Segunda-feira, 15.12.14

Muitos miúdos abrantinos, como eu ou o historiador dr.Jorge Santos Carvalho, passaram as férias estivais na Figueira da Foz desde 1956-7 e sempre que tinham dores de barriga ou outras maleitas recorriam à assistência amiga e sábia do médico dr. Gilberto Vasco.

Esteve este episodicamente em Abrantes e daqui foi para a Figueira, tendo herdado o seu consultório o dr. José Vasco, médico tão bom como ele e anti-fascista como o irmão.

Só por evidente lapso é que o histórico laranja Sr.Daniel Augusto António, numa entrevista à Zahara do Gaspar, conduzida por José Eduardo Alves Jana, é que pode situar o dr. Gilberto em Abrantes, depois de 1958.

Aliás neste documento da resistência (1958)  quem figura na comissão política da candidatura Cunha Leal, aqui conduzida por Vergílio Godinho, é o dr. José Vasco já então residente na cidade.

Não é por nada mas este blogue, que fala da Srª .D.Dalila Marques Vasco, mulher do dr.Zé Vasco diz exactamente o que dizemos. O dr. Gilberto, que tinha uma paciência de santo para aturar os miúdos, residia na Figueira.Para melhor biografar a D.Dalila vejam também este post, que foi feito pela família e é naturalmente a família que conhece melhor a sua trajectória.

Já agora, neste artigo do saudoso Mário Semedo, já aqui publicado, 

oposição mário semedo.jpg

   há uma achega para esta história.

 

E vão-me perdoar mas a história faz-se com documentos, a trajectória de Orlando Pereira na Oposição é tão grande que o encontramos já na direcção académica do MUD juvenil em 1947.

mud orlando pereira.png

(Fundação Mário Soares)

 

Finalmente tenho dúvidas que o sr. Daniel Augusto António se recorde deste nome que foi activo na constituição do MUD em Abrantes e também na campanha do General Delgado, o Advogado dr. Aníbal Ribeiro Martinho.

O sr.Daniel e o Jana recordam-se do dr. Aníbal como um feroz anti-comunista, simpatizante do CDS lá por 74-75, mas ele esteve e temos prova documental disso na campanha abrantina do General Coca-Cola , que aliás era tão anti-comunista como o capitão Henrique Galvão.

O que não encontrei ainda foi prova documental que nenhum dos entrevistados do Jana estivesse activo contra a Ditadura em 1958.

MA

ps-ao lado de Orlando Pereira assina o manifesto estudantil lisboeta o artista plástico Dias Coelho, amigo de Duarte Castel-Branco, vilmente assassinado pela PIDE

 



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Domingo, 19.10.14

O ex-deputado à Constituinte de 1975, Manuel Dias, dá  uma estranha entrevista à Zahara, nº 23 sob o título ''Oposição ao Estado Novo em Abrantes''.

A entrevista é de Alves Jana,subdirector do boletim.

 

O Dias começa por dizer que se lembra da actividade oposicionista local  ''a partir de uns anitos antes de 1950.''

 

Começa a falar da candidatura Norton de Matos, que data de ''1948-1949.'' Estranhamente não ouviu falar do homicídio do General Marques Godinho em 1947 e dum enterro que deu brado em Abrantes.

general.jpg

 Assim não tem de falar do alegado responsável Santos Costa, Adriano Moreira dixit.

Diz o Dias que ''Abrantes era uma terra politicamente pacata''. Pois, onde os Generais abrantinos eram mortos pela Ditadura e os oposicionistas como o Dias não davam por isso.

Na introdução o Jana diz que o Dias anda com falta de memória, nota-se....

No entanto se o Jana se tivesse dado ao trabalho de estudar a cronologia e ajudar o entrevistado, talvez a coisa saísse menos caótica e absurda.

Como era a Oposição nos anos 40, em Abrantes?

Há dados ? Há, nos arquivos e publicados. E algumas coisas são chatas. 

 

 

 

 

dis 1.png

 A carta do snr. Correia está na B.Nacional e não vou apresentar Barbosa de Magalhães.

in

 

 

 

 

Dou um salto em frente, depois de descobrirmos que havia bufos entre a Oposição local.

Quem eram?

O salto é longo, porque o Dias também não se lembra da candidatura de Delgado em 1958 e de quem estava lá, mas nós já aqui dissemos que à volta de outro Godinho, os democratas se organizam e combatem.

godinho 2.jpg

godinho 3.jpg

 O herdeiro do ex-nacional-sindicalista e depois comunista dr.Vergílio Godinho, no seu escritório de Advogado, é o dr. Orlando Pereira.

Este é candidato da Oposição em 1961 em Santarém, mas o Dias também não deu por isso.

Depois o Dias salta para 1972 e diz que houve eleições. É falso.

As eleições foram em 1969 e aí a Oposição divide-se entre a CDE (mais ou menos influenciada pelo PCP) e a CEUD (controlada pela ASP).

 

 Nos anos 70 o Dias cai na megalomania ''Nessa altura, anos 70, os rostos da Oposição era eu e pouco mais''.

O ''pouco mais'' era o Correia Semedo, o Duarte Castel-Branco e o Orlando Pereira, os clandestinos comunistas no Tramagal, de que sabemos o nome, etc.

Antes dos 70, no Chave de Ouro é metido na grelha o estudante Jorge Pessoa Santos Carvalho, como o atesta a respectiva ficha da PIDE, mas o Dias também não se lembra. 

Acontece que o Doutor Jorge Santos Carvalho teve de viver no exílio em Belgrado, enquanto o Dias metia tesouras e alfinetes na política abrantina, e também foi o peticionário nº 4,  e isso é subversivo.

Continua o Dias a trocar coisas e diz que a D.Fernanda Pereira, mulher do Dr.Orlando era comunista (ou seja muito perigosa como o Santos Carvalho) e não podia sair de casa, que era nesta avenida.

casa dr. orlando.jpg

 A ''residência fixa'', que o Dias diz que a PIDE teria aplicado à Drª Fernanda, a ter existido, não implicava obviamente que a estimada Senhora não pudesse sair.

Acontece que eu a costumava a ver tomar a bica no ''Pelicano'' com a D.Maria da Luz Semedo, Presidente da organização ''Antigas Alunas do Colégio de Fátima''.

Não vou negar nem a actividade anti-fascista da D.-Fernanda, que vem do MUD, nem a sua vastíssima cultura, nem o seu assanhado sovietismo, mas era uma pessoa simpática e amável com quem dava gosto conversar, excepto sobre a URSS.

Finalmente o artigo oferece-nos boas fotos, porreira uma com o Mário Semedo na varanda da CMA ( o Mário era afilhado do dr. Esteves Pereira), mas algumas como a da Drª Maria Barroso são posteriores ao 25 de Abril, onde o Dias alega que os ''terríveis comunistas'' lhe quiseram dar umas chumbadas em Alpiarça.

Sobre tudo isto, remete-se para este artigo do dr. Eurico Consciência.

Finalmente com o tempo o Manuel Dias vai recuperando alguma memória, agora já vai admitindo que o dr. Eurico foi o principal fundador e homem essencial do PS cá na terra em 1974-1975.

De tanto falar no dr. Orlando e misturar o antes e depois do 25-A, o Manuel Dias esquece-nos de contar que o Advogado se candidatou contra ele em 1975 pelo MDP-CDE.

 

MN

 

   

 

 



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Segunda-feira, 30.06.14

no número 21 da Zahara, revista dirigida por José Martinho Gaspar (ex-seminarista), que tem como subdirectores José Eduardo Alves Jana (ex-seminarista) e Teresa Aparício (conhecida frequentadora da Casa Diocesana de Santa Maria), com os apoios da Câmara Municipal de Abrantes e do Inatel, foi publicada uma entrevista à Senhora Dona Aurélia Rodrigues, mulher do Pastor da Igreja Evangélica do Rossio ao Sul do Tejo ou para ser mais exacto à Senhora Dona Maria Aurélia Jesus Valle Rodrigues.

 

 

 

E ainda para ser mais exacto da Igreja Evangélica Presbiteriana.

 

 

Um tipo que estudou num seminário deve saber discernir entre Lutero e Jonh Knox..

A história das variantes do cristianismo que surgiram a partir da Reforma pode ser complicada e às vezes labiríntica para um leigo, mas não para um ex-seminarista ou para a Direcção duma revista que parece mais uma Junta de teólogos que de historiadores.

O labirinto protestante será complicado e ainda pouco estudado no caso abrantino (não no caso português) mas há elementos publicados por historiadores de referência mesmo, para o caso abrantino, que é sobretudo um caso rossiense, onde há protestantes estabelecidos desde finais do século XIX.

No caso abrantino  há processos inquisitoriais contra protestantes pelo menos no início do século referido.

Já se publicou aqui alguma coisa sobre isso.   

Deixando estas subtilezas e as questiúnculas teológicas vou-me centrar numa pergunta feita pelo Alves Jana à sua entrevistada. Primeiro pergunta-lhe se teve problemas com o Padre Narciso, que  ‘’era o Professor de Religião e moral católicas’’ na Eica, segundo o tipo.

A D.Aurélia entrara para docente nessa escola.

Acontece que não era só ele, havia mais professores/as dessa disciplina, nessa Escola, entre as quais destaco a Senhora Dona Maria Justina Bairrão Oleiro.

O P.Narciso era ao tempo também Capelão do Colégio de Fátima e ainda responsável pela LOC-Liga Operária Católica, porque a Acção Católica estava dividida de acordo com as classes sociais. Os ricos estavam na LIC –Liga Independente Católica, caso de certa pintora abrantina que todos conhecem.

O P.Narciso naturalmente não  criou nenhum problema-respondeu a Senhora. Mas adiantou que quem lhe criou problemas, não na EICA, mas no apostolado presbiteriano fora o Padre José de Oliveira, que já encontrámos neste blogue criando ‘’problemas’’ à famosa Dona Arminda, que a Margarida Trincão entrevistou para o ‘’Mirante’’ e o António Colaço e algum amigo também entrevistou para a RAL. 

Para explicar quem era o P.José de Oliveira, que foi Pároco do Pego (onde o Jana fez estágio para padre e onde portanto poderia ter vasculhado os arquivos das paróquias e os armários das beatas) e ainda de São Miguel do Rio Torto desde os anos 30 do século XX  até 1990 e tal, seria importante fazer uma análise biográfica dele e interpretar as suas atitudes dentro do contexto da Igreja ultramontana que serviu, presidida por quatro sucessivos Bispos de Portalegre e ainda por um Bispo de Beja porque antes de desembocar em Abrantes, o R. José de Oliveira foi Pároco de Serpa.

Nesta diocese serviu às ordens de D.Domingos Frutuoso, D. António Ferreira Gomes, D. Agostinho e a ainda de D. Augusto César. 

Mas  não é  o P.Oliveira que me interessa, apesar de achar pelos documentos que compulsei, que a Senhora Dona Aurélia tem toda a razão e que o P.Oliveira procedeu duma forma semi-inquisitorial contra os protestantes, interessa-me Luís Ribeiro Catarino.

Porque o Jana dispara a seguir à entrevistada ‘’ E com o padre Catarino (pároco do Rossio)?’’

 

 

Nunca tivemos nenhuns problemas com ele’’. –diz a D.Aurélia.

E não podia ter tido porque à data que a Dona Aurélia chegou ao Rossio (Dezembro de 1966) o P.Catarino já não era Pároco do Rossio, apenas sendo Pároco de S.João de Abrantes.

A base da História é a cronologia e a Zahara pretende ser (não digo que seja ) uma Revista de História.

E o Jana é subdirector da dita Revista.

Portanto além de descurar o básico em História, vem lançar sobre um Homem Bom, já falecido e portanto incapaz de se defender a reles suspeita de ser um  Inquisidor. 

Quando pelo contrário, foi um homem bom e tolerante

 

MN 

 

 



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Domingo, 27.10.13

Depois duns dias de descanso voltamos à blogosfera. Encarrega-me o Miguel Abrantes de mandar bocas:

 

A revista do sr. dr. Gaspar, notório elemento da sociedade civil, diz  na sua secção de Aniversários: Há 200 anos, a 20 de Janeiro de 1813, o Duque de Wellington deslocou-se a Abrantes. A sua estadia foi paga pela Câmara Municipal''.

 

 

Sempre ''generosa'' esta autarquia......

 

 

Esquece a revista do sr. dr. Gaspar de contextualizar o textozinho, ou seja de explicar o que fazia o cabo de guerra por Abrantes, e o vulgo pode pensar que o prudente e implacável irlandês andava em visita turística, quando marchava para Espanha para expulsar o invasor, ao comando dum exército triplo britânico-luso-espanhol.

 

 

Isso é o menos.

 

 

 

O mais, é que a frase citada pertence  quase inteiramente ao falecido Eduardo Campos  e foi publicada na Cronologia de Abrantes no século XIX, da sua autoria , editada pela CMA, em 2005, infelizmente quando já tinha morrido o Eduardo.

 

 

A obra leva prefácio de Isilda Jana e foi revista (trabalho sempre moroso e dedicado) pelo sr. dr. Francisco Lopes, coisa que se agradece.

 

Cito a frase do Eduardo:  ''Janeiro, 20.O Duque de Wellington deslocou-se a Abrantes. A sua estadia foi paga pela Câmara Municipal''.


Não sei quem é o responsável pela ''adaptação criativa'' do texto do Eduardo......


Portanto assinala-se para que o criativo da próxima vez seja mais cuidadoso. 


Finalmente que dizem os papéis de Lord Wellington sobre a sua estadia em Abrantes a 20-1-1813?




Da correspondência publicada não há nenhuma carta nem despacho do General datada de Abrantes a 20-1-1813.

 

Mas sabemos que de Badajoz foi a Lisboa e regressou depois a Espanha, estando já no caminho de regresso a 22, em Niza. Em 26 já estava no seu posto de comando em Espanha e daí expede carta de tema abrantino para o homem que  governava Portugal, Beresford.

 

 

Por curiosidade transcreve-se o documento:

 

   

 

Os textos reproduzidos constam da obra 

 

 

 

 

Bolas, espero que a Zahara para a próxima, dê o seu a seu dono. 

 

 

MN

 

Finalmente há na Zahara uma coisa que gostei particularmente, o texto do dr. Rolando Silva sobre o escultor  Víctor Marques e o Rui André explica que houve um passado e uma cultura taurina cá em Abrantes.  



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Sábado, 09.02.13

Um leitor enviou este reparo ao post  Um Reparo ao Doutor Candeias

 
 
 
Não me admira nada que o Doutor Candeias se tenha esquecido do único descendente de Diogo Oleiro que vive em Abrantes.
Afinal não foi ele que indicou o escultor Charters de Almeida como representante dos ALMEIDAS, esquecendo-se dos cento e tal descendentes dos Almeidas (com o mesmo grau de parentesco do tal Charters) que vivem em Abrantes. O homem quando soube ficou tão enfiado que obrigou o pobre Gaspar a censurar um artigo do dr. José Carreiras que estava para sair na Zahara e que lembrava isso mesmo. Pelo menos foi o que andou a espalhar o Gaspar que dizia que o coronel do lápis azul não era ele mas o Candeias.

 

Um leitor da Zahara 

 

Caro amigo:

 

Acontece então que alegadamente este senhor 

 

 

o bravo Dr. Martinho Gaspar, Director da revista subsidiada Zahara, espalhou que havia um coronel que tinha um lápis azul. O Gaspar é um benemérito e um ficcionista premiado, além de ser primo e conterrâneo do Sr.Dr.Pico que é licenciado em política rural. Com efeito o Gaspar ganhou o prémio de ficção de Vila de Rei, terra do autor do Dinossauro Excelentíssimo, aquele grande copo que era o Zé Cardoso Pires ( passava as madrugadas ingerindo uísques com o António Lobo Antunes e com o Melo Antunes) e da arguida Barata que está pior que uma barata porque a levaram aos tribunais....

Pode ser ficção..... porque o Gaspar é ficcionista. Mas em todas as ficções há um fundo de verdade. Poderá ter havido  censura mas pode acontecer que o censor seja só um sargento....

 

 

Diz o leitor que o Doutor Candeias sustentou, sábio e heráldico, que o escultor Charters de Almeida, premiado por algum pingue ajuste directo desta Câmara, era o representante dos Almeidas.

 

Ora, diz ainda o leitor que há 120 nobres descendentes dos condes e depois marqueses de Abrantes, nesta cidade, que pelos vistos é frondosa não só em ajustes directos mas também em descendentes de feudais.

 

Acontece que DJoão Charters de Almeida e Silva, 3º Conde de Oliveira dos Arcos e 4º Conde da Bahía já tinha suficientes títulos para dispensar que o Doutor Candeias o premiasse com a representação oficial da Casa de Abrantes que anda no Zé Abrantes.

 

E acontece ainda que indo à bibliografia especializada se verifica que  o seu pai D.  José Fernando Pais da Graça de Almeida e Silva, 3.º Conde da Baía e 2.º Conde de Oliveira dos Arcos, só foi Conde de Oliveira dos Arcos porque alegadamente a sua prima a Senhora Dona Maria da Nazaré de Almeida e Silva lhe cedeu os direitos feudais, sendo tal cedência autorizada por El-Rei D.Manuel II em  1931. (Nobreza de Portugal, Volume III, página 77).

E da mesma forma o pai do escultor Charters de Almeida só foi Conde da Bahía porque alegadamente a mesma prima lhe cedeu os seus direitos ao Condado.

(Nobreza de Portugal, Volume II, página 366).

 

Portanto segundo esta obra clássica o escultor Charters de Almeida nem sequer representa as varonias que segundo as leis bárbaras do feudalismo deviam ostentar os condados da Bahia e Oliveira dos Arcos.

 

 

As leis bárbaras do feudalismo supõem a transmissão hereditária da condição social, que podia ser afastada por graça régia.

 

As leis do capitalismo supõem que tudo pode ser transmitido por mera transacção  .....

 

Suponho que um socialista deve ser contra estas modalidades de transmissão. E o Doutor Candeias é socialista.

 

Mas o que verifico se os factos alegados são reais, é que o Doutor Candeias é a favor da transmissão do lugar de chefe do clã dos Almeidas, não por via hereditária nem por mera transacção, mas através do seu próprio arbítrio.  

 

Ou seja que o escultor Charters de Almeida é chefe de clã dos Almeidas.....   

 

 

  

 

 

por especial graça do Doutor Joaquim da Silva Candeias......

 

 

e teve um pingue ajuste directo para mudar de sítio a estátua de D.Francisco de Almeida na parada Abel Hipólito

 foto de Paulo Cardoso
 
por especial graça da D.Maria do Céu e sus muchachos.....
 
Miguel Abrantes


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Terça-feira, 27.11.12

A trinta de Novembro o CEHLA organiza as 

 

 

X Jornadas de História Local - Abrantes

 

Biblioteca Municipal António Botto – Abrantes - 30 de novembro de 2012

Organização: Centro de Estudos de História Local (CEHLA) – Palha de Abrantes

PROGRAMA

09h30 Abertura dos trabalhos

09h45 A pesquisa oral na investigação etnográfica, por Aurélio Lopes, Antropólogo

10h45 Intervalo

11h00 Espaços de memória: uma resposta social para um mundo de transformação e   incerteza, por Luiz Oosterbeek, Anabela Pereira e Margarida Morais, Museu de Arte Pré-Histórica e do Sagrado do Vale do Tejo (Mação)

11h45 O vaivém do tear, por Giulia Panfili e tecedeiras do concelho de Abrantes

12h15 Apresentação do n.º 20 da Revista de História Local Zahara

12h45  Intervalo para almoço

14h30  Tradições Quaresmais e Pascais nas terras das Idanhas e a promoção da sua divulgação pela Autarquia Idanhense, por António Catana, Investigador

15h30  Intervalo

15h45 Folclore/etnografia na sociedade actual, por Raul Grilo, Grupo Etnográfico “Os Esparteiros”

16h15 Grupo de Cantares Terras de Guidintesta (Belver): uma aventura etnográfica, por Paulo  Pires, Maestro

16h45 Quadras populares e alguns dos seus marcadores sociais, por Teresa Aparício, Professora

17h05 Carreira do Mato – Artesanato com História, por Teresa Guilherme a Aldina Maria, Associação Amimato

17h25 Debate

17h45 Encerramento

 
Participação gratuita.     Não necessita de inscrição.    Certificado aos participantes.             
 
 (transcrito do blogue da Senhora Drª Paredes Cardoso)
http://paredescardoso.blogspot.com.es/2012/11/x-jornadas-de-historia-local-abrantes.html
Anima o debate a drª Teresa Aparício colaboradora habitual da folha do Jana sobre coisas de Património onde espalha, sábia, a sua sabedoria.
A drª Aparício é a colaboradora habitual do Mestre Martinho Gaspar e do Doutor Candeias Silva.
Na última edição do boletim de propaganda camarária a Teresa Aparício disserta erudita sobre a Capela da Senhora da Luz.
O artigo está disponível aqui.
Entre a bibliografia que cita está lá um artigo de Candeias Silva publicado na '' Zahara'' de Julho de 2012, sobre Santuários Marianos no Concelho de Abrantes.
Não vou dissecar todo o arrazoado, coisa que daria pano para mangas, e nos daria para, como gosta de dizer o meu amigo Miguel Abrantes, ''flipar''....
Vou só fixar-me no pormenor relevante onde a Teresa Aparício diz que  em 1578 as terras onde se situava o Ermida da Senhora da Luz foram vendidas aos ''padres da Ordem de Cristo''.
Como a senhora foi beber no livro do capitão Mourato, que foi editado e anotado por Eduardo Campos, cujo nome não se cita certamente para não ofender a autoridade, convinha respeitar o original e o que está lá é:  que foi vendida aos ''freires da Ordem de Cristo''
Não li, tenho mais que fazer, o artigo do Candeias, mas não acredito que o homem cometesse um erro destes.
Os Cavaleiros de Tomar, membros da Ordem de Cristo, sucessores dos Templários, não eram padres, não podiam dizer missa, nem praticar qualquer acto reservado a quem tivesse sido ordenado cura.
Isto é casar, confessar, dar a comunhão etc....
Eram guerreiros e o sacramento que praticavam com mais assiduidade era degolar sarracenos.
Não houve nenhuma ordem militar em que os seus membros fossem ''padres'', estavam decerto obrigados a seguir uma Regra, faziam votos (Obediência, Castidade em certos casos, etc) mas tinham capelães para os assistirem nos actos litúrgicos.
A D.Teresa Aparício, grande católica, tinha obrigação de saber isto, não só pela sua formação religiosa mas também pela sua formação académica.

E convinha-lhe ler São Bernardo onde estão as bases da milícia cristã e  estas palavras terríveis: ''Um cristão  glorifica-se na morte de um pagão, porque Jesus Cristo é glorificado nela.'' Essas bases são o b-a-bá da gesta templária, de que os Cavaleiros da Ordem de Cristo  são os herdeiros.

Corrigida pois paternalmente a monumental ''gaffe'' da cronista da folha gratuita, lamenta-se que um Jornal onde Diogo Oleiro escreveu seriamente sobre História, esteja agora transformado num pasquim de erros garrafais, que ao assumirem proporções bíblicas o tornam numa gazeta humorística.

 

www.eb1-abrantes-n2.rcts.pt- eia

E o mesmo humorismo involuntário contagia a Zahara do Gaspar e tudo o que tem a marca do CEHLA.....

Finalmente se isto fosse levado para a paródia, o título devia ser ''Teresa Aparício ordena padre o Infante D.Henrique'', porque o Infante foi Grão-Mestre da Ordem de Cristo e usou os homens e os recursos da Ordem para a grande aventura da expansão marítima.

Não, querida Senhora, o Infante não foi Padre, nem sequer seminarista. Quem foi seminarista foi o dr. Alves Jana.

 

Marcello de Noronha, da Tubucci

 



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Quarta-feira, 04.04.12

http://porabrantes.blogs.sapo.pt/858091.html       

 

 

 

 

A D.LEOPOLDINA PERRULAS AMBRÓSIO SERÁ PARENTE DO LICENCIADO CARRILHO DA GRAÇA?

 

 

 

 

Viajou alguma vez Rui Serrano numa caravana nómada ao País Basco?

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  a morte de João Graça Vieira

 

  e a história  da RAL

 

      

 

a crónica judicial

 

 

fenómenos do entroncamento nos bombeiros

 

 

tudo se houver engenho e arte

 

 

tempo e pachorra

 

 

 

e mais uma trancada no senhor licenciado, pra variar......

 

 

Miguel Abrantes, líder desta coisa

 

 

PS-haverá novidades de Lagarelhos????

 

 

 

 

 

 

 

 



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Domingo, 14.08.11

O sr.dr. Gaspar é o director da Zahara e candidato nº2 ao Prémio Estrela da Semana.

 

 

o galardão mais ambicionado por políticos, socialites rústicos (as), intelectuais de sacristia, poetisas da ''Nova Aliança'', empresários tipo

 

      

 

e condes da treta metidos a artistas de Lego.

 

 

Como director deve exercer a autoridade (republicana, como a da Guarda) e não permitir disparates na revista.

 

Leiam isto:

 

 

Diz-nos o Gaspar que um texto enviado pelo autor em condições ''óptimas'' e pronto para publicar foi assassinado e publicado em condições vergonhosas por essa revista não se sabe muito bem porquê.....

 

O Gaspar sustenta que para o facto ''não há explicação plausível''.

 

O Gaspar é um exemplo da retórica positivista, a mesma que estava na cabeça dos ''grandes vultos'' republicanos que ela gosta de biografar e que conduziram à gloriosa série de disparates que caracterizaram a política lusa de 1910-1926.

 

Mas nenhum republicano abrantino dessa época que fosse director dum jornal seria capaz de justificar uma miserável série de gralhas que saísse num jornal da sua responsabilidade como o ''Abrantes'' ou o ''Jornal de Abrantes'' dizendo que para os erros não havia''explicação plausível''. 

 

Ou assumiam a responsabilidade, ou atiravam-na para o tipógrafo

 

 

ou num caso mais ousado acusariam o ''Padre Raposo'', besta-negra da Formiga Branca abrantina de provocar tal provação.

 

Agora sustentar que para um facto corriqueiro, que se já repetiu na Zahara através da evaporação milagrosa da mulher do Dr.Orlando Pereira, a minha querida tia Fernanda, do texto duma entrevista de Eurico Consciência...

 

  ribatejo

 

 '....'não há explicação plausível'' é próprio duma mente pouco positiva ou dum senhor que quer alijar responsabilidades.

 

Porque a paginação da revista é feita segundo a ficha técnica por um tal José Martinho Gaspar que pelo nome me parece corresponder ao nº3 do ranking de historiadores da pitoresca freguesia do Souto.

 

A explicação plausível é que foi o Gaspar que deu buraco ou então subcontratou o serviço a um anónimo e lá se deu a explosão ortográfica!!!!

 


 

explosão ortográfica na revista Zahara 

 

  

O Gaspar pede desculpa ao Sr.Dr. Correia Pais, que o fustigou com toda a razão pela sua incompetência, mas ao leitor que teve de esportular 5 euros pela revista não apresenta desculpas.

 

Para o Gaspar os leitores são criaturas de segunda classe!!!!

 

Em compensação o Gaspar, serviçal, apresenta desculpas a um tal ''dr.'' Candeias Silva, sem verificar que está a ofender o homem.

 

Jornal de Alferrarede

 

O discípulo do fascista Veríssimo Serrão faz gala em ser Doutor e deve estar com uma crise de nervos por lhe chamarem licenciado...

 

Quem pagará a crise?

 

O Gaspar????

 

 a barca

 

 

(o popular Gaspar, candidato em maus lençóis a estrela da semana) 

 

Além do mais era o Candeias que devia desculpas em primeiro lugar a este senhor:

 

 foto cedida pelo seu bisneto Dr.José António Risques Pereira,amigo da petição

 

 

 

O Senhor Prof. Doutor Zeferino Falcão, dono do solar de Santa Bárbara em Punhete

 foto igogo

 

Professor catedrático da Universidade de Medicina de Lisboa a quem no artigo citado no texto reproduzido chama licenciado enquanto o autor  se auto-classifica como doutorado.

 

Não é por nada, mas nunca Vitorino Magalhães Godinho se apresentou a si próprio como Professor Doutor. Nem ele, nem António José Saraiva nem José Augusto França.....

 

Da mesma forma deve Candeias  apresentar desculpas a esta Senhora e aos leitores por outras enormidades contidas no artigo referido

 

 o Mirante

 

à Senhora D.Maria Ramiro de Sousa Falcão Farinha  Pereira Marques Godinho mataram-lhe o sogro e prenderam-lhe a sogra, os cunhados e perseguiram o marido, um bando de fascistas capitaneados por Santos Costa

  foto Coisas de Abrantes

 

e com um descaramento, típico dos revisionistas que sustentam que não houve Holocausto, Candeias não refere que houve uma queixa-crime por homicídio contra Santos Costa que originou as prisões referidas.

 

O General morreu tranquilamente num Hospital militar porque coitadinho estava doente...

 

Compre V.Exa as memórias de Adriano Moreira

 

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e verá o que diz este homem. Dá uma versão parcial, mas continua a sustentar que Santos Costa é o responsável por ''dolo eventual'', por aquilo a que eu chamo o assassinato de Marques Godinho.

 

Para terminar com o Gaspar, digo-lhe que isto prejudica muito seriamente a possibilidade de que alcance o estrelato esta semana.

 

Miguel Abrantes 

 

Ler aqui post do malogrado José Luís Saldanha Sanches sobre  as memórias de A.Moreira



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Domingo, 07.08.11

Em 17 de Julho de 2011 começou a publicar este blogue extractos dum texto da responsabilidade da Senhora Dona Ermelinda Coelho e Srª D. Ermelinda do Carmo sobre a História da Casa de Santa Maria.

 

Devido à pressão da política anti-carrilhista e a tentarmos estar próximo da actualidade esta publicação não seguiu a sequência que estava programada, mas mesmo assim a 19 de Julho foi dado à estampa outra parte.  

 

Os textos que publicámos e os que publicaremos são reproduções directas deste original oferecido pela Snª D. Ermelinda Coelho a uma amiga da petição.

 

 

Na página 1 está lá preto no branco quem escreveu este trabalho.  

 

 

 

 

 

Pois bem, a revista de Julho do pobre Gaspar,

 

 

 

introduzia o mesmo texto mas amputado de partes substanciais, com uma nova autora

 

 

uma tal Teresa Aparício, medíocre colaboradora do plumitivo Alves Jana, num pasquim que o concelho conhece pela alcunha insultante de folha gratuita

 

o publicado sob a égide do Gaspar , não acrescenta nada ao interessante trabalho das 2 distintas senhoras e pelo contrário contém cortes substanciais ao texto facultado à petição  que cheiram a lápis azul e algumas modificações pontuais mas significativas do texto original

 

 

www.eb1-abrantes-n2.rcts.pt- eia uma aparição da Aparício!!!!

 

 

 

cá para nós a aparecida Aparício como co-autora à última hora  usou mais a tesoura de podar sobre um texto interessante para cortar aquilo que era politicamente incorrecto ou desagradável para o cónego Graça, para o dr. Anacleto e resto da pandilha clerical e naturalmente para o poder político do qual que a Zahara não passa de uma correia de transmissão.....

 

 

 

 

 

  

vou-me dar ao trabalho beneditino de assinalar as manipulações feitas ao texto original, coisa que dará pano para mangas....

 

 

 página 4 da versão original que a petição tem em seu poder.....

 

 

 

na versão manipulada pelo pasquim  sustentado em parte significativa pelo erário público do Gaspar  foram saneados os nomes dos senhores e grandes abrantinos António Reis e José Manuel Falcão.

 

O sr. José Manuel Falcão, morador nas imediações da Casa de Santa Maria, homem de bem, bancário quando o conheci, militante da Acção Católica desde jovem, homem sério onde os houvesse, participante activíssimo nas obras sociais da Igreja em Abrantes  assegurou graciosamente os serviços de contabilidade daquela casa, durante

 

 

30 anos !!!!

Artur Falcão

e vem uma criatura e resolve ''modificar'' o que escreveram as pessoas que fizeram a Casa de Santa Maria, as excelentíssimas Senhoras Donas Ermelinda Coelho e Ermelinda do Carmo!!!!!

 

As coisas andam sempre ligadas e ninguém me retirá da cabeça que foi pelo filho de José Manuel Falcão ser um peticionário activo e um defensor de Abrantes que esta ''melhoria'' do texto foi idealizada.

 

Não me venha o Gaspar dizer que há fantasmas na redacção. O que há entre outras coisas são censores, medíocres e incompetentes além de mesquinhos...

 

Marcello de Noronha

 

( continuará esta  saga para vergonha do Gaspar....) 

 



publicado por porabrantes às 20:22 | link do post | comentar

Domingo, 10.07.11

A História de Abrantes no século XX não está feita, apesar de haver uma obra que é uma achega importante para quem quiser estudar algum ou alguns dos acontecimentos passados nesse século na nossa cidade.

 

A obra é a Cronologia Histórica do século XX do Eduardo Campos que permite ter um ponto de partida para o investigador ou o curioso desejoso de percorrer os caminhos labirínticos do passado.

 

Há também a revista Zahara, onde o próprio Eduardo Campos colaborou, mas essa publicação está-se a transformar numa medíocre filial historiográfica dos ''Passos do Concelho'' a folha de propaganda editada pela CMA.

 

A mediocridade do director da Revista, o Gaspar

 

 

 

o 3º historiador do ranking do Souto, o sectarismo doentio do subdirector da coisa

 

tornaram-na nos artigos referentes a Abrantes, um exemplo claro de revisionismo histórico onde não falta a censura por exemplo a declarações de entrevistados, como a praticada pelo seu próprio director  ao Dr.Eurico Consciência para não ter de escrever que uma das principais responsáveis pelos disparates do PREC abrantino foi a santa esposa do Dr.Orlando Pereira,  a Drª Fernanda Pereira, que um protagonista da época nos definiu  como ''mais sectária que 'Brejenev e Cunhal juntos''.

 

A dependência económica dos editores face à CMA tornam-na num exemplo exacrável do historicamento correcto à moda da nova ''História virtual''.

 

A História como o primeiro esposo do concelho gostaria que tivesse sido e não foi.....

 

Por isso, para se saber História de Abrantes convém ir a outras fontes, seja a arquivos ou publicações e hoje quero destacar um livro ainda recente.

 

foto cv frederico  UNL

 

 

Frederico Delgado Rosa traçou a biografia (polémica) do seu avô, o General Humberto Delgado neste livro

 

Humberto Delgado

 

e além de ser uma obra monumental tem uma excelente descrição da Abrantes republicana, onde vivia o moço Humberto porque o seu pai Joaquim Delgado era alferes em Artilharia 8, então alojada no Castelo.

 

Quem quiser ler essa descrição da  mocidade abrantina  do ''General sem Medo'' pode fazê-lo aqui onde a Editorial Esfera dos Livros disponibiliza à borla a parte inicial da obra. 

 

 

Façam favor de ler o neto do General e deixem o Gaspar a apanhar bonés.

 

Miguel Abrantes 



publicado por porabrantes às 16:46 | link do post | comentar

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