Quinta-feira, 13.05.10

Continuamos a publicar as peças do folhetim polémico entre José Niza e o Sr. Carvalho. Agora o psiquiatra diz que Carvalho não sabe ler....

Queixa-se Carvalho ao MP, juntando como prova o diploma da quarta classe, com a D.Isilda e o seu disciplinado marido como testemunhas para provar que sabe ler?

Se fosse ainda PC era o normal. Mas agora....

Damos a palavra ao psiquiatra, com a devida vénia ao Mirante,:

 

Polémica - O indecifrável mistério do professor que não sabia ler

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Se o meu amigo Moita Flores tivesse um tempinho disponível pedia-lhe para decifrar o misterioso caso do professor que não sabia ler. E dava-lhe algumas pistas.

O professor de Abrantes deu uma entrevista à Lusa, na qual, sem papas na língua, declarou para a posteridade que o seu camarada Manuel Alegre “nunca lutou por qualquer causa, além de ter sido deputado, e mesmo assim nada de especial”. Ao ler isto fiquei um bocado chateado e brindei o dr. Nelson Carvalho com um merecido puxão de orelhas.

Em reacção à minha prosa o entrevistado professor caiu em si, emendou a mão e deitou água na fervura: afinal a entrevista tinha sido feita “pelo telefone e de improviso”, o que significa – e muito bem – que qualquer entrevista feita pelo telefone, e ainda por cima de improviso, não vale um chavo, nem compromete ninguém.

Mas, o que ainda mais excitou a imaginação do professor, foi – atenção ó Moita! – que eu tinha escrito a minha catilinária na qualidade de “Mandatário da Candidatura de Manuel Alegre às Presidenciais de 2011”. Ouviste ó Moita: 2011! Pró ano que vem!

Ora acontece que o que eu escrevi na assinatura do meu protesto foi tão simplesmente isto: “José Niza – Mandatário distrital de Manuel Alegre nas presidenciais de ... 2006”! Atenção ó Moita, olha que é 2006! E assim, da mesma forma que o meu camarada Nelson Carvalho já não é presidente da Câmara de Abrantes, também eu já não sou mandatário de coisa nenhuma.

Como registei no meu protesto – e agora confirmo – o meu contestatário amigo “suicidou-se politicamente”. Mas, o pior para ele é que continua vivo: deve ser insuportável!

José Niza

PS:- Ó Moita, obrigadinha, mas acho que tens mais que fazer e afinal já está tudo esclarecido

 

Registamos o pedido de ajuda ao Insp. Moita Flores e que Niza acha que Carvalho está numa situação insuportável. Vivo e morto ao mesmo tempo ou seja tipo zombie...

 


 

Marcello de Ataíde



publicado por porabrantes às 15:16 | link do post | comentar

Sexta-feira, 30.04.10

Tendo nós publicado com a devida vénia um artigo do ilustre psiquiatra e anti-fascista José Niza, entendemos curial reproduzir a resposta do Sr.Dr. Nelson Carvalho ao seu amigo Niza :

 

CRÓNICA DA MINHA MORTE ANUNCIADA

Caro amigo José Niza
Exmo. Senhor Mandatário Distrital da Candidatura de Manuel Alegre à Presidência da República

Registo o anúncio da minha morte política.

Primeiro, uma dúvida
Quem assina a certidão de óbito? O meu amigo José Niza ou o Mandatário Distrital da Candidatura de Manuel Alegre? É que não me lembro de Manuel Alegre ter anunciado a sua candidatura. É excesso de zelo ou é mesmo a candidatura (que ainda não é…) a assinar a declaração e o anúncio da minha morte? Para mim faz toda a diferença: se é o meu amigo interpreto como um estado de alma e não me preocupo; se é a candidatura de Manuel Alegre fico preocupado, nunca sei quando na próxima esquina, ou no próximo telhado, não terei um sniper a afinar a mira para poder consumar e convocar o funeral anunciado. Todavia o meu amigo assina pelos dois, acumulando funções… 
Segundo, o conteúdo das minhas declarações à Lusa:
Disse tudo o que lá está. Mas foi uma declaração pelo telefone e de improviso. Terei dito, ou penso que terei dito, que “depois do 25 de Abril”, Manuel Alegre não terá tido causas e se terá limitado ao assento parlamentar. O que o meu amigo, ou o Mandatário Distrital de Manuel Alegre, confirma no seu anúncio. De facto, para falar da causas de Manuel Alegre o meu amigo tem que fazer arqueologia política e recuar… 36 anos! Tem que recuar a “antes do 25 de Abril”. Sim, isso eu reconheço. Aliás disse que Manuel Alegre é uma “referência do passado”. Sim, é. Ponto final
Terceiro, o que é importante:
Para lá do resto (e podia falar e não falei das rasteiras que nos últimos quatro ou cinco anos o Senhor andou a fazer ao Governo, ao Primeiro Ministro e ao PS, e do que isso pode anunciar como comportamento futuro, se … ), é o futuro. E o meu voto para as Presidenciais é para alguém que possa figurar o futuro, encarnar a possibilidades de futuro, os valores e os caminhos de futuro. É disso que Portugal e cada um de nós precisa, não de derramar incenso sobre o passado.
Se o meu critério fosse o de pagar em votos pelos custos do passado e da luta contra a ditadura, então seria para sempre incondicional de Mário Soares ou de Álvaro Cunhal e do PCP. Com o devido respeito.
Quarto, para (não) concluir:
De resto, como diz o outro, qualquer anúncio antecipado da minha morte é obviamente verdadeiro.
Só espero que me faça o favor de informar antecipadamente o dia, a hora e o local do funeral. Para eu comparecer.
(Bolas, amigo Niza: a ditadura é que ameaçava e pagava com o apagamento e a morte. Simbólica e física. Mas isso era a ditadura, a PIDE e isso…).

in O Mirante on line 28.04.10

 

NÃO RESISTIMOS A COMENTAR:

 

1- Nelson Carvalho declara que Alegre é um fóssil. Ou seja um exemplar de arqueologia política. Quereria empalhá-lo e metê-lo na colecção do MIIA?

2-Nelson Carvalho declara ''que “depois do 25 de Abril”, Manuel Alegre não terá tido causas''. Isto é Carvalho resume Alegre ao tempo de Argel em que o poeta chefiava uma pandilha que ajustava contas a murro com  o grupelho do Piteira Santos. Como não se falavam a Rádio Portugal Livre funcionava através dos recados mandados através das mulheres respectivas.

3- Nelson Carvalho não acredita que Alegre participou no 11 de Março ao lado de Spínola, Eanes, Neto Portugal e Sanches Osório ao contrário do que ainda hoje insinua o PCP. Provavelmente Carvalho nem acredita que Alegre participou no festival da canção da RTP.

4- Nelson Carvalho não distingue entre Mário Soares e Álvaro Cunhal. Ou seja entre a democracia e a ditadura. Estamos informados. É uma espécie de Pico em versão seminarística.

 

Miguel Abrantes



publicado por porabrantes às 17:16 | link do post | comentar

Depois de ter  lido os nossos posts onde se anunciava o seu suicídio (político, entenda-se) o Snr. Dr. Nelson Carvalho, ex-Presidente da CMA, e membro destacado da Brigada do Reumático do PS local, fez a fineza de anunciar à comunidade que não tinha falecido.

 

Ficámos mais descansados uma vez que a responsabilidade penal se extingue por morte do arguido e assim o Venerando MP ficava sem possibilidade de brilhar.

 

O brilho do MP provavelmente vai demorar porque o governo acaba de anunciar o aumento das férias judiciais.

 

Também poupámos dinheiro, porque já nos preparávamos para mandar à Dona Isilda os pêsames, não enquanto familiar do ilustre pseudo-falecido mas na qualidade da ''Chefa'' do PS local.

 

Como se tratava duma morte política e não do badagaio do criador do cemitério de Santa Catarina, ainda tentámos ironizar:

 

 

Mas o nosso assessor da Obra, depois de consultar o Caminho, best-seller apostólico recomendado por João Paulo II, queria-nos obrigar a mandar este, alegando que tratava dum colega do seminário:

 

Como somos sempre muitos atentos à Autoridade Eclesiástica, excepto à do Vigário cismático do Pinhal, acedemos embora tenhamos eu, o Miguel e o nosso camarada brasileiro Haroldo dito quando saiu o nosso Santo Director Espiritual que era uma piroseira.....

 

De forma que não tendo morrido o ex-edil estamos nós e o MP e a D.Isilda, e a Brigada do Reumático, todos, totalmente inundados pelo júbilo espiritual que próprio das jornadas evangélicas como aquelas em que Lázaro ressuscitou......

 

Marcello de Ataíde



publicado por porabrantes às 16:46 | link do post | comentar

Declarou ao Mirante a D.Maria do Céu Albuquerque que não há lei da rolha no município de Abrantes, ao contrário do que sustenta a Oposição.

 

Estamos à espera da prova e a prova passa pela publicação no boletim das posições da Oposição tanto na Vereação como na Assembleia Municipal.

 

De declarações piedosas está o inferno cheio.

 

Ficamos à espera mas temos pouca paciência.

 

E desde já sugerimos à D.Maria do Céu para provar que não há lei da rolha

 

Ou seja que isto não existe

 

 

que ponha on-line os relatórios da Inspecções da tutela à CMA para sabermos duma vez porque é que o profissional do hara-kiri politico (Nelson Carvalho, distinto membro da brigada do reumático do PS, embora tenha menos reumatismo que Manuel Dias)  foi constituído arguido em processo penal.

 

 

Faça o favor a D.Maria do Céu de retirar a rolha às inspecções da tutela

 

 

 

Até estamos na disposição de pagar os módicos 12,5 € que foi o preço da jantar de apresentação da sua candidatura, se for necessário para ajudar a pagar as despesas da campanha, se V.Exa retirar a rolha ao segredo que paira sobre as inspecções da tutela.

 

 

E rogamos à Oposição que requeira na Assembleia Municipal a constituição duma Comissão de Inquérito para apurar que indícios de ilícitos penais  encontrou o venerando MP para meter o ''suicida'' (José Niza ''dixit) na situação de arguido.

 

Mais que protestar contra as beatices manhosas do extremoso esposo da senhora que entrou pela porta do cavalo, na folha gratuita, deve a Oposição usar isto....

 

 

para informar os eleitores da famosa empreitada que mais, que as críticas rascas a Manuel Alegre (mais próprias dum ex-membro da Muralha de Aço, que dum socialista como veremos),  transformou o ex-Presidente num kamikaze com uniforme....

 

 

Como sê no canto direito da foto a D. Isilda olha embevecida para o uniforme de soldado imperial do ex-Presidente. Desde que Alberto João se mascarou de Rei dos Zulus sendo capturado pelo Tal e Qual nestes preparativos....

.....

não havia um estadista com tal charme....

 

Marcello de Ataíde



publicado por porabrantes às 10:15 | link do post | comentar

Quinta-feira, 29.04.10

Com a devida vénia inserimos o artigo publicado por José Niza no Mirante

 

Opinião - “Nelson Carvalho suicidou-se politicamente”

foto
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Perofilho 23.Abril. 2010

Quando li, não quis acreditar.

E fiquei tão perplexo que liguei para O Mirante para tentar saber se não havia erro ou confusão. Fui esclarecido: a notícia era verídica e tinha sido feita com base num despacho da agência Lusa.

Mas, afinal, de que se trata?

Trata-se de uma notícia, saída no último O Mirante, sobre o apoio de alguns militantes socialistas do distrito à candidatura presidencial do meu colega Fernando Nobre. Até aqui, nada de especial: cada um que apoie quem entender.

Mas acontece que um deles – Nelson Carvalho – declarou que Manuel Alegre “nunca lutou por qualquer causa, além de ter sido deputado, e mesmo assim nada de especial”.

Não me parece ética e politicamente decente que, para se apoiar um candidato, tenha de se denegrir outro: a democracia não é isto. Nem acredito que o dr. Fernando Nobre agradeça, ou se reconheça, neste tipo de apoios. Quem certamente os agradecerá – e muito – será Cavaco Silva.

Ao afirmar que Manuel Alegre “nunca lutou por qualquer causa”, Nelson Carvalho está a revelar uma de duas coisas: ou que a sua memória e cultura políticas são zero; ou que, não sendo ignorância, então só pode ser má fé.

Há frases que destroem quem as diz.

Há afirmações que desqualificam e desacreditam quem as profere.

Ao dizer o que disse, Nelson Carvalho implodiu-se na praça pública. Isto é, suicidou-se politicamente, deixou de existir, deixou de ser uma pessoa para ser apenas um voto.

Ignorar as lutas travadas por Manuel Alegre nos últimos 50 anos em defesa da Liberdade, da Democracia, dos valores sociais, é o mesmo que ignorar a história recente de Portugal. Não fossem homens como Soares, Alegre, Cunhal, Sá Carneiro, Salgueiro Maia ou Otelo, e nunca Nelson Carvalho teria passado as portas da Câmara de Abrantes.

Muitas das lutas que Manuel Alegre travou por Portugal foram por mim, e com ele, partilhadas. Antes e depois do 25 de Abril. Nos tempos em que a PIDE nos levava pela calada da noite. Nos tempos em que se lutava por CAUSAS e não por COISAS.

José Niza

Mandatário distrital de Manuel Alegre nas presidenciais de 2006

 

Para esclarecer o estimado público exibe-se foto do ''suicida'' não vá ele ser confundido com João Pico, porque usa argumentos do mesmo tipo.

 

 

É o senhor que ampara a D.Isilda (foto gentilmente cedida pelo PS)

 

 

Este é João Pico que coincide com Nelson de Carvalho não só nos argumentos.....

 

 

mas por  terem sido colegas na vereação  que por unanimidade deu nome do amigo do pide Lázaro Viegas, João Pimenta a uma rua do  Souto, prostituindo a toponímia tradicional da freguesia.

 

Marcello de Ataíde



publicado por porabrantes às 16:29 | link do post | comentar

Sexta-feira, 26.02.10

 Armando Fernandes um dos padrinhos do Pico no laranjal publicou isto  no Ribatejo a 16 de Novembro de 2009.:

 

''Um tipo com o prestígio dele…”. Como é público e notório para os leitores deste jornal não sou, nem nunca fui apoiante de Alegre, no entanto, precisamente pelo prestígio conseguido por ele enquanto criador, militante empenhado em causas a obrigarem-no ao exílio e parlamentar de qualidade não é correcto, muito menos justo, ser apelidado de tipo.''

 

Insurgia-se agitando a cada vez mais escassa juba:

 

 Foto Ribatejo

 

contra Correia de Campos que chamara ''tipo'' a Manuel Alegre,

 

o que já está esquecido (a memória é curta) é que quando Alegre desafiou Soares e Cavaco nas presidenciais, escreveu uma crónica dizendo que a candidatura de Alegre não ia a lado nenhum e dando mais umas bicadas ao vate de Coimbra,

 

 

Crónica  tão inchada de sectarismo cavaquista, que lhe mereceu esta resposta nas mesmas colunas do José Niza:

 

 

O rato que pariu uma montanha

 

Texto de:José Niza

 

Meu caro Armando Fernandes,
Há duas semanas publiquei neste jornal um artigo de opinião intitulado “Porque apoio Manuel Alegre”. Num “post-scriptum”, acrescentei um pequeno comentário a que decidiste responder com um artigo de meia página.

Quando escrevi que me parecia que “percebes muito mais de gastronomia, restauração e vinhos, do que de política”, estava – ao contrário do que precipitadamente leste – a fazer-te um elogio. Não disse que não percebias de política: o que escrevi foi que percebias mais de gastronomia!

O mesmo diria, por exemplo, de José Quitério, meu companheiro da República Baco de Coimbra, ou do Alfredo Saramago, com quem convivi aqui em Santarém, nos anos 60. Como vês, coloco-te em boa companhia gastronómica.

No teu artigo “Finis Alegre” – que motivou o meu “post-scriptum” – foste muito injusto e ofensivo. Injusto, porque de uma pessoa como tu, que há décadas anda de braço dado com livros, escritores e poetas, todos esperam juízos objectivos e isentos.

Toda a gente em Portugal reconhece Manuel Alegre como um grande poeta e um grande escritor e o papel que a sua poesia teve como factor cultural e mobilizador da revolução dos cravos. Podes não simpatizar com o Homem (eu também não simpatizo com o teu candidato Cavaco Silva), mas não podes desvalorizar a OBRA. Não rima com a tua bagagem literária, cultural e política. Mas, pior do que isso, foste ofensivo, ostensivamente ofensivo.

Ao afirmares que “a candidatura de Alegre é uma bazófia” estás a ofender não apenas o candidato, mas todos os seus apoiantes, entre os quais eu, seu mandatário distrital.

Não foi por bazófia que o Manuel Alegre foi preso e exilado político. Não foi por bazófia que ele, eu e muitos outros, defendemos na rua, já depois do 25 de Abril, a Liberdade e a Democracia em Portugal.

Foste ofensivo ao confundir a vã bazófia das feiras de vaidades com o patriotismo da defesa dos valores e dos ideais de Abril. Penso que, se releres o que escreveste, me darás razão.

No artigo cujo título me dedicas – e sem que para isso fosses convocado – decidiste, com razoável detalhe e pormenor, descrever as várias etapas e percursos da tua militância política desde os anos 60, viagem que eu, no essencial, já conhecia. Não sei o que te induziu a fazeres essas revelações, pois não vejo motivo para autojustificações.

Constata-se pela tua descrição, que a tua viagem se realizou progressivamente da esquerda para a direita (o que não é caso único) com paragem em várias estações. Em teu entender tratar-se-á de uma evolução de pensamento político. Na minha avaliação só posso considerá-la uma involução.

Constatei que, nessa viagem, embarcaste à esquerda do PS, passaste por este partido a grande velocidade e só paraste na estação seguinte, a do PRD. Aliás, vendo bem as coisas, o PRD não era bem uma estação, foi mais ou menos um efémero apeadeiro... Seguiste viagem e foste desembarcar no PSD. E, agora – et pour cause – és apoiante do candidato que, segundo dizes, “não teve a oportunidade de ocupar muito tempo com leituras”.

É excelente que Cavaco Silva tenha apoiantes destes, porque ainda está a tempo de ler os livros que nós já lemos há 40 anos e que tu estás em posição para lhe recomendar.

Finalmente estamos chegados ao principal objectivo material deste escrito. Na parte final do teu artigo convidas-me para “um festim” de “comeres e beberes” para, sentados à mesa, falarmos do que fica para trás. Porque é a falar que a gente se entende, aceito, mas com as seguintes condições:

1º- Que, como meu professor de gastronomia, sejas tu a escolher o restaurante e a ementa. Nesta matéria só recebo ordens (tal como faço com o José Quitério, quando o acompanho nestas coisas).
2º- Que quando vier a dolorosa, as contas sejam feitas à moda do Porto. (Fico à espera que me telefones para o 243499374). Bon appétit e um abraço.

 

 

 

Foto Ribatejo

 

O Niza é um homem generoso e provavelmente menos agressivo que Manuel Alegre que replicou muitas vezes às corjas estalinista e fascista com uma contundência exagerada.

 

 

Mas a crónica do Niza, que fora nos tempos da outra senhora candidato da Oposição por Santarém, enquanto ninguém sabe a que se dedicava em política o Fernandes, só confirma a nossa opinião.

 

Pico copiou o estilo caceteiro e ofensivo do Fernandes.


E o Fernandes é, como diria o Niza se não fosse tão boa pessoa, um nabo em política embora saiba muito acerca da culinária dos ditos.

 

 Daí que o Pico, seu discípulo em política, seja não um nabo, mas um grande nabo.....

A culpa não é do Jota Pico nem do Pinhal, é do professor que teve....

 

POR ABRANTES



publicado por porabrantes às 11:36 | link do post | comentar

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