Segunda-feira, 26.09.16

corrupção garrafão.png

 não há melhor que um título do Correio e  a ausência de títulos da imprensa abrantina sobre um caso que tem a ver connosco..

Ler aqui o conteúdo patrocinado pelo Café do Comendador Nabeiro

 

mn



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Sexta-feira, 25.03.16

Comentário no post João Manuel Bairrão Oleiro em São Domingos

Obrigada pela lembrança.

Margarida Oleiro a 24 de Março 2016, 19:17

 

A honra e o dever é nosso. Já agora

B Oleiro.jpg

 

tirado daqui

 

santos costa 2.png

 

9549428_aYPUj.jpg

Der Terrorist

 

Ou seja quando o maçon adormecido e intímo de Oliveira Salazar, Dr.Bissaia Barreto quer dar cabo das ruínas......Bairrão Oleiro chama a

gnr.png

bairrao oleiro 5.png

 o notório herói Kaulza de Arriaga acaba a escrever um ofício a pedir perdão.

foto_karriaga.jpg

 

O património defende-se assim.

 

Aprendem os senhores edis de Abrantes?

 

ma

 

 



publicado por porabrantes às 19:36 | link do post | comentar

Terça-feira, 26.01.16

gnr tomar.jpg

Jornal de Notícias de 22-1-2016 desviado ao colega Tomar na Rede

ferrão.png

Correio da Manhã

 

Por menos que isto não ingressaram em preventiva os da tropa autárquica na benta operação. Critérios do Senhor Doutor Juiz de Instrução Criminal.

Naturalmente os arguidos são inocentes até sentença transitada em julgado

ma



publicado por porabrantes às 08:48 | link do post | comentar

Domingo, 27.12.15

22-10gnralpiarca.jpg

A GNR de Alpiarça divulgou a 22 de Dezembro o cabaz de Natal roubado numa loja de Abrantes por 4 gatunos.

É extraordinário o espólio, os gatunos eram tão atrevidos que quando os apanharam já tinham emborcado metade de duas garrafas de uísque e meia de Porto.

A GNR apanhou-os quando iam de carro. Terá feito os bandidos soprar no balão?

ma



publicado por porabrantes às 15:54 | link do post | comentar

Quinta-feira, 12.11.15

jn.png

no Jornal de Notícias  art. de Alexandra Panda

ma


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publicado por porabrantes às 20:50 | link do post | comentar

Sexta-feira, 23.10.15

 

'' (...)

Sumariando:

i) Violados os deveres de proficiência (cfr. art. 11.º, n.ºs 2 e 3, al. a), do RD/GNR), zelo (idem, art. 12.º, n.º 2), isenção (idem, art. 13.º, n.ºs 1 e 2, al. a)), correcção (idem, art. 14.º, n.º2) e de aprumo (idem art. 17.º, n.ºs 1 e 2, al. a)), ficando demonstrado um acentuado grau de culpa do arguido, de que resultou prejuízo para o serviço e para o prestígio e o bom nome da instituição Guarda Nacional Republicana, mostra-se adequada a aplicação da sanção disciplinar de separação de serviço.

ii) Resulta do disposto no artigo 4.º, al. b), do Decreto-Lei n.º 158/2005, de 20 de Setembro (que estabelece o regime jurídico da assistência na doença ao pessoal do serviço da GNR e da PSP), bem como do seu art. 29.º, n.º 3, (na redacção aplicável) que a perda do vínculo à GNR ou à PSP, incluindo o que resulte de reforma ou de aposentação na sequência de processo disciplinar, implica a perda da qualidade de beneficiário do regime de assistência na doença ali previsto, bem como a devolução do respectivo cartão.



IV. Decisão

Pelo exposto, acordam os juízes da secção do contencioso administrativo deste tribunal central administrativo sul em negar provimento ao recurso e confirmar a sentença recorrida.

Custas pelo Recorrente.

Lisboa, 1 de Outubro de 2015

Pedro Marchão Marques

Maria Helena Canelas

António Vasconcelos (.....)

08752/12
Secção: CA-2º JUÍZO
Data do Acordão: 01/10/2015
Relator: PEDRO MARCHÃO MARQUES
Descritores: MILITAR DA GNR; PENA DISCIPLINAR.

 

 

O atrevimento do violador 

 

é inaudito !!!!

 

a sentença é ajustada a direito

 

a redacção

 



publicado por porabrantes às 13:28 | link do post | comentar

Quinta-feira, 22.10.15

Conta o Mirante como o ex-sargento Garrinhas, que foi comandante da GNR e condenado por violação de 2 menores viu confirmada a sua expulsão da polícia militarizada pelo Venerando TCA.

 

Ainda não li a sentença, só pergunto quantas das autoridades civis e eclesiásticas andaram durante eternidades a compartilhar inaugurações e copos com um violador?

 

mn

 

 


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publicado por porabrantes às 12:52 | link do post | comentar

Quarta-feira, 09.09.15

 Sr. Vasco Bastos teve a bondade de transcrever este post referente ao seu Tio Capitão Rodrigues Vicente, personalidade importante na vida abrantina na década de 60, importante bairrista, como dirigente da Liga dos Amigos de Abrantes, e colaborador assíduo da imprensa regionalista.

 

O post foi publicado no facebook do Grupo Rossio, bem como a foto com esta legenda:

 

capitão anastácio rodrigues vicente e d.justina

 

CAPITÃO ANASTÁCIO RODRIGUES VICENTE E ESPOSA SRª Dª JUSTINA FERREIRA VICENTE

'' Aquele "Pingalim" tantas vezes o Ouvi trabalhar.Era o terror dos ciganos que teimavam em acampar debaixo da ponte...''

Sobre Rodrigues Vicente publicaram-se aqui alguns posts:

O Senhor Capitão Rodrigues Vicente

 

O Senhor Capitão Rodrigues Vicente e a ponte militar do Rossio (Mourões)

 

Capitão Rodrigues Vicente e os Mourões

 

Voltarei a salientar a prioridade de Rodrigues Vicente sobre Salgueiro Maia na identificação dos Mourões como ponte militar (provavelmente já outro autor o teria feito antes dele...) e que o que conta Candeias Silva neste texto, está errado...

 

 

 

 

SILVA, Joaquim Candeias (1985) Os "Mourões" do Rossio de Abrantes - afinal, a ponte romana era um cais... do séc. XIX, "Conimbriga", 24, p. 177-185.

 

Não culpo Salgueiro Maia de nada, porque ele nunca publicou nada sobre os Mourões. A culpa será de outro.

 

Como estou a mexer em jornais velhos não posso deixar de recordar que a Liga dos Amigos de Abrantes, onde Rodrigues Vicente tanto trabalhou foi despejada por ordem de Nelson Carvalho em 2002. 

 

Em  vergonhosas circunstâncias descritas no Jornal Primeira Linha de 14-11-2002.

 

Neste blogue faltava a fotografia do grande abrantino que foi o Capitão Anastácio Rodrigues Vicente. Agora já não falta.

 

Graças ao Vasco Bastos. Obrigado amigo.

vs

 



publicado por porabrantes às 17:23 | link do post | comentar

Quinta-feira, 28.05.15

 

(...) Os funcionários da Câmara Municipal de Abrantes, cumprindo ordens da Senhora Presidente da Câmara, acompanhados por agentes da Guarda Nacional Republicana, entraram no espaço referido em M), enquanto os senhores agentes da autoridade agarravam o Réu marido, os funcionários da Câmara removiam objectos que eram propriedade dos Réus'' (....)

 

E porque agiram assim os agentes da autoridade  e os funcionários invadindo uma propriedade privada e sujeitando à força um homem (o Réu) que estava no seu direito pleno, que a Constituição lhe garante? 

 

O Réu Marido e a esposa  : (...) ''Em data não concretamente apurada, mas situada no primeiro trimestre do ano de 2011, (..)vedaram o acesso ao referido espaço de quaisquer pessoas à excepção dos proprietários da casa sita a Norte (...), veículos ou entidades; AE) Fizeram-no inicialmente com um bidon e um arame e posteriormente com uma corrente plastificada vermelha e branca, tendo ambos uma placa com a seguinte inscrição: “propriedade privada – declarada no Tribunal Judicial de Abrantes processo nº 286/06.7TBABT em 07/10/2009 e Tribunal da Relação de Évora em 24/05/2010”;  (...)  ''

 

Depois  disto a CMA em 2012 demandou o pobre proprietário e a sua senhora para que fossem obrigados a reconhecer que o terreno vedado a bidons, era do domínio público : '' pedindo fosse declarado o carácter ou domínio público da Travessa ou Beco do (…), sita em (…), da freguesia de (…), do concelho de Abrantes, com o comprimento de 40 m e a largura de 4,5 m. (...) 

 

Alegou para tanto e em resumo que, em (…), freguesia de (…), concelho de Abrantes existe um local de passagem denominado Beco do (…) ou Travessa do (…) que tem a natureza de caminho público e que os réus, arrogando-se donos de tal parcela, impediram o acesso ao mesmo às outras pessoas. (...)''

 

Os Réus responderam briosamente: '' (...) E, para além de pedirem a improcedência da acção pediram, em sede de reconvenção, a condenação do autor: a reconhecer que o espaço por onde se desenvolve o caminho é parte integrante do seu prédio; a reconhecer que o caminho em causa não tem natureza pública; a condenação do Autor como litigante de má-fé; e ainda a pagar-lhes uma indemnização pelo sofrimento causado ao longo dos últimos doze anos, em quantia a fixar pelo Tribunal e a liquidar em execução de sentença''(...)

 

O Tribunal de Abrantes, justiceiro, não condenou a CMA como litigante de má fé, nem reconheceu o '' sofrimento'' mas foi fulminante : o caminho era particular.

 

 A CMA foi obrigada pelo doutor juiz a '' reconhecer que o espaço por onde se desenvolve o caminho conhecido por Beco do (…) ou Travessa do (…), sito em (…), Abrantes, identificado em M. dos factos provados é parte integrante da metade dividida do prédio descrito na Conservatória do Registo Predial de Abrantes sob a ficha nº (…) da freguesia de (…) pertencente aos Réus/reconvintes (…) e mulher, (…), identificado em B. a); e a reconhecer que tal espaço não tem natureza pública; ''.

 

Terminou aqui a odisseia do pobre senhor agarrado injustamente pela GNR?

 

Não, uns vizinhos recorreram para a Relação insistindo que o caminho era público!!!!

 

De facto o caminho tinha sido asfaltado pela CMA em 1997 e tinha sido desde aí cuidado pela Junta. E a CMA tinha baptizado o terreno toponimicamente.

 

Mas desde quando asfaltar um terreno dá direito de propriedade?  

 

Ao advogado dos donos do terreno tinha sido oficiado, por (...) '' documento escrito datado de 28.05.2004, emitido pelo Chefe da Divisão de Obras Particulares e Serviços Urbanos por delegação do Presidente da Câmara Municipal de Abrantes e dirigido ao Dr. (…), no âmbito do processo nº …/01 – 10.5. do qual consta nomeadamente o seguinte: “(…) À C.M.A. não cabe definir ou decidir sobre o carácter público ou privado do espaço. A sua natureza impõe-se à C.M.A. e é pressuposto para a actuação administrativa ou material está com base em actos administrativos. Ora, no caso, os indícios, desde a discussão sobre a atribuição de toponímia em 1985, a planta de cadastro e à realidade física existente, tudo levou a C.M.A. à interpretação de que o troço de via é público. Nessa convicção alcatroou-o. Não houve oposição pelos meios legais. Assim, a menos que se prove em Tribunal que o espaço é efectivamente particular, decisão que a C.M.A. imediatamente acatará, deverão os bidons ser retirados da referida Travessa do (…).” (....)

 

Vê-se que o Senhor da Divisão de Obras Particulares e Serviços Urbanos  não deve ser jurista, porque a propriedade prova-se não por bocas, mas por uma certidão da Conservatória de Registo Predial, como aliás já explicou em sede de Assembleia Municipal, um brilhante causídico à Senhora Presidente.

E portanto, como disse a Veneranda Relação: (...) '' Todavia, conforme bem se salienta na sentença “não basta para a classificação de um caminho como público haver obras feitas pela Câmara Municipal ou pela Junta de Freguesia, que sejam utilizados para o abastecimento de água, saneamento básico, iluminação, distribuição de energia eléctrica e rede de telecomunicações, e mesmo que nele existam tampas de caixas com a sigla da câmara gravada, ou mesmo que a Câmara Municipal ou a Junta procedam à construção e manutenção do caminho”.   (...)

 

E que mais?

 

O mínimo é que o senhor injustamente ''agarrado'' pela GNR receba uma carta de desculpas de quem abusou, invadindo um terreno particular.

 

E podem agradecer que isto não tenha sido tratado por via penal.

 

mn

 

( frases entre aspas: excertos do douto acórdão da Relação de Évora de 30/4/2015, por nós seleccionados)   Procº. Nº. 376/12.7TBABT.E1 (1ª Secção Cível)

 

 

 



publicado por porabrantes às 17:51 | link do post | comentar

Sexta-feira, 27.03.15

Hoje deve ser dia regional da criminalidade. E parece que várias edilidades vão apagar as luzes. Deve ser para aumentar a segurança......

 

Um grupo de marginais de etnia luso-brasileira foi apanhado com a boca na botija numa casa do Mação.

 

Segundo se diz em Abrantes os vendedores de cornos falsos de hipopótamo eram de etnia luso-nómada....

 

Não conseguimos confirmar se algum dos marginais brasucas era originário de Morro do Pilar, localidade que tem laços especiais com a vila vizinha, e onde reina o coronelismo

 

Bem é muito difícil saber se uma pessoa reside efectivamente em Morro do Pilar, como reconhece a Veneranda Justiça Brasileira

 

Mas em 28-12-2013 bandidos anti-coronelistas fizeram ir pelos ares um banco,

 

 

 

morro.jpg

banco depois dos explosivos, Morro do Pilar

O meu amigo Edilson Jeová dos Santos, que é mineiro e anti-dilmista primário, diz-me que veio para Europa por estar farto de assaltos e da IURD.....e de assassinatos, vejam estes autos, que me deu o dr. Edilson, um cara fenomenal:

 

 

EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DE DIREITO DA 1ª VARA CRIMINAL DA COMARCA DE MATOZINHOS - MG.

 

 

Autos nr: 0029880-48.2011

 

 

O Ministério Público do Estado de Minas Gerais, através do Promotor de Justiça que esta subscreve, no exercício de suas atribuições legais, vem, perante Vossa Excelência oferecer DENÚNCIA contra:

 

 

JOSÉ FERREIRA DE PAULA, brasileiro, natural de Morro do Pilar, nascido em 23 de junho de 1973, filho de Expedita Ferreira da Silva e José de Paula da Silva, RG 8052001/SSP/MG, residente na Rua João Magno, 125, Bairro Volta da Tropa, Morro do Pilar/MG (fl. 07), pelos seguintes fatos e fundamentos:

        No dia 04 de maio de 2011, por volta das 19:45 hrs na rua Maestro Zequinha nr 150, no Bairro São Paulo, na Cidade de Matozinhos/MG, no Bar da Torre, o denunciado agindo com “animus necandi”, efetuou diversos disparos de arma de fogo contra as vítimas José Renato Gireli e Maria Geralda Gonçalves, proprietários do referido bar, produzindo feridas perfuro-contusas, na vítima José Renato Girelli que foram a causa eficiente de sua morte, conforme relatório de necropsia de fl. 53 e seguintes e lesões corporais na vítima Maria Geralda Gonçalves que, pela natureza e sede, não ocasionaram a sua morte por circunstâncias alheias à vontade do agente, eis que foi levada ao nosocômio local para atendimento médico.

        Consta ainda que, pouco antes do fato acima, na cidade de Pedro Leopoldo, aproximadamente 30 (trinta) minutos, na Rua Vereador Magno Claret Vieira 144, Bairro Lagoa de Santo Antônio, no estabelecimento denominado Cantinho do Pica Pau, o denunciado tentou subtrair para si, mediante violência e grave ameaça, coisa alheia móvel da vítima Alexsandra Pereira dos Santos, proprietária do referido Bar.

 

 

Conforme consta nos inclusos autos de inquérito policial no dia 04 de maio de 2011, por volta das 19:45 horas, o denunciado utilizando-se de uma arma de fogo, marca taurus, calibre “32”, número de série 489069 (fl. 42) entrou em um bar na cidade de Pedro Leopoldo/MG, denominado de Lanchonete Cantinho do Pica Pau, de propriedade da vítima Alexsandra Pereira dos Santos Fagundes, e, após beber uma cerveja, anunciou um assalto e mandou que todas as pessoas que estavam no local fossem para a cozinha, sendo elas a proprietária Alexsandra e as funcionárias Simone Siqueira de Paula e Ivete Tavares Pereira, ameaçando todas de morte com a arma apontada para suas cabeças.

Em dado momento, a vítima Alexsandra aproveitou um descuido do acusado e saiu em desabalada carreira pela rua gritando e pedindo ajuda, ocasião em que o denunciado ficou desorientado e saiu da lanchonete correndo, efetuando 02 (dois) disparos de arma de fogo.

Ato contínuo, o denunciado deslocou-se para a Cidade de Matozinhos e dirigiu-se ao Bar da Torre, de propriedade das vítimas José Renato e Maria Geralda Gonçalves, situado na rua Maestro Zequinha nr 150, no Bairro São Paulo. Ao chegar no referido estabelecimento, o denunciado tomou uma pinga e pediu cinco latas de cerveja, em seguida perguntou se a vítima Maria Geralda conhecia as pessoas denominadas de Gilsinho e Jhony, o que foi respondido negativamente por ela. Nesse momento, a vítima Maria Geralda deslocou-se para a cozinha para mexer um caldo de mocotó que estava no fogo, sendo que o denunciado ficou do lado de fora.

Nesse instante, a vítima Maria Geralda Gonçalves verificou que o denunciado aproximou-se sorrateiramente da vítima José Renato, que estava debruçado sobre a mesa assistindo televisão, apoiou o revólver na mesa e efetuou um disparo certeiro que atingiu o seu pescoço, de surpresa, não dando sequer tempo da vítima levantar a cabeça.

Diante de tal fato, para defender seu marido, a vítima Maria Geralda pegou uma garrafa de cachaça e deu um golpe na cabeça do denunciado, momento em que este rapidamente apontou a arma para a vítima Maria Geralda e efetuou mais 03 (três) disparos, atingindo-a no ombro esquerdo, na mão esquerda e na mão direita. A vítima, José Renato, após sua esposa ter sido lesionada, conseguiu empurrar o denunciado jogando-o no chão, ocasião em que o revólver que trazia consigo caiu e o mesmo levantou-se e fugiu do local rapidamente, dizendo que iria retornar para matar a vítima Maria Geralda. A vítima foi levada ao hospital onde faleceu.

 

Apurou-se que o denunciado utilizou-se de recurso que impossibilitou a defesa da vítima José Renato, uma vez que o denunciado aproximou-se dela sorrateiramente, no momento em que estava assistindo televisão, de forma totalmente distraída, apoiou o revólver na mesa e efetuou o disparo, sem que a mesma pudesse esboçar qualquer reação, sequer dando tempo para levantar a cabeça diante de quem efetuou os disparos letais e somente após o disparo a vítima conseguiu esboçar alguma reação.

 

Apurou-se também que em relação à vítima Maria Geralda Gonçalves o acusado agiu mediante recurso que dificultou a sua defesa posto que durante o entrevero para defender seu marido, foi surpreendida com três disparos contra a sua pessoa, que a acertaram e não ocasionaram a morte por circunstâncias alheias a sua vontade.

 

Ante o exposto, O MINISTÉRIO PÚBLICO denuncia JOSÉ FERREIRA DE PAULA como incurso nas sanções do artigo 121, § 2º, inciso IV; artigo 121, § 2º, inciso IV, c/c art.14, II; e art. 157, § 2º, inciso I, c/c art. 14, inciso II; em concurso material, art. 69, tudo do Código Penal, requerendo seja esta recebida e instaurada a competente ação penal, citando-se o nominado para querendo apresentar defesa e, após recebimento da denúncia, prosseguindo nos demais atos do processo, até a pronúncia e a final condenação pelo Egrégio Tribunal do Júri.

 

Rol das Testemunhas:

  • Alexsandra Pereira dos Santos – fl. 06 (VÍTIMA)
  • Maria Geralda Gonçalves – fl. 39 (VÍTIMA)
  • Simone Siqueira de Paula – fl. 35
  • Ivete Tavares Pereira – fl. 36
  • Bruno Rodrigues Oliveira e Souza – Fl. 05
  • Erivelto Correira – fl. 03
  • Antônio Magela Patrício – fl. 04
  •  

         Matozinhos/MG, 30 de maio de 2011.

 

____________________

Geraldo Magela Lopes

Promotor de Justiça

 

Autos nr: 0029880-48.2011

Denunciado: JOSÉ PEREIRA DE PAULA

 

 

 

 

 

  1. Juiz:

     

 

  1. Segue denúncia em 3 (três) laudas digitadas no anverso e rubricadas;
  2. Requer o MP seja juntada CAC da Comarca Conceição do Mato Dentro e de Ponte Nova - MG.
  3. Requer o MP seja oficiada a Autoridade Policial para juntar o laudo referido na fl. 51 no prazo de 05 (cinco) dias.
  4. Requer seja comunicado ao i. Juízo da comarca de Ponte Nova a prisão do denunciado, remetendo cópia do APFD e da denúncia oferecida, tendo em vista informação de que o nominado estaria em cumprimento de livramento condicional, bem assim ao juízo de Conceição do Mato Dentro.
  5.  

 

         Matozinhos/MG, 30 de maio de 2011.

 

____________________

Geraldo Magela Lopes

Promotor de Justiça

 

a redacção

 

com a colaboração do bacharel  Edilson Jeová dos Santos, natural de Conceição do Mato, sócio do Flamengo nº 22458889, tabelião no exílio europeu.

 

 

 

 

 

 

 

 



publicado por porabrantes às 19:04 | link do post | comentar

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