Quarta-feira, 18.04.18

acta de 26-4-2017
há outra acta reiterando este absentismo
mesmo assim, apesar de avisada a autarquia voltou a nomeá-lo depois das eleições
Bruno Tomás além de Presidente do PS era Presidente da maior junta do concelho.
Representava a CMA
E a cacique esteve-se nas tintas para um reiterado laxismo do representante camarário num dos maiores agrupamentos escolares do concelho...
Terá abordado o assunto algum neo-liberal nas actas da CMA'????
mn
Sábado, 21.01.17
Hoje andámos a ler os colegas. Transcrevemos o que diz o Notícias do Ribatejo:
''Comunicado dos Deputados do PSD sobre a situação no Agrupamento de Escolas Dr. Manuel Fernandes, em Abrantes
Situação precária do Agrupamento Dr. Manuel Fernandes em Abrantes é o espelho da irresponsabilidade do Ministro da Educação e das 35 horas
"Em Abrantes o ensino não é gratuito pois são os pais que pagam os funcionários da escolar pública"
O Grupo Parlamentar do PSD esteve ontem representado numa reunião com encarregados de educação do Agrupamento de Escolas Dr. Manuel Fernandes em Abrantes, num dia em que a escola esteve encerrada na sequência de um protesto dos alunos pela notória falta de condições. O PSD já tomou pelo menos 5 iniciativas junto do actual governo para resolver esta situação, entre Perguntas Escritas, intervenções na Comissão de Educação e no debate do OE2017.
Duarte Marques, Deputado do PSD na Comissão da Educação da Assembleia da República, esteve presente nesta reunião e discutiu com os representantes dos alunos, professores, assistentes operacionais e encarregados de educação a situação de grande dificuldade em que se encontra a comunidade escolar.
Duarte Marques recorda que "este processo não é novidade para o Ministério da Educação, os Deputados do PSD já por diversas vezes alertaram o Ministro Tiago Brandão Rodrigues para esta situação. Visitámos esta escola três vezes ao longo do último ano e na sequência disso questionámos formalmente o governo que ou não respondeu ou desvalorizou a situação."
devida vénia ao Notícias
"A reposição das 35 horas semanais dinamitou a situação deste agrupamento. Desde logo o director do agrupamento avisou, chamou a atenção, protestou mas parece que só os Deputados lhe deram atenção. É inédito uma escola correr o risco de continuar abertas graças ao recurso a funcionários das associações de pais ou a uma bolsa de encarregados de educação desempregados que desempenham as funções de assistentes operacionais."
Para o Deputado do PSD "é inaceitável que perante a insistência da escola, dos Deputados do PSD e ao que soubemos da própria autarquia, o Ministério da Educação apenas se digne a ouvir o problema após uma greve dos alunos"
Os Deputados do PSD exigem uma resposta urgente e imediata para este agrupamento que funciona actualmente abaixo das condições de segurança exigidas. A responsabilidade do problema e a sua solução é única e exclusivamente do Ministro da Educação e do governo que decidiu aprovar 35 horas semanais sem garantir a necessário compensação e reforço do número de assistentes operacionais.
É tempo da comunidade escolar se unir e fazer ouvir a sua voz junto do Ministério da Educação.
Segundo o Deputado Duarte Marques "em Abrantes, a garantia da gratuitidade da escola pública está colocada em causa quando são os próprios pais que pagam os assistentes operacionais".
A situação de precariedade deste Agrupamento é "o exemplo perfeito das consequências políticas do actual governo e da falsa propaganda que fazem. Cortam o orçamento desta escola, não dão resposta às necessidades das novas instalações, revertem o horário da função pública e fazem de conta que está tudo bem. Urge que a comunidade escolar, a autarquia e os Deputados se unam para exigir um reforço imediato do quadro de assistentes operacionais do Agrupamento."
Terça-feira, 02.08.16

Ou seja a corte de serventuários que pôs em causa a honra dum magistrado não tem vergonha na cara. E se o chefe da pandilha se demitisse, em vez de andarem a meter em causa a honra da magistratura, à moda caribenha do Maduro?

ma
foto: público, devida vénia ao Prof.Maltez
Acaba o Governo de tentar remover um juiz porque não gosta dele. É o caso do Dr.Tiago Lopes de Miranda, homem probo e excelente profissional, que em 2014 foi avaliado pelo CSM, com excelente classificação.
O Juiz decidiu contra o ET que apascenta a Educação, num caso.
Por isso torna-se suspeito.
Acontece que o Poder Judicial é independente do Executivo, diz a Constituição.
E a separação de poderes é a regra essencial da democracia.
Mas o ET da Educação não parece saber isso.
Quem lhe chamou ET foi um Camarada seu, fique a aclaração.
É costume haver muitas sentenças contra o Estado em Tribunal Administrativo?
Infelizmente não.
Os TAF têm demasiado respeito ao Executivo.
Também é costume os Bispos andarem a processar o Estado? Não.
Mas agora D.António Marto processou o Estado, através do ET.
D.António deve gostar de processos, foi ele que justiçou, através de processo canónico e não só, o celerado Padre Ventura.
De forma que sugerimos ao ET que peça ao Vaticano, através do Núncio, a retirada de D.António Marto da Diocese de Leiria-Fátima.
Salazar já tentou um incidente de suspeição destes, foi com o Bispo do Porto. Levou sopa.
Pode ser que o ET e o Costa tenham mais sorte que o fascista.
Quando o Executivo ataca o Judicial, caminha-se para a venezuelização da política, coisa própria de populistas.
Se o ET perder o incidente de suspeição que faz?
Demite-se?
Despe-se de qualquer foro privilegiado para o Juiz lhe meter um processo de difamação ou continua a fazer das suas?
ma
| 892/16.1BELRA |
366300 |
8ª Espécie - Outros processos cautelares |
ADM |
Eliana Cristina de Almeida Pinto |
Unidade Orgânica 1 |
| Autor: |
Diocese de Leiria - Fátima |
| Réu: |
Ministério da Educação |
|
20/07/2016 |
Sexta-feira, 10.04.15
fez 25 anos a Escola Agrícola das Mouriscas e a sociedade civil desatou a bater palmas e os políticos fizeram o mesmo, diziam o habitual, que era Escola de sucesso e estavam todos muito contentes
pois vejam isto.....

dentro dos organismos do Ministério da Educação, a Escola das Mouriscas é dos organismos que possui mais veículos
as outras Escolas agrícolas possuem menos, a de Santo Tirso só tem 2
a Escola das Mouriscas tem quase tantos veículos como a Secretaria-Geral do Ministério...
É uma Escola Agrícola ou uma Escola de condução?
ma
fonte: Governo Português, que será certamente uma organização subversiva para a sociedade civil e já ouviram falar que há uma Liga de Amigos da Escola?????
Segunda-feira, 09.03.15
Março 8, 2015
Célia Pedro Rosado
Abrantes
Sábado, 7 de março de 2015
Carta aberta ao Sr. Ministro da Educação
Dr. Nuno Crato
No dia cinco de março, quinta-feira passada, o diretor do agrupamento de escolas onde leciono há dezoito anos informou-me que me tinha nomeado para ser professora classificadora do teste PET concebido pelo Cambridge English Language Assessment da Universidade de Cambridge.
Na altura, reconheço que fiquei bastante perturbada com a nomeação. Tinha andado a leste desta problemática que já soava no ar há algum tempo, não só porque nunca pressupus qualquer concretização efetiva, mas também porque este é um tempo de muito trabalho envolvendo a avaliação dos muitos alunos que tenho a meu cargo. Já no ano anterior, com o projeto, em tudo semelhante, mas denominado KET porque o nível de proficiência na língua inglesa era mais elementar, eu me tinha questionado sobre a oportunidade que o seu ministério estava a dar aos nossos alunos e tinha decidido não me voluntariar para integrar o conjunto de professores classificadores, não só porque percebi que afinal não seriam os professores do Cambridge como o Sr. havia referido no início com alguma pompa e circunstância, mas também porque nenhuma informação dada me pareceu séria ou credível no que às condições de adesão ao referido projeto dizia respeito e, sobretudo, à valorização da minha pessoa enquanto profissional da educação há já trinta anos, sensivelmente. E fiquei perturbada com a nomeação porque, apesar de me pagarem as deslocações quando o entenderem, considero uma irresponsabilidade e um enorme desleixo que, no início de março, a bem mais de metade do ano letivo, me venham informar que daqui a menos de um mês terei de me deslocar a outras escolas da minha área geográfica, sabe-se lá onde porque não faço qualquer ideia do perímetro, para realizar sessões de avaliação da oralidade de alunos que eu não posso conhecer. Fiquei perturbada porque, não tendo uma viatura disponível para esse efeito, terei de fazer o percurso que me destinarem à boleia ou de transporte público, o que se revelará bastante penoso para os meus alunos já que terei de faltar, possivelmente, durante todo um dia de trabalho pois na minha área geográfica os transportes públicos não abundam como nas que o Sr. Ministro está habituado a frequentar. Fiquei perturbada quando o Sr. Diretor do meu agrupamento me disse que o problema do transporte não poderia ser um critério para a não nomeação, mas, nessa altura, aceitei fazer um esforço e seguir o seu conselho de que “com bom senso, resolveríamos a situação da melhor forma”.
Agora, que já li a legislação publicada no dia dois de março, nomeadamente o Despacho nº 2179-B/2015, pergunto como é que se legisla no sentido de nomear pessoas para determinada tarefa com o pressuposto de que, não tendo a certificação exigida, essas pessoas a tenham de fazer à posteriori, conjuntamente com formação prévia, a menos de um mês do início de tal tarefa? A mim, parece-me que voltámos ao tempo da “outra senhora” quando primeiro batiam e só depois perguntavam onde as queriam apanhar. O Sr. considera poder obrigar pessoas formadas nas diferentes universidades deste país a realizar um teste (CEPT) validado por uma universidade inglesa só porque sim? Considera que estas mesmas pessoas estão motivadas a apostar na sua formação quando a nossa carreira não existe há dez anos? Eu, muito claramente lhe digo, não estou! E não estou, também porque, apesar de ter sido coordenadora do Departamento de Línguas do meu Agrupamento de Escolas durante cinco anos e de ter tido uma avaliação de “Muito Bom”, serei contemplada com um “horário zero” já que o seu ministério decidiu fechar tês vagas na minha área disciplinar. O Sr., mais do que todos os outros ministros da educação anteriores a si, é responsável por esta minha desmotivação porque, depois de todas as palavras de apoio à classe e contra a sua antecessora quando éramos achincalhados em praça pública ainda há tão pouco tempo, tem vindo a mostrar que toda a estratégia tem somente a ver com interesses políticos e económicos e não com pessoas e os seus direitos. Isto que o senhor e o governo do qual faz parte estão a fazer aos docentes de Inglês deste país é um ultraje. A liberdade conquistada há, daqui a pouco, quarenta e um anos e que começamos a celebrar já por todo o país, especialmente nas escolas do nosso agrupamento, não pode ser só uma rotina que se instalou porque fica sempre bem falar do assunto. Há que cumprir o significado e não fica bem aos governantes de um país, exemplos máximos de toda a estrutura, fecharem os olhos e fazerem “ouvidos de mercador” aos valores e pilares base de qualquer sociedade. Se calhar eu é que estou enganada e o Sr. até está a zelar pelos meus interesses, obrigando-me a realizar uma certificação que me possibilitará trabalhar noutros países europeus. Será que com esta medida, o Sr. está a incentivar-me a emigrar para o estrangeiro quando eu não for mais necessária para desempenhar a tarefa de há largos anos, como, de resto, o nosso primeiro-ministro tem feito com os jovens licenciados que não têm emprego em Portugal? Com quase cinquenta e quatro anos, parece-me um pouco difícil contratarem-me noutro qualquer país do espaço europeu para dar aulas de inglês, quando lá, também eles, sofrem do mesmo problema.
E muito mais teria para lhe dizer não fosse a pilha de trabalho que tenho às minhas costas e, como amanhã se celebra o Dia da Mulher, não quero estar a tarde toda a ver os testes dos meus alunos já que lhes prometi entregar-lhos na segunda-feira. Burra? Com certeza, mas eu gosto de cumprir as promessas que faço. Parafraseando uma jovem de treze anos que muitas vezes oiço dizer “É a vida…!”, deixe-me dizer-lhe que a vida dos adolescentes é, de facto difícil, mas a vida dos adultos comuns deste país também é muito difícil, cada vez mais, em grande parte, devido às ideias que teima pôr em prática, infelizmente!
Célia Pedro Rosado
Quarta-feira, 11.02.15
Intervenção do Sindicalista e Professor abrantino, Dr.Rolando Silva.

O Dr. Rolando explica cabalmente o que querem os caciques: mais poder e mais dinheiro.

ma
Terça-feira, 19.08.14
(-...)Interesses esquecidos
por vantagens financeiras”
Paulo Guinote, professor e autor do blogue A Educação do Meu Umbigo, usa um exemplo ridículo, como o adjetiva, para responder a argumentações que, na sua opinião, também são ridículas. “Não colocaríamos o clube de aeromodelismo de uma freguesia a gerir uma companhia de aviação internacional, dividida em pequenos compartimentos”. Guinote não concorda com a municipalização da educação, diz que os exemplos internacionais de sucesso são poucos, ao contrário do que se dá a entender, e desmonta as motivações que rodeiam este novo modelo.
Aliviar o orçamento do MEC, colocar nas mãos das autarquias questões relativas à área educacional. São estas as “motivações básicas”, como as apelida. Por outras palavras, ganhos de eficiência, gestão de proximidade, argumentos recorrentemente utilizados. “Isto são falácias e não passam de tiradas profundamente demagógicas quando se percebe que este modelo de municipalização não tem quaisquer tradições de sucesso entre nós, não é apresentado com um suporte empírico que justifique as suas vantagens, mistura de forma pouco séria a capacidade das autarquias para gerirem redes de saneamento básico com gestão de recursos humanos das escolas e apenas parece ser defendido por quem quer substituir um centralismo distante e indiferenciado por centralismos locais muito mais permeáveis aos jogos de influências, ao nepotismo e ao caciquismo”.
(...)
in
Câmaras com mais competências
nas escolas:
será bom ou será mau?
Ministério da Educação e Ciência abre a porta à transferência de mais competências para as autarquias. Pede-se um debate alargado sobre o assunto e alerta-se para o que acontecerá aos contratos de autonomia já celebrados por muitos agrupamentos. Municipalização das escolas volta à ordem do dia.
Domingo, 06.06.10
Na nossa actividade de propaganda da Chefa temos de ler um montão de actas chatas e caricatas mas que dão às vezes para rir.
Estão que a Chefa tinha de se preocupar com crianças com desvios sexuais?
Vejam só:
''O representante do ensino secundário, João Pedro Céu, reafirma que este assunto deve ser debatido, pois quer a Escola Dr. Manuel Fernandes quer a D. Miguel de Almeida têm alunos complicados e não têm capacidade de resposta para este tipo de situação. Diz também que já na anterior reunião falou nisto, pois foi uma pena ter-se “deitado ao lixo” o trabalho de pessoas empenhadas, que fizeram uma formação com esses alunos e que, depois, alguém decidiu acabar com a suspensão das turmas PIEF no concelho. Informou ainda que, esta semana, a Escola Dr. Manuel Fernandes recebeu um aluno transferido da Escola D. Miguel de Almeida, uma criança com onze anos, mas com um comportamento muito agressivo e com um desvio sexual afirmado, que foi “lançado” nesta escola sem nenhum acompanhamento ou orientação. Uma turma PIEF poderia, em parte, dar resposta a esta situação, pelo que pede ao Município para não se andar a empurrar a decisão da abertura das turmas, porque é necessário que o concelho encontre uma solução para estes problemas'' (Acta do Conselho Municipal de Educação de 6 de Março de 2008)
Em resumos apuramos que na D.Miguel de Almeida havia uma criança desviada sexualmente ( mas não se diz que tipo de desvio, coisa que é o mais interessante, era sádico, masoquista, zoófilo, fetichista, casto, gostava de cinquentonas ou só de louras ?).
Pelos vistos também era agressivo!!!!
De maneira despacha-se o puto para a Manuel Fernandes em vez de o mandar ao psiquiatra.
Não queremos acreditar que o ''desvio'' era a homossexualidade porque hoje todos os relatórios científicos dizem que isso não é um desvio....
E se uma instituição discrimina um gay e o muda de escola só porque apalpou o rabo a um colega e não às colegas como seria próprio de um miúdo normal, está a agir ilegalmente.
Não queremos que a agressividade chegasse a fazê-lo violar alguma colega ou no caso de ter uma tara de preferir cinquentonas a apalpar o rabo a uma docente.
Porque nesse caso seria de o entregar às forças da ordem.
Parece que nesta reunião também havia membros destas e não disseram que tivesse havido queixa.....
Aliás a Chefa traçou, com a sabedoria que a caracteriza, um cenário idílico sobre a segurança na cidade, que me deixaria com os cabelos em pé, se não fosse careca....
De maneira que lhe damos os nossos parabéns pelo combate aos desvios sexuais no concelho...... (1)
O Sr. Dr. Céu achava que uma turma PIEF é que podia dar resposta a esta situação ( ao célebre desvio).
O que será uma turma PIEF?
Certamente não será o que diz o Abrantes que acaba de chegar da patuscada de enguias, um ''Programa de Integração de Efeminados Furibundos''?
Isso é proibido, os putos gays têm o mesmos direitos que os heterossexuais !!!!
Portanto, vamos aguardar que a Chefa esclareça qual era o ''desvio sexual afirmado'' antes de continuar com a análise do caso.
Marcello de Ataíde
(1) O pelouro de combate aos desvios sexuais seria só para criancinhas na actividade municipal da Chefa ou estender-se-ia também aos adultos?
Sábado, 29.05.10
A Chefa ficou muito indignada com os últimos posts sobre este assunto. De forma que damos mais uma contribuição para que a Senhora fique ainda mais com os cabelos em pé
. 
De forma que aí vai:
''NOVA DERROTA DA DRELVT, EM TRIBUNAL
Não satisfeita com a derrota na 1ª instância, a DRELVT perdeu também o recurso referente ao processo eleitoral da directora do Agrupamento de Escolas Dr. Manuel Fernandes, em Abrantes. Na sequência da decisão do tribunal, a DRELVT foi obrigada a destituir a Directora, a nomear uma Comissão Administrativa Provisória (presidida pela directora destituída por ordem judicial) e a dar orientações para abrir um novo processo concursal para eleição de um novo director.
- Será que ninguém pede contas ao sr. DREL sobre a incompetência que tem demonstrado em muitas das suas decisões, e que só o tribunal o tem forçado a alterar?
- Será que ninguém pede/exige ao sr. DREL para divulgar os processos judiciais em que a DRELVT se tem visto envolvida, as decisões finais e os respectivos custos, nos casos de derrota da DREL?
- Será que ninguém avalia os serviços jurídicos da DRELVT que, manifestamente, têm demonstrado ser incompetentes nas interpretações que fazem das leis e que, depois, servem de base para as decisões do Sr. DREL?
- Será que ninguém avalia a importância desta incompetência na descredibilização de órgãos que deveriam ser o “porto seguro” das escolas, no apoio e esclarecimento às suas dúvidas?
- Será que ninguém tira consequências de tudo isto?
Docente devidamente identificado(a)''
in http://educar.wordpress.com/?s=abrantes
M. de Ataíde