Segunda-feira, 30.06.14

no número 21 da Zahara, revista dirigida por José Martinho Gaspar (ex-seminarista), que tem como subdirectores José Eduardo Alves Jana (ex-seminarista) e Teresa Aparício (conhecida frequentadora da Casa Diocesana de Santa Maria), com os apoios da Câmara Municipal de Abrantes e do Inatel, foi publicada uma entrevista à Senhora Dona Aurélia Rodrigues, mulher do Pastor da Igreja Evangélica do Rossio ao Sul do Tejo ou para ser mais exacto à Senhora Dona Maria Aurélia Jesus Valle Rodrigues.

 

 

 

E ainda para ser mais exacto da Igreja Evangélica Presbiteriana.

 

 

Um tipo que estudou num seminário deve saber discernir entre Lutero e Jonh Knox..

A história das variantes do cristianismo que surgiram a partir da Reforma pode ser complicada e às vezes labiríntica para um leigo, mas não para um ex-seminarista ou para a Direcção duma revista que parece mais uma Junta de teólogos que de historiadores.

O labirinto protestante será complicado e ainda pouco estudado no caso abrantino (não no caso português) mas há elementos publicados por historiadores de referência mesmo, para o caso abrantino, que é sobretudo um caso rossiense, onde há protestantes estabelecidos desde finais do século XIX.

No caso abrantino  há processos inquisitoriais contra protestantes pelo menos no início do século referido.

Já se publicou aqui alguma coisa sobre isso.   

Deixando estas subtilezas e as questiúnculas teológicas vou-me centrar numa pergunta feita pelo Alves Jana à sua entrevistada. Primeiro pergunta-lhe se teve problemas com o Padre Narciso, que  ‘’era o Professor de Religião e moral católicas’’ na Eica, segundo o tipo.

A D.Aurélia entrara para docente nessa escola.

Acontece que não era só ele, havia mais professores/as dessa disciplina, nessa Escola, entre as quais destaco a Senhora Dona Maria Justina Bairrão Oleiro.

O P.Narciso era ao tempo também Capelão do Colégio de Fátima e ainda responsável pela LOC-Liga Operária Católica, porque a Acção Católica estava dividida de acordo com as classes sociais. Os ricos estavam na LIC –Liga Independente Católica, caso de certa pintora abrantina que todos conhecem.

O P.Narciso naturalmente não  criou nenhum problema-respondeu a Senhora. Mas adiantou que quem lhe criou problemas, não na EICA, mas no apostolado presbiteriano fora o Padre José de Oliveira, que já encontrámos neste blogue criando ‘’problemas’’ à famosa Dona Arminda, que a Margarida Trincão entrevistou para o ‘’Mirante’’ e o António Colaço e algum amigo também entrevistou para a RAL. 

Para explicar quem era o P.José de Oliveira, que foi Pároco do Pego (onde o Jana fez estágio para padre e onde portanto poderia ter vasculhado os arquivos das paróquias e os armários das beatas) e ainda de São Miguel do Rio Torto desde os anos 30 do século XX  até 1990 e tal, seria importante fazer uma análise biográfica dele e interpretar as suas atitudes dentro do contexto da Igreja ultramontana que serviu, presidida por quatro sucessivos Bispos de Portalegre e ainda por um Bispo de Beja porque antes de desembocar em Abrantes, o R. José de Oliveira foi Pároco de Serpa.

Nesta diocese serviu às ordens de D.Domingos Frutuoso, D. António Ferreira Gomes, D. Agostinho e a ainda de D. Augusto César. 

Mas  não é  o P.Oliveira que me interessa, apesar de achar pelos documentos que compulsei, que a Senhora Dona Aurélia tem toda a razão e que o P.Oliveira procedeu duma forma semi-inquisitorial contra os protestantes, interessa-me Luís Ribeiro Catarino.

Porque o Jana dispara a seguir à entrevistada ‘’ E com o padre Catarino (pároco do Rossio)?’’

 

 

Nunca tivemos nenhuns problemas com ele’’. –diz a D.Aurélia.

E não podia ter tido porque à data que a Dona Aurélia chegou ao Rossio (Dezembro de 1966) o P.Catarino já não era Pároco do Rossio, apenas sendo Pároco de S.João de Abrantes.

A base da História é a cronologia e a Zahara pretende ser (não digo que seja ) uma Revista de História.

E o Jana é subdirector da dita Revista.

Portanto além de descurar o básico em História, vem lançar sobre um Homem Bom, já falecido e portanto incapaz de se defender a reles suspeita de ser um  Inquisidor. 

Quando pelo contrário, foi um homem bom e tolerante

 

MN 

 

 



publicado por porabrantes às 09:08 | link do post | comentar

Sexta-feira, 30.05.14

A história, work in progress, vai-se fazendo aos poucos. Assim a da comunidade protestante abrantina, cuja presença remonta no Rocio de Abrantes, a finais do dezanove.

 

 

Este texto: 

 

 

IGREJA EVANGÉLICA PRESBITERIANA DE PORTUGAL:
CONTRIBUTO PARA A HISTÓRIA DA SUA FORMAÇÃO *
DAVID VALENTE **

 

é uma valiosa achega para parte dessa história ainda desconhecida. O Dr.David Valente é Vice-presidente da Igreja Evangélica Presbiteriana de Portugal e o texto em causa foi publicado na revista católica de História, Lusitânia Sacra.

 

 

É sinal dos tempos, tempo de ecumenismo, quando outrora foi tempo de intolerância.

 

No estudo identifica-se a origem madeirense de boa parte do presbiterianismo português, em grande parte produto dos seculares contactos entre a Ilha e a Grã-Bretanha, onde nasceu o presbiterianismo na Escócia, onde é religião oficial.

 

 

No texto há alguns nomes de pastores e personalidades ligadas a Abrantes, com desempenho em congregações locais, designamente no Rocio de Abrantes.

 

Mas ante disso o mais ilustre Pastor protestante abrantino: José Augusto Santos Silva

 

 

 Foto do blogue http://livreeleal.blogspot.com.es/

 

Regressemos agora aos  pastores citados no texto: Joaquim Rosa Baptista, Américo Baptista, Júlio Roberto dos Santos.

 

 

 

Tanto o Rev.Baptista como o Rev.Roberto dos Santos tinham sido ordenados pastores congregacionais antes de se passarem ao presbiterianismo. O Rev.Roberto dos Santos chegou depois a passar por um episódico metodismo.

 

O Rev.Roberto dos Santos  levou a Igreja do Rossio a passar-se duma denominação evangélica para aderir ao presbiterianismo, por volta de 1947.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

   

 

 

 

(...)

 

 

A mudança de orientação abrantina faz com que a Igreja protestante da Ponte do Sôr dispense os serviços do Rev. Roberto dos Santos  e fique fiel à sua denominação original. 

 

 

 

Aliás essa Igreja tinha sido fundada por abrantinos ''Dois jovens crentes vindos do Rossio de Abrantes instalaram-se em Ponte de Sôr, onde passaram a trabalhar no escritório da C.P. na Salgueirinha. Porém, o seu ardor missionário, já demonstrado em Abrantes, levou-os também a procurar levar rapidamente o evangelho ao povo de Ponte de Sor. 

Assim, por iniciativa e responsabilidade dos dois jovens crentes ferroviários Manuel Machado Felicíssimo e Jacinto Pereira Cabral Cardoso, as reuniões evangélicas em Ponte de Sôr tiveram início em Março de 1911, (...)
  - segundo a página da Igreja Evangélica Congregacional Pontessorense, que se cita com a devida vénia.

 

Quanto ganhava um pastor?????

 

Sabemos que o Pastor Rosa Baptista ganhava 3 contos por mês por volta de 1949.

 

Três contos por mês era uma fortuna em 1949. O pastor ganhava quase tanto como o secretário do Presidente da República. Mas tendo várias igrejas por sua conta, também tinha de se deslocar muito.

 

Finalmente convém dizer que a Igreja do Rossio é das mais antigas de Portugal, tendo sido  aberta em 1902, por iniciativa do Pastor Manuel Santos Carvalho, um dos pioneiros do protestantismo em Portugal.   

 

 

O Pastor Manuel dos Santos Carvalho, fundador da Igreja Evangélica do Rocio de Abrantes

 

MN

 

 

 

 

sobre a ilustre figura do Pastor Santos Silva, campeão da luta pela liberdade religiosa: ver aqui:

 

Alguns dados e as fotos foram retirados do trabalho:

História da Igreja Evangélica Lisbonense (I): 1879-1908

História da Igreja Evangélica Lisbonense (II): 1909-1949

 

de Luís Aguiar Santos no blogue 

L&LP (Livre & Leal Português)



publicado por porabrantes às 16:39 | link do post | comentar

Sexta-feira, 11.10.13

Houve para aí uma gazeta  subsidiada que resolveu explicar qual foi a História do protestantismo nesta terra, mas infelizmente a História da Liberdade religiosa cá no burgo foi um bocadinho mais complicada

 

 

 

 

 

 

''terça-feira, 22 de março de 2011

AMÉLIA MARQUES FELIX

Trecho de uma carta do Rev. J. A. Santos Silva:
Accrescentarei às noticias do Campo do Leste da Missão Evangelizadora, o caso do recente fallecimento da irmã Amélia Marques Felix, antiga obreira da nossa Missão. Ella trabalhou até aos últmos dias. Contava (?*) annos de idade. O trabalho no Rocio de Abrantes foi começado por ella, em reuniões de caracter doméstico, ha  uns 30 annos. Soffria muito naquelle tempo. Era considerada como tendo parte com o diabo, e causadora de todas as calamidades e desgraças que se davam naquella vila e arredores. Foi apedrejada e ameaçada de morte, mas tinha a grande virtude da perseverança: Orava constantemente ao Senhor para que o Evangelho entrasse e se arraigasse  nos corações. teve depois a cooperação de alguns irmãos que ali foram, e, pela graça de Deus, viu triumphar a Verdade, e Christo foi exaltado na conversão de algumas almas, que hoje ainda bemdizem a ida da saudosa irmã D. Amélia para aquella terra. Trabalhou por muitos annos na Obra do Senhor no Rocio e na Ponte de Sor, e por último, também em São Miguel do Rio Torto. Dormiu no Senhor em 3 de Dezembro. O ser enterro foi uma grande manifestação de sympathia e saudade, indo irmãos de fóra, das congregações annexas à igreja Rociense.
Dirigiu o serviço religioso o Pastor desta igreja. Houve bom testemunho mesmo da parte de incredulos.
Glória seja ao bemdito Salvador e Mestre. - (As.) J. A Santos e Silva 

Esta parte do texto está ilegível.

   



publicado por porabrantes às 21:40 | link do post | comentar

Segunda-feira, 18.06.12

Para o Sr. dr. Paulo Falcão Tavares meter no Dicionário Biográfico de Abrantinos a editar, algum dia pela Tubucci.

  a barca

Para todos os peticionários

 

 

 

O plumitivo Armando Fernandes é pelos vistos católico integrista. Ou seja uma espécie de lefrevriano desses que querem missas em latim, padres a excomungar hereges e outras coisas que o Vaticano II baniu. Ou então deve coisas ao Graça, o clérigo alentejano e rural, que deu uma contribuição decisiva para a escolha do Carrilho da Graça. Ou tem uma relação privilegiada com o Anacleto Baptista, coisas da malga partidária..... 

 

 

 

Por isso definiu com um desprezo ultramontano os senhores e senhoras peticionários como ''protestantes''. Dizia o Padre Arrupe, Geral dos Jesuítas que um ultramontano é um fascista de sotaina e vistas-curtas.

 

 

 

Que mal há em ser protestante???? Há protestantes em Abrantes desde há muito. Vou dar uns subsídios para o perfil dum dos grandes vultos do protestantismo abrantino.

 

JOSÉ AUGUSTO DOS SANTOS E SILVA


''Santos e Silva nasceu em Abrantes no dia 16 de Novembro de 1863. Seu pai era um mestre de obras, que morreu num desastre de trabalho.Trabalhou como gerente da Empresa Literária de Lisboa, ao mesmo tempo em que o famoso evangelista Henrique Maxwell Wrigth (um dos fundadores da igreja que pastoreio), padecia de uma grave doença.Wrigth de regresso do Brasil viu-se impedido de dar seguimento à sua missão na Ilha de S.Miguel, iniciada em 1880, pelo que propôs a Santos e Silva ocupar a direcção do trabalho pelo espaço de um ano.
Para Santos era uma reviravolta na sua vida, uma verdadeira luta íntima o ter de se decidir. Santos era um tipógrafo, especializara-se na revisão e tivera por isso a oportunidade de privar com ilustres escritores como Manuel Pinheiro Chagas, Eduardo Vidal, António Enes e outros, o que lhe havia aumentado os seus interesses culturais. Porém quando Deus chama não há como dizer não.Aquele convite de um ano foi prolongado até 1897 (ano da organização da minha igreja), prestando ele então, no regresso a Lisboa, o seu auxilio a Santos Carvalho, por algum tempo. Depois, o pastor Santos e Silva aceitou, sob certas condições, o ministério interino da Igreja Presbiteriana, e aí se demorou de 1898 a 1907. Santos era um homem profundo nas Escrituras, o seu ministério foi aí abençoado em muitas almas, como o fora nos cincos anos em que permanecera em Ponta Delgada.
O ano de 1898 foi para ele, como também para o Evangelismo Lisbonense, de grande actividade, com a abertura da casa de oração “da Estefânia”, pela Missão Metodista em Portugal, e a fundação da União Cristã da Mocidade, de que ele foi o iniciador e principal organizador, valendo-lhe de muito os conhecimentos adquiridos antes da sua conversão. Como presidente da direcção e mais tarde da assembléia geral, teve aí útil contacto com a juventude, durante uns trinta anos, em colaboração com Roberto Moreton, Rodolfo Horner e outros mais.
Em 1907, como a Missão Metodista não pudesse continuar a manter o seu trabalho em Lisboa, que estava espiritualmente próspero, mas não em condições de arcar com sustento próprio, a Igreja organizada em 1900 tomou a resolução que lhe foi proposta, de chamar o Pastor Santos e Silva para guiar em nova fase, de regime congregacional, com o auxílio que lhe era prometido por elementos da Igreja Evangélica Fluminense.
Durante o longo pastorado da Igreja Lisbonense, 33 anos de grande actividade na obra local, como na de numerosas missões que fundou, ou de que tomou a responsabilidade espiritual, trabalhou sob os auspícios da Sociedade Brasileira de Evangelização, mais tarde Missão Evangelizadora do Brasil e Portugal, em cuja superintendência veio a suceder a Maxwell Wright.
O edifício na rua de Febo Moniz, onde hoje é propriedade da igreja presbiteriana se deve muito a ele. Fundou a Beneficência Evangélica, onde naquela época se dava atenção devida às viúvas.Fundou a Igreja evangélica Ajudense, como a Figueirense, a Chelense.Foi pastor interino das igrejas de Ponta Delgada , Rossiense, Pontessorense, Termas de S. Pedro do Sal e outras.
Homem modesto para quem pôde ter o privilégio de conhecê-lo diz Eduardo Moreira. Um operário até ao fim.Aos 77 anos, a 15 de fevereiro de 1940 faleceu. Depois de muitas enfermidades por que passou, ele, seus filhos e sua esposa. Juntando isto às incompreensões da época, temos um homem que soube manter-se firme e deixar algo para as futuras gerações, que infelizmente, nós, não demos continuidade.
José Augusto dos Santos e Silva foi batizado em 29-5-1881 pelo o Rev. Manuel dos Santos carvalho na Igreja Evangélica da Calçada do Cascão. Pastoriou durante 12 anos a Igreja Evangélica Presbiteriana de Lisboa. Simultaneamente aceitou o pastorado na Igreja Evangélica Lisbonense em 12-1-1908 quando da sua organização pelo sistema de governo congregacional. Fez várias viagens de evangelização no Continente, nas ilhas e no Brasil tendo fomentado neste país, irmão uma campanha para a construção do actual templo da rua de Febo Moniz, sendo lançada a primeira pedra em 11 de julho de 1923. Promoveu a inauguração do seu pavimento principal em 8 de Junho de 1925 em cujos dois primeiros cultos assistiram 1.000 almas.Inaugurou toda a igreja em 13 de junho de 1926. Compôs os hinos 504 e 579 e o coro XXVII último da colecção 248 dos salmos e Hinos. Fundou o jornal “O Mensageiro”. O seu texto favorito encontra-se em João 9:4. A Deus toda a Honra, Glória e Majestade.''
A minha fotografia
Daniel MS in http://restosdepalavras.blogspot.com.es/2005/11/jos-augusto-dos-santos-e-silva.html
Texto naturalmente a aprofundar em investigações posteriores. Obrigado ao Daniel por este retrato dum abrantino que....
protestou como nós......
e que como nós.....
não precisou de licença nem dos seminaristas, nem do cónego, nem dos Anacléticos & Fernandes.....
para cumprir um dever de consciência....
ASSINE A PETIÇÃO SOLANO.JPG
PROTESTAR PARA SALVAR SÃO DOMINGOS
 PORTAL DOMINICANO
Miguel Abrantes, 

 

A gamela  dos ordeiros não nos serve, a quem servir que enfie a carapuça..



publicado por porabrantes às 21:24 | link do post | comentar

Segunda-feira, 07.05.12
''Um delator é em linguagem popular um bufo seja Bispo ou pide,
 uma criatura de ínfima catadura moral, 
um homem que por vício de denunciar ou por uma recompensa material 
está pronto a vender-se.


Um delator é em linguagem bíblica um Judas.


Houve Bispos delatores na História????

Houve, Judas era Bispo.''
 
dissemos aqui 
 
E agora dizemos que a delação é o grau último da abjecção moral, 
o mais sórdido acto capaz de sair duma mente humana.
 
Um delator já não é um homem, mas um bufo, um canalha, um réptil, 
um pulha.
 
 
Cairam os melhores de Portugal nas garras do Santo Ofício como
 o Padre António Vieira por causa de pulhas como este. 
 
 
 
E como caiu António Vieira podia ter caído este sacerdote abrantino
protestante, porque o denunciaram às autoridades por espalhar 
a palavra  dum galileu.
 
 
 
A denúncia foi escrita por um sacerdote católico. Sabemos  quem foi. 
Morreu. 
Por pura higene recordamos que o nosso falecido amigo 
Rev. Padre Luís Ribeiro Catarino  foi vítima de canalhadas 
parecidas saídas da sacristia de São Vicente.

 

 

Porque publicamos isto??? Pela mesma razão que António de Oliveira Marques disse ao MFA:

livrem-se de queimar os arquivos da PIDE. São o retrato duma época sinistra. Sem sabermos

como foi, não poderemos evitar que se repita. São além do mais um documento histórico e 

o Vaticano acaba de dar o exemplo publicando o vergonhoso e criminoso Processo dos Templários.

 

 

Cumpra-se pois a vontade de Sua Santidade e saia o

 

 

Lixo.....

 

A redacção

 

PS- Houve julgamentos em Abrantes nos anos 60 pelo ''crime'' de ser Testemunha de Jeová. Graças a denúncias destas....  

 

 

 

 

 

 


 


publicado por porabrantes às 16:39 | link do post | comentar

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