Domingo, 23.10.16

carvalheira.jpg

Agraciado pelo Governo Português com a Medalha de Ouro de Mérito das Comunidades Portuguesas - 21 de Novembro de 1993

 

Se houve condecoração bem dada, foi esta.

 

Fotos dos Amigos do Niassa, onde pode ver um resumo da vida dum sacerdote a quem nenhuma velha fez testamento.

 

Teve uma vida pelas sete parte do Mundo repartida e morreu, onde crescera, em Abrantes.

 

Disse a primeira-missa em S.Facundo, o pai dele era o feitor de D. Beatriz Caldeira. Não sei o que está à espera a Junta de S.Facundo, ou o Rui André para lhe darem um nome a uma rua. Também serve o recado para o Presidente da Junta do Rossio, porque a sua casa estava nesta terra, bem como a tasca onde bebia o seu bagacinho depos da missa. 

 

santuaire.jpg

Sanctuaire de Notre Dame de Fatima Marie Médiatrice – Paris XIXème entregue por um judeu, a quem os nazis mataram a família nos ''laggers'' ao P.Carvalheira. O judeu era Sua Eminência, o Cardeal Lustiguer.  



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Segunda-feira, 17.10.16

fonseca vaz.png

João Pinto Fonseca Vaz. distinho oficial da Marinha, do Sardoal, foi feito Conde de Sena, por D.Carlos.

O Diário Ilustrado explica porquê.

fonseca vaz di.png

fonseca vaz d2.png

mn



publicado por porabrantes às 22:09 | link do post | comentar

Quinta-feira, 12.05.16

 

 

(...) O fiscal único, durante o exercício de 1973. acompanhou como lhe cumpria, a

gestão da sociedade.

O balanço, a conta de resultados e o Relatório da administração estão elaborados

de harmonia com os preceitos legais e com as disposições estatutárias.

Nos exames a que procedeu, no exercício das suas funções, anotou, com agrado, a

correcção em que sempre encontrou tudo.

Os critérios valorimétricos adoptados são correctos relativamente ao tipo de

actividade da empresa.

Agradece-se ao Conselho de Administração a sua prestimosa colaboração, dando

prontamente as informações e esclarecimentos  que lhe foram solicitados.

Assim, tenho a honra de propor que aproveis o Relatório, Balanço e Contas do

exercício de 1973.

Lisboa, 30 de Abril de 1974.

O Fiscal único

  1. a) JOSË PARREIRA DE SOUSA CARRUSCA

Senhores Accionistas:

Não se afastando do seu único objectivo-o de assistir as viaturas tácticas Berliet-

Tramagal produzidas pela Metalúrgica Duarte Ferreira, S.A. R.L. , a Sociedade

voltou a ter de suportar sacrifícios decorrentes de alteração de critérios das

entidades a quem presta serviços.

Assim, de novo se saldou o exercício com prejuízo avultado, continuando,

porém, a lutar-se para que um claro entendimento do condicionalismo da

actividade que desenvolvemos permita. ao menos, alcançar equilíbrio estável para

Assim, de novo se saldou o exercício com prejuízo avultado, continuando,para

a vida da Sociedade.

Nampula, 12 de Março de 1974.

O Conselho de Administração:

Metalúrgica Duarte Ferreira. S. A. R. L.,

representada por

  1. MARTINS SIMõES

MARIO MARTINS DUARTE FERREIRA ; CARLOS DE MAGALHÃES

DUARTE FERREIRA (...)

 

 

MN

Há que pensar duas vezes antes de se meter em aventuras coloniais

 

 



publicado por porabrantes às 17:46 | link do post | comentar

Sábado, 07.05.16

O regime da Frelimo transformou-se numa corja de cleptocratas, que usaram os empréstimos internacionais para comprar armas e fazer negociatas.

 

No Le Monde

 

mozambique.png

 

mn

 

 

 



publicado por porabrantes às 23:36 | link do post | comentar

Segunda-feira, 04.04.16

O abrantino António Lopes, ex-combatente, foi preso pela Frelimo no dia em que Eusébio massacrou a Coreia, no ano longínquo de 1966. Fugiu aos guerrilheiros.

Contou a sua história ontem ao Correio da Manhã, a história dum português que não se rendeu. .

antónio lopes.jpg

Foto Correio da Manhã

Leia a história aqui

mn



publicado por porabrantes às 09:35 | link do post | comentar

Terça-feira, 09.02.16

 Publicada em 1917 na Ilustração Portuguesa. Foto de Josua Benoliel.

 

grupo de infantaria 22 moçambique.png

 

Reproduzida de Portugal 14-18 com a devida vénia

nomes cortados : Alferes Calado

Alferes Lara Reis

mn



publicado por porabrantes às 22:22 | link do post | comentar

Sábado, 08.08.15

 

suleyman.png

 Suleyman Valy Mamede, que se fazia passar, antes de Abril, por licenciado em Direito, criou a Comunidade Islâmica de Lisboa e tentou manipular o poder colonial para ser o Xerife duma Comunidade Pan-Islâmica do Império Colonial. E escreveu a carta transcrita, pedindo um lugarzinho para um deputado maometano nas listas do partido único fascista.

Neste ''working paper'', donde se transcreve a carta, com a devida vénia, Mário Artur Machaqueiro, da Universidade Nova de Lisboa (a melhor Universidade de Portugal)  desmonta a figura dum oportunista que depois do 25 de Abril, inverteu o discurso e conseguiu, com sucesso, tornar-se o interlocutor oficial dum Islão à lusitana, criar a Mesquita da Praça de Espanha e ainda ser um figurão laranja.

O Mamede era de origem paquistanesa, como aliás eram, em regra, os dirigentes do ramo ''oficial'' do Islão luso e em Moçambique não deixavam entrar ''pretos'' muçulmanos para cargos de chefia nas associações que comandavam.

E a esmagadora maioria da população islâmica era negra.

A Vera Lagoa no ''Diabo'' adorava satirizar o Suleyman devido às suas almoçaradas no '' Solar dos Presuntos'', refeitório social-democrata da ''Baixa'', onde o seminarista Domingos Duarte Lima também amesava com um conhecido galego cá do burgo.

Um dia encontrei o Suleyman, no ''Pedro dos Leitões'' enfrentando-se a farta pratada de bácoro estaladiço e ao respectivo acompanhamento canónico líquido.

Estava a almoçar com um Bispo-Conde e a discutir ecumenismo.

O Suleyman, que tinha sido criatura do fascista Silva Cunha (a quem os adrianistas chamavam com carinho ''Silva Burro''), chegaria a Presidente da Anop, pelas mãos de Sá Carneiro e transformou aquilo numa agência de propaganda.        

mn

      



publicado por porabrantes às 16:12 | link do post | comentar

Quarta-feira, 15.07.15

censi.png

 

censi 2.png

Monsenhor Giuseppe Maria Sensi,um culto diplomata que serviu a Santa Sé,, foi o núncio que segundo os combonianos o ultra-colonialista Augusto César fez chorar

sensi 3.jpg

Aí o temos na Nunciatura de Lisboa, recebendo um enviado do Conselho Mundial das Igrejas ( organização que muito lutou contra o colonialismo)

 

Era filho dum político demo-cristão calabrês e foi ele que recebeu Mário Soares na Nunciatura para relançar as ligações entre o Portugal democrático e a Santa Sé, cuja primeira etapa passou pela revisão da Concordata, para autorizar o divórcio aos casados pela Igreja.

sensi.jpg

 

Em 1987 seria elevado ao Cardinalato. Um homem crucial nas relações entre a Santa Sé e Portugal em momentos delicadíssimos. Tudo fez para impedir a expulsão do Bispo de Nampula. Mas teve um Augusto César a morder-lhe nas canelas. D.Manuel Vieira Pinto teve o mesmo destino que o Bispo do Porto.

 

 

mn   

  



publicado por porabrantes às 17:26 | link do post | comentar

Terça-feira, 14.07.15

''- Apesar deste desfecho, o bispo de Tete, D. Augusto César, publicou um artigo no jornal Notícias, de Lourenço Marques, em que expunha a sua versão dos acontecimentos e continuava a acusar os combonianos. O núncio, perante tão triste espectáculo, ficou perturbado e, segundo alguns, não conseguiu refrear as lágrimas.

-(..) O documento, que era um acto de coragem profética, não obteve os resultados esperados. Os bispos, em vez de aceitarem o desafio, fizeram acusações que se revelaram infundadas e enredaram-se numa polémica em defesa da sua honra. Não estavam preparados para fazer qualquer autocrítica ou para qualquer mudança. Para a Santa Sé escreveram: «Ou a Igreja de Nampula ou nós. Roma julgue!»

- O Governo, aproveitando-se da atitude dos bispos, no dia 6 de Março decretou a expulsão dos missionários, que deveria realizar-se no dia 20. Seria uma desfeita para a Igreja, e o núncio conseguiu que o governador-geral revogasse a expulsão.

- A PIDE, então, orquestrou manifestações de rua em Nampula, contra os missionários e o bispo. O governador, alegando a impossibilidade de os proteger, exigiu que saíssem. O que viria a acontecer no dia 13 de Abril. Entre os expulsos estavam os padres Manuel Horta e Rogério de Sousa. No dia 25 de Abril, o regime caiu. E eles puderam regressar a Moçambique.'' (...)

MANUEL HORTA, Missionário Comboniano na Revista Além-Mar

 

com a devida vénia ao P.Manuel Horta e sem nenhuma vénia a este gajo

augusto césar 2.png

os anacletos que lhe beijem o anel .....

 

a ímpia redacção 



publicado por porabrantes às 22:09 | link do post | comentar

augusto césar.jpg

 

 

O futuro arcebispo, as divisões e os massacres

 

Um relatório da PIDE elaborado 10 meses antes antes do 25 de Abril propunha que se prescindisse do trabalho missionário de vários institutos religiosos. Feitas as contas, a decisão levaria à expulsão de 155 padres. As autoridades não seguiram a sugestão mas, em Fevereiro de 1974, o regime acabou por mandar embora de Moçambique mais 11 missionários e um bispo. Por causa de um "imperativo de consciência".

O actual bispo de Portalegre e Castelo Branco, D. Augusto César, apontado como o futuro arcebispo de Braga, foi um dos prelados moçambicanos que, em 28 de Fevereiro de 1974, enviou ao cardeal Jean Villot, então secretário de Estado do Vaticano, uma carta manifestando-se contra a actuação do seu colega de Nampula, Manuel Vieira Pinto, por causa da elaboração do texto "Imperativo de Consciência" - onde se condenava a guerra colonial e a atitude silenciosa dos bispos. Havia "no referido documento graves acusações dirigidas à Igreja e à hierarquia de Moçambique", em "ressonância clara da propaganda que a imprensa, mesmo católica" fazia à posição do episcopado moçambicano. Essas acusações, eram "injustas e falsas", escreviam os bispos, que se manifestavam profundamente magoados e ofendidos com "as decisões tomadas por um bispo com um instituto missionário" - os Missionários Combonianos - à margem dos restantes membros" da Conferência Episcopal. "Esta atitude, em vez de constribuir para a unidade, só poderá provocar a divisão e a confusão, tornando o nosso trabalho cada vez mais difícil. Porém, se a linha a seguir é a que vem no documento e se nós estamos a ser infiéis ao nosso ministério episcopal, como se insinua, (...) estamos dispostos conjuntamente a deixar as nossas dioceses e a entregá-las."A carta revelava as divisões que progressivamente se vinham a acentuar no interior do episcopado moçambicano. O primeiro bispo da Beira, Sebastião Soares de Resende, tinha sido o primeiro a contestar a política colonial e a falar da autodeterminação dos moçambicanos, nas décadas de 50 e 60. Soares de Resende, que morreu em meados da década de 60, tomava posições públicas e não se coibia de divulgar o que pensava. Depois, com a chegada de Vieira Pinto, em 1967, essa linha continuou assegurada com o novo bispo de Nampula. Mas a maioria dos seus pares considerava que deveria agir discretamente, falando ou escrevendo à autoridades. Em 1971 vários padres denunciaram massacres cometidos pelo Exército português. Em consequência disso, o regime expulsou elementos do Instituto de São Francisco Xavier de Burgos, dos Padres Brancos e dos Missionários Combonianos. Luís Afonso da Costa, um dos combonianos que trabalhava na altura em Marara (diocese de Tete) foi um dos primeiros a denunciar o que estava a acontecer. Entre 4 de Maio de 1971 e 30 de Março de 1972, o padre Luís Afonso - que entretanto abandonou os combonianos e foi residir para Itália - contabilizou 83 pessoas mortas pela tropa portuguesa, 21 das quais em Mucumbura, em 4 de Novembro de 1971. "Os comandos queimaram vivas 16 pessoas na povoação do António (Mucumbura). (...) Junto à loja do senhor Gabriel havia os cadáveres queimados de mais cinco pessoas, impossíveis de reconhecer", entre os quais uma criança, lê-se no documento "Mais um ano de agonia... sem esperança de ressurreição", escrito pelo então padre Costa em Maio de 1972. "Em reunião do conselho de pastoral, ficou decidido que eu iria levar ao conhecimento de toda a gente - missionários, leigos - o que se passava em Moçambique. Estive em Quelimane, Nampula e outros sítios", contou ontem ao PÚBLICO Luís Afonso da Costa, a partir de Itália. "Pedi à Conferência Episcopal uma declaração, disseram-me que iam ver a documentação e falar com o governador."Essas eram as duas linhas que subsistiam: "Devido aos privilégios que a Igreja tinha, muitos preferiam manter o 'status quo', os missionários queriam que a Igreja não estivesse ao lado do Governo português", analisa Luís Afonso da Costa. O mesmo conflito esteve presente nas outras antigas colónias. Fernando Santos Neves, que foi padre dos Missionários do Espírito Santo e é hoje reitor da Universidade Lusófona, em Lisboa, foi mandado para Angola pelo então superior-geral da congregação, Marcel Lefèbvre - o bispo que, nos anos 80, se rebelaria contra o Vaticano, com o seu catolicismo integrista. Santos Neves organizou, em Lisboa e em Angola, semanas missiológicas, criou um instituto teológico em Angola e, aqui, a PIDE não o deixou sossegado. Santos Neves foi exilado para Paris e, no início de 1974, escreveu e publicou "Negritude e Revolução em Angola". "É evidência histórica (...) que todas as 'religiões' e 'igrejas estabelecidas' fizeram sempre o jogo das (des)ordens 'estabelecidas' e foram portanto, sempre 'contra-revolucionárias'". A mudança só poderia ser feita, escrevia Santos Neves, com uma presença da Igreja que se traduza na liberdade, no serviço e na pobreza.''

 
 

 in Público

AM corresponde, acho eu, a António Marujo

sublinhados nossos

 

Naturalmente nunca a Ana Cabral Soares Mendes, piedosa fidalga, certamente muito esmoler, o Graça das seringas e o Anacleto, solicitador-jurista, isto é a notabilíssima equipa directorial do reverendíssimo quinzenário apostólico, foram capazes de desmentir uma linha sequer, do afirmado por  António Marujo.

Foi graças a artigos como este que o Augusto César não foi Arcebispo-Primaz, que era o destino que almejava, para finalizar a carreira eclesiástica.

O António Marujo escreve no blogue Religionline e é provavelmente um dos melhores jornalistas sobre assuntos da Igreja. Nesse blogue escreve também a deputada do CDS e abrantina: Isabel Galriça Neto.

ma



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