Sábado, 28.12.19

Em vez de analisar o comunicado da Junta PS das Mouriscas, deixamos isso para depois da quadra festiva.

O surrealismo deve ser analisado devidamente.  

Agora sugerimos à Junta que saque N.Senhora de Matos em procissão para ver se arranja euros

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publicado por porabrantes às 20:09 | link do post | comentar

ESCLARECIMENTO PÚBLICO DO AGIMOS:

Face à polémica instalada relacionada com um comunicado da CDU envolvendo a JFM, que foi publicado pela Antena Livre,e que por sua vez já deu origem a comentários provenientes de vários quadrantes políticos, temos a tecer os seguintes comentários:

1 - Em sede de Assembleias de Freguesia, e no intervalo das Sessões conforme o enquadramento regimental, o AGIMOS tem pedido diversas explicações, diversa documentação e/ou a possibilidade de poder consultar processos.

2 - Em Novembro de 2019, através de correio electrónico, voltou o AGIMOS a solicitar toda a informação pendente, o que tem sido recusado por parte da JFM.

3 - Na Sessão de 20/12/2019 mais uma vez o AGIMOS solicitou, de forma reiterada, os esclarecimentos que são devidos ao abrigo doa Lei 75/2013, e, sobretudo, da Lei 24/98.

4 - De entre os pontos que preocupam sobremaneira o AGIMOS estão os detalhes das contas de 2018, que a JFM prometeu explicar através do seu contabilista (estamos agora em finais de 2019!...).

5 - Preocupa-nos igualmente os alcatroamentos previstos realizar em 2019, que começaram num dia e pararam no outro na Rua dos Cascalhos. Porquê?!...
Na Sessão de 20-12-2019 o Presidente da JFM informou que a JJR está com muito trabalho...

6 - Preocupa-nos também a situação da obra de alargamento do cemitério, que não tem data de conclusão segundo informação da JFM, que ficou em ata. Porquê?!...

7 - Preocupam-nos outros assuntos que também hão-de vir a ser falados.

8 - Na própria Sessão de 20/12/2019 surgiram mais questões que também carecem de explicações, nomeadamente o detalhe do orçamento apresentado para 2020.

9 - Aguardaremos pacientemente que se cumpram as leis autárquicas, nomeadamente as que contemplam os direitos de oposição, enquanto vamos preparando uma exposição a enviar ao CADA - Comissão de Acesso aos Documentos Administrativos.

Saudações do AGIMOS e Boas Festas!


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Sexta-feira, 27.12.19
 
A Freguesia de Mouriscas em Abrantes encontra-se em avançado estado de abandono

 

A antiga escola primária, edifício emblemático da Freguesia e propriedade da Câmara Municipal de Abrantes, encontra-se em ruinas perante a passividade e desleixo do executivo camarário.

As estradas da freguesia, à semelhança do que se passa um pouco por todo o concelho, encontram-se num estado lastimável, sendo em alguns locais, mais os buracos que o alcatrão.

Alguns edifícios privados, em avançado estado de degradação, que colocam em perigo as pessoas e os seus bens, assim se mantêm há anos sem que a edilidade tome medidas efectivas para resolver este problema.

O cemitério da freguesia encontra-se há anos à espera de ser alargado sem que se perceba o motivo de tamanha demora para a execução da obra.

Agora, o executivo da Junta de Freguesia, endereça carta a munícipes a mendigar ajuda para comprar umas portas e janelas para a sede da Freguesia.

A CDU questiona o que faz a Câmara Municipal de Abrantes aos impostos cobrados aos Mourisquenses uma vez que muito pouco é investido na Freguesia e que obriga o executivo da junta a mendigar apoios para uma pequena obra?

A Comissão Concelhia da CDU Abrantes



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Quinta-feira, 12.12.19

padre cismático

Movimentação para expulsar das Mouriscas o padre cismático Neves, que se rebelara contra o Bispo (como o Graça) e se bandeara pela República maçónica e anti-clerical.

mn


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Quinta-feira, 21.11.19

estradas das mouriscas

mouriscas estrada

Enquanto gastam 5 milhões em museus da treta, as estradas desta freguesia estão assim.

ma

fotos Helena Lopes com a devida vénia


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Quarta-feira, 13.11.19

Em 1898 era nomeado Comendador da Ordem de Cristo, o vigário aposentado das Mouriscas, Cónego António Sinforiano Polo.

 



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Quinta-feira, 31.10.19

1 - As Sessões das Assembleias de Freguesia de Mouriscas são públicas e têm um período destinado à intervenção dos fregueses.

Todos os assuntos tratados e todas as dúvidas levantadas devem ser transcritas, de forma concisa, para a respectiva ata.

2 - Muitos mourisquenses, por várias razões, não exercem um dever e um direito de cidadania, que os assiste, e primam por ficar ausentes das Assembleias de Freguesia.

Outros não podem, porque estão longe, porque não estão informados para as datas das Sessões, ou ainda porque têm os seus compromissos pessoais e ficam impedidos de comparecer.

3 - Temos realizado Sessões de Assembleias de Freguesia onde os lugares destinados ao público ficam praticamente vazios, e são raras as Sessões onde estão mais do que meia dúzia de pessoas.

4 - Mouriscas depara-se com problemas estruturais para os quais o Executivo da JFM não tem dado respostas concretas, refugiando-se por vezes em silêncio, ou em respostas incompreensíveis.

5 - Temos o caso das obras de alargamento do cemitério com verba disponível, que estão paradas e para as quais não há uma data de conclusão (foi dito na Sessão realizada em 26-09-2019, a uma pergunta colocada pela CDU).

6 - Temos o caso de quatro caminhos da freguesia, também com verba disponível, que era suposto virem a ser alcatroados, mas inexplicavelmente ainda não foram. A JFM alega que existe uma dificuldade com a plataforma do GOV. Entretanto ocorrem alcatroamentos nocturnos em zonas não previstas, e em condições anormais.

7 - Temos muitos outros problemas sem fim à vista, para os quais não há respostas em concreto (escola primária a cair, casario a cair na Estalagem, estradas cheias de buracos, etc).

8 - O AGIMOS passará a publicar no seu grupo (Agimos e Cidadania) todas as Atas das Sessões das Assembleias de Freguesia de Mouriscas, e outra informação e documentação relevante sobre as mesmas, para que os fregueses, que se importam com a sua terra, possam acompanhar o dia-a-dia de Mouriscas.

9 - Nessas Atas poderá constatar-se que o AGIMOS tem questionado os principais problemas que têm vindo a ocorrer em Mouriscas, tem apresentado requerimentos por escrito através da Mesa da Assembleia, tem entregue declarações de voto verbais e por escrito, etc.

10 - O Agimos não tem votado favoravelmente algumas questões, porque tem dúvidas sobre as mesmas, dúvidas que que não são esclarecidas pelo Executivo da JFM, nomeadamente os Orçamentos e Planos de Actividades Anuais, as Contas Anuais, os Mapas do Inventário da JFM, etc.

11 - Fica aqui este esclarecimento, e em anexo a Ata 155 da Sessão realizada em 25-06-2019, que foi votada favoravelmente, salvaguardando-se a rectificação de uma afirmação incorrecta prestada pelo Executivo da JFM sobre o furto de materiais ocorrido há algum tempo nas obras de alargamento do cemitério ( o assunto não estava em segredo de justiça, conforme o Agimos comprovou junto do Tribunal da Comarca, ao contrário da informação prestada pelo Executivo).

Saudações.


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publicado por porabrantes às 09:20 | link do post | comentar

Quinta-feira, 24.10.19

padre neves 1

padre neves 2

O Padre  Neves, excomungado pelo Bispo, pede licença à tutela (Ministério da Justiça e Cultos) para vir viver para Abrantes, por motivos de saúde.

A tutela mandou-o juntar mais documentos.

Não sabemos se recorreu para a Congregação do Clero em Roma.

Foi o processo mais escandaloso da Igreja Abrantina entre 1910 e 1930.

Dividiu as Mouriscas e deu direito a tiros e a mais excomunhões entre elas a banda do Rossio.

 



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Segunda-feira, 07.10.19

TEOR DO MAIL ENVIADO PARA A MESA DA ASSEMBLEIA DE FREGUESIA DE MOURISCAS EM 24-09-2019.

O assunto foi ontem (26-09-2019) abordado na Sessão de Assembleia de Freguesia, sem quaisquer resultados práticos, pois a JFM desconhece a existência de qualquer protocolo (apesar da afirmação da anterior Presidente da CMA, transcrita para a revista Passos do Concelho 105, secção Assembleia Municipal, Ordem do Dia da Sessão de 7 de Abril de 2017).

O Presidente da JFM, bem ao seu estilo, sugeriu que alguém vá apresentar o assunto numa Assembleia Municipal (mas claro que não será ele a fazê-lo, como lhe competia, pois também tem assento na Assembleia Municipal, recebendo as respectivas senhas de presença).

Como afirmei na Sessão de ontem levarei este assunto para a imprensa local e regional, pois Mouriscas está a sair prejudicada nesta questão, enquanto privados usam a imagem da oliveira para encher os bolsos, à custa de um bem de património, agora na posse da JFM).

"REZA" ASSIM O MAIL ENVIADO:

"Boa tarde Sr.ª Presidente da Mesa da Assembleia de Freguesia de Mouriscas,

Em nome do AGIMOS agradeço o envio da caderneta predial da oliveira do Mouchão, na qual consta que a mesma é, agora, propriedade da Freguesia de Mouriscas.

Aproveito para solicitar à Assembleia de Freguesia/Junta de Freguesia de Mouriscas que denuncie o protocolo anteriormente firmado, através do qual se concedeu a exploração comercial da imagem desta oliveira à empresa Ourogal, sem qualquer contrapartida para o Freguesia de Mouriscas.

Para as pessoas mais esclarecidas e mais atentas, que conhecem o assunto e se preocupam com a Freguesia, estão a ser vendidas no mercado nacional, e mundial, garrafas de azeite que usam no seu rótulo a imagem da nossa oliveira (Mouchão-Cascalhos).

Já levantei a questão numa Assembleia de Freguesia anterior e a resposta do Presidente da JFM, transcrita em acta, foi: "desconheço o assunto".

Qualquer pessoa que goste de Mouriscas e se interessa pelo nosso património cultural, material e imaterial, com certeza já se apercebeu do mercantilismo existente sem honra nem glória para Mouriscas, e já deverá ter lido as placas colocadas junto da oliveira do Mouchão, ou avistado as garrafas de azeite em exposição num café local e em vários estabelecimentos comerciais de Abrantes e pelo país fora.

Reitero o que tenho dito e escrito em diversas instâncias relativamente à datação da nossa famosa oliveira, pois conforme posso facilmente comprovar através de correio trocado com a UTAD . Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, Entidade detentora da patente de datação, fui eu que iniciei o processo que levou à datação da oliveira dos Cascalhos, ainda em 2013.

Tudo o resto foram oportunismos, que não contribuíram em nada para a nossa terra, e que deram origem à assinatura de protocolos externos assinados à revelia da própria Assembleia de Freguesia de Mouriscas.

Mais informo que, a não obtenção de uma resposta adequada ao teor desta mensagem, levará a fazer-me publicitar o assunto na imprensa local e regional.

Mouriscas merece mais.

Com os melhores cumprimentos,

António Louro"



publicado por porabrantes às 23:11 | link do post | comentar

Terça-feira, 10.09.19

Como se sabe a cacicagem pariu, com apoio dos serviços técnicos, um parecer em que se diz que o Mercado Diário não merece ser preservado, nem classificado, porque não teria valor ''arquitectónico'' ou patrimonial.

A mesma gente recusou classificar o Teatro S.Pedro, proposta de Armindo Silveira, como imóvel de valor concelhio, apenas pela mesquinha razão de que já não fruíam do espaço.

Antes, quando o fruíam, tinham proposto a classificação à tutela, como imóvel de interesse público, que é o patamar superior na defesa dum edifício.

O que é que tem valor para esta gente, em matéria patrimonial?

Em 29-12-2011, a cacique Albuquerque (ou Oliveira Antunes) fez esta declaração:

ig mouriscas

Para a mulher e para os serviços que a assessoram isto:

abtmouriscasigreja

é uma ''igreja vanguardista''

(imagem Rede Regional)

Na foto, está o P.Pires, que parece ter sido o responsável pela construção desta Igreja e portanto pela demolição da antiga, prova de que teria pouca cultura patrimonial.

O Padre Mendes Pires chumbou, mais o fascista D.Agostinho de Moura, o projecto do arq. Freitas Leal para construir ''uma igreja vanguardista'' na terra por demasiado urbana. Ver aqui

Para isso alegou a oposição popular.

Portanto pela encomenda do P.Pires a Igreja das Mouriscas nunca seria vanguardista, mas conservadora, como de facto é conservador o discurso arquitectónico e eclesial, que se pode apreciar no edifício, cuja foto se publica.

No entanto para a cacique, cuja Kultura é notoriamente insuficiente, esta Igreja era ''uma referência na arquitectura construída na segunda metade do século XX''.

E se o fosse e tivesse tal valor, devia ter sido imediatamente classificada pela autarquia, ou pela DGPC e não o foi.

Porquê?

Porque a autarquia não se preocupa em preservar o património construído, preocupa-se em desenrascar e em fazer favores, para colher réditos políticos.

Igrejas do género das Mouriscas há muitas pelo país, coisa que não significa que esta não deva ser preservada ou defendida.

O que ela não é, de forma nenhuma,, é uma ''referência na arquitectura portuguesa'', a não ser para a Oliveira Antunes.

Também não é vanguardista, uma vez que o P.Pires e os locais tinham horror beato à vanguarda e despediam arquitectos por serem vanguardistas.

A '' vanguarda'' para eles era sinónimo de heresia e cheirava a Belzebu.

Resta a moral da história: para esta gente um edifício tem valor....quando lhes convém e deixa de ter, quando contraria os planos políticos e os interesses muitas vezes inconfessáveis da seita.

Ficamos a saber, que para esta gente a grande referência arquitectónica moderna de Abrantes é a Igreja das Mouriscas, que se formos ao Turismo do Bunker perguntar qual é o arquitecto, nem sequer sabem.

Ficamos a saber que é uma Igreja vanguardista, quando o P.Coelho e D.Agostinho proibiram expressamente templos vanguardistas no local, porque isso era subversivo e certamente comunistóide.

Segundo a Antunes e os disciplinados serviços técnicos, o P. Mendes Pires era vanguardista ''malgré lui'' e despedia arquitectos por  fazerem Igrejas com linguagens ''atrevidas''.

Trata-se certamente da maior contribuição académica dos serviços abrantinos para a História da Arquitectura lusitana.

ma    

 

 

 

 

 

 

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