Terça-feira, 22.04.14

O sr. dr. Armando Fernandes precisa urgentemente de comprar pílulas prá memória. Faz um artigo que não está mal, gabando as suas intimidades com o oficial spinolista (como Eanes) Salgueiro Maia e diz que deportaram o herói para Ponta Delgada, onde este num acto de bravura assinalável irrompia pelo café Gil que seria o antro dos separatistas da FLA, organização muito acarinhada pelos laranjas do dr. Mota Amaral, eminente figura do partido onde o Fernandes ajuda a desgraçar este país.

 

 

Acontece que o oficial que tomava muitas vezes a bica no Gil, inevitavelmente quando estava em Ponta Delgada, local a que o ligavam grandes interesses econónicos, devido à fortuna da primeira mulher que era açoriana, era Ernesto Melo Antunes, filho dum capitão tarimbeiro que fazia a escrita da Legião Portuguesa.

 

O capitão Antunes foi dentro no 28 de Setembro, porque os militares moderados tinham elaborado uma lista de ''fascistas'' a prender e os comunas resolveram ampliar a lista para aproveitar a ocasião. (1) O capitão Antunes não fazia mal a uma mosca. O Fernando Melo Antunes (irmão do Ernesto) teve uma carga de trabalhos para libertar o pai e estava naturalmente furioso.

 

O Ernesto Melo Antunes não era obviamente um separatista, o Gil é o café onde toda a vida tomaram a bica o Mário Mesquita, o Medeiros Ferreira, o Carlos César, o Jaime Gama e o Eduardo Soares da Albergaria que tem um solar na Fajã de Baixo com umas estufas para plantar ananases.

 

O Café do ex-fascista dr. José de Almeida (fascista porque foi Deputado à Assembleia Nacional como o colega do Fernandes, o casto João Bosco Mota Amaral) era o Royal. Ai parava a escória azul e branca da FLA.

 

Quanto ao Ernesto Melo Antunes tinha sido candidato a Deputado pela CDE em 1969, organização cuja cabeça visível era, em Ponta Delgada, o dr. António Borges Coutinho (Praia e Monforte) próximo ao PCP. Também tomava a bica no GIL e não no Royal.

 

Se não me falha a memória em 1969 o Jaime Gama já andava pela CEUD de Lisboa....com o dr. Soares. Aliás foi preso nessa altura. 

 

 

Já não vou a Ponta Delgada há uns meses, mas quando for tomarei a bica no Gil com o Carlos César.

 

MA    

 

PS- Sobre a descoberta arqueológica que o ''insigne'' Maia fez dos Mourões no Rocio de Abrantes e sobre a beata salva de palmas que uma plateia abrantina lhe brindou, a identificação dos Mourões com uma ponte mandada fazer no século XIX já o capitão Rodrigues Vicente o fizera pelo menos uma década antes e o publicara na imprensa abrantina. Não assisti à conferência do Maia, por isso não sei se ele fez o que tinha a fazer, que era prestar continência ao Rodrigues Vicente.....

 

 

(1) memórias do Vasco Lourenço, decoradas com uma foto dele no R. de Infantaria de Abrantes



publicado por porabrantes às 09:02 | link do post | comentar

Domingo, 18.11.12

A versão oficiosa da História de Abrantes que encontra no Candeias Silva o seu pontífice e no Martinho Gaspar o seu sacristão, tem vindo a sustentar  que a descoberta oficial da origem militar dos Mourões como ponte novecentista se deve ao Oficial de Cavalaria e revolucionário de Abril, Salgueiro Maia.

 

 

O Salgueiro Maia depois de ser colocado na prateleira pelo Eanes dedicou-se a coisas de Património, tirou um curso superior que lhe permitiu complementar a sua formação académica e tinha um certo gosto por coisas de História.

 

 

A ele devemos a criação em Santarém do Museu de Cavalaria da EPC, hoje em Abrantes.

 

É uma coisa que se deve agradecer.

 

Mas a História deve ser verdadeira e não dar a Salgueiro Maia, o que pertence a  outro militar.

 

O Rossio e os Mourões nos inícios do século XX

 

 

Reproduz-se de seguida excerto dum artigo, num jornal local, em época relativamente anterior à comunicação do achado de Salgueiro Maia aos abrantinos (feito numa sessão cultural celebrada em Abrantes, da responsabilidade da ADEPRA-Associação de Defesa do Património da Região de Abrantes, nos finais da década de setenta ,salvo erro). O artigo é da responsabilidade do Sr.Capitão Rodrigues Vicente, já falecido, que entre outras actividades bairristas foi dirigente da Liga dos Amigos de Abrantes e responsável pela publicação do Boletim da Liga.

 

 

A Liga teve a última sede na Rua Grande e terminou de forma selvagem às mãos da edilidade presidida por Nelson Carvalho, coisa que será aqui abordada quando houver pachorra.

 

  

 

No 2º extracto está lá preto no branco que em 1809 foi mandada restaurar a velha ponte das barcas,que foi uma ponte militar e que os seus restos são os Mourões.

 

 

Vão-me responder que Salgueiro Maia exibiu uma mapa e mais papéis relativos à ponte que estavam num arquivo histórico militar.

 

Não contesto.

hpqscan0001.jpg

 

(Mourões por volta de 1968)

 

Só recordo que o capitão Rodrigues Vicente estava vivo à época em que o Maia apresentou a ''descoberta'', vivia em Abrantes e ainda animava a Liga.

 

Porque é que não convidaram o capitão abrantino e tiveram de ir a Santarém desencantar o golpista de Abril (  e se calhar de Março...) ?

 

Rodrigues Vicente para escrever o que escreveu, certamente teria ido aos arquivos militares ou outros e se calhar tinha os dados em casa.

 

Mas era mais fino (para a prosaica mente provinciana dos organizadores) trazer um ''especialista'' de fora para deslumbrar os abrantinos....

 

 

O mesmo raciocínio político da tropa que manda na autarquia (que são os mesmos, ou aparentados ) que está sempre disposta a deslumbrar-se perante qualquer investidor ''misterioso'' que por aqui desembarca e a dar-lhe crédito e terrenos.

 

O Maia não pode ser comparado a  esses ''mecenas'', mas veio repetir parcialmente o que já tinha dito Rodrigues Vicente. E provavelmente outro antes dele. 

 

(Mourões depois da classificação como Imóvel de Interesse Público-1971- foto) IGESPAR

 

 

 

Resta uma formalidade burocrática. Dizer qual é o Jornal e a data de publicação. Mas vamos aguardar. Deixemos a tropa dos caça-subsídios ter o trabalho de passar umas horas na António Botto, a folhear colecções de jornais antigos.

 

 

Assim aprendem coisas.

 

Aos nossos amigos que queiram saber a data e o jornal perguntem para porabrantes@hotmail.com que teremos o melhor gosto em responder.

 

 

Marcello de Noronha, da Tubucci 

 

NOTA-O Capitão Vicente sustenta no texto que a ponte militar foi  erguida sobre os ''alicerces '' duma ponte romana e quer ver ainda ali restos romanos. Coisa duvidosa. Mas susceptível de discussão. Perto foram encontrados restos arqueológicos romanos pelo Álvaro Baptista no âmbito das suas ''curiosas'' actividades arqueológicas.

 

Mas a investigação arqueológica já quase não pode ser feita para comprovar isso, porque o Júlio Bento mandou fazer obras do Aquapólis na  área de protecção do IGESPAR sem liçença do dito.E puseram máquinas pesadas a remexer a àrea. Resultado: adeus calhaus romanos ( se os houvesse...)

 

 



publicado por porabrantes às 12:36 | link do post | comentar

Domingo, 14.10.12

Tenho escrito pouco porque tenho estado a ver programas da RTP que por algum motivo perdi. Como o Relvas quer à viva força angolanizar aquela estação e entregar a memória audiovisual do país ao soba dos sobas angolano, o ex-agente soviético e actual cleptocrata José Eduardo dos Santos há que prevenir.....

 

 

Boa parte da nossa memória irá ser tratada à moda da sanzala por um angolano, que nos fins-de-semana virá a Abrantes fazer tratamentos estéticos a certo hotel.

 

Vi esta entrevista do Eanes a Fátima Campos Ferreira.

 

 

http://www.rtp.pt/play/p861/fatima-campos-ferreira-entrevista-ramalho-eanes

 

 

O homem faz grandes elogios ao colega da academia militar, coronel Otelo Saraiva de Carvalho dizendo que o marginal é um carrasco não-praticante (1) porque quando prometeu fuzilar os fascistas ( classe social onde me integro) ''só estava a mandar bocas'', tendo muito bom coração (e certamente boa formação moral dada por um catequista e reforçada nos cursos de ''Portugalidade'' da Legião Portuguesa).

 

 

Em contrapartida, diz o de Alcains, com o extraordinária sotaque daquela terra, o sr. dr. Mário Soares não lhe merece consideração, dado o general-doutorado-pela-Universidade-da-Opus-Dei (1) ter lido o livro do Rui Mateus sobre financiamento ilegal do PS......

 

 

Este notabilíssimo raciocínio, saído da cabeça do cavaquista nº1 (foi mandatário do Sr.Silva, como diria Alberto João), só por si merecia um prémio.

 

 

Um Nobel!!!!

 

Ou como diria, o Vasco Lourenço, é pá, não ligues, são coisas de Eanes....

Entretanto saiu uma  biografia  do senhor que ia substituir o major Silva Pais no comando da Pide-Dgs, falo dum dos militares portugueses mais medalhados,  Alpoim Calvão, responsável entre outras coisas pela invasão da Guiné-Conacri pelo Exército Colonial português  

 

 

  http://ultramar.terraweb.biz/CTIG/CTIG_CapMarGuerraFzEGuilhermedeAlpoimCalvao.htm

 

 

 e se forem ao link vão ver que o jovem Galvão fez  o curso de fuzileiro sob ''auspícios'' do Almirante Reboredo e Silva, de Viseu, familiar da falecida mulher do Dr.Eurico Consciência e do Presidente da Câmara de Sintra, Fernando Seara.....e político com bastante relevância na época do 25 de Abril.

 

 

Do Diário de Notícias respigo ''O livro é da autoria do jornalista Rui Hortelão e dos capitães-de-fragata Luís Sanches de Baêna e Abel Melo e Sousa.''

 

O livro  fala do 11 de Março de 1975 em que estiveram envolvidos vários conhecidos militares abrantinos  e onde na entrevista da RTP o Eanes garante não ter participado.

 

Biografia "Alpoim Calvão - Honra e Dever" lançada amanhã dn

 

 

 

 

 

Que o livro seja  apresentado pela mais alta hierarquia da Marinha é uma espécie de aval oficioso à obra, mas tem efeitos bombásticos em termos de tropa abrantina, especialmente em relação ao ''herói oficial'' da EPC, o Salgueiro Maia.

 

 

Diz Alpoim que o ''herói'', o homem que montou o Museu de Cavalaria, que está hoje em Abrantes, traiu António de Spínola no 11 de Março, aqui mesmo à esquina na Base de Tancos.

 

 

É verdade?

 

É mentira?

 

Vou perguntar ao Zé Miguel Júdice, cunhado do nosso amigo arq. António Castel-Branco, que fez parte, como é sabido, da estrutura do MDLP em 1975. 

 

 

Pode ser verdade.

 

E aqui pode residir a explicação  para que depois do 25 de Novembro o Maia nunca tenha conseguido um comando de jeito e o tenham metido na prateleira.

 

Com a ajuda prestimosa do Eanes e do Soares Carneiro e a bênção do Marechal António de Spínola que terminou chefe da brigada de penduricalhos em Belém, quando Soares era Presidente.....

 

Um Soares com um Chefe da Casa Militar spinolista, perito em chatear o Cavaco, o heróico General Carlos de Azeredo que nos seus diálogos com Mário Soares tratava o algarvio por ''o gajo'', tratamento esse alegremente compartilhado pelo Sr. Presidente.

 

Se as afirmações do Comandante Alpoim Calvão são verdadeiras, já sabemos porque é que o Maia não passou da cepa torta.

 

 

Porque o ''gajo'' traiu os spinolistas.....

 

 

Ou então uma razão mais comezinha, digna dum raciocínio spinolista, o homem não andou no Colégio Militar, ''não é de fiar''.....

 

Marcello de Noronha 

 

(1) Sobre Otelo publicaremos hoje uma coisa interessante



publicado por porabrantes às 17:00 | link do post | comentar | ver comentários (2)

Sexta-feira, 23.09.11

Morreu José Niza, médico psiquiatra, várias vezes candidato pela CDE a deputado pelo Distrito de Santarém, dirigente socialista, Deputado em sucessivas legislaturas pelo nosso distrito e autarca em Santarém.

 

José Niza foi ainda um importante vulto ligado à música popular portuguesa, sendo ainda o autor da canção ''Depois do Adeus'' que serviu de senha ao 25 de Abril.

 

Morreu José Niza, compositor de "E Depois do Adeus" público

 

Adversário da ditadura fascista foi também um destacado resistente neste distrito à tentativa  de implantação dum regime comunista, tendo dado colaboração enquanto líder do PS de Santarém a Salgueiro Maia e à EPC (hoje sita em Abrantes) para a contenção armada do movimento golpista do 25 de Novembro de 1975 que derrotou grupelhos esquerdistas como a UDP, o MES, a FUP que sob direcção do PCP tentaram liquidar as liberdades dos portugueses.

 

 

Nos últimos anos dirigiu no distrito as campanhas às presidenciais de Manuel Alegre e em  memoráveis artigos, aqui reproduzidos reduziu a pó o Armandinho, ex-agitador gonçalvista hoje oportunamente reciclado na ala direita do PSD, Nelson Carvalho que injuriara como o Armandinho o grande Poeta, não escapando à sua actuação à apresentação num debate parlamentar duma moção  onde o solicitador Anacleto Baptista  teve uma actuação digna do seu correligionário Armandinho.

 

Todas essas peças antológicas de destruição profilática de Acácios, foram aqui reproduzidas.

 

Talvez convenha recordar algumas tiradas do dr.Niza:

 

Nelson Carvalho:

 

''o professor que não sabia ler'' 

 

 

 

 

 

 

''embarcaste à esquerda do PS, passaste por este partido a grande velocidade e só paraste na estação seguinte, a do PRD. Aliás, vendo bem as coisas, o PRD não era bem uma estação, foi mais ou menos um efémero apeadeiro... Seguiste viagem e foste desembarcar no PSD. E, agora – et pour cause – és apoiante do candidato que, segundo dizes, “não teve a oportunidade de ocupar muito tempo com leituras”.

 

 

 

o candidato das poucas letras segundo o Armandinho

 

  sábado

 

Ò Armandinho, diz-se isto do Senhor Presidente da República????

 

Entretanto, a Câmara de Santarém decretou e bem 3 dias de luto pelo Zé Niza, o homem que disse que o ''Comendador da Cultura Portuguesa '' seja lá o que isso fôr, não

 

 

sabia ler  !!!!

 

A petição associa-se ao luto pela morte do ilustre vulto da democracia e da cultura portuguesa e agradece-lhe o serviço prestado a Abrantes ao definir

 

o Carvalho.....

 

com as palavras exactas....

 

(a petição aposta que no próximo Ribatejo aparecerá uma foto do Armandinho no funeral...)   

 

 

Miguel Abrantes



publicado por porabrantes às 18:51 | link do post | comentar

Quinta-feira, 31.03.11

Como se sabe o rural Jota Pico diz que participou no 25 de Abril de G-3 na mão sob comando de Salgueiro Maia.

 

ESTAMOS A COMEÇAR BEM NOS CORTES DE DESPESA: ESTE ANO NÃO HÁ FESTA DO 25-ABRIL

 

Foto de Jota Pico

 

Conhecendo as profundas qualidades militares do cabo de guerra do Souto, temos de admitir que era ele que mandava em Salgueiro Maia e não o contrário.

 

É como o eng. Marçal quando era Chefe Político distrital do PSD, quem mandava nele era a Edite.

 

Por isso temos de considerar responsável a Jota Pico pela fuga do Terreiro do Paço do Sr.General sardoalense, Andrade e Silva ao tempo Ministro do Exército.

 

A petição presta a sua homenagem ao General que não se deixou prender nem por Salgueiro Maia, nem pela cabeça brilhante que o comandava.

 

 

 

 

Mais tarde em conversa com o General contou-me: era o que me faltava deixar-me prender por um gajo do Souto.

 

Quando a tropa desembarcou nos edifícios do Ministério encontraram um buraco feito na parede por Andrade e Silva e outros altos cargos tinham escapado.

 

Consta que furioso Salgueiro Maia disse :

 

Já que tens experiência, arranja tijolos e cimento e tapa essa merda.....

Certo  gajo ficou lá a tapar....

 

E Salgueiro marchou sobre o Carmo, conseguindo agora livre dos conselhos rurais, dar cabo do regime.

 

A foto do Sr.General foi obtida no excelente blogue Sardoal com Memória .

 

Miguel Abrantes



publicado por porabrantes às 13:34 | link do post | comentar

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