Sexta-feira, 17.04.15

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 A capa do Ribatejo é elucidativa e tributária da manchete do Diário de Notícias

 

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Vê-se que o director da folha lê o DN e nos lê a nós, faz bem.

 

Entretanto o  Armando Fernandes (que era sócio da empresa dona do Ribatejo, não fui ver se ainda o é agora e compartilhou o capital social com o grupo Lena) bradou pela rádio oficiosa, subsidiada pela CMA, que é da Lena, que não se pronunciava acerca da culpa da mortandade piscícola, porque não sabia de quem era a culpa.

 

Ao ler a capa do Ribatejo já saberá e se que quiser negar, poderá fazer uma coluna a dizer: ''O Ribatejo Mente!.''

 

O sr. dr. Fernandes tinha o dever de estar inteirado do assunto, porque foi líder da bancada laranja na Assembleia Municipal durante a época de construção do açude e tinha o dever, especificado na Lei, de fiscalizar o Executivo.

 

E tinha o poder de requisitar toda a documentação referente ao assunto para o estudar. Se não o fez foi certamente porque andava a estudar o livro de receitas da D.Maria de Lourdes Modesto, para saber se o Bacalhau à Gomes de Sá era um prato tradicional do Mação ou a ler um manual de uso do micro-ondas, para não dar mais barracas em crónicas de faca e alguidar.

 

Acontece que uma das empresas envolvidas no Consórcio que fez o imprestável açude era a Lena.

 

E graças aos gajos do consórcio e à falta de fiscalização da autarquia (coisa que inclui a Oposição) temos o que temos: ou seja o novo matadouro municipal de Abrantes, (roubo a expressão a um amigo meu).

 

E também tivemos o Armando a votar na Assembleia Municipal a favor da negociata do Alves da RPP.

E que mais?

Consultem as actas da Assembleia Municipal.

 

m.a. 

 

 

 

 

 



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Quarta-feira, 15.04.15

''Vale do Tejo: uma associação de municípios criada para ser extinta.

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Fotografia daqui

Publicada a Lei n.º 36/2014, de 26 de junho, com o novo regime jurídico das Assembleias Distritais, em 25 de julho de 2014 o Jornal Torrejano informava os seus leitores daquele que parecia ser o destino certo da Universalidade da Assembleia Distrital de Santarém: a passagem para uma associação de municípios a criar com o fim específico de receber esse património, em particular a Colónia Balnear da Nazaré fechada desde 2009 e em avançado estado de degradação como, em 17-07-2014, o jornal Região de Leiria referia.

Quanto à Colónia Balnear convém referir que a sua recuperação sempre fora um objetivo a cumprir, como o jornal Tinta Fresca de 08-09-2011 já noticiava mas a incapacidade logística e financeira da Assembleia Distrital, entre muitos outros problemas de índole jurídico administrativa, nunca tal permitira, apesar da vontade expressa dos seus membros.

Reunida a Assembleia Distrital para dar cumprimento ao disposto no n.º 1 do artigo 3.º da Lei n.º 36/2014, o jornal O Mirante noticiava, em 05-09-2014, que «a Assembleia Distrital de Santarém aprovou passar o seu património para a futura Associação de Municípios do Vale do Tejo, que está em fase de constituição. Foi deliberada a passagem de um activo financeiro de 721.000 euros (330.000 depositados em bancos e 391.000 em créditos de quotas e serviços devidos pelos municípios) e dois edifícios que pertencem à Assembleia Distrital, o da Colónia Balnear, na Nazaré, e o do Arquivo Distrital, em Santarém. Intenção é avançar com o projecto de recuperação da Colónia Balnear através de uma candidatura a fundos comunitários, uma vez que os activos que recebe são suficientes para garantir a contrapartida nacional de um investimento que rondará os dois milhões de euros.»

Sobre o assunto alertei então (em artigo no meu blogue Infinito’s de 04-09-2014) que «ao contrário do que parece, esta deliberação poderá não ser válida já que o diploma citado apenas prevê essa possibilidade para as AD que tenham “serviços abertos ao público” e o caso da Colónia Balnear da Nazaré (o imóvel em torno do qual se agregam as vontades dos autarcas por ser um bem muito apetecível pelas suas potencialidades de localização na encosta sobranceira ao mar) não cabe na definição taxativa do n.º 3 do artigo 2.º da citada lei pois encontra-se encerrada há cerca de seis anos. Outra questão que mostra a ligeireza com que o assunto está a ser tratado, prende-se com o facto de a ADS estar a transferir património para uma associação ainda sem existência legal pois, segundo conseguimos apurar, a maioria dos seus membros ainda não deliberou a sua criação, conforme assim o determina o n.º 1 do artigo 108.º da Lei n.º 75/2013, de 12 se setembro. E sem essa aprovação formal não é possível cumprir um requisito indispensável à validação da transferência da Universalidade: a aceitação pelo órgão deliberativo da associação de municípios – b) do n.º 5 da Lei n.º 36/2014.»

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Em 6 de novembro de 2014 o jornal O Ribatejo noticiava que «Dezanove câmaras municipais do distrito [Abrantes, Alcanena, Almeirim, Alpiarça, Benavente, Cartaxo, Chamusca, Coruche, Entroncamento, Ferreira do Zêzere, Golegã, Mação, Ourém, Rio maior, Salvaterra de magos, Santarém, Sardoal, Tomar e Torres Novas] assinaram esta semana a escritura de constituição da Associação de Municípios do Vale do Tejo (AMVT), no edifício do Arquivo Distrital, em Santarém. Esta associação tem como fim específico a gestão do património que era pertença da Assembleia Distrital de Santarém e prevê a realização da obra de recuperação e requalificação de Colónia Balnear da Nazaré, de forma a poder ser novamente colocada ao serviço das populações de cada um destes concelhos.» As Câmaras de Constância e Vila Nova da Barquinha, inicialmente indicadas como membros constitutivos alegaram não ter tido tempo para tratar de todas as questões administrativas e resolveram não integrar a Associação.

Acontece porém que, terminado o prazo para remeter a documentação necessária à validação da deliberação acima referida (18 de dezembro de 2014: contados os 120 dias nos termos do artigo 72.º do CPA), a Assembleia Distrital não conseguiu enviar ao Governo a ata de aceitação da Universalidade por parte da Assembleia Intermunicipal da Associação, conforme assim o determina a alínea b) do n.º 5 do artigo 3.º da lei n.º 36/2014, pois a reunião respetiva apenas viria a ser convocada para o dia 16 de fevereiro de 2015.

Estes dois factos – possível invalidade da deliberação da ADS por incumprimento do requisito de constituição e não entrega atempada da documentação necessária – terá levado o Governo, nos termos da alínea a) do n.º 1 do artigo 5.º da Lei n.º 36/2014, a notificar a Comunidade Intermunicipal da Lezíria do Tejo para que esta se pronunciasse sobre a Universalidade da Assembleia Distrital. Sabemos que fez parte da ordem de trabalhos da reunião extraordinária do passado dia 10 do corrente mês de abril do Conselho Intermunicipal da CIMLT a proposta de aceitação da Universalidade da Assembleia Distrital de Santarém. Desconhecemos nesta data, todavia, qual foi o resultado da votação.

Há aqui uma questão sobre a qual devemos refletir e que no distrito de Beja já criou um impasse que está, agora, nas “mãos” do Governo resolver: qual é, afinal, a deliberação a considerar para validar esta transferência? A do Conselho Intermunicipal (órgão executivo da CIM) ou é necessário levar a proposta à Assembleia Intermunicipal (órgão deliberativo da CIM)?

É que, mais uma vez, a redação da Lei n.º 36/2014 presta-se a este tipo de confusões, mostrando bem a ignorância e incompetência de quem a redigiu e aprovou como já aqui também referi: na 1.ª fase do processo (os 120 dias de que as AD dispunham) a competência para aprovar a deliberação era do órgão deliberativo da entidade, fazendo depender a sua aceitação dos respetivos órgãos deliberativos das entidades recetoras no caso de serem uma área metropolitana (o conselho metropolitano), um município (a assembleia municipal) ou uma associação de municípios (a assembleia intermunicipal). De fora desta lógica parecem ter ficado as comunidades intermunicipais presume-se que pela aparente confusão entre as designações dos seus órgãos colegiais: o conselho (executivo) e a assembleia intermunicipal (deliberativo) talvez por nas áreas metropolitanas o conselho ser, precisamente, o órgão deliberativo da entidade cabendo ao secretariado as funções executivas.

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Diz o n.º 2 do artigo 5.º da Lei n.º 36/2014 que «o membro do Governo responsável pela área da administração local notifica o presidente do conselho da respetiva entidade intermunicipal para que esta se pronuncie no prazo de 60 dias sobre a transferência da universalidade.»

Ora, no caso de Lisboa, apesar de ter sido notificado o Secretariado Metropolitano (órgão executivo) foi necessário que o Conselho Metropolitano (órgão deliberativo) se pronunciasse sobre a matéria para que a deliberação da Área Metropolitana de rejeição da Universalidade da Assembleia Distrital respetiva fosse válida, parece-me óbvio que no caso das Comunidades Intermunicipais apesar de a lei referir que quem é notificado é o “presidente do conselho” isso não significa que a competência para deliberar sobre a aceitação (ou rejeição) da Universalidade seja do órgão a que preside mas ela terá de ser apresentada sob proposta à Assembleia Intermunicipal para decisão definitiva. Ou seja, o caso da Assembleia Distrital de Santarém carece, ainda, de ir à reunião da Assembleia Intermunicipal.

Finalmente uma última questão:

Se a Universalidade da Assembleia Distrital de Santarém vai ser transferida para a Comunidade Intermunicipal da Lezíria do Tejo como os últimos desenvolvimentos parecem indicar, vamos ter uma Associação de Municípios condenada à extinção ainda antes sequer de ter conseguido exercer quaisquer atividades.

A Associação de Municípios do Vale do Tejo, constituída formalmente em 03-11-2014 com pompa e circunstância, deixa de ter objeto pois a gestão e exploração do Arquivo Distrital de Santarém e da Colónia Balnear da Nazaré (n.º 2 do artigo 4.º dos respetivos estatutos) vão ser integrados noutra entidade. E uma associação sem objeto deixa de ter razão de existir. (....)''

 

Emília Toscano

 

 com a devida vénia transcreve-se o importante post da drª Emília Toscano publicado no Blogue Infinitos

 

 nota: é monumental e épica a incompetência desta gente, ou seja do Governo e da CIMT e dos autarcas e autarquias envolvidos.....



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Sábado, 14.03.15

 

O Arnaldo Vasques resolveu dissertar no Ribatejo sobre a vida do abrantino Rosa Casaco e naturalmente atirou sobre o pide todos os insultos habituais na gramática anti-fascista.

Coisa fácil.....

Mas atirou sobre Francisco Franco, Caudilho de Espanha, a responsabilidade de ter recusado a extradição do polícia, que teria sido pedida pelas autoridades lusas.

salazar rosa.png

 

Porém a Procuradoria-Geral da República fez a nota oficiosa abaixo transcrita e revela que o pedido de extradição só foi feito em 1979.

Ora o ''galego fascista'' ou seja o Caudilho morreu em 1975 e portanto não recusou qualquer pedido.

A culpa não pode ser sempre de galegos ''fascistas''. Que andou a fazer o Eanes enquanto Presidente ???? Não podia ter mandado avançar o processo ou achava que o Rosa Casaco sabia de mais?

 

   

 

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foto do Salazar, não está a ler o Ribatejo, quem lia isso era o Eanes....autor inspector Rosa Casaco

 

''

Nota n.º5/1998

NOTA PARA A COMUNICAÇÃO SOCIAL - Extradição de António Rosa Casaco

Relativamente à extradição de António Rosa Casaco, a Procuradoria-Geral da República esclarece o seguinte:

1. Em Dezembro de 1979, a solicitação do Promotor de Justiça no 2.º Tribunal Militar Territorial de Lisboa, o Procurador-Geral da República remeteu, pela via diplomática, ao Ministro da Justiça de Espanha a documentação respeitante ao pedido de extradição de António Rosa Casaco e autorizou a difusão internacional do respectivo pedido de captura.

2. Em Janeiro de 1980, o Gabinete Nacional da Interpol informou que havia já sido difundido por todos os países membros da Interpol um pedido de procura de António Rosa Casaco, tendo a Interpol Madrid transmitido não ter aquele cidadão sido localizado em território espanhol.

3. Em Maio de 1980, o Director dos Serviços Jurídicos e de Tratados do Ministério dos Negócios Estrangeiros informou que o Conselho de Ministros de Espanha tinha concordado com a continuação do processo de extradição de António Rosa Casaco.

4. Em Abril de 1986, o Director-Geral dos Serviços Jurídicos e de Tratados do Ministério dos Negócios Estrangeiros informou que continuava a ser desconhecido o paradeiro do extraditando, mantendo-se a difusão internacional da sua localização e captura.

5. Em Outubro de 1996, o Ministro da Justiça solicitou à Procuradoria-Geral da República informação sobre o estado do processo de extradição de António Rosa Casaco.

6. Na sequência desse pedido, a Procuradoria-Geral da República, tendo reanalisado o assunto, solicitou ao Promotor de Justiça junto do 2º. Tribunal Militar Territorial de Lisboa, em Janeiro de 1997, informação sobre se ainda considerava pendente o pedido de extradição, dado o tempo, entretanto, decorrido.

7. Em resposta, o 2.º Tribunal Militar Territorial de Lisboa remeteu à Procuradoria-Geral da República, em Março de 1997, certidão de acórdãos daquele Tribunal e do Supremo Tribunal Militar e informou que considerava ainda pendente o pedido de extradição do António Rosa Casaco.

8. Porque num desses acórdãos, de 24.5.90, o Supremo Tribunal Militar, além do mais, decidiu que "o procedimento criminal contra os réus (...) Rosa Casaco está findo, correndo o prazo para prescrição das respectivas penas, prazo que, não havendo alteração, por interrupção ou início de execução, se completará em (...) 27 de Julho de 1996", a Procuradoria-Geral da República, em Março de 1997, solicitou ao Promotor de Justiça no 2º. Tribunal Militar Territorial de Lisboa informação sobre as razões pelas quais aquele Tribunal considera ainda pendente o pedido de extradição de António Rosa Casaco.

9. Por oficio de 18.2.98 e na sequência de várias insistências da Procuradoria-Geral da República, o Juiz Auditor do 2º. Tribunal Militar Territorial de Lisboa, informou que o processo aguarda despacho, o qual, dada a sua complexidade, será proferido brevemente, após o que, de imediato, será dado conhecimento do mesmo.

Lisboa, 20 de Fevereiro de 1998.

O CHEFE DO GABINETE

Ernesto Maciel

   



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Quarta-feira, 04.03.15

O Lápis Azul é uma mina sobre as negociatas de certas empresas e irregularidades, muitas delas no Ribatejo e foi ele que denunciou a situação do Passos Coelho, chefe do laranjismo.

O Público presta-lhe homenagem, como presta ao Portugal Profundo (tenho uma história para contar sobre isto) que denunciou a ''licenciatura'' do preso 44 da colónia penal alentejana.

Façam favor de visitar os ditos

 

a redacção



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Domingo, 01.03.15

Revogação da licença da Rádio Tágide pela ERC

 

Correio do Ribatejo e Ribatejo sancionados pela ERC por infringirem o direito de resposta acerca do Café Central de Santarém.

 

O Ribatejo num editorial chamou ao visado ''concessionários intrujões'' e acusou-o de ''vandalismo''.

 

É director do ''Ribatejo'' o Joaquim Duarte e são sócios da empresa quem a malta sabe.

 

O visado apresentou recurso por serem-lhe negados 2 direitos de resposta e alegou, entre outras coisas,

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Podem ler as explicações do Duarte e a deliberação completa aqui

 

O Ribatejo fez as insinuações ordinárias sobre o visado e não publicou o nome dele, objectivamente para lhe negar o direito de resposta e teve o soberano descaramento de alegar que  o visado não tinha esse direito.

 

E terminou assim, por deliberação da ERC nº 246/2014

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 E suponho que depois disto, como sustentou o Sr.Paulo Jorge Delgado Ramos (o  visado), o Tribunal de Santarém vai ter trabalho.

 

Solicitamos ao Catão da Amoreira para opinar sobre isto.

MA 

 

 



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Quinta-feira, 31.07.14

O Congresso do PS de Santarém de 1998 foi disputado por 2 listas, uma das quais apoiada por Nelson Carvalho. Tinha-se montado uma fronda contra Jorge Lacão e o então cacique de Alcanena, José Cunha 

 

 

 

 

 

Como em todos os Congressos protagonizam-se duras disputas verbais, com violentos ataques de parte a parte. A separação entre os socialistas da Lezíria e dos Médio Tejo data de aí e levou a uma aproximação entre o PS de Abrantes e Tomar, hoje quebrada, devido aos de Tomar apoiarem Seguro e Abrantes apoiar o Costa

 

 

 

Sobre as golpadas de última hora, como a que afectou a Pasionaria  do Sardoal, Francelina Chambel, espera-se que não se repitam.

 

Sobre a importância decisiva que tem a concelhia do Cartaxo, que é a que conta com mais militantes, falou-se muito em 1998 e falar-se-á agora.

 

Ribatejo, 4-6-98

 

Para mostrar quem apoia Tomar, mostra-se o último post da concelhia local, com a devida vénia

segunda-feira, Julho 21, 2014

Anabela Freitas apoia António José Seguro

Apoio António José Seguro, na sua candidatura para Primeiro Ministro de Portugal, essencialmente por três razões:
1. Coerência. Conheci e tive o privilégio de trabalhar com António José Seguro na Assembleia da República, onde manteve, até hoje a mesma coerência de discurso, atos e princípios.
2. Tenacidade. Hoje em dia vivemos tempos em que o mediatismo, o soundbite, são dominantes, António José Seguro, tenazmente continua a defender os ideais de esquerda, a igualdade de oportunidades e um estado social sustentável, sem ceder ao show mediático.
3. Liberdade. Liberdade de quem nada deve a ninguém, a nenhum grupo económico, liberdade de quem apenas responde aos seus princípios, valores e ideais.
PS TOMAR


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Segunda-feira, 28.01.13

Tinha distribuído o trabalho ao pessoal que está  tão assoberbado, que não tem mãos a medir.

 

 

De forma que resolvi dar uma ajuda. 

 

 

Cartagua o Ribatejo

 

Nesta foto falta o sr. dr. AF no lado direito.

 

Depois a notícia diz que no Cartaxo há bloquistas com tomates.

 

E o destaque dado pelo semanário prova aquilo que se sabe, que há certa imprensa que defende interesses. 

 

Os quais?

 

 

Por acaso já leraem o contrato entre a CMC e a Cartagua?

 

Eu já, e o Marcello também. Falarei um dia dele.

 

A pergunta óbvia é :  porque é que em Abrantes não há bloquistas destes?

 

Certamente estão bloqueados.

 

No Ribatejo o dr.Eurico também disserta com graça e bem sobre as reformas dos políticos. Alguém me conta se o Jota Bento também tem uma reformazinha dessas? Certamente que não, o homem é um benemérito...

 

Miguel Abrantes

 

Estou certo que o eng. técnico Bento também acha que o Rev.Cónego está a ser cruxificado como o Xerife. Agora vou ler o Pico para saber se o Cónego alguma vez confundiu Nossa Senhora de Fátima com a  Madona..... 

 



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Terça-feira, 17.01.12

   

 

O Mirante informa que morreu o empresário de Santarém, Sr.Marcolino Nobre, que detinha 2,4% do capital da empresa que é dona do Ribatejo, cujo controle é detido pelo Grupo Lena e onde o político de Lagarelhos, A. Fernandes também tem uma quota.

 

 

Foi nesse jornal que o plumitivo Fernandes se fez chamar pelo doce nome de 

 

 

Edite.....

 

À Família enlutada, os nossos pêsames

 

a redacção

 

 

 



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Quarta-feira, 31.08.11

Circula pela internet enviado e reenviado por e-mail a milhares de abrantinos, ribatejanos, transmontanos, naturais da progressiva localidade de Lagarelhos como o Armando Vara, angolanos, timorenses e muitos outros habitantes de países de língua portuguesa 

este recorte por nós divulgado onde figura todo pimpão o Sr.Dr.Armando Fernandes, consultor gastronómico, cultural e investigador em diversos ramos.

 

 

Inclusivamente da Galiza, recordemos que o Sr.Dr. Armando Fernandes é natural da raia, nos chegam -emails com felicitações e algum pedindo esclarecimentos.

 

a) Quem escreveu o artigo?

Um grande jornalista abrantino que assinou a petição. Obrigado pá!

b) Onde foi publicado?

Numa folha que já foi um jornal, propriedade da Jortejo Lda, sociedade onde segundo Marcelo Rebelo de Sousa, Jorge Lacão detinha parte do capital.

Entre os correspondentes desse jornal em Abrantes estiveram Alves Jana, Nelson Carvalho,etc .

 

O Ribatejo era o título do jornal e agora é o título da folha imobiliária, detida por capitais ligados ao Grupo Lena,  que detém uma parcela significativa do capital da Abrantáqua, de cujo CA faz parte o novo-rico Júlio Bento.

 

c) É amigo Armando Fernandes do Bento?

Segundo João Pico, ex-Vereador PSD e membro da CPC abrantina laranja, o Fernandes queria convidar o Bento para Vereador das Obras se o PSD ganhasse. É prova de que é  admirador do Bento e quem sabe da sua nova-fortuna. O Fernandes quando vê um rico começa a salivar.

 

d) Há outros casos destes?

Só conhecemos o do cão do psiquiatra Pavlov. É um reflexo condicionado.

 

e) Quem negou a entrada ao Fernandes no PSD local?

A Drª Anabela Matias dando provas de grande lucidez política.

 

 f) Porquê?

Por alegadamente o Fernandes fazer má figura nas Assembleias municipais. E ainda naturalmente pela tendência do Fernandes a mudar de partido como quem muda de camisa. E ainda pelas suas evidentes ligações ao que Sá Carneiro chamava o militarismo presidencial e ao gonçalvismo.

 

g) Quem se solidarizou com o Fernandes e o propôs para sócio do PSD?

O eng.Marçal.

 

h) É o Fernandes um grande gastrónomo?

Segundo a nossa opinião a sua esposa D.Helena Salvador é melhor cozinheira que ele. Também escreve melhor que ele.

 

i) Qual a grande contribuição do Fernandes para a cultura?

Cozinhar com um avental vota PS.

 

h) Porque é que o Fernandes não gosta de guardanapos de papel?

Porque ao almoço costuma pendurar no gargalo do pescoço enormes guardanapos de pano para não se sujar enquanto enche o bandulho. Os guardanapos de papel são demasiado pequenos para lhe defenderem a pança.

 

Quem tiver mais dúvidas faça favor de perguntar.

 

Damos os nossos cumprimentos a este grande vulto da cultura de Lagarelhos.

 

Miguel Abrantes 



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Quarta-feira, 20.04.11

Chateia-me criticar um peticionário. Mas quando tem de ser, é.

 

Já elogiámos o eng. Ruivo da Silva, que por algum motivo que ele conhece, gosta muito de usar o apelido materno ''Marçal'' em vez do paterno ''Ruivo da Silva''.

 

Deve ser moda cavaquista, o Presidente faz o mesmo. Chama-se Silva por parte do Sr.Teodoro e ficou Cavaco para honrar a Mãe.

 

Não é a primeira vez, nem será a última, que se critique aqui um senhor peticionário.

 

Já criticámos os srs drs. Belém e Santana-Maia Leonardo, embora os elogios (merecidos) tenham sido muito superiores às críticas.

 

Passo a publicar a coluna do eng.Marçal no semanário Ribatejo duma destas semanas:

 

     

 

 

O recorte é manhoso como o artigo. As nossas desculpas mas a qualidade do recorte tem por timbre neste blogue acompanhar a qualidade do publicado.

 

E esta é mázinha.

 

Como o Sr. Eng Marçal por vociferar contra a blogosfera.

 

Vociferar contra a blogsfera é um acto vão, do mesmo género que berrar contra as leis do mercado enunciadas por Adam Smith.

 

Não é por uma pessoa se indignar pelo facto de que haja oferta e procura, que as leis do mercado vão à vida.

 

Elas existem e ditam a sorte dos países e das empresas.

 

A Construtora Apolinário Marçal foi vítima dos deuses implacáveis que regem o mercado e não vi o Sr. Eng Marçal escrever uma coluna crucificando  Adam Smith. 

Smith não teve semana santa

 

 

 

A catalinária contra a blogosfera não é naturalmente dirigida contra nós, porque o Sr.Eng. Marçal deu-nos a honra de colaborar neste blogue e conhece-nos.

 

Suponho que é para gente que se acoita sob pseudónimos e tem atacado o Engenheiro.

 

Eu que leio muitos blogues acho que o visado é o Pico do Zêzere, onde entre outros colabora sob o pseudónimo de Jota Pico um padre nonagenário chamado na blogosfera pelo sugestivo nome de Vigário do Pinhal.

 

É esse que tem atacado a figura do eng. Marçal tanto enquanto ex-empresário, como homem de bem.

 

Passo a reproduzir:

 

3 583 - O PAÍS TEM O ENGENHEIRO VIA FAX, ABRANTES tem o ENGENHEIRO VIAS de FACTO! - e ninguém para pensar em Abrantes...

 

Citação do blog "AmarAbrantes"
«Ou seja, aqueles que se estavam a guardar para as autárquicas de 2013 começaram a olhar para as autárquicas de 2009 como a sua oportunidade perdida.
E, a partir daqui, a candidatura «Amar Abrantes» passou a ter uma vida conturbada e complicada, começando eu a aperceber-me de que tudo iria implodir no momento da apresentação das listas e por duas razões:
(I) o grupo do Eng. José Marçal de que o Dr. Armando Fernandes é o rosto visível não aceitava que o Gonçalo Oliveira integrasse a lista da câmara em lugar elegível, sendo certo que esse era, pela lógica das coisas, o seu lugar natural, tendo em conta o seu empenho e envolvimento ab initio na candidatura;
(II) por sua vez, o Dr. Armando Fernandes exigia ir num dos dois primeiros lugares da lista da Assembleia Municipal, sendo certo que não havia uma única pessoa que aceitasse integrar a lista liderada pelo Dr. Armando Fernandes.»


NOTA: Com que então, ninguém aceitava entrar numa lista liderada por essa personagem, que como presidente da concelhia me moveu um processo elaborado segundo métodos pidescos?
Não admira pois, o ódio que me tinha, quando eu em 2009 já estava pela segunda vez a liderar nova candidatura como cabeça de lista à câmara...
Intrigante manobra:  antes do amigo ser rejeitado para a lista do PSD, o "tal  engenheiro " conseguiu demover o meu vice-presidente da concelhia CDS, primo do "tal engenheiro" a forçar uma coligação e acabar com a candidatura do CDS à Câmara, quando já estavam convidados cerca de cem candidatos a várias freguesias e quase todos os candidatos para a Câmara e para a Assembleia Municipal, a troco de coisa alguma.
O Dr. Santana Maia veio trazer-nos um dado novo: a sua candidatura estava a ser minada. Logo essa tentativa de acabar com a candidatura do CDS nunca poderia recair em benefício do cabeça de lista, mas apenas criar uma instabilidade à volta desse candidato, para que tudo voltasse à estaca zero, com Santana Maia no PSD e João Pico no CDS fora de combate. Quando a candidatura do CDS, em 2005, terá "retirado" os 33 votos que faltaram ao PSD para obter o 3º vereador.
Provavelmente, o PS também não desdenharia de ver o candidato do PSD de 2001 e 2005 voltar à luta autárquica, pois com isso poderia suster os avanços dos Independentes e em última análise gerar uma aliança pós-eleitoral desse PSD de Pedro Marques com o PS de Maria do Céu Albuquerque, o "centrão" que Nelson Baltasar não desdenharia de todo. 


Se Santana Maia em vez de ter cometido a grosseria de vir a público dizer que nunca se sentaria na mesma mesa com o candidato do CDS, talvez hoje não tivesse a ser mais atacado pelo grupo do "amiguismo" do laranjal. 
Ao invés, deveria ter tomado a atitude de um grande estadista recusando prosseguir qualquer conversa com o vice-presidente da concelhia do CDS e do candidato inexperiente indicado para cabeça de lista do CDS à Assembleia Municipal, nas costas do próprio presidente da concelhia CDS.

Devo confessar hoje, que foi isso que eu e outros no CDS mais tememos como possível: isolarem-nos dentro do CDS!
Daí antecipar-me nos media a denunciar o ataque à candidatura do CDS.
O PSD respondeu como alguém apanhado em falta, o que mais o comprometeu.
Dei conta disso mesmo, há uns meses, em breve conversa com a actual presidente da concelhia do PSD. Curiosamente, já depois de ter deixado a concelhia do CDS entregue a um ex-dirigente e ex-militante do PSD, o que não deixa de ser sintomático e servir de aviso à navegação, para dentro do PSD mais são e mais popular.

Se tem exigido a presença ou um encontro a sós com o candidato do CDS à Câmara (e que era também o presidente da concelhia CDS há três anos), quando falou com aqueles dois candidatos à Assembleia Municipal pelo CDS teria "entalado e isolado" politicamente e partidariamente, o candidato do CDS. Não tinha preparação para tal e também não foi capaz de mostrar a outra postura de grandeza, mais expectável e mais digna de um verdadeiro líder, liquidando desse modo,  toda a intriga que não só deixou avolumar, como a instigou, sem proveito ou glória para a sua candidatura.

O PSD REGREDIU ao seu pior ESTATUTO:  voltou a provar como a crise  no mandato de 89/93 em que esteve na chefia da Câmara, semantém com feridas em aberto, em resultado dos conflitos e intromissões abusivas do "tal engenheiro"  que continua com o seu grupo a afundar todas as boas expectativas que poderiam ainda existir no concelho.
Vinte anos depois, esse "tal engenheiro" e o seu grupo ainda continuam não só a conspirar como a incendiar a vida local, minando qualquer hipótese de sucesso local do PSD e criando toda a vaga de complacência e resignação popular a toda e qualquer iniciativa do poder socialista.
O PSD não dá mostras, vinte anos depois, de poder ser poder local sério e credível, quando permite ser manipulado por essa troica de casino. 
Para quando no PSD será possível eleger uma concelhia livre?
Para culminar o artigo certamente encomendado pelas forças clericais a que esse blogue obedece, ilustrava o grupo sob a figura de uma matilha de
 
Esse blogue não obedece somente aos interesses obscuros da reacção clerical, mas tem-se dedicado com um analfabetismo notável a insultar quem assinou a petição.
Obedece também aos interesses deste homem e do clérigo que contribuiu para a sua escolha
 
Lamentamos profundamente que o eng.Marçal não torne as coisas claras e explique de quem está a falar....
Mas lamentamos  mais coisas. Para nós era crucial que os partidos que são opostos à carrilhada estivessem unidos e não se dedicassem a lutas fratricidas.
Era para nós importante e para o concelho que o eng.Marçal fosse um militante  disciplinado do PSD, obedecendo humildemente ao   dr. Santana-Maia Leonardo e apoiando-o na sua luta contra uma gestão municipal desastrosa.
E verificamos com pesar que o nosso estimado Marçal se deixa arrastar pelas babelas dum ex-agitador gonçalvista chamado Armando Fernandes.
Que faz um gonçalvista num partido democrático?
Que faz um adepto do militarismo presidencial, como diria Sá Carneiro, no PSD?
(continua)
Marcello de Noronha com Miguel Abrantes
PS- Como o Fernandes é uma personagem de dramalhão trágico-cómico à século XIX isto vai em fascículos 


publicado por porabrantes às 15:11 | link do post | comentar

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