Quarta-feira, 06.07.16

 

 

''Existência de água lixiviada

oriunda do aterro sanitário 

Intermunicipal de Abrantes''

 
 
 

Na sequência de uma informação de que haveria água lixiviada oriunda do aterro sanitário Intermunicipal de Abrantes, gerido pela Valnor, a conspurcar uma linha de água, o deputado Municipal do Bloco de Esquerda deslocou-se ao local no dia 12 de abril e confirmou a veracidade das informações recebidas.

Seguindo a linha de água para jusante, detetou-se uma barragem, a cerca de 1,5km, com uma quantidade indeterminada de lamas e milhares de litros de água negra depositado no seu fundo. Suspeita-se que, em grande parte, essa água negra oriunda do aterro sanitário siga pela linha de água e seja lançada no rio Tejo.

No passado dia 14 de abril, em visita ao interior do aterro acompanhado por um elemento da Quercus, pelo Vereador do Ambiente da Câmara Municipal de Abrantes e por dois responsáveis da Valnor, confirmou-se que a água lixiviada era oriunda de uma célula de Resíduos Industriais Banais (RIB) que na sua superfície não está impermeabilizada com tela, razão pela qual transbordou.

Segundo os responsáveis da Valnor, embora tenham vindo a reparar os taludes, esta célula, ainda que esteja no interior do aterro não será de sua responsabilidade, nem tão pouco sabem de quem seja. A escorrência, provisoriamente, parece estar resolvida.

A Sr.ª Presidente da Câmara Municipal de Abrantes, questionada sobre a célula, informou que uma empresa do grupo Lena Ambiente ficou incumbida em 2006 da sua manutenção.

Quanto à barragem, confirmaram que têm conhecimento da sua existência; que fazem análises periódicas e que os valores estão dentro dos parâmetros legais

Atendendo ao exposto, e ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, o Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda vem por este meio dirigir ao Governo, através do Ministério do Ambiente, as seguintes perguntas:

1. Que entidade é responsável pela célula RIB identificada?

2. Que entidade a construiu e em que ano?

3. Em que ano deixou de ser monitorizada e “abandonada” a sua manutenção?

4. Quais as garantias de que a água lixiviada da linha de água e principalmente da barragem, não se infiltram no solo, sabendo-se que naquela área se situa um dos maiores reservatórios de água da Europa?

5. Quem assumirá a responsabilidade da selagem da célula RIB?

6. Caso se confirme a existência de lixiviados e lamas na barragem, quem assume a sua despoluição?'''' in página do Bloco, com a devida vénia

 

Nota: O assunto já tinha sido levantado na Assembleia Municipal pelo deputado do BE, Armindo Silveira e ocasionou uma resposta despropositada da cacique. O aterro é da Valnor e preside à Assembleia-Geral desta empresa intermunicipal a cacique.

O capital da empresa é assim distribuido: Os Accionistas da VALNOR S.A. são os municípios de Abrantes, Alter do Chão, Arronches, Avis, Campo Maior, Castelo Branco, Castelo de Vide, Crato, Elvas, Fronteira, Gavião, Idanha-a-Nova, Mação, Marvão, Monforte, Nisa, Oleiros, Ponte de Sôr, Portalegre, Proença-a-Nova, Sardoal, Sertã, Sousel, Vila de Rei e Vila Velha de Ródão.

Os municípios referidos detêm 46,67% do capital, sendo os restantes 53,33% detidos pela Empresa Geral de Fomento S.A. (detida em 100% pela AdP-Águas de Portugal, SGPS, S.A.)..

 

 

 
Há tempos por não estar em regra a licença ambiental destas instalações
 
 a Assembleia Municipal declarou-as de interesse municipal.
 

valnor.png

 a documentação referente ao pedido está aqui

 

mn

 

 

 


publicado por porabrantes às 08:33 | link do post | comentar

Domingo, 05.06.16

valnor.png

valnor.jpg

 mas não olhes prá licença ambiental, que estava caducada

 

a redacção

Abrantes, Notícias & Factos a foto com a devida vénia


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publicado por porabrantes às 20:27 | link do post | comentar

Quarta-feira, 16.12.15

ceuzinha.png

 

(Página da CDU ABRANTES)

A pergunta do Fernando Moraes é pertinente.

 

Que faz a autarquia?

 

Que faz o dr.Avelino Manana?

 

''em Abrantes estão a ser desenvolvidos projectos de grande relevância para a prossecução deste desígnio:

-A Central de Compostagem da Valnor, que vai permitir desviar cerca de 60% dos resíduos orgânicos, actualmente depositados em aterro, para a produção de adubo, valorizando um recurso que até aqui era apenas lixo;

- A Central de Ciclo Combinado a Gás Natural da PEGOP que corresponde a uma necessidade inequívoca de aumento de produção de energia eléctrica implicará positivamente nos compromissos assumidos no protocolo de Kyoto quanto à redução das emissões gasosas com efeito de estufa e limitação das emissões de CO2 para centrais térmicas.

-A redução das emissões gasosas de SO2 e NOx e de partículas na Central Termoeléctrica do Pego, que após implementação das alterações os grupos ficarão em condições de poderem funcionar significativamente abaixo dos limites de emissão aplicáveis.

Diante deste novo paradigma, esta é a oportunidade para a mudança de comportamento, atitudes e consumos.

O envolvimento de todos os agentes económicos e sociais constitui-se como elemento fundamental para o sucesso das políticas de desenvolvimento sustentável.

Dra. Maria do Céu Albuquerque, vereadora responsável pelas políticas ambientais da Câmara Municipal de Abrantes  ¡¡

 

aqui

 

A Valnor estava  a trabalhar sem licença ambiental a 10 de Novembro

 

valnor.png

 A Pegop faz um dique ilegal no Rio.

 

Que faz a Céu?

 

Apoia quem infringe as leis ambientais!!!!

 

Como dizia Salazar, o que parece, é....em política....

 

Ah! Também diz que conquistou o esposo através da barriga.

 

'' O meu marido costuma dizer que o conquistei pelo estômago''

 

E que tem a ver o cu, com as calças? Mas se o marido é trazido para a arena política, como o foi, tiraremos as necessárias consequências.

 

É um aviso? Leiam-no como quiserem. 

 

ma



publicado por porabrantes às 16:55 | link do post | comentar

Sexta-feira, 13.11.15

valnor.png

 CMA reune-se extraordináriamente para viabilizar empresa privada .....

 

 mn

 

Viva o Capital!!!!

das kapital.png

 

 

Que diria o eng. Pinto Rodrigues ao Lopes Cardoso quando se fundou a UEDS?

 

Que o capitalismo é isto?

ma


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publicado por porabrantes às 11:35 | link do post | comentar

Sábado, 20.09.14

Como se sabe a Mota-Engil ganhou o concurso prá privatização da EGF, a CMA está agora obrigada, quer queira, quer não, a ter de alienar a sua particiapção na ValNor. Para Abrantes é boa esta decisão do Governo, tudo o for que tirar poder ao Júlio Bento e associados, é bom para a  Cidade.

Mas nem tudo são rosas neste negócio e Paulo Morais explica porquê:

 

 

Portugal de Mota

António Mota é decididamente o empresário do regime. Nos partidos do arco do poder, contrata políticos de todos os quadrantes.

20.09.2014 00:30

A Mota-Engil controla desde esta semana mais um setor económico em Portugal, a recolha e tratamento de lixos. Como este negócio é um monopólio, os consumidores ficam à mercê deste grupo empresarial, a quem doravante pagarão uma taxa vitalícia.

 

António Mota é decididamente o empresário do regime. Nos partidos do arco do poder, contrata políticos de todos os quadrantes. Já nos anos 80, Duarte Lima, enquanto líder parlamentar do PSD, representava os interesses do grupo Mota. Até aos dias de hoje, em que encontramos o ex-ministro laranja Valente de Oliveira na Administração do grupo Mota.

 

Também o ex-ministro Ferreira do Amaral, presidente da Lusoponte, está na sua esfera de influência. Rui Rio prestou-lhe tributo, condecorando-o. E estão agora sob investigação judicial os seus negócios com Luís Filipe Menezes...

 

António Mota contrata também na área socialista. Jorge Coelho, ex-governante nas obras públicas, presidiu durante anos a este poderoso grupo.(..) .(...)

 

(...). Doravante, irá ter garantida mais uma renda permanente, proveniente do negócio dos lixos, com a atribuição que Passos Coelho lhe outorgou: a posse da Empresa Geral de Fomento.

 

António Mota financia campanhas políticas, relaciona-se intimamente com governantes. Cavaco Silva apadrinha e preside às suas ações caritativas. O seu grupo confunde-se com o regime. Vai de Mota, mas domina Portugal de lés a lés.

 

----------------

 

com a devida vénia do Correio da Manhã onde pode ler o artigo completo



publicado por porabrantes às 10:01 | link do post | comentar

Quinta-feira, 18.09.14

a empresa da senhora marquesa diz '' O que está claro é que a FCC é a primeira empresa do sector na Península Ibérica desde há 100 anos, a terceira da Europa e uma das maiores e mais qualificadas do Mundo", garante a FCC.''

 

 

Mas não explica aos senhores jornalistas que mantém a mais descomunal dívida da Península Ibérica.

 

 

O que é que isto importa, é que a CMA é apanhada no caso da Valnor, onde ficará sócia (ou terá de vender a sua parte -2%) de quem ganhar a guerra.

 

 

MA 

 

 

um dos grandes accionistas da FCC é Bill Gates

 

estou com pouca pachorra para ler a imprensa, mas a capa da Visão está bonita e parece que o Passos Coelho tem de explicar coisas, além de ter de demitir a Paulinha



publicado por porabrantes às 11:52 | link do post | comentar

Quinta-feira, 22.05.14

Privatização da EGF

 

 

atrai sete candidatos

Grupo espanhol FCC, da multimilionária Esther Koplowitz, mostra interesse na privatização do tratamento do lixo.

 

 

 

 

 

 

 

 

                     

                                   

A fase de apresentação de propostas não vinculativas pelo capital da EGF, sub-holding da Águas de Portugal para o sector dos resíduos sólidos urbanos, saldou-se com sete candidatos, de acordo com o comunicado divulgado nesta quarta-feira pela Parpública.

                    A holding que gere as participações do Estado em empresas públicas nada revelou quanto à identidade dos candidatos mas, tal como noticiado pelo Diário Económico (DE), a espanhola FCC, da multimilionária Esther Koplowitz, é efectivamente a grande surpresa desta fase preliminar da privatização.

Segundo o DE, além da FCC, que em Portugal controla a construtora RRC e a Aquália (que em Portugal atua em Abrantes, Elvas e Fundão), também apresentaram propostas não vinculativas um fundo chinês e um fundo belga.

Na corrida estão ainda as brasileiras Odebrecht e Solví, que constituíram para o efeito o agrupamento de empresas Portugal Ambiental, o grupo de Braga DST, a SUMA (da Mota-Engil) e o agrupamento EGEO/Antin.

As propostas escolhidas para passar à fase seguinte receberão um convite para apresentar uma oferta vinculativa quer pelo capital da EGF, quer pelo valor por acção atribuído a cada um dos 11 sistemas multimunicipais que compõem a empresa.

Nessa fase, poderá haver a entrada de novos candidatos em associação aos já existentes ou mesmo aproximações entre os actuais candidatos. Certo é que o parceiro estratégico com experiência técnica na área da gestão de resíduos não poderá ter menos do que 10% da entidade que vier a ser criada para concorrer à privatização.

O calendário do Ministério do Ambiente, Ordenamento do Território e Energia aponta para que a recepção de propostas vinculativas ocorra em Julho.  

 

 

no ''Público'', com a devida vénia

 

SN

  



publicado por porabrantes às 15:41 | link do post | comentar

Segunda-feira, 16.12.13

Diz o reputado Jornal A Reconquista

 

 

 

Valnor: Sindicato e empresa com visões diferentes da greve
10/12/2013, 11:23
Fotomontagem Reconquista

O Sindicato dos Trabalhadores da Administração Local (STAL) disse que o primeiro dia de greve dos trabalhadores da Valnor teve uma adesão "bastante forte", mas a empresa indica que a recolha foi garantida em todos os municípios.

António Carreiras, do STAL, disse à Lusa que nenhuma viatura para fazer recolha de resíduos saiu segunda-feira das instalações onde funciona o aterro da Valnor, em Avis, e que apenas "um número reduzido" de trabalhadores, sobretudo administrativos, entrou nas instalações.

O administrador executivo da Valnor, Valorização e Tratamento de Resíduos Sólidos do Norte Alentejano, Pinto Rodrigues, disse, por seu turno, que apenas 47 dos 180 trabalhadores da empresa aderiram à greve, tendo sido garantida a recolha de resíduos em todos os 25 municípios.

Pinto Rodrigues afirmou que as principais unidades de receção de resíduos - Ponte de Sôr, Portalegre, Elvas, Castelo Branco e Abrantes - funcionaram normalmente, o mesmo não tendo acontecido em Avis, onde se encontra um piquete de greve.

Segundo o administrador, os funcionários que quiseram ir trabalhar puderam fazê-lo sem qualquer obstáculo, mas não foi possível a entrada ou saída de qualquer camião porque a via é estreita e os carros estacionados no local não permitem a circulação dos veículos pesados.

Tanto Pinto Rodrigues como António Carreiras referiram a presença de forças de segurança junto às instalações de Avis.

Pinto Rodrigues admitiu que, mantendo-se a situação na terça-feira (segundo e último dia de greve) não seja possível a alguns municípios fazerem a entrega dos resíduos sólidos urbanos.

Segundo o sindicalista, os trabalhadores reivindicam o direito à negociação e lamentam que a administração da Valnor tenha recusado discutir a carta reivindicativa e a revogação de um regulamento interno que consideram "altamente penalizante" e com "consequências gravosas" que não existem nos regulamentos adotados nas outras empresas do grupo.

Pinto Rodrigues disse à Lusa que as reivindicações apresentadas são basicamente monetárias, pelo que, enquanto empresa do setor empresarial do Estado, esta está condicionada às limitações impostas pelo Orçamento do Estado.

A Valnor, empresa multimunicipal de recolha, tratamento e valorização de resíduos sólidos urbanos é detida em 46,67% pelos municípios de Abrantes, Alter do Chão, Arronches, Avis, Campo Maior, Castelo Branco, Castelo de Vide, Crato, Elvas, Fronteira, Gavião, Idanha-a-Nova, Mação, Marvão, Monforte, Nisa, Oleiros, Ponte de Sôr, Portalegre, Proença-a-Nova, Sardoal, Sertã, Sousel, Vila de Rei e Vila Velha de Ródão.

Os restantes 53,33% são detidos pela Empresa Geral de Fomento S.A. (EGF, detida em 100% pela AdP-Águas de Portugal, SGPS, S.A.), sendo a anunciada privatização desta outro dos motivos de contestação dos trabalhadores.

 

 

 

com a devida vénia

 

MN 

 

 

moral da história: só os comunas de Avis é que ainda fazem greves. Sugerimos ao patronato reaccionário que convide o camarada Alexandre Alves para ir a Avis explicar que a greve é um direito fora de moda. A próxima vez que em Avis haja agitação social deve-se solicitar ao proletariado que faça opção de classe, deduzindo opção por uma destas alíneas

 

a) especulador financeiro

 

b) sindicalista amarelo

 

c) fura-greves 


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publicado por porabrantes às 20:58 | link do post | comentar

Quarta-feira, 08.05.13

A FFC-Fomento de Construcciones y Contratas, empresa maioritária na concessionária municipal Abrantaqua, de cujo órgão de administração faz parte o ex-Vereador PS Júlio  Bento, às ordens do capital estrangeiro, por acaso dominado pela marquesa de origem judia Esther Alcocer KoploWitz

anunciou neste primeiro trimeste.......

 

 

 

140, 2 milhões de euros

 

de prejuízos enquanto no primeiro trimestre do ano passado tivera um lucro de 16,6   

 

 

A empresa espanhola que possui vários investimentos em Portugal parece estar num estratégia de desinvestimento....em certos activos 

 

 

Logótipo:Abrantaqua

 

O logótipo da Abrantaqua é muito curioso,a malta pensava que estava ao serviço da Senhora Marquesa......

 

 

Entretanto a accionista minoritária está a ser ''fundida'' com uma empresa francesa com as consequências que se advinham. Lei aqui o parecer da Autoridade da Concorrência .

 

 

Tendo em conta a banhada que os municípios estão a apanhar com a Valnor, aliás dirigida por um excelente técnico e ex-aluno do Colégio LA Salle, o eng. Pinto Rodrigues, tendo em conta que a Valnor tem toda a razão do ponto de vista legal e que é a imprevidência dos políticos medíocres que nos governam que conduzem a estas situações, toda esta evolução deve ser seguida com atenção.

 

Finalmente as consequências da fusão anunciada no grupo da imprensa subsidiada são evidentes. Só quem não tem olhos, é que não vê...

 

Marcello de Noronha 



publicado por porabrantes às 22:10 | link do post | comentar

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