Segunda-feira, 24.08.15

(....)Na bacia do Guadiana, a proporção de massas de água que não atingem o estado bom chega a 61%. Nas bacias do Sado e Mira, o valor é de 57% e na região do Tejo e Oeste – responsável por pouco mais de um terço do consumo de água no país – é de 51%.

O diagnóstico consta de um novo Plano Nacional da Água, cuja consulta pública terminou esta sexta-feira. Também em consulta, até Dezembro, estão mais oito planos, um para cada região hidrográfica do território continental. Este conjunto de documentos estratégicos destina-se a atingir nos próximos 12 anos aquilo que não se conseguiu fazer em uma década em meia.(...)

 

Ricardo Garcia

Metade dos cursos de água em Portugal falha meta europeia de qualidade

 

o Guadiana está inquinado pelos esgotos de Mérida e Badajoz, o Tejo é um cano de esgoto alimentado pelos dejectos de Madrid, pelas descargas radioactivas de Almaraz, chega aos arredores de Belver e as celuloses continuam a assassiná-lo...

 

chega a Abrantes e a CMA e a benta Abrantaqua

carochos.jpg

continuam a inquiná-lo nos Carochos

e a central do Pego a aquecê-lo.........

 

e dona Maria do Céu a permitir mortandades de peixes no açude

maria do céu.jpg

leiam o artigo do Público

 

ma     



publicado por porabrantes às 15:56 | link do post | comentar

Sábado, 23.05.15

(...)

No cenário de referência traçado no programa, a central térmica a carvão de Sines – a unidade industrial que mais CO2 lança para a atmosfera no país – já não estará a funcionar em 2020. E em 2030 já não haverá nenhuma central a carvão. Nessa altura, a electricidade renovável das barragens, parques eólicos e painéis solares cobrirão 62 a 70% da procura.

Outros cenários consideram o prolongamento da vida útil das centrais de Sines e do Pêgo, em Abrantes, até 2025, mas também antevêem o país livre do carvão em 2030.(...)

 

artigo de Ricardo Garcia no Público:

Portugal quer ver-se livre do carvão em 2030

 Programa Nacional para as Alterações Climáticas antecipa encerramento das centrais de Sines e do Pego.

''Os documentos estão disponíveis no site da Agência Portuguesa do Ambiente (www.apambiente.pt).''

 

 



publicado por porabrantes às 16:46 | link do post | comentar

Quarta-feira, 11.03.15

 

 

http://www.publico.pt/local/noticia/antonio-costa-viveu-dois-anos-num-duplex-feito-contra-parecer-da-camara-1688753

Carrilho espantado 2.jpg

 

 

 

 

'' Quanto às obras de ampliação do prédio da Av. da Liberdade, a III requereu à câmara a construção de mais um piso (mais 4,6 metros de altura e mais 342 m2 de superfície de pavimento) para aí criar quatro duplex amansardados (2 T1 e 2 T2) sob a cobertura, nos 5.º e 6.º piso. Confrontado com o projecto do arquitecto Carrilho da Graça, o Núcleo Residente da Estrutura Consultiva do PDM – um serviço da Câmara de Lisboa –, emitiu um parecer desfavorável, em Setembro de 2008. O parecer em questão salienta que, com a ampliação proposta, a cobertura do edifício passaria a “assumir um protagonismo até agora inexistente, solução que se considera excessiva face não só às características arquitectónicas do edifício mas também à importância desta quinta fachada, que tem uma enorme visibilidade de ambas as encostas da Av. da Liberdade”.

Esta objecção, subscrita por três técnicos superiores, acabou por ser ultrapassada

por um delicioso   parecer do IGESPAR, dizendo que o  esconso sótão dos Violas, da conceituada casa do jogo Solverde,    ao ser ampliado  “estabelece uma relação harmoniosa com o existente, prolongando e reinterpretando métricas numa linguagem arquitectónica contemporânea”.

Não sabemos o nome dos técnicos que ousaram exprimir tal opinião, mas sei o que José Augusto França opina sobre coisa destas... 

''Manuel Salgado ainda determinou que o assunto fosse reanalisado pela Estrutura Consultiva, com base na opinião do Igespar, mas o processo não chegou a ser devolvido àquele serviço. '' (...)

 

Não vale a pena sublinhar que o Salgado é arquitecto, da reputada família Salgado, deve ao Costa o lugar de Vereador, e ousou propor a legalização da mansarda..... 

''No dia 21 de Janeiro de 2009 os vereadores, com 12 votos a favor e quatro contra (do PSD e de um vereador independente) aprovaram o projecto. As obras foram iniciadas em meados de 2010 e concluídas em 2012.''

 

andreia galvão.JPG

 

 

Vamos por partes

 

a) a CML chumbou o sótão porque ao '' “assumir um protagonismo até agora inexistente, solução que se considera excessiva face não só às características arquitectónicas do edifício mas também à importância desta quinta fachada, que tem uma enorme visibilidade de ambas as encostas da Av. da Liberdade”.''.

 

b) o fogoso sótão ou a ousada mansarda subiu até ao IGESPAR,e a ''enorme visibilidade'' eclipsou-se, porque o Salgado, o socialista, e não o Ricardo, o bancário, despachou soberano : que “não obstante o parecer da Estrutura Consultiva, a posição do Igespar é vinculativa pelo que o projecto está em condições de ser submetido à reunião de câmara”.''

 

 

 

 

 

mia centro.jpg

c) Tudo isto é muito parecido com o  proceso do MIAA, onde Andreia Galvão, grande arquitecta dos  Templários, em nome do IGESPAR, bradou que o projecto do alentejano não lixava a paisagem da Cidade de Abrantes .

 

miaa 2.png

 

d) a rendazinha que pagava o Costa era simbólica???? I$$o é assunto dos Violas e das Finanças e da Moral. Eu por mim não voto em gajos que vivem em sótãos duvidosos...

 

ma   

 

 

créditos

 

arq. Beatriz de Noronha do atelier do Senhor Arquitecto Dom António de Castel-Branco, Professor da Faculdade de Arquitectura de Lisboa  

 

 

 



publicado por porabrantes às 17:43 | link do post | comentar

Quarta-feira, 04.03.15

O Lápis Azul é uma mina sobre as negociatas de certas empresas e irregularidades, muitas delas no Ribatejo e foi ele que denunciou a situação do Passos Coelho, chefe do laranjismo.

O Público presta-lhe homenagem, como presta ao Portugal Profundo (tenho uma história para contar sobre isto) que denunciou a ''licenciatura'' do preso 44 da colónia penal alentejana.

Façam favor de visitar os ditos

 

a redacção



publicado por porabrantes às 21:22 | link do post | comentar

Domingo, 11.01.15

Já chega de islamismo. Afinal somos terra católica e exportámos catolicismo.

Frei José Vaz é canonizado nas partes da Índia, conta o Heraldo, o histórico jornal de Goa.

Frei José Vaz viveu no século XVII e portanto era luso-indiano e de boa família ou seja de excelente casta.

vaz.png

 

 Temos novo Santo. 

Frei José infiltrou-se no velho Ceilão luso e contra a vontade dos ocupantes calvinistas holandeses, manteve aí viva a religião católica.

joseph-vaz-235x290.jpg

A religião é muitas vezes uma forma de resistência cultural. É a forma como os luso-descendentes se agarram na Índia e no Ceilão a uma identidade lusa, que nunca fomos capazes de apoiar.

Em contrapartida, o Público conta a história da freira  que aldrabou os fiéis e a Igreja, pela mesma época e que terminou exilada por castigo no Convento da Graça, em Abrantes. E fala no pintor Fernão Gomes, que o Museu de Arte Antiga recupera, que foi acusado pela Inquisição de fornecer a tinta para a Sóror  milagreira fabricar chagas falsas. Um grande texto de Lucinda Canelas.

E como foram dias de cartoons e em homenagem aos cartoonistas assassinados pelos bárbaros, aqui vai um cartoon do Heraldo de Goa sobre o BJP e sobre os políticos, que são em Goa iguais aos de Abrantes

162_BJP-Election--2017-Manifesto1.jpg

 mn



publicado por porabrantes às 22:11 | link do post | comentar

Sábado, 20.12.14

frescos.jpg

 Foto do Público de Hoje

 

com artigo de Cláudia Carvalho

 

santa maria anos 40 dgmn.jpg

dgmn anos 40-Diogo Oleiro? já estão à vista os frescos por cima dos túmulos!

 

que se remete para este post nosso aqui

 

e de novo a pergunta porque não esclareceu sobre isto: ''

Aproveitou para referir que, já no âmbito desta intervenção, foram levantadas pelos técnicos algumas questões, tendo sido solicitada a presença célere do IGESPAR, que já fez levantamento e orçamento para a realização de outras intervenções. '' disse a cacique, em resposta a Santana Maia.

 

santa maria figurativos 5.jpg

cma

 

E a resposta era:''

Nessa altura, os trabalhos pararam e avisou-se a DGPC daquela situação de risco. “Tivemos de suspender tudo, houve uma mudança de planos para a qual precisávamos de nova autorização”, conta José Artur Pestana.
Um ano depois, em Junho, a DGPC deu luz verde para a intervenção dos conservadores e foi então que se começou o trabalho de consolidação dos azulejos.

E, mais uma vez, o inesperado aconteceu: “O afastamento que os azulejos tinham em relação à parede permitiu-nos ver que a pintura de cima continuava.” “Isto veio acabar com uma das grandes bases da historiografia abrantina de que os azulejos são de origem — não são. Removendo alguns azulejos e analisando pelo tipo de reboco que tem, o tipo de areia, percebemos que só foram colocados aqui depois”, explica, argumentando ainda que não houve um critério na colocação daqueles azulejos. “Há um grande desfasamento, acabam a alturas diferentes, têm vários padrões, isto foi um reaproveitamento, agora de onde, não sabemos, mas que é anormal esta amálgama de azulejos, isso é.”''.

 

Porque é que a cacique não deu a informação total a Santana Maia?

Era segredo de estado?

Finalmente não se compreende que a Mural da História tenha começado a intervenção sem ler o que havia na DGMN sobre os restauros dos anos 60.

E ainda convém ler este artigo de Luis Urbano Afonso, que faz justas aclarações no artigo do Público. 

MN

 

 

 

 



publicado por porabrantes às 13:44 | link do post | comentar

Segunda-feira, 15.12.14

Já é normal, mas agradecemos. O post foi aqui publicado: ''http://porabrantes.blogs.sapo.pt/es-um-comando-de-merda-ou-do-excesso-do-2057839.

 

 

comandos.png

 Mandamos as Boas-festas aos jornalistas do público e já agora a todos os outros colegas de profissão.

a redacção



publicado por porabrantes às 10:14 | link do post | comentar

Sábado, 22.11.14

a) a Engenheira Elsa Jofre é minha amiga

b) Quem foi o autarca que insultou a Engenheira no Primeira Linha e escreveu um artigo a defender a Lena, enquanto um autarca colega dele metia a mão na massa?

c) Quem foi a arquitecta que aprovou os projectos da Lena?

ma



publicado por porabrantes às 15:40 | link do post | comentar | ver comentários (2)

Sábado, 12.07.14

José António Cerejo no Público

 

 

O país assistiu em Março a uma bem montada operação de marketing político com o objectivo de lançar a corrida de António Costa a São Bento. O pretexto escolhido pelo presidente da Câmara de Lisboa para apontar ao mundo o destino com que sonha foi a publicação de uma colectânea de discursos intitulada "Caminho aberto". Explicou então, nas entrevistas e declarações que encheram os media, que era um homem de acção, com gosto pelas tarefas executivas, e que o livro servia para "prestar contas" aos cidadãos sobre o que tem andado a fazer.

Como jornalista que acompanha regularmente a actividade da Câmara de Lisboa, a minha primeira reacção foi de satisfação. António Costa falava em prestar contas e isso poderia significar o reconhecimento, embora tardio, de que devia explicações, muitas explicações, em primeiro lugar a quem vive e trabalha em Lisboa, sobre as únicas funções executivas que desempenha presentemente. Os meses que se seguiram mostraram, porém, que não era disso que se tratava.

Na Câmara de Lisboa nada mudou e António Costa permanece fiel ao seu entendimento de sempre: a câmara é dele, e é ele, consoante os seus interesses e estratégias pessoais, quem decide o que diz, onde, quando e a quem, sobre aquilo que faz no lugar para que foi eleito. Totalmente fora do seu quadro mental está a natureza das funções públicas que desempenha e aquilo a que a Constituição e as leis da República o obrigam, precisamente em matéria de prestação de contas.

Não é daqui a vinte anos, nas suas memórias, ou quando lhe der jeito, nas entrevistas e livros que congeminar, que tem de as prestar. É agora, hoje e todos os dias, que a lei lhe impõe uma conduta diametralmente oposta àquela que tem marcado os seus mandatos na Câmara de Lisboa.

A prestação de contas devida ao povo pelos titulares de cargos públicos passa em grande parte pela intermediação dos jornalistas e pelo escrupuloso cumprimento das normas legais que consagram o livre acesso, por parte destes, à informação existente na posse daqueles. Em concreto, o Estatuto dos Jornalistas (Lei n.º 1/99) estabelece que "o direito de acesso às fontes de informação é assegurado aos jornalistas" por toda a espécie de entidades públicas, incluindo as autarquias, e que "a liberdade de expressão e criação dos jornalistas não está sujeita a impedimentos ou discriminações". Na Câmara de Lisboa, todavia, a lei é letra-morta e há cinco anos que António Costa passa alegremente por cima dela, negando o acesso dos jornalistas a toda e qualquer informação que lhe pareça prejudicial ao seu "caminho". Nos computadores de muitos deles acumulam-se centenas de perguntas sem resposta dirigidas aos porta-vozes da câmara, ao gabinete do presidente e a alguns vereadores. Perguntas sobre factos concretos, não sobre opiniões, perguntas sobre actos ou omissões dos serviços do município, sobre decisões camarárias - pedidos de esclarecimento essenciais para que os cidadãos possam ser informados com rigor. Perguntas que esperam respostas semanas e meses a fio e sem as quais, por vezes, as notícias têm de ficar na gaveta, tornando-se o silêncio da câmara um imperdoável impedimento à liberdade de informação.

Mas não é só a gestão ilegal do silêncio que caracteriza a política de comunicação de António Costa, ela passa também pela discriminação de alguns jornalistas e meios de comunicação em relação a outros. E até por inomináveis manobras em que as informações pedidas por uns são entregues a terceiros, que supostamente tratarão do assunto de uma forma mais benigna para a autarquia.

À imagem de muitos outros políticos, em particular autarcas como Rui Rio, e seguindo a cartilha de João Soares, um dos seus antecessores, o presidente da Câmara de Lisboa constituiu-se há muito como um inimigo da liberdade de informação. E como já se viu noutros casos, fê-lo com a conivência de muitos jornalistas e da entidade reguladora do sector.

Sendo a lei aquilo que é, fantástica na proclamação de princípios, mas inconsequente no que respeita à sua aplicação, impõe-se que as normas do Estatuto do Jornalista quanto ao acesso às fontes oficiais de informação sejam mais do que isso - meros princípios. Impõe-se que a lei seja revista e diga expressamente que os titulares de cargos públicos têm de responder às perguntas dos jornalistas sobre factos concretos, ou de fundamentar por escrito as razões da sua recusa em responder. E impõe-se que a violação da lei não possa ficar impune.                    

  • com a devida vénia ao Sr.Cerejo e ao Público, Cerejo é um dos melhores jornalistas lusos

a redacção



publicado por porabrantes às 10:30 | link do post | comentar

Sábado, 31.05.14

OPINIÃO

Aprenderam alguma coisa? Não aprenderam nada

Os eleitores deram uma bofetada nos vultos dos grandes gabinetes das instituições europeias, mas em vez de perceberem por que é que isso aconteceu, vão mas é comprar um capacete para proteger a cara.

 

 

 

 

É um ritual dos partidos e dos governos depois de derrotas eleitorais dizerem que ouviram as pessoas, perceberam a lição, aprenderam alguma coisa. Na verdade, estas frases significam que não aprenderam nada e que vão continuar na mesma. Quando um partido tem uma derrota estrondosa e a atribui a “erros de comunicação”, não quer aprender nada, quer apenas salvar a pele dos responsáveis. Quando um partido tem uma vitória tangencial, que para nada lhe serve, e a festeja como “enorme”, não quer aprender nada, quer apenas salvar a pele dos responsáveis.

Não é a excepção, é a regra. Aprendeu o PS com a derrota a e maldição pública de Sócrates? Não. Aprendeu o PSD com as duas catastróficas derrotas eleitorais da actual direcção política de Passos? Não. Aprenderam o PS e o PSD o que significavam os sucessos das listas independentes nas últimas autárquicas? Não. Aprenderam o PS e o PSD com o aumento de votos brancos e nulos e as abstenções por protesto, desinteresse ou revolta contra a “oferta” política que é dada ao eleitor? Não. Aprenderam o PS e o PSD com a quebra cada vez mais acentuada dos votos do chamado “arco governativo” em relação ao conjunto dos votos expressos? Não. Aprenderam o PS, o PSD e o CDS com o divórcio já profundo entre eleitores e eleitos, entre os portugueses e a sua representação política? Não. Aprenderam o PSD e o PS o que significam resultados como os de Marinho e Pinto? Aprenderam o PSD e o PS com a cada vez maior dúvida sobre o mérito da democracia para resolver os problemas dos portugueses? Não.

Eles sabem, mas não aprendem. Sim, porque quer o PS quer o PSD sabem bem o que aconteceu em todos os casos enunciados em cima e compreendem o que se está a passar entre os portugueses e os seus partidos. O PS sabe muito bem que a responsabilidade de Sócrates no descalabro de 2011 é grande e que os portugueses não o esqueceram. Podem vir com lutas entre “narrativas”, que a convicção da maioria dos portugueses não muda sobre Sócrates. E Sócrates ainda mantém uma sombra de influência, porque convém à direita alimentá-lo como papão, que ele já não é de todo. Quando Rangel e Nuno Melo fizeram a campanha que fizeram, foram buscar o único fantasma que lhes podia dar leverage. Foi uma campanha pior que má, mas em que a Aliança Portugal se agarrou à única coisa que ainda podia mobilizar os fiéis, a recusa veemente de Sócrates.

 

(...)

 

 E isso ainda mais se torna evidente quando ninguém tira qualquer conclusão crítica interna das derrotas eleitorais e tudo continua na mesma, senão pior, com uma mentalidade de bunker para manter lugares no grupo parlamentar, nas distritais e federações, nos cargos de nomeação governamental. Alguém se demitiu devido às escolhas que fez no PSD no Porto, em Sintra, Gaia, Oeiras, ou no PS em Matosinhos? Pelo contrário, acelerou-se o processo de expulsões, para reforçar o poder interno, o único que conta. É por isso que só os partidos que ainda têm um eleitorado interior não inteiramente controlado pelo aparelho instalado podem mudar pela pressão externa da opinião, os outros não. Seja qual for o “cheiro do poder”.

 

 

no Público com a devida vénia



publicado por porabrantes às 10:33 | link do post | comentar

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