Domingo, 29.11.15

ana sm.jpg

madalena.jpg

 com a contribuição de José Blasfemo, desculpem Zé Vilhena

 

colecção particular da Senhora Dona Amélia Baeta, comprada na candonga a uma taberneira da Abrançalha de Baixo

 

ma



publicado por porabrantes às 23:32 | link do post | comentar

Sábado, 10.10.15

''

Não posso terminar sem uma referência à morte do grande humorista português José Vilhena. Não era do Ribatejo mas deve ter sido dos que mais escreveu sobre vacas, bois, cornos, pampilhos e outros varapaus. Para os mais jovens direi que era melhor que o Herman, os gatos fedorentos, os Rochas e os Zecas Estacionâncios todos juntos, sem desprimor para nenhum deles. Morreu no Sábado, no dia da reflexão. Deve ter concluído que após tanta palhaçada na campanha eleitoral não aguentaria, sem rebentar a rir, as parvoíces pós-eleitorais de políticos e comentadores na noite das eleições. Já comecei a ler a minha velhinha colecção da Gaiola Aberta.

Saudações brejeiras

Manuel Serra d’Aire''

 

no Mirante, isto deve ser ilustrado

 

sua.jpg

 



publicado por porabrantes às 17:42 | link do post | comentar

Sábado, 03.10.15

 

urna.jpg

 

José Vilhena, aquele abraço

por

antónio valdemar

Jornalista

Redactor do DN<input ... >21 outubro 2004

 

O homem português, apesar da sua índole melancólica e lírica, tem desde sempre manifestado propensão para a sátira. Como atitude de mordacidade, desmontagem dos ridículos, arma de intervenção política em face de impostores, enfatuados, parlapatões, grandes e pequenos déspotas.

José Vilhena integra-se na tradição das Cantigas de Escárnio e Maldizer, nos autos e farsas de Gil Vicente, ao vergastar desmandos e prosápias de fidalgos, tropelias e libertinagens de frades e de padres. Sá de Miranda, ao zurzir as intrigas da corte e a sede do ouro do Portugal dos Descobrimentos, optou pelo discurso da contestação austera, outra componente que percorre, simultaneamente, a cultura portuguesa e se reflectiu nas prosas doutrinais de Herculano, Antero, António Sérgio e Raul Proença.

A censura do Santo Ofício não conseguiu sufocar o ímpeto bravio de ambas as formas de expressão. Recorde-se Os Ratos da Inquisição, escrito por Serrão de Castro nos próprios cárceres daquele tribunal. Aconteceu o mesmo no salazarismo e marcelismo, apesar da censura, da PIDE, dos Tribunais Plenários. Escaparam alguns textos malditos de Luís Pacheco e Mário Cesariny; a rebeldia poética de Alexandre O'Neill, António Aleixo, Ary dos Santos e, entre todos, as explosões de riso e sarcasmo de José Vilhena.

Políticos, intelectuais e artistas, em todas as épocas, denunciaram a repressão. A virulência atingiu o rubro nas lutas liberais, no fim da monarquia e na I República. Nos panfletos e imprensa clandestina contra o fascismo. Depararam-se, entretanto, várias posições: a sátira com objectivo moralizador e protesto cívico, a anotação irónica, maliciosa e sorridente e a invectiva com insultos e ataques pessoais, em linguagem solta, desbragada e, quantas vezes, obscena. É o caso de José Agostinho de Macedo, de Camilo, de Homem Cristo.

O Prémio Bocage instituído no âmbito do primeiro aniversário do Inimigo Público, único semanário satírico que se edita em Portugal, distingiu recentemente José Vilhena. Há meio século continua a insurgir-se na literatura, na caricatura, no cartune e ilustração, perante os desconcertos do quotidiano. Antes do 25 de Abril, procurou destruir o regime, as estruturas ideológicas e políticas do salazarismo e do marcelismo. Quem viveu esses anos, dificilmente esquecerá, por exemplo, a História Universal da Pulhice Humana, Branca de Neve e os 700 Anões, Tenha Maneiras e O Filho da Mãe. Pagou caro. Custou-lhe o vexame dos interrogatórios da PIDE, prisões em Caxias, sucessivos livros apreendidos pela censura.

Depois do 25 de Abril, José Vilhena tem atacado o sistema: o arbítrio dos poderosos, a corrupção, a hipocrisia religiosa, a depravação sexual, a rotina confortável dos comportamentos dúbios e negócios escuros. Basta ver e ler A Gaiola Aberta, o Fala Barato, O Moralista.

No seu estilo muito próprio, dir- -se-ia que Vilhena adoptou a directriz de Rafael Bordalo na apresentação do António Maria: «Ser oposição declarada e franca aos Governos e oposição sistemática às oposições.»

Por não encolher as unhas e dentes afiados em face de todas as mordaças, fui e continuarei a ser (quando necessário) testemunha de José Vilhena em tribunal. Ao receber o Prémio Bocage, as minhas homenagens à sua homenagem.

 

com a nossa vénia

o jornalista e escritor António Valdemar é maçon, do GOL, não estavam à espera de ver um tipo do Opus Dei, mesmo que sobrinho do Ary dos Santos, a elogiar aqui Vilhena....

a redacção

 

 



publicado por porabrantes às 16:49 | link do post | comentar

vilhena.jpg

morreu um homem que fez Portugal mais livre e divertido

vilhena 3.jpg

morreu o homem mais livre de Portugal

vilhen 8.jpg

que tratou assim um politico abrantino:

 

''POR UMA BOA QUECA
Saudades da drª. Edite Estrela
POR FAVOR, NÃO FODAM A LÍNGUA PORTUGUESA!

 

Pedro Marques, esforçado dirigente da JSD de Santarém, endrominou uma moção de estratégia para o próximo Congresso do PSD a que chamou «Por uma boa queca».

Politicamente correcto, este título (pois a política anda cada vez mais rasteira), não o é quanto à semântica. De facto, a palavra queca não existe em português vernáculo. Não vem em qualquer dicionário. Alguns ignorantes usam-na sem saberem que se trata de uma corruptela da palavra queda, vocábulo antiquíssimo, do tempo em que foder acontecia quando a mulher estava em decúbito dorsal, quer dizer com os costados no chão e as pernas abertas pronta a levar a bela foda. Dizia-se então que estava em «queda», ou «caída».

Hoje isso está ultrapassado. As fodas, na grande maioria dos casos, não acontecem com a mulher naquela atitude (aliás ridícula). Há mesmo muitos fornicadores encartados que a desconhecem. As fodas, hoje, dão-se de pé, sentado, de cócoras, à canzana, enfim, numa das 32 posições bem explicadas no Kama Sutra e idênticos manuais (alguns admitem 36), raramente em queda (ou em queca).

Mal vai à JSD quando tem um dirigente que lança uma moção de estratégia sobre Educação Sexual e só sabe foder numa posição!...

Tudo isto nos faz sentir saudades do tempo em que a drª. Edite Estrela policiava os assassinos da língua portuguesa nas suas charlas da televisão. Ninguém melhor do que ela sabia que «queca» é uma aberração.

Infelizmente a ilustre especialista da língua já não se move nessa área. Mudou-se para a política, para Sintra, para o dolce far niente e todos ficámos a perder. Com ela, não haveria gaffes nas quecas.

 

BOAS QUECAS
O verbo correcto a usar na famigerada moção seria foder, que tem origem no latim – fodio, fodis, fododi, fodossum, fodere – e significa furar, picar. Por isso, a proposta do Sr.Pedro Marques devia intitular-se POR UMA BOA FODA. Ele pode dar umas boas quecas nas miúdas lá da JSD mas do que não tem direito é de foder a língua portuguesa.''

 

 

(texto de José Vilhena)

 

A gloriosa tradição da chalaça, que vem dos cantares de escárnio e mal-dizer, também não poupou a gorda Virgem da Rua da Sardinha

vilhena 10.jpg

não metam Vilhena no Panteão, isso é para múmias e para chatos, Vilhena está vivo como Rafael Bordalo

rafael.jpg

 ma



publicado por porabrantes às 13:30 | link do post | comentar

Sábado, 24.05.14

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



publicado por porabrantes às 15:57 | link do post | comentar

Quinta-feira, 24.04.14

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

quase tudo no alfarrabista José Gomes



publicado por porabrantes às 23:39 | link do post | comentar

Quarta-feira, 05.03.14

Ephemera

 

 

 

Jose vilhena gaiola aberta em Lisboa

 

 

esqueceu-se do lápis o sr. major Chaves?????

 

não, o major Chaves não se esqueceu do lápis porque o dele era azul

 

 

 

e o Vilhena não se esqueceu nem do major Chaves ( porque graças a tropas como ele foi amavelmente engavetado pela PIDE-DGS), mas isso não o coibiu de retratar o Aníbal

 

quero agradecer ao Sr.João do blogue do mesmo nome, ter publicado estas ordinarices (pró major) no seu blogue e ter avisado

 

''Olá pessoal ... há aqui coisas publicadas que foram subtraídas da net, nomeadamente imagens e outras porcarias do género ... se estas tiverem direitos de autor ou se os mesmos se sentirem incomodados com a publicação, basta que mo façam saber que retiro ... não vale a pena processar-me pois, para além de mulher, filhos e sogra, não tenho mais nada que valha a pena penhorar ....
Ah .. e ainda
"Limitação de responsabilidade (disclaimer): As entidades referidas nas notícias dos media, que comento, não são suspeitas, ou arguidas, do cometimento de qualquer ilegalidade ou irregularidade e quando arguidas, gozam do direito constitucional à presunção de inocência até ao trânsito em julgado de eventual sentença condenatória. " ... não vá dar-se o caso .''.. 

 

 

http://blogue-do-joao5907.blogspot.com.es/2013/04/vilhena_29.html

 

 

Ë bom recordar o Zé Vilhena, ninguém homenageou mais a mulher que ele em Portugal.... , ou pelo menos ninguém a desenhou mais que ele.

 

MA

 



publicado por porabrantes às 16:43 | link do post | comentar

Quarta-feira, 06.02.13

Caricaturista e escritor marcante da cena lusitana, Zé Vilhena foi um cáustico observador da Igreja lusitana.

 

 

 

 

 

Suzy de Noronha resolveu actualizá-lo. Ámen!!!!

 

MA



publicado por porabrantes às 12:52 | link do post | comentar

Domingo, 27.05.12

 

 

O sr. dr. Pedro Marques, discípulo predilecto do snr dr. Armando Fernandes e do coelhismo local

 

 

 

ficará para sempre imortalizado nas antologias do humor negro português, graças a José Vilhena,aliás José Alfredo Vilhena Rodrigues,

 http://cavalinhoselvagem.blogspot.com.es

 

que dedicou ao pupilo do de Lagarelhos 

esta pérola dos nossos arquivos:  

 

 

''POR UMA BOA QUECA
Saudades da drª. Edite Estrela
POR FAVOR, NÃO FODAM A LÍNGUA PORTUGUESA!

 

Pedro Marques, esforçado dirigente da JSD de Santarém, endrominou uma moção de estratégia para o próximo Congresso do PSD a que chamou «Por uma boa queca».

Politicamente correcto, este título (pois a política anda cada vez mais rasteira), não o é quanto à semântica. De facto, a palavra queca não existe em português vernáculo. Não vem em qualquer dicionário. Alguns ignorantes usam-na sem saberem que se trata de uma corruptela da palavra queda, vocábulo antiquíssimo, do tempo em que foder acontecia quando a mulher estava em decúbito dorsal, quer dizer com os costados no chão e as pernas abertas pronta a levar a bela foda. Dizia-se então que estava em «queda», ou «caída».

Hoje isso está ultrapassado. As fodas, na grande maioria dos casos, não acontecem com a mulher naquela atitude (aliás ridícula). Há mesmo muitos fornicadores encartados que a desconhecem. As fodas, hoje, dão-se de pé, sentado, de cócoras, à canzana, enfim, numa das 32 posições bem explicadas no Kama Sutra e idênticos manuais (alguns admitem 36), raramente em queda (ou em queca).

Mal vai à JSD quando tem um dirigente que lança uma moção de estratégia sobre Educação Sexual e só sabe foder numa posição!...

Tudo isto nos faz sentir saudades do tempo em que a drª. Edite Estrela policiava os assassinos da língua portuguesa nas suas charlas da televisão. Ninguém melhor do que ela sabia que «queca» é uma aberração.

Infelizmente a ilustre especialista da língua já não se move nessa área. Mudou-se para a política, para Sintra, para o dolce far niente e todos ficámos a perder. Com ela, não haveria gaffes nas quecas.

 

BOAS QUECAS
O verbo correcto a usar na famigerada moção seria foder, que tem origem no latim – fodio, fodis, fododi, fodossum, fodere – e significa furar, picar. Por isso, a proposta do Sr.Pedro Marques devia intitular-se POR UMA BOA FODA. Ele pode dar umas boas quecas nas miúdas lá da JSD mas do que não tem direito é de foder a língua portuguesa.''

 

 

 

A pérola deve ser naturalmente ilustrada pelo mestre Vilhena:

 

 

 

 

Miguel Abrantes publicou 

 

Suzy de Noronha seleccionou

 

PS- Aquela proposta de atribuição do nome dum arruamento a Nelson Carvalho

 

 

 

 

foi outra amostra certamente do humor negro da dupla (Coelho & Moreno, Lda)



publicado por porabrantes às 13:04 | link do post | comentar

Segunda-feira, 05.12.11

  

 

 

e entretanto.....o solicitador encontrou algumas provas da boa vontade católica do Zé Vilhena deixar os direitos da sua obra à Igreja...

 

 

'Ei-las:

 

 Sector que ainda hoje merece cuidados especiais na sua abordagem por parte dos humoristas nacionais é a Igreja. Consigo, todavia, não parece ter havido grandes fricções, apesar de com frequência não evitar fazer o contraponto dos vícios privados face às públicas virtudes dos clérigos...?
— Bem, já nos tempos da Gaiola Aberta, e mesmo antes, a propósito dos meus livros, eu tive alguns padres que tentaram converter-me, na sua boa fé. Mas até tenho assinantes que são padres, que já antes apreciavam os meus livros, porque eles percebem bem aquilo a que neles me refiro. Por exemplo, quando abordo os evangelhos, para muitas pessoas a piada é linear, é aquilo que está ali, enquanto eles sabem ler os subentendidos, já que conhecem a história verdadeira que me serve de base, por isso até acham mais piada. 
— De que forma o tentavam converter? Com bons conselhos ou vituperando-o ferozmente?
— Escreviam-me, o que ainda fazem de vez em quando, quer padres quer umas senhoras de bons princípios. Ainda recentemente uma começava assim a sua epístola: ‘Não sei como é que o senhor consegue dormir descansado!’ Mas era uma carta simpática, de aconselhamento... O curioso é que para me condenarem têm de ler o que escrevo, não conseguindo eu compreender em que contexto é que o fazem.
— Processos nunca lhe moveram, por desrespeito a figuras religiosas...?
— Não, a Igreja não envereda por aí... Creio mesmo que há muito que não há processos contra qualquer escritor, mesmo dos que falam a sério das coisas e são manifestamente anticlericais. Eu fiz muitas caricaturas do antigo bispo de Lisboa, D. António, pelo lugar que ocupava na hierarquia católica, e que ao que parece era uma pessoa que se dava muito com o sexo oposto, tinha muita saída entre as mulheres. Era, pois, um bon vivant, o que não tem nada de depreciativo, para mim até era uma figura simpática por isso mesmo. 
— Quanto ao cardeal Cerejeira, nos tempos do salazarismo, também arriscou algumas incursões escritas ou desenhadas contra essa controversa figura da Igreja nacional?
— Sabe, meter-nos com o Cerejeira era quase pior do que com o próprio Salazar, já que ele era um dos pilares do poder de então. E a censura percebia-o perfeitamente e tinha muito medo de ser de alguma forma permissiva ou mais liberal no que respeitava às figuras da instituição eclesiástica. Eles próprios diziam que se deixassem passar determinadas piadas visando a Igreja no dia seguinte tinham um ror de protestos e queixas, isto apesar de muitos deles pouco terem de católicos. Eram, por formação, coronéis da tropa e não protegiam a Igreja pelas suas convicções mas pelo medo que tinham das consequências de algum laxismo no seu crivo quanto às piadas a esses senhores.
Os ataques aos eclesiásticos não são quase nunca pessoais e Vilhena chega até a mostrar simpatia pelos bispos mais progressistas. Também não se mostra avesso à figura de Cristo. Os ataques e as brincadeiras dirigem-se, preferencialmente, contra prelados abordados pela negativa (gordos, concupiscentes e cúpidos), envolvendo com alguma frequência freiras de carnes fracas na relutância em combaterem o pecado, mas ergonomicamente esculturais.
E tanto assim é que uma das suas ideias para o futuro prende-se com uma figura já visada nas suas publicações, soror Mariana, «que se presta muito a uma abordagem satírica e humorística. E penso basear esse livro fazendo uma paródia mais ou menos erótica às suas cartas, que efectivamente não serão suas, já que devem ter sido escritas em Paris por um gajo qualquer, mas que está identificado, e só depois é que foram traduzidas para português com o título Cartas de uma Freira Portuguesa. Mas os filólogos conseguem saber perfeitamente quando um original é escrito numa língua ou noutra e só depois é traduzido, há processos que o permitem.
Jesus, na versão revista e aumentada de José Vilhena, anda por uma Galileia sob o jugo romano mas onde há televisão, onde se pratica nudismo nas praias do mar Morto e onde se sucede um conjunto de parábolas em que Cristo é a personagem central de um novíssimo testamento iniciado há mais de duas décadas na Gaiola Aberta. Uma selecção de textos do Novíssimo Testamento, enquadrados por outros em primeira mão, foi mesmo editada em livro com o título O Evangelho Segundo José Vilhena, prosseguindo ainda hoje, na sua revista mensal, com as Conversas de Deus e o Diabo. 
— Separa, definitivamente, a instituição e a hierarquia que se construiu à volta de Cristo da personagem em si, pelo menos como ela nos chegou até aos nossos dias...?
— Muitas vezes faço pior, ao que pouca gente se atreve, que é criticar a própria religião em si, enquanto fenómeno. Muitas pessoas são ferozmente anticlericais, como é o caso do Eça de Queirós, que se fartava de zurzir nos padres, mas que, contudo, nunca ia ao âmago da questão, pondo em causa a instituição religiosa ou a figura de Jesus Cristo, que habitualmente aparece como uma figura simpática e honesta — os que o rodeavam, e que ainda hoje usam a sua imagem, é que eram execráveis.
Sempre considerei que Jesus Cristo se esforçava por ser um tipo decente, apesar de se saber muito pouco da sua vida e obra, aventando mesmo a hipótese de ele nunca ter existido, pelo menos com as características que lhe atribuem. S. Paulo, o intelectual ou o relações públicas dos apóstolos, é que inventou a religião cristã. Nessa época pessoas que faziam milagres enxameavam aquelas paragens, da mesma forma que hoje campeiam os astrólogos, bruxas e videntes. As pessoas recorriam aos seus serviços e eles, porque conseguiam ter algum poder sobre elas, lá curavam ou aliviavam as suas mazelas.
O interessante seria descobrir-se como ele era de facto, o que realmente fez e disse. Havia quem dissesse que não era aquela figura esbelta e agradável que se pinta, mas um tipo rude, em que o que sobressaía era a sua capacidade de argumentação e a simpatia pessoal. 

Vilhena ‘dixit’

 

leia as provas todas aqui 

 

entrevista publicada no jornal inside 

 

              

 

 

http://www.historia.com.pt

 

iremos adiantando mais provas, dado que temos acesso ao Sr.Solicitador, orgulho desta comarca....

 

Miguel Abrantes (ateu) com Suzy de Noronha, antes de saírem os 2 prá night

 

 



publicado por porabrantes às 22:49 | link do post | comentar

ASSINE A PETIÇÃO

posts recentes

Apelo a donativos para o ...

A mania autárquica das de...

Dia da Obra

Dia do Senhor : O Filho d...

Ex-Comandante do RI2 no I...

Sustentar o Clero, pelo ...

Renovar o gado

Carta do Brasil

Veio José Vilhena a Abran...

São os políticos corrupto...

arquivos

Setembro 2020

Agosto 2020

Julho 2020

Junho 2020

Maio 2020

Abril 2020

Março 2020

Fevereiro 2020

Janeiro 2020

Dezembro 2019

Novembro 2019

Outubro 2019

Setembro 2019

Agosto 2019

Julho 2019

Junho 2019

Maio 2019

Abril 2019

Março 2019

Fevereiro 2019

Janeiro 2019

Dezembro 2018

Novembro 2018

Outubro 2018

Setembro 2018

Agosto 2018

Julho 2018

Junho 2018

Maio 2018

Abril 2018

Março 2018

Fevereiro 2018

Janeiro 2018

Dezembro 2017

Novembro 2017

Outubro 2017

Setembro 2017

Agosto 2017

Julho 2017

Junho 2017

Maio 2017

Abril 2017

Março 2017

Fevereiro 2017

Janeiro 2017

Dezembro 2016

Novembro 2016

Outubro 2016

Setembro 2016

Agosto 2016

Julho 2016

Junho 2016

Maio 2016

Abril 2016

Março 2016

Fevereiro 2016

Janeiro 2016

Dezembro 2015

Novembro 2015

Outubro 2015

Setembro 2015

Agosto 2015

Julho 2015

Junho 2015

Maio 2015

Abril 2015

Março 2015

Fevereiro 2015

Janeiro 2015

Dezembro 2014

Novembro 2014

Outubro 2014

Setembro 2014

Agosto 2014

Julho 2014

Junho 2014

Maio 2014

Abril 2014

Março 2014

Fevereiro 2014

Janeiro 2014

Dezembro 2013

Novembro 2013

Outubro 2013

Setembro 2013

Agosto 2013

Julho 2013

Junho 2013

Maio 2013

Abril 2013

Março 2013

Fevereiro 2013

Janeiro 2013

Dezembro 2012

Novembro 2012

Outubro 2012

Setembro 2012

Agosto 2012

Julho 2012

Junho 2012

Maio 2012

Abril 2012

Março 2012

Fevereiro 2012

Janeiro 2012

Dezembro 2011

Novembro 2011

Outubro 2011

Setembro 2011

Agosto 2011

Julho 2011

Junho 2011

Maio 2011

Abril 2011

Março 2011

Fevereiro 2011

Janeiro 2011

Dezembro 2010

Novembro 2010

Outubro 2010

Setembro 2010

Agosto 2010

Julho 2010

Junho 2010

Maio 2010

Abril 2010

Março 2010

Fevereiro 2010

Janeiro 2010

Dezembro 2009

Novembro 2009

Outubro 2009

Setembro 2009

Agosto 2009

Julho 2009

tags

25 de abril

abrantaqua

abrantes

alferrarede

alvega

alves jana

ambiente

angola

antónio castel-branco

antónio colaço

antónio costa

aquapólis

armando fernandes

armindo silveira

arqueologia

assembleia municipal

bemposta

bibliografia abrantina

bloco de esquerda

bombeiros

brasil

cacique

candeias silva

carrilho da graça

cavaco

cdu

chefa

chmt

ciganos

cimt

cma

cónego graça

constância

convento de s.domingos

coronavirús

cria

crime

diocese de portalegre

duarte castel-branco

eucaliptos

eurico consciência

fátima

fogos

gnr

grupo lena

hospital de abrantes

hotel turismo de abrantes

humberto lopes

igreja

insegurança

ipt

isilda jana

jorge dias

jorge lacão

jornal de abrantes

josé sócrates

jota pico

júlio bento

justiça

mação

maria do céu albuquerque

mário soares

mdf

miaa

miia

mirante

mouriscas

nelson carvalho

nova aliança

património

paulo falcão tavares

pcp

pego

pegop

pina da costa

ps

psd

psp

rocio de abrantes

rossio ao sul do tejo

rpp solar

rui serrano

salazar

santa casa

santana-maia leonardo

santarém

sardoal

saúde

segurança

smas

sócrates

solano de abreu

souto

teatro s.pedro

tejo

tomar

touros

tramagal

tribunais

tubucci

todas as tags

favoritos

Passeio a pé pelo Adro de...

links
Setembro 2020
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5

6
7
8
9
10
11
12

13
14
15
16
19

20



mais sobre mim
blogs SAPO
subscrever feeds