Um dos autores da tirada sobre os aborígenes da terra matagosense, segundo o dr. Gaspar, esforçado publicista, (...) ''Foram certamente os seus atrativos que inspiraram os aborígenes a darem à região o onomatopaico nome de Matagosa, visto na época da sua fundação estes terrenos agrícolas tão prometedores serem circundados de frondosas matas (...) terá sido Gabriel Prior, que o dr. João Pico, 2º historiador do ranking da progressiva terra do Souto e grande amigo de D.António Castel-Branco, diz que foi ''Capitão de Fragata e médico''
Haja respeito pela verdade, o Senhor Contra-Almirante Gabriel Prior era engenheiro hidrógrafo.
Nasceu em 1897 e morreu em 1978. Diz-se isto, sem ir aos Arquivos da Marinha, dando como boa fonte a página do Instituto Hidrográfico, que cita o livro:
Teixeira da Silva, Reis Arenga, Silva Ribeiro, Santos Serafim, Alburquerque e Silva e Melo e Sousa. “A Marinha na Investigação do Mar. 1800-1999”. Instituto Hidrográfico, Lisboa 2001.
Foi homem das relações políticas do Almirante Sarmento Rodrigues, notório maçon e administrador colonial liberal, que protegeu e influenciou o fascista reciclado Adriano Moreira.
O Contra-Almirante que alegadamente chamava ''aborígenes'' aos povoadores da Matagosa, também foi parceiro político do Dr.Manuel Fernandes e .......das relações do General Craveiro Lopes.
Já chega que está um calor de ananases, ora Eça.
mn
devida vénia ao Instituto Hidrográfico
Diário de Notícias
República
as 2 notícias de 1968 (Abril)
com medalhas desta para que é que o Pimenta precisa de medalhas abrantinas?
ma

ORÇAMENTO PARTICIPATIVO DA CÂMARA MUNICIPAL DE ABRANTES
ASSEMBLEIA PARTICIPATIVA - 16/05 - 21H00 - EB SOUTO
No próximo dia 16, na antiga escola do Souto, irá decorrer uma Assembleia Participativa, no âmbito do orçamento participativo da Câmara Municipal de Abrantes.
...Esta assembleia será aberta a todos os habitantes e contará com a presença da Sra. Presidente da Câmara Municipal.
Para mais informações, podem consultar o seguinte link:
http://cm-abrantes.pt/…/659-projeto-de-regulamento-do-orcam…
PARTICIPEM.
O ORÇAMENTO PARTICIPATIVO, É UM INSTRUMENTO PARA APROXIMAR AS PESSOAS DA GOVERNAÇÃO.
Bem-haja.
Estamos certos que a presença do Senhor Doutor João Pico, chefe de redacção do Pico do Zêzere, animará o debate. Não se exclui que a Presidente leve segurança e que a poetisa Maria da Piedade, a vate preferida da intelectual Albuquerque, declame.
ma
entre votar Maria do Céu e João Pico, a última opção é mais séria
Manuel Mattos e Silva, licenciado em Direito, juiz da comarca de Ponte de Sor, natural do Souto, de abastada família aí residente (outro Mattos e Silva, médico foi Colega em Coimbra de Avellar Machado que aí estudou matemática), gostava de pedras antigas e queria montar um Museu na vila alentejana, onde sentenciava pleitos.
Leite de Vasconcelos foi guia de Mattos e Silva na iniciação do juiz ao estudo das antas da região, correspondeu-se com ele e fez uma frutífera incursão a Ponte de Sor e a Montargil, onde recolheu vasto espólio arqueológico.
Mattos Silva recolheu uma importante colecção arqueológica e tentou montar um museu local, mas face ao pouco interesse que as suas intenções encontraram na terra, acabou por doar toda a sua colecção ao Museu de Arqueologia de Belém..
Sobre o assunto
Quase tudo o que digo consta no artigo citado, que convém ler. Acho que há alguma imprecisão sobre as andanças do Leite por Montargil, que aliás foram acompanhadas pelo Comendador e latifundiário Falcão de Souza, mas isso consta noutro registo.
Ver tanto discurso de especialistas municipalizados a falarem sobre arqueólogos abrantinos e arqueologia local, e omitirem o jurista prestigiado e importante arqueólogo amador, que foi o Dr.Mattos Silva é de bradar à Céu.
Faleceu o magistrado em 1937 em Ponte de Sor.
Provavelmente foi o primeiro abrantino a escrever sobre arqueologia em termos ''científicos'',
ma
Segundo o Avante (1957) a terra com mais anti-fascistas do concelho é o Souto.
Estaria entre os presos algum nativo de Água das Casas, terra natal do Dr.Martinho Gaspar? Parece que não, este não menciona esta tradição de luta proletária nesta freguesia, na monografia que dedicou ao seu rincão natal.
Centro de Trabalho do PCP no Souto. Seria o seminarista Rosa que distribuía o Avante?
ma
Relendo Eduardo Campos ou Diogo Oleiro é que se pode traçar a biografia da imprensa abrantina, coisa que o fecundo Mestre Martinho Gaspar tentou fazer aqui.
Agradece-se o esforço, mas esqueceu-se o Gaspar que nos tempos anteriores a 5 de Outubro também houve imprensa ligada ao rotativismo monárquico, caso do Echo do Tejo, que deu brado.
Além disso houve muito mais jornais, incluindo os do Padre Raposo (tão odiado pelo Formiga Branca) e um relativamente recente que foi importante.. Refiro-me ao Notícias de Abrantes, que saiu em duas séries.
(Notícias de Abrantes)
A primeira era pró PS e nela se destacou (tinha de ser) o notável talento jornalístico do António Colaço, a segunda série foi laranja e na cooperativa que era dona do título estava o Humberto Lopes. Como seria de esperar a segunda série foi um fracasso. Mas o Gaspar é do Souto e é injusto não recordar o Reverendo Padre Baptista e o seu afamado periódico Souto do Zêzere, é dele o artigo que se transcreve
Quanto ao Echo, andou a ele associado o nome de Solano, mas não é dele a crónica sobre ciganos do Sardoal que se reproduz. Só para terminar o Gaspar sabe pouco sobre o que escreve e não devia escrever sobre Imprensa abrantina sem ler o Eduardo Campos.
reproduzido de Eduardo Campos, A Imprensa Periódica de Abrantes,
Transcrevo a crónica do cigano, com a devida vénia ao Sardoal Com Memória, do Sr.Luís Gonçalves,
mn
O reputado historiador do Souto, João Pico, a maior autoridade local em História da Família Baptista, critica o académico Candeias Silva por ousar colocar em questão a herança templária da Senhora do Tojo.
O intelectual João Pico, ex-colega do político e gerente comercial Armando Fernandes, faz um post de genealogia onde critica o historiador Traquina.
As nossas fontes garantem que o próximo alvo será outro primo dele, Martinho Gaspar
A questão em causa é a luta anti-clerical no Souto:
'' Assinale-se a omissão de um "episódio " bastante divertido praticado pelo Martinho Galérias à saída da missa, cuja Igreja, como bom militante maçónico queria ver "destruída" e despojada dos apetrechos religiosos, incitando a populaça a entrar e destruir tudo. Este gesto era feito levando as suas três filhas bem seguras pelas mãos, ao que a cada sinal de avanço do pai incitando a populaça a avançar, imediatamente se seguia a repreensão deste às filhas, para que elas ficassem quietas e se chegassem para trás. E lá voltava ele a incitar a populaça, amos, vamos avancem e novamente puxava as três filhas entusiasmadas e delirantes para que ficassem quietas.'' (J.Pico)
E ainda a história genealógica do histórico Padre Baptista, caudilho da resistência do Pinhal à invasão francesa.
Agora dedicado à história, esperamos novas interpretações do Mestre e um convite da CMA para que integre a Comissão do Centenário da Cidade.
mn
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