

O pedido de ajuda externa foi tornado necessário pela situação de pré-falência a que o País tinha chegado no início da Primavera de 2011. A dimensão da emergência financeira refletia-se na proximidade cronológica de uma paralisia dos pagamentos do Estado. Se o País continuasse nessa trajetória, e vedado o acesso aos mercados de financiamento, em Junho, isto é, apenas dois meses depois desta constatação, o Estado não teria recursos para atender ao pagamento de salários e pensões, para não mencionar outro tipo de consequências que decorreriam de uma bancarrota.

Os factos são simples de reportar.

Em primeiro lugar, chegada a troika a Portugal, entenderam as três instituições que a compunham que deviam iniciar uma ronda de conversas com os partidos políticos de representação parlamentar, assim como com os parceiros sociais e outras entidades da sociedade civil. O PSD foi naturalmente incluído neste conjunto de interlocutores.

Em segundo lugar, o PSD teve apenas uma conversa com a troika, representado por uma delegação composta por eu próprio, o Engenheiro Carlos Moedas e o Professor Abel Mateus.

Em terceiro lugar, essa conversa não foi uma negociação. Na referida reunião, o PSD transmitiu à troika as linhas gerais da política económico-financeira do seu próprio programa partidário. A troika limitou-se a escutar-nos.

Em quarto lugar, estava previsto que houvesse um acompanhamento por parte de outros partidos da evolução das negociações entre o governo socialista de então e as instituições. Infelizmente, por desígnio do governo socialista tal nunca veio a suceder. O PSD foi sistematicamente ignorado pelo governo, na pessoa do seu interlocutor para estas matérias o então Ministro da Presidência Silva Pereira. A nossa insistência na obtenção da informação pertinente, e o protesto por o governo deixar os partidos da oposição completamente às escuras, nunca foram bem-sucedidos na reversão desta conduta do ex-Ministro da Presidência. Do outro lado, só encontrámos silêncio e opacidade. Foi por essa razão que o PSD dirigiu quatro cartas (20, 26, 28 de Abril, e 2 de Maio de 2011) ao Ministro Silva Pereira, com conhecimento para a troika também. As cartas são públicas e verificáveis por todos.

Nessas cartas formalizámos o nosso protesto e explicitámos a nossa grande preocupação: qual a base orçamental efectiva com que íamos partir para o Programa de Assistência? Qual o estado real das finanças públicas do País nesse momento decisivo, incluindo a situação das empresas públicas e os compromissos com PPP? Sem informação, que podia e devia ter sido disponibilizada pelo governo, seria impossível planear a política orçamental para os anos de vigência do Programa de Assistência. Seria impossível conhecer com rigor as verdadeiras necessidades de financiamento e, portanto, avaliar a adequação do próprio Programa, nomeadamente do seu envelope financeiro. Aliás, foi por não termos confiança nos números que eram divulgados, nem na definição do perímetro de consolidação, que, na reunião com a troika, o PSD nunca se comprometeu com valores para os défices desse e dos anos seguintes, nem com os montantes de dívida pública. O futuro acabaria por nos dar toda a razão e justificaria todas as nossas apreensões. Quando o actual governo tomou posse, e acedeu finalmente à informação relevante, percebeu-se que o País e as instituições credoras tinham sido enganados quanto à situação financeira do País. Ela era, afinal, bem pior do que tinha sido divulgado, e isso traria consequências muito sérias para a execução do Programa de Assistência, em particular na introdução de medidas adicionais de consolidação orçamental.

Em quinto lugar, a única informação que recebemos foi tão-só o documento final integralmente negociado pelo governo e a troika, isto é, o memorando de entendimento que formalizava o compromisso do Estado português e regulava o Programa de Assistência. A troika fez saber que queria uma carta dos principais partidos exprimindo o mínimo de consenso político na execução futura do Programa. Como ficou explícito na carta que o PSD enviou, demonstrámos o nosso desconforto com todo o processo e com a ausência de informação. E que apenas a situação dramática que o País atravessava, traduzida na necessidade urgente de o Estado português receber o primeiro desembolso do empréstimo externo para impedir um colapso nos pagamentos do Estado, nos fazia anuir a essa subscrição. Mas não sem fazermos um aviso decisivo e que seria muito importante para o futuro. Cito do texto da carta assinada pelo Presidente do PSD, Dr. Pedro Passos Coelho, e por mim, enquanto chefe da delegação, enviada ao Presidente do Eurogrupo, da Comissão Europeia e do BCE, e ao Director do FMI:

“Entendemos que um futuro Governo liderado pelo PSD poderá propor e discutir, no contexto de revisões trimestrais do Programa, alguns ajustamentos ao mix das medidas estabelecidas que não ponham em risco, de forma alguma, a concretização dos objectivos definidos no Programa. De facto, esta flexibilidade pode ser necessária tendo em conta a incerteza, que se mantém, quanto à situação orçamental e quanto aos reais compromissos futuros do Estado.” 

E aqui permita-me que contribua para desfazer um mito que V. Exa tem ajudado a difundir. Porque é de um mito que se trata. A saber, que o actual governo foi “além da troika”. Se as metas orçamentais acabaram por ser flexibilizadas em todos os anos do Programa, e para valores menos restritivos do que aqueles acordados pelo governo socialista no memorando original, isso significa que o ir “além da troika” nunca disse respeito à política orçamental. Ir “além da troika” dizia respeito às políticas sociais de que o País precisava (como condições mais generosas na concessão de subsídio de desemprego a segmentos da população mais necessitados, ou o Programa de Emergência Social) e ao programa de reformas estruturais indispensáveis para a modernização da economia e que não eram atendidos devidamente pelo memorando (como, por exemplo, as reformas na Justiça, na Concorrência e na Regulação, no mercado de arrendamento, ou os incentivos fiscais ao investimento.) Dito de uma maneira simples, nas metas orçamentais ficámos aquém da Troika.

Não cumpriria os meus deveres cívicos se não manifestasse por este meio a minha estupefacção com as declarações de V. Exa, e se não ajudasse a esclarecer a verdade dos factos. É o que aqui faço, sendo todas as minhas referências facilmente escrutináveis e verificáveis. A política e o debate partidário não podem estar isentos do respeito pela verdade factual. 

Aceite os meus melhores cumprimentos,

Eduardo Catroga

12 de Setembro de 2015



publicado por porabrantes às 15:24 | link do post | comentar

Terça-feira, 26.05.15

Lamentável a ausência da Presidente da Câmara na cerimónia de jubilação do Professor Doutor Fernando Catroga, um dos mais importantes catedráticos lusos de História e um pensador determinante na História das Ideias Políticas, que se celebrou na Universidade de Coimbra.

rui lopes.jpg

Presentes entre outros o nosso amigo dr. Rui Lopes, consagrado historiador abrantino, o dr. Guilherme Oliveira Martins, Presidente do Tribunal de Contas, o ex-Ministro das Finanças, Eduardo Catroga (irmão do homenageado) e as autoridades académicas e muitos alunos e colegas do Mestre Abrantino.

 

Parece que a CMA se fez representar pelo dr.Luís Dias, Vereador da Cultura.

 

Tinha-se aqui, a 11 de Maio, destacado o papel do Fernando Catroga como historiador '' Apesar do seu contributo decisivo para analisar o Pensamento Republicano, a História da Maçonaria (que ele interpretou melhor que o saudoso A.H. de Oliveira Marques), o Laicismo como religião política do liberalismo português, análises essas traduzidas em dezenas de publicações, só uma vez, que eu me lembre, foi convidado a fazer uma conferência em Abrantes, no âmbito das comemorações dum aniversário da EICA, de que foi aluno.'' 

 

O dr. Luís Dias disse isto, hoje, no facebook (....) ''O seu olhar sobre a história foi decisivo para analisar o pensamento Republicano, a história da Maçonaria e o laicismo como religião política do liberalismo português, análises, essas, que foram traduzidas em dezenas de publicações'' (...)

 

Temos de dar os parabéns ao Senhor Vereador por reconhecer a primazia cultural deste blogue e vê-se que nos lê e aprende. Se ler mais aprenderá mais e poderá explicar à cacique que antes de fazer ameaças que estude e que antes de demolir muralhas para edificar bunkers, que respeite a história.

 

Foi uma escandalosa bofetada na cultura abrantina a ausência da Presidente em Coimbra.

 

Ninguém perguntou ao Doutor Eduardo Catroga o que pensava disso, não fosse ele responder em português castiço, que não se preocupava com certas .....

 

Finalmente tendo sido Fernando Catroga um benemérito importante da Liga dos Amigos do Hospital, teria sido de bom-tom o Senhor Dr. Luís Moura Neves Fernandes ter ido à cerimónia, bem como o Presidente da Junta de Rossio/São Miguel dado o Fernando ser natural da falecida freguesia são-migueleira.

 

mn

 

foto desviada ao dr. Rui Lopes, Embaixador de Abrantes em Coimbra   

 

ps- a ausência da Igreja deve ser devida ao horror anti-maçónico, mas porquê a ausência de pedreiros abrantinos? falo de pedreiros-livres e não de pedreiros com pulseira electrónica

  

    



publicado por porabrantes às 11:19 | link do post | comentar

Segunda-feira, 11.05.15

fernando catroga.jpg

O Professor Doutor Fernando Catroga, da Universidade de Coimbra, é o mais importante pensador e intelectual abrantino e um dos académicos mais importantes em questões de Pensamento Político e da Historiografia lusitana.

Todo o país o escuta, é uma celebridade nas Universidades Brasileiras, e uma referência na bibliografia internacional..

Apesar do seu contributo decisivo para analisar o Pensamento Republicano, a História da Maçonaria (que ele interpretou melhor que o saudoso A.H. de Oliveira Marques), o Laicismo como religião política do liberalismo português, análises essas traduzidas em dezenas de publicações, só uma vez, que eu me lembre, foi convidado a fazer uma conferência em Abrantes, no âmbito das comemorações dum aniversário da EICA, de que foi aluno.

Tal como o seu irmão, o político, empresário e também Professor Universitário, Doutor Eduardo Catroga.

Os dois são naturais da freguesia de São Miguel do Rio Torto, filhos dum operário corticeiro que depois passou a empresário das cortiças, um patrão empreendedor, talentoso e extremamente inteligente.

Tinham a quem sair, os ''Catrogas dos 20'', como lhes chamavam na EICA, segundo recordou um Professor deles, o Zé Bioucas, numa entrevista ao Mirante, onde disse cobras e lagartos daquela mania obsessiva do Sr.Carvalho, da Isilda do Pego, do Pina que emigrou de Vereador para Vice-Rei do saneamento básico, de destruírem São Domingos para meterem lá a torre parola do Carrilho da Graça.

 Homem de esquerdas, comprometido com a luta académica contra o fascismo, estrela da historiografia portuguesa, glória da Academia coimbrã, bom amigo do Dr. Jorge Santos Carvalho, peticionário nº 4, Fernando Catroga chega ao fim duma carreira docente na Universidade e jubila-se. Vai dar este mês a sua última aula. É a jubilação dum Mestre e dum homem bom, respeitado por todos os seus alunos. Mas a Universidade e Portugal esperam ainda muito dele.

 

Este é o programa:

 

fernando catroga 2.jpg

E esta a nossa homenagem ao abrantino, esquecido na sua terra, porque tem um pensamento demasiado denso para ser compreendido por ex-seminaristas educados no mais reaccionário e clerical neo-tomismo.

 

a redacção

 

fotos: roubada ao Mestre Rui Lopes, aluno e amigo do Fernando Catroga

 

Leia aqui uma grande entrevista ao Prof. Catroga onde explica a sua vida e o seu percurso.

 

 

 

 

 

    



publicado por porabrantes às 13:17 | link do post | comentar | ver comentários (2)

Sexta-feira, 24.04.15

catroga.jpg

 

A EDP e a Tejo Energia, do Pego, aumentaram substancialmente a sua produção eléctrica a partir dum mais dos poluentes combustíveis fósseis disponíveis no mercado, diz o Expresso.

 

O cinismo da EDP é revelado por esta frase do seu Relatório e Contas: '' "Apesar da ligeira recuperação do preço do CO2 em 2014, este continua suficientemente baixo para que, aliado aos preços do carvão e do gás natural, a produção eléctrica a carvão se tenha mantido mais competitiva do que as centrais de ciclo combinado a gás natural na generalidade dos mercados europeus, dificultando assim o caminho de descarbonização preconizado pela União Europeia (UE)",  in Expresso

Ler mais: http://expresso.sapo.pt/edp-duplica-producao-de-eletricidade-a-partir-do-carvao=f921324#ixzz3YF0cRdma

 

De forma que nos lixam, enquanto as mais-valias vão parar às mãos de chinocas, espanhóis e ingleses da National Power.

 

E os salários milionários dos ex-ministros laranjas Mexia & Catroga crescem.

 

Finalmente com um caudal no Tejo reduzido ao mínimo continuará a Central do Pego a usar a água do rio, apesar das condições da licença ambiental?

 

Teremos de pedir ao Duarte Marques que a vá visitar????

 

MA

 



publicado por porabrantes às 16:26 | link do post | comentar

Segunda-feira, 09.01.12

Pentelho no tacho

 

pentelho no tacho (in sapo notícias)

 

estou certo que o Eduardo Catroga vai emoldurar esta genial caricatura e pô-la no seu escritório para pôr os chinocas de olhos em bico

 

M.A



publicado por porabrantes às 09:21 | link do post | comentar

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