Quarta-feira, 26.02.14

Última Hora

 

 

O senhor Dr. José Amaral, Advogado do Movimento Popular contra o encerramento da Famácia da Bemposta, comunicou isto no facebook:

 

 

 ''Actualizo a notícia: na providência cautelar já foi preferido despacho liminar, a admiti-la, o que implica que, para já,

  o  caso fica em ''stand by''

 

 

Exactamente há 36 minutos.

 

Apresentamos os nossos cumprimentos ao ilustre Advogado

 

A redacção



publicado por porabrantes às 22:51 | link do post | comentar

 

 

Bemposta 2013

 

 

 

 

Bemposta, 2014

 

 

 

Foda-se que a velha é uma bolchevique do piorio!!!!

 

 

Suzy (gaja ordeira)

 

esrceveu



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Domingo, 23.02.14

 

 

Um grupo de cidadãos, vanguarda da luta popular da Bemposta contra a desertificação desta freguesia, resolveu em boa hora meter a edilidade em tribunal pedindo através duma providência cautelar que a assombrosa (ou como diz o dr. José Amaral, peticionário e Advogado do movimento popular, ''espantosas'') série de decisões contraditórias e contra legem tomadas pela maioria PS agredindo vilmente a qualidade de vida e o bem-estar da população da Bemposta sejam declaradas nulas.

 

O veemente repúdio de todas as forças políticas abrantinas à série de despautérios e erros crassos municipais neste estranho caso, bem como o repúdio da maioria esmagadora da opinião pública à transferência da Farmácia, não nos deve fazer esquecer que já várias farmácias das freguesias rurais foram deslocalizadas deixando as populações ao abandono.

 

O mundo rural é para o conglomerado atípico de interesses que constitui a base social de apoio do caciquismo  uma realidade desprezível a que apenas se acode em vésperas de eleições para solicitar o voto e depois se abandona ao seu destino, enquanto os caciques e a corte viajam ao Japão para vender marmelada e outras insignificâncias em termos de comércio externo.

 

Apelámos aqui  para que o povo da Bemposta se organizasse e lutasse, e verifica-se com júbilo que 

 

 

 

o combate está em marcha.

 

Leia aqui a Rede Regional com as declarações fulminantes do dr. José Amaral contra as absurdas decisões municipais  contra o povo da Bemposta

 

  

 

a redacção



publicado por porabrantes às 12:25 | link do post | comentar

Quarta-feira, 19.02.14

Sobre este assunto disse em em reunião camarária o Vereador do PSD (...)

 

 

Nos termos da lei e como decorre do artigo 20º da portaria 352/2012, de 30/10 compete ao proprietário da farmácia que pretenda transferir a sua localização, fazer prova, através de certidão camarária, do preenchimento dos requisitos respeitantes às distâncias mencionadas nas alíneas b) e C) do nº 1 do artigo 2º da portaria. Sendo assim, a intervenção da Câmara limita-se a um mero acto administrativo no que à gestão territorial respeita, não cabendo a emissão de qualquer parecer nesta matéria e não implicando em consequência, qualquer deliberação camarária.

Para além disto, compete também ao proprietário demonstrar o preenchimento dos critérios estabelecidos nas alíneas a) e b) do nº2 do artigo 26º do Dec-Lei nº 307, 31 de Agosto com a redação dada pela Lei 26/2011, de 16 de Junho.

Ora o proprietário manifestou a intenção de salvaguardar a acessibilidade das populações aos medicamentos e a sua comodidade, através da prestação de apoio domiciliário, através da distribuição de medicamentos e ainda na prestação de esclarecimentos adequados junto da população.

Todavia, o executivo municipal afirma que “não se duvida (…), mas não se conhecem medidas quanto à prestação de tal serviço, de disponibilidade de resposta efetiva, obrigatória, atempada nos tempos de procura similares aos do horário da atual farmácia”, pondo assim em dúvida a garantia da salvaguarda dos interesses das populações e propondo parecer negativo à transferência da referida farmácia.

Aliás, o parecer a emitir nesta matéria pela autarquia decorre, justamente, das suas funções, que resultam da conjugação dos artigos 7 no 2 e 23, no 2 da Lei 75/2013, de 12 de Setembro, e que se prende com a promoção e salvaguarda dos interesses das respetivas populações, em articulação com as juntas de freguesia, nomeadamente, na área da saúde, como prevê a alínea g) do no 2 do artigo 23º da referida lei, indo ao encontro dos critérios definidos no artigo 26º no 2 alíneas a) e b), no que à salvaguarda das populações diz respeito. 

Desta forma, o voto do vereador eleito pelo PSD é favorável se o parecer a emitir pela autarquia for negativo, o único que se admite como forma de honrar as suas competências e responsabilidades.

Por outro lado, e não esquecendo a importância de assegurar a viabilidade económico-social do estabelecimento, sugere-se que sejam feitas diligências, no sentido de sensibilizar e consciencializar a população para que recorra de forma crescente aos serviços por este prestados, permitindo a continuidade deste apoio tão relevante para o seu bem-estar.

 

Reunião da câmara de Abrantes de 14-2-2014

 

in Coluna Vertical

 

http://amar-abrantes.blogs.sapo.pt/reuniao-da-camara-de-abrantes-de-859791

 

No entanto, a 27-2-2013 a Vereadora do mesmo partido Elza Vitório (que fora cabeça de lista do PSD) abstivera-se face à deslocalização da Farmácia.

Há tanta oscilação na representação no Executivo dos Vereadores laranjas (só um eleito, mas já participaram mais de um nas reuniões) que começam a sentir-se dúvidas sérias quanto às posição do partido.

 

Entretanto houve Assembleia Municipal....

 SESSÃO ORDINÁRIA DE 07 DE FEVEREIRO DE 2014

INTERVENÇÃO DA SENHORA DEPUTADA MUNICIPAL MARGARIDA TOGTEMA - PSD

 

(...)

Ponto 8) - Petição da Junta de Freguesia de Bemposta - referente ao processo de deslocalização da Farmácia Torres de Bemposta para Alferrarede

Diria que a matéria aqui em discussão deu origem a um caso de verdadeiro ilusionismo legal.

Temos, no espaço de 1 mês, 2 propostas de deliberação da Câmara sobre o mesmo assunto, mas em que, afinal, a segunda não passa de uma proposta de proposta de deliberação, pois a verdade é que, ao contrário daquilo que decorre dos seus próprios termos, em vez de ser discutida e decidida nos termos da lei, i. é., por votação, foi transformada numa mera informação que nada mais pretendeu, do que “mandar areia para os olhos” da população da Bemposta e das localidades vizinhas, numa manobra de mau ilusionismo.

A verdade é que, mais uma vez, a Câmara Municipal, na linha, aliás, do que já vem fazendo há muito tempo com as zonas rurais, negligenciou por completo as populações desta zona do Concelho.

Não fora a posição assumida pela Junta de Freguesia de Bemposta, e a Câmara Municipal de Abrantes nem teria, provavelmente, percebido que ao tratar a questão da transferência da Farmácia Torres como uma mera questão técnica relacionada com a gestão territorial não estava a salvaguardar a acessibilidade das populações daquela zona do Concelho aos medicamentos e a um apoio de proximidade na área da saúde particularmente importante dada a carência de médicos no Concelho e, em particular, nas áreas rurais do mesmo.

Pelo menos, é esta a leitura que se faz do texto da Proposta de Deliberação constante do ponto no 32 e levada a reunião de Câmara no passado dia 27 de Dezembro.

Acontece, porém, que ao ser confrontada com a sua falha grave, a Câmara tentou “tapar o sol com a peneira” e, passado um mês sobre a aprovação, com os votos dos vereadores da maioria, da transferência da Farmácia Torres para Alferrarede, volta a levar o assunto à reunião de Câmara de 28 de Janeiro último, outra vez como Proposta de Deliberação, constando agora do ponto no 56 da respetiva Ordem de Trabalhos.

O texto apresentado, com um discurso escrito mal estruturado e, por isso, ambíguo, é bem revelador do desconforto sentido a propósito desta situação, permitindo perceber, de forma clara, que tinha apenas como função camuflar o esquecimento e, como já referimos, mandar areia para os olhos das populações afetadas.

De facto, se se tratasse verdadeiramente de uma Proposta de Deliberação de sentido contrário da anterior, tal seria expressamente referido e a primeira deliberação seria revogada. Mas como a intenção não era essa, não foi votada, em total desrespeito da lei, insistimos, e apresentada como uma mera informação ou esclarecimento.

Assim, não diga a Câmara Municipal que quis proteger as populações, uma vez que não teve a coragem de revogar a Deliberação anterior.

É verdade que não é à Câmara Municipal que compete decidir a possibilidade ou não de transferência de um estabelecimento desta natureza. É verdade que, legalmente, neste caso a sua função é apenas técnica, cabendo-lhe emitir um parecer relacionada com as questões de gestão territorial.

Todavia, é a si que cabe, em primeira mão, defender e zelar pelos interesses das suas populações, tudo fazendo para assegurar o seu bem-estar e a sua qualidade de vida.

Lamentavelmente, parece que é apenas em período eleitoral que a proximidade aparece como slogan, rapidamente caindo em esquecimento.

Sistematizemos, então, os factos:

- Em reunião de Câmara de 27 de Dezembro de 2013 é dado parecer favorável, com os votos dos vereadores da maioria, à transferência da Farmácia Torres para Alferrarede, negligenciando, completamente as populações afetadas por essa transferência;

- Na Proposta de Deliberação posteriormente apresentada, mas que, afinal, não é uma Proposta de Deliberação, mas uma mera informação, refere-se a intenção da Farmácia em causa em manter um conjunto de serviços de apoio às populações. Talvez esta declaração de intenções provoque algum alívio na consciência de quem não se sinta confortável com toda esta situação, mas a verdade é que os exemplos anteriores mostram que as coisas não são bem assim e que, se não fossem terceiros a assegurar o serviço, as populações que já viveram a mesma experiência estariam muito desamparadas a este nível. Um executivo camarário próximo das suas populações não tem conhecimento destes factos?!
Desta vez, ao contrário do que aconteceu na reunião de 27 de Dezembro tecem-se imensas considerações, mas a suposta Proposta de Deliberação que, de facto, contempla os interesses das populações, não é votada!! Mantem-se a primeira em vigor, embora, com malabarismos linguísticos, se queira fazer crer que esta 2ª deliberação, que já sabemos que não o é, vem, e passo a citar, na “sequência da deliberação de 27/12/2013, clarificando o seu sentido…” 
Cá está a prova de que é um esclarecimento. Mas então porquê chamar-lhe Proposta de Deliberação ? E se é Proposta de Deliberação, por que é que não foi votada?

Que conclusões podemos tirar de todo este processo?

1ª As populações foram esquecidas e negligenciadas;

2ª Há agentes económicos que vão ser seriamente afetados, pondo em causa a sua própria viabilidade económica e, por consequência, os postos de trabalho que asseguram. Já estão instalados há vários anos e verão em risco o investimento que fizeram. É óbvio que se já não é fácil para as 2 farmácias existentes na zona onde a Farmácia Torres se pretende instalar, sobreviver, até por força dos condicionalismos económicos que vivemos, a instalação de uma 3ª farmácia nesta zona vai colidir, inevitavelmente, com a zona populacional e económica das 2 farmácias já aí existentes: Silva Tavares e Ondalux. Significa isto, então, que Câmara não foi capaz de pensar e medir o impacto económico que esta transferência acarreta. Sem agentes económicos, não há emprego e sem emprego não há população.
O Município deverá ser capaz de assumir um papel ativo na procura e promoção destes equilíbrios, de forma a contribuir para a própria sustentabilidade económica do Concelho;

3ª Se é verdade que errare humanum est, tapar um erro com outro erro já assume contornos de abuso! E não submeter a votação uma Proposta de Deliberação consubstancia, inegavelmente, uma irregularidade grave que, no limite, contribui para comprometer o próprio sistema democrático. Sugerimos a leitura do artigo 35º , no 1 alínea p), da Lei 75/2013, de 12 de Setembro.

Obrigada!''

Da página do facebook da Assembleia Municipal

 

Entretanto a CDU na mesma página fez o seguinte comentário a esta intervenção:

 


  • CDU Abrantes Só acrescentar que no dia 14 de Fevereiro houve uma reunião de câmara extraordinária essencialmente para deliberar o que era deliberação mas que foi transformado em informação!!!! Confuso, não?

 

 

Gloriosa baralhada !!!! Elza Vitório abstém-se, posteriormente outro Vereador diz que é  contra e  tem fundamentos jurídicos diferentes de Margarida TOGTEMA que também é contra, e os 3 são do mesmo partido!

Anda por aqui confusão a mais!!!!!

 

Também há a confusão da maioria que aprova e depois repudia o que aprovou, ou seja.....aumentou o caos!!!!.

 

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E não contentes com o repúdio: a maioria do PS na Assembleia Municipal repudia o executivo socialista da edilidade ao aprovar, depois de debate, a petição apresentada pela Junta da Bemposta e por bastantes populares dessa terra:

ASSEMBLEIA MUNICIPAL - SESSÃO DE 07/02/14
Debatida e aprovada a petição enviada pela Junta de Freguesia de Bemposta sobre a deslocalização da Farmácia Torres

(Nos termos da Lei a competência para a emissão de parecer é da Câmara Municipal. Todavia, da aprovação desta moção a Assembleia Municipal informará o Infarmed)

"FREGUESIA DE BEMPOSTA
MUNICÍPIO DE ABRANTES

PETIÇÃO
A Junta de Freguesia de Bemposta, e os cidadãos interessados abaixo-assinado, vêm solicitar a seguinte apreciação; no seguimentc do pedido efetuado para a transferência da farmácia Torres de Bemposta para Alferrarede, vimos por este meio manifestar a nossa
posição que é CONTRA tal processo com a justificação de que a farmácia tal como está é imprescindível para todos nós por muitos motivos;
--Ter em conta que se trata de uma Freguesia rural.
--A sua localização em termos territoriais, visto que a nossa freguesia sendo uma das maiores do país com 1 87km2, tem a sua sede praticamente numa posição central relativamente às extremidades, distando da povoação mais longe 171cm, estar junto a uma
via com muito trafego a EN2.
--A vasta área que serve em particular os utentes da nossa Freguesia, e da união de Freguesias de 5. Facundo e V. das Mós, o fácil acesso a todos tendo em conta os meios de transporte disponíveis.
--O facto de haver na localidade uma extensão de saúde que até precisa de ser reforçada atendendo aos mais de 2200 utentes inscritos.
--As condições económicas da população na atual situação económico/financeira muitas pessoas não tendo condições para irem ao médico é o farmacêutico que aconselha muitos medicamentos, o excelente serviço farmacêutico prestado.
--Não esquecer a população que ao longo de muitas décadas se habituou a contar com este precioso bem, em particular os mais idosos que têm mais dificuldades.
Assim solicitar ao INFARMED, CAMARA, ASSEMBLEIA MUNICIPAL e EMPRESA, que o assunto seja devidamente apreciado e também de novo em reunião de Camara, sem nunca deixar de ter em conta os critérios do n°2 art.° 1° da lei 26/2011 de 16 de Junho, que se encontre uma solução concertada com a empresa.
Esta petição vai ser enviada às entidades referidas.
Assim vão-nos matando aos poucos, já nos tiraram tantas coisas, não nos tirem mais...
Bemposta, 23 de Janeiro de 2014"
(petição subscrita por mais de 600 cidadãos)

 

Em termos políticos é divertido ver a Dona Céu repudiada pelos seus fiéis seguidores

 

      

 

Em termos práticos de que serve o repúdio?????

 

Só serve para mostrar a baralhação dos nossos políticos, o desprestígio desta edilidade ainda mal acabada de ser eleita e a má consciência de todos os políticos pela aprovação da transferência da Farmácia.

 

Houve ainda na dita Assembleia uma sensata intervenção do Armindo Silveira sobre esta questão, como foi sensata a intervenção contra a transferência da Farmácia da Vereadora Ricardina a 27-12-2013.

https://www.facebook.com/pages/Assembleia-Municipal-de-Abrantes/435387439920289

 

Estaremos a tornar-nos radicais???? Bem entre o PCP e o Bloco sempre prefiro o Bloco devido aos bigodes do Zé Estaline, mas só quando está lá o Armindo que dá sempre uma bigodaça à Sara Cura. ... 

 

 

 MA e a dona redacção 



publicado por porabrantes às 19:29 | link do post | comentar

Sexta-feira, 31.01.14

Face à indignação generalizada motivada pelo parecer favorável dado pela maioria PS desta edilidade para deixar a população da Bemposta sem farmácia, indignação de que fizemos eco, a dita maioria pariu este comunicado digno de Pilatos:

 

 

''

Foi presente à reunião de câmara realizada no 28 de janeiro, uma clarificação relativamente à deliberação tomada na reunião de 27 de dezembro de 2013 acerca da transferência da Farmácia Torres, da Rua Dr. Manuel Rodrigues, na freguesia da Bemposta, para a Avenida António Farinha Pereira, em Alferrarede, que se propõe à consideração do Infarmed.
No fundamental, esclarece-se que no aspeto parcelar que tem a ver com razões de ordenamento do território, a câmara nada tem a opor à transferência, mas que quanto à defesa dos interesses das populações servidas atualmente pela farmácia, mostra-se contra, por não estarem evidenciadas medidas que salvaguardem plenamente  a acessibilidade das populações aos medicamentos e a melhoria ou aumento dos serviços de farmacêuticos de promoção de saúde e do bem-estar dos utentes.
Ou seja:
a) A Câmara de Abrantes emitiu parecer favorável quanto ao ponto que tem a ver com a compatibilidade da instalação pretendida com o instrumento de gestão territorial eficaz para o local (o Plano de Urbanização de Abrantes) e considerando o cumprimento das distâncias mínimas consignadas, de acordo com o que está estabelecido na lei;
b) Quanto ao ponto sobre a viabilidade económica da farmácia, cuja localização o proprietário pretende transferir,  a Câmara Municipal não se pronunciou, já que  a letra da lei não o exige, nem se conhecem normas de competência genérica dos órgãos municipais que confiram a competência da mesma para emitir parecer sobre a viabilidade económica de determinada empresa, para decisão de outra entidade, acrescendo que no caso em questão não existem estudos económicos  suficientes que pudessem suportar uma decisão;
c) Já sobre o critério de salvaguarda da acessibilidade das populações aos medicamentos, em face da competência do órgão especializado de apreciação (Infarmed), e sem a invadir quanto à apreciação dos critérios exigidos por lei, considera a Câmara que o fecho da farmácia indicia impacto no acesso aos medicamentos por parte das populações servidas, nomeadamente por se verificar a distância de mais 12 Km até à farmácia mais próxima. Apesar da intenção da Farmácia Torres em manter o apoio domiciliário diário, quer na distribuição de medicamentos, quer nos esclarecimentos adequados junto da população, da qual não se duvida, verifica-se no entanto que não são conhecidas medidas quanto à prestação desse serviço em termos de disponibilidade, resposta efetiva, obrigatória e atempada nos tempos de procura similares aos do horário atual desta farmácia. Considerando estes dados, a apreciação da câmara é negativa. E, neste aspeto, a câmara não pode deixar de ter em conta as preocupações manifestadas pela assembleia de freguesia de Bemposta, a quem também compete deliberar em matéria de proteção da comunidade, e que deliberou “repudiar a pretensão de deslocalização da farmácia”.

( no portal da CMA) 

 

Face à mediocridade da prosa, face à inexistência de qualquer motivação e fundamentação jurídica neste arrazoado (que contudo foi fabricado por um jurista que nem uma alínea de qualquer Lei conseguiu citar), face às desculpas rocambolescas encenadas por uns tipos (e tipas) que deliberaram dar parecer favorável à transferência da botica sem ouvir os representantes do povo da Bemposta, porque dava muito trabalho à cacique ou a um dos 4 vereadores a tempo inteiro ou ainda algum funcionário do gabinete de apoio dos ditos telefonar para falar com o Presidente da Junta local, isto só merece um comentário

 

é uma desculpa esfarrapada digna de Pôncio Pilatos....

 

a lei é clara e volta a reproduzir-se:

 

 

Lei n.º 26/2011, de 16 de Junho 
Transferência de farmácias 
(primeira alteração ao Decreto-Lei n.º 307/2007, de 31 de Agosto) 


A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c) do artigo 161.º da Constituição, o seguinte: 


Artigo 1.º 
Alteração ao artigo 26.º do Decreto-Lei n.º 307/2007, de 31 de Agosto O artigo 26.º do Decreto-Lei n.º 307/2007, de 31 de Agosto, passa a ter a seguinte redacção: 
«1 - Sem prejuízo do disposto nos números seguintes, a proprietária pode, dentro do mesmo município, transferir a localização da farmácia, desde que observe as condições de funcionamento. 
2 - Na apreciação do pedido de transferência da localização da farmácia ter-se-á 
em atenção os seguintes critérios: a) A necessidade de salvaguardar a acessibilidade das populações aos medicamentos, a sua comodidade, bem como a viabilidade económica da farmácia, cuja localização o proprietário pretenda transferir; 
b) A melhoria ou aumento dos serviços farmacêuticos de promoção de saúde e do bem-estar dos utentes. 
3 - A autorização da transferência de farmácia está sujeita a parecer prévio da câmara municipal competente em razão do território, a emitir no prazo de 60 dias a contar da data da entrada do pedido nos respectivos serviços. 
4 - Quando desfavorável, o parecer a que se refere o número anterior é vinculativo
5 - A não emissão do parecer a que se refere o n.º 3, no prazo fixado para o efeito, entende-se como parecer favorável. 
6 - Sem prejuízo da observância do disposto nos números anteriores, o requisito da distância mínima entre farmácias, tal como definido em diploma próprio, não é aplicável no caso de transferência dentro da mesma localidade, desde que: 
a) Seja previsível a melhoria da qualidade da assistência farmacêutica; 
b) Não ocorra alteração da cobertura farmacêutica; 
c) Os proprietários das farmácias situadas a distância inferior à definida no diploma a que se refere o presente número declarem por escrito a sua não oposição; 
d) A nova localização da farmácia respeite as áreas e divisões legalmente exigíveis para aqueles estabelecimentos. 
7 - O disposto na alínea c) do número anterior apenas é aplicável no caso de a transferência resultar numa maior proximidade geográfica entre a farmácia a transferir e as existentes.»

 

Fonte Infarmed

 

 

Portanto a Câmara dá parecer favorável ou não dá......

 

O parecer tem de ser fundamentado e deve ter sido, porque senão é anulável....

 

Todo o paleio restante reduz-se a desculpas de mau pagador  para deitar areia nos olhos da opinião pública.....

 

 

Dizem os edis que '' E, neste aspecto, a câmara não pode deixar de ter em conta as preocupações manifestadas pela assembleia de freguesia de Bemposta, a quem também compete deliberar em matéria de protecção da comunidade, e que deliberou “repudiar a pretensão de deslocalização da farmácia”.

 

A Lei não dá poderes à CMA para repudiar coisa nenhuma, e ''repudiar'' neste caso significa apenas exprimir uma opinião....

 

Portanto o repúdio manifestado pela CMA não têm efeitos legais, só políticos, para se tentarem mostrar atenciosos com as preocupações sociais e tentar fazer calar a opinião pública

 

O parecer positivo para a transferência da Farmácia Torrres está dado e está em vigor....

 

O parecer positivo para a transferência da Farmácia Torrres está em vigor e não foi anulado...

 

Não foi anulado

 

Portanto pode a Farmácia mudar-se quando os donos dela quiserem....

 

Quanto ao povo da Bemposta, de Sao Facundo, de Vale das Mós, da Foz, de Vale de Água e da Água Travessa está condenado pela D.Maria do Céu Albuquerque e sus muchachos a andar de Herodes para Pilatos em busca de medicamentos...

 

Com socialistas destes, preferimos capitalistas puros e duros

 

 

MA 



publicado por porabrantes às 14:29 | link do post | comentar

Sexta-feira, 03.01.14

 

 

Outro dia a TV mostrou os atrasos superiores a 7 horas nas urgências no Hospital de Abrantes. Logo saiu um médico a dizer que a culpa é dos doentes. Pois  amigos,  a culpa é sempre nossa,....

 

Meus amigos organizem-se e lutem.....

 

O MUSP, estrutura ligada ao PCP, promove em Constância uma reunião para organizar a luta!

 

Participem!

 

A CM de Constância (PCP) poderia seguir o exemplo da de Abrantes e promover sorteios de vales de compras entre os camaradas presentes.

 

Os vales poderiam ser gastos em compras em Abrantes e a CMC organizar excursões para assistir às próximas sessões do julgamento do camarada cavaquista Mendes e do Máximo Ferreira.

 

No descanso do julgamento o povo saía, contemplava os tapumes que proliferam no Centro Histórico e no Largo do Bunker e perguntava onde estão as lojas?

 

Veriam que quase não há lojas no centro histórico e então a excursão poderia ir directamente pró Modelo e grandes superfícies adjacentes às compras gastar os vales.

 

No final da jornada de luta proletária, as camionetas arvorando dísticos, ''Camarada Mendes o Cavaco está contigo'', ''  O consumismo é o máximo'', 'Juízes da burguesia vão pregar para outra freguesia'', '' Mais subsídios para os 4 cantos do Cisne'' etc, devem dirigir-se á freguesia da Bemposta para testemunhar o apoio da CDU a uma terra que ficou sem farmácia graças a Maria do Céu Albuquerque.

 

Os camaradas em frente da junta local gritarão slogans '' Bemposta sem botica, é coisa que não se explica!!!!!!''

 

Um gajo PS da junta local fica com tal dor de cabeça pela gritaria que resolve tomar uma aspirina, mas verifica que as esgotou.

 

Entra na tasca e diz:  ò Zé, dispsensa-me um comprimido.

 

Diz o Zé: Deixaste fechar a botica e agora é que vês os problemas? Queres aspirinas ? e aponta para um boneco que há em todas as tabernas lusas que se prezam

 

 

 

 

Suzy



publicado por porabrantes às 16:38 | link do post | comentar

Terça-feira, 31.12.13

 

Na sequência do post Bemposta sem farmácia foram proferidos alguns comentários http://porabrantes.blogs.sapo.pt/1688401.html#comentarios e o amigo Carlos Rodrigues resolveu contribuir pró debate: 

Carlos Rodrigues  disse sobre Bemposta sem farmácia na Terça-feira, 31 de Dezembro de 2013 às 14:45:

 

     

Denoto alguma incoerência no seu discurso.
Para se estar a defender a implementação da venda de medicamentes numa unidade comercial, que mudanças previa para a mesma população? Teriam de se deslocar igualmente ao grande centro, nada alterava, até porque esse conceito já existe , mais concretamente a wells!!
Dizer apenas " E parece-me que ele exige uma farmácia na Bemposta.", não denota certeza alguma no seu comentário, porque duvido muito que haja esse tipo de lei, uma vez que não faz todo e qualquer sentido, e certamente não teria havido apenas um voto contra!
Parece-me que sem médico fixo no posto de saúde, nem esta nem nenhuma farmácia rural tem viabilidade financeira, é a lei do mercado, é apenas adiar o seu encerramento e desta forma a entidade privada optou pela mudança, como já outras antes o fizeram! 

 

 

Caro Carlos:

Abaixo transcreve-se a legislação sobre transferência de farmácias. A Lei exige parecer prévio vinculativo municipal para a transferência. A competência é da Câmara, e lá as decisões são tomadas por maioria. Pelo que li houve abstenção do PSD, voto contra da CDU, foto favorável PS. Portanto a maioria da Câmara abrantina (PS) acha bem que a Farmácia Torres saia da Bemposta, o PSD encolheu os ombros e a CDU acha mal.

Eu também acho mal.

Outra coisa é a viabilidade económica da Farmácia, só vendo as contas dela é que posso saber se é viável ou não. Por outro lado a crise afecta mesmo a viabilidade das Farmácias de aglomerados médios como Abrantes.

O facto de não haver médico no Centro de Saúde ainda reforça mais a ideia do isolamento da população, às vezes o farmacêutico é um bom conselheiro.

Posso discordar da Lei, mas ela existe.....

 

Bom 2014

Cumprimentos

MN 

 

 

Lei n.º 26/2011, de 16 de Junho
Transferência de farmácias
(primeira alteração ao Decreto-Lei n.º 307/2007, de 31 de Agosto)


A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c) do artigo 161.º da Constituição, o seguinte:


Artigo 1.º
Alteração ao artigo 26.º do Decreto-Lei n.º 307/2007, de 31 de Agosto O artigo 26.º do Decreto-Lei n.º 307/2007, de 31 de Agosto, passa a ter a seguinte redacção:
«1 - Sem prejuízo do disposto nos números seguintes, a proprietária pode, dentro do mesmo município, transferir a localização da farmácia, desde que observe as condições de funcionamento.
2 - Na apreciação do pedido de transferência da localização da farmácia ter-se-á
em atenção os seguintes critérios: a) A necessidade de salvaguardar a acessibilidade das populações aos medicamentos, a sua comodidade, bem como a viabilidade económica da farmácia, cuja localização o proprietário pretenda transferir;
b) A melhoria ou aumento dos serviços farmacêuticos de promoção de saúde e do bem-estar dos utentes.
3 - A autorização da transferência de farmácia está sujeita a parecer prévio da câmara municipal competente em razão do território, a emitir no prazo de 60 dias a contar da data da entrada do pedido nos respectivos serviços.
4 - Quando desfavorável, o parecer a que se refere o número anterior é vinculativo.
5 - A não emissão do parecer a que se refere o n.º 3, no prazo fixado para o efeito, entende-se como parecer favorável.
6 - Sem prejuízo da observância do disposto nos números anteriores, o requisito da distância mínima entre farmácias, tal como definido em diploma próprio, não é aplicável no caso de transferência dentro da mesma localidade, desde que:
a) Seja previsível a melhoria da qualidade da assistência farmacêutica;
b) Não ocorra alteração da cobertura farmacêutica;
c) Os proprietários das farmácias situadas a distância inferior à definida no diploma a que se refere o presente número declarem por escrito a sua não oposição;
d) A nova localização da farmácia respeite as áreas e divisões legalmente exigíveis para aqueles estabelecimentos.
7 - O disposto na alínea c) do número anterior apenas é aplicável no caso de a transferência resultar numa maior proximidade geográfica entre a farmácia a transferir e as existentes.»

 

Fonte Infarmed



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Segunda-feira, 30.12.13

O Bemposta Informa

 

 

 

 

 

 

desejava assim Feliz Ano Novo e um Bom Natal em 2011

 

 

EDITORIAL Aproxima-se o Natal, essa data

memorável que aproveitamos para

comemorar junto da nossa família.

Porém, as dificuldades que se

estendem à população em geral em

virtude das medidas impostas pelos

nossos governantes, irão

certamente preocupar e dificultar

muitas famílias nesta quadra do

ano. Até 4 feriados nos vão tirar,

como se o problema fosse o

trabalho que fica por fazer. Quiçá se

no futuro o feriado do Dia de Natal é

também abolido.

Mas o que quero evidenciar neste

curto espaço é que as dificuldades

não são encaradas por todos.

Vejam-se alguns episódios.

Recentemente veio publicado na

imprensa nacional que o comércio

de luxo em Portugal tem vindo a

aumentar. A Av. da Liberdade em

Lisboa é um exemplo disso. Mas o

mais surreal é quando aqueles que

nos pedem sacrifícios fazem o

mesmo. Certamente repararam que

os nossos governantes não se

importaram de comprar uma frota de

viaturas novas para o seu serviço,

depois de pedirem veemente

sacrifícios aos Portugueses. O caso

mais falado foi o do Ministro que se

deslocou para a cerimónia de

tomada de posse numa Vespa e,

agora já se desloca numa viatura de

estado, recentemente adquirida, no

valor de 86 mil euros. Em resposta,

desculpam-se que o concurso para

o aluguer operacional das viaturas

já tinha sido lançado e concluído

pelo anterior governo e portanto não

havia lugar para renegociação.

Contudo, nas medidas de

austeridade aplicadas a todos os

Portugueses há e haverá sempre

lugar a negociação. Como isto é

possível? É assim que nos

enganam?

Só nos resta render à asserção do

escritor moçambicano Mia Couto: A

maior desgraça de uma nação

pobre é que em vez de produzir

riqueza, produz ricos. Mas ricos sem

riqueza, endinheirados.

Bom Natal e Próspero Ano Novo.

 

 

 

O boletim dizia coisas acertadas e profecias arriscadas. Por exemplo a abolição do Dia de Natal. Profecias menos arriscadas mas mais plausíveis não fazia: encerramento de Cadouços que tinha vindo, dizia a publicidade, a produzir um vinho que conquistava a América, irrupção no cenário local com força de autarcas independentes eleitos numa lista livre das oligarquias partidárias, encerramento de actividades económicas privadas devido à hemorragia demográfica etc.

 

As profecias sensatas não gozam de cotação no mercado. Por isso ninguém da Junta previu o fecho da farmácia Torres. Como não previu foi incapaz de falar com os autarcas do seu partido em Abrantes para que votassem contra o encerramento da Farmácia.

 

Agora podem montar-se em lambretas, como o Ministro citado,e irem até à Chamusca comprar uma aspirina.

 

Também podem gritar : Ò da Guarda!

 

Talvez lhes responda alguém em São Facundo, se o posto local ainda não foi extinto.

 

Fazer humor negro com as desgraças do nosso interior desertificado pode parecer uma maldade. Tanta como fechar o Dia de Natal, malévolo intento que o editorial atribuía ao Governo PSD/CDS.

 

A propósito qual é o papel do PSD na Junta da Bemposta????

 

Deixo uma profecia pouco arriscada para 2014, apostam que fecharão mais farmácias nas freguesias rurais? Mas parece-me difícil a abertura de mais no centro de Abrantes e arredores. 

 

Digo isto depois de ver as penhoras que caíram sobre algumas delas. E mais não digo.

 

Próspero Ano Novo sem aspirinas na Bemposta.

 

MN



publicado por porabrantes às 22:54 | link do post | comentar

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