Terça-feira, 19.08.14

Correio da Manhã
É o António Tomás Correia , Presidente dessa sólida coisa coisa que se chama Montepio Geral, em que o franciscano Melícias andou a brincar aos banqueiros.
No Montepio há 2 espécies de ''accionistas'' de relevo, o Paulo Guilheme e o angolano Eurico Dias e há exposição particular a negócios angolanos.
O Correia, sobre cujo perfil e conflitos com o IMI, há bastante para ver na net, diz agora que o Montepio está sólido, mas quem ler isto, pode retirar as devidas consequências.

O Correia queria comprar o BPN, coisa sólida, porque não compra agora o Bad Bank?
a redacção

O filho do benemérito da Cabeça Gorda, José Guilherme, alter ego do Cónego José da Graça em caçadas e negócios pios, o distinto Paulo Veríssimo Guilherme anima a capa do Público:
Filho do construtor que pagou comissões a Salgado está no capital do Montepio
Por Cristina Ferreira
O nosso comentário: Não dizia o Salgado que o BES também estava bem capitalizado????
a redacção
Terça-feira, 12.08.14

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a redacção
Domingo, 10.08.14
Em nome do outro
(nem do Pai nem do Filho)
Já nem generoso se pode ser, sem vir um tipo qualquer (suspeito, ainda por cima) dizer que acha estranha tanta generosidade. Por mim, estou disposto a receber do senhor José Guilherme o que ele, na sua imensa bondade, entender por bem fazer-me chegar, ao mesmo tempo que cá estou a defender o Ricardo, ao contrário dos vira-casacas!
Comendador Marques de Correia |
Venho, em nome daquele que bem sabeis, repor a verdade num assunto da maior importância. Ontem, no Expresso, um senhor cujo nome me diz alguma coisa, mas cuja relevância não descortino, veio afirmar, preto no branco (apesar de estar em Angola, não é piada) que - cito a calúnia - "acharia estranho receber uma prenda de 14 milhões de euros".
O nome do prócere, para que fique claro, é Hélder Bataglia e a sua profissão é daquelas que não descortino (aqui entre nós há sempre uns tipos que ficam ricos sem que se perceba bem como).
O dito Bataglia, embora elogiando a "grande generosidade" de José Guilherme, vem depois estranhar que aquele tenha oferecido 14 milhões ao meu protegido Salgado.
Pois bem! Digo na cara do tal Bataglia, sendo certo que isto pode ser uma guérria perdida: Eu acho normal receber presentes de 14 milhões de euros.
Se o José Guilherme é generoso, se gosta mais do Ricardo Salgado do que um bom pai de família gosta do Benfica; se acha o Salgado capaz de jogar bem de cabeça e de pés, com juros, com contas na Suíça e com negócios em Angola, por que razão é estranho dar-lhe 14 milhões? O Mantorras valia mais do que isso e ninguém referiu isso como estranho, menos ainda o Bataglia.
Sabem o que acho? É que eles andam todos feitos uns com os outros, a prejudicar um pobre homem que já teve de pagar de caução o que corresponde a mais de 20 por cento do presente que recebeu. Se por causa de um presente, absolutamente normal, se chega ao ponto de se ter de pagar isso tudo, nem vale a pena o José Guilherme ser generoso. No entanto, se ele achar bem, na sua imensa generosidade, mande-me uns três ou quatro milhões, que eu não sou tão jeitoso como o Ricardo mas, em contrapartida, também não sou tão garganeiro.
Ler mais: http://expresso.sapo.pt/em-nome-do-outro-nem-do-pai-nem-do-filho=
com a devida vénia
a redacção
Sábado, 09.08.14

será isto mais estanque que o BES????
ver mais fotos aqui, a SPARE é a empresa holandesa que fez o açude, e esperemos que o açude seja mais estanque que a caixa-forte do banco de plástico do Tio Ricardo

Eduardo Castro
mas podiam ter arrancado as ervas antes de começar a época balnear
quanto à protecção da margem norte em caso de pico de cheia caudalosa, tipo 79, lá se vai o açude, disse-me o arquitecto numa esplanada figueirense, e por isso esta carta a Garcia
a redacção
(numa praia não poluída)
Quinta-feira, 07.08.14
de Francisco Louçã
Notícias do manicómio,
ao estilo inimitável
de Vasco Pulido Valente
Na piolheira em que se arrasta este desconjuntado edifício que é Portugal, um escândalo só sobrevive na maledicência indígena se mobilizar a imaginação, o ódio ou o sexo. Imaginação, este caso não tem nenhuma: uns tostões surripiados pelo Zé das Medalhas para algures, um presente de um empresário que vai ao barbeiro de Mercedes, um banqueiro que se consolava com a ideia imaginária de poder e uma pandilha de governantes a girar à sua volta, exibindo a arrogância vácua de quem não tem mais nada na cabeça. Nada. De ódio, pouco, de sexo, menos que nada.
leia aqui
(...) Os beneficiários da Solutec, usada para transacções financeiras no exterior de Portugal suspeitas de fuga ao fisco, seriam o construtor civil José da Conceição Guilherme e o seu filho Paulo Guilherme. As suas empresas têm estado envolvidas em vários casos de negócios imobiliários relacionados com indícios de crimes de corrupção que foram investigados e arquivados pelo MP e a Polícia Judiciária (PJ). Pai e filho teriam, de acordo com o mesmo interrogatório a que a SÁBADO teve acesso, o número de código “2.15” nos registos da Akoya.
Contactada a responsável pelo secretariado dos dois empresários, Fátima Marujo afirmou que “não estava autorizada” a dar qualquer endereço de email ou número de fax para que a SÁBADO enviasse um conjunto de questões a José e a Paulo Guilherme. Dias depois, após novo contacto telefónico, reiterou as ordens superiores, salientando que os dois se encontravam em Angola.
Nicolas Figueiredo revelou ao MP que os “fundos” da Solutec enviados para a Savoices teriam origem em contas bancárias da família Guilherme abertas no BESA. E que estes pagamentos estariam relacionados com negócios em Luanda. Um dos autos de interrogatório do gestor de fortunas é claro a esse respeito: “Tais contas receberam os proveitos de investimentos imobiliários realizados em Angola, designadamente um empreendimento situado na zona de Talatona, em Luanda, ao que se recorda designado Dolce Vita.” Confrontado com o extracto bancário da Savoices no Credit Suisse, com data de 29/11/10, Nicolas Figueiredo confirmou que “os movimentos financeiros (...) entre a Solutec e a Savoices poderão ter atingido o montante de cerca de 14 milhões de euros”.
Por duas vezes, o gestor de fortunas disse ao MP – a última no interrogatório realizado no DCIAP a 11 de Julho deste ano – que tinha ido a Angola visitar dois projectos imobiliários na zona de Talatona, entre eles o Dolce Vita, bem como outros “quatro empreendimentos”, localizados no centro de Luanda, um deles perto do edifício Escom, também “desenvolvidos por empresas ligadas a José Guilherme” e a sociedades angolanas.
Questionado sobre as razões das muitas viagens que fazia a Angola, cujos vistos oficiais de entrada no País terão sido várias vezes concedidos através de cartas-convite com origem no BESA, Nicolas Figueiredo esclareceu que ia ver os investimentos dos clientes e que também o fazia por “razões sociais”, sobretudo para se encontrar com alguns dos principais sócios da Akoya que estavam ligados ao Grupo BES: Álvaro Sobrinho e Hélder Bataglia (os dois controlavam pouco mais de 45% da Akoya e Ana Bruno detinha cerca de 5%). Bataglia era então também administrador-executivo do BESA.(...)
um milhão de euros em notas, esperemos que tivessem sido notas....
de quinhentos euros
(...)Segundo esta versão, o empréstimo terá depois sido pago sem mexer sequer nas referidas garantias bancárias. O dinheiro veio de “alguns activos” (não especificados no interrogatório) vendidos por Salgado e de “transferências que foram recebidas da conta da Solutec, ligada ao designado Grupo da Amadora, do sr. José Guilherme”, indicou Nicolas Figueiredo ao MP.
No processo-crime consta que os construtores civis movimentariam muito dinheiro suspeito de fuga ao fisco. Por exemplo, Paulo Guilherme teria também uma conta junto do Credit Suisse, de Singapura, em nome de outra sociedade, a Quadralis, que era alegadamente “alimentada através de entregas de dinheiro que o próprio depoente [Nicolas Figueiredo] recebia em Portugal”, segundo diz o interrogatório do MP a que a SÁBADO teve acesso. Nicolas Figueiredo revelou ao MP que se recordava de ter recebido, só em 2011, um total de cerca de 1 milhão de euros em notas, entregues por Paulo Guilherme.
À semelhança do que terá acontecido noutros casos, o dinheiro vivo entregue em Portugal não terá circulado de forma directa para as contas da Quadralis. O processo era outro: eram feitas as chamadas “operações de compensação”. Segundo Nicolas Figueiredo, a conta da Quadralis era alimentada com transferências financeiras interbancárias de outras entidades – por exemplo, das entidades Bestyeld e da Hagerman – equivalentes à entrega do numerário. Depois, o dinheiro em notas ficava nas mãos dos gestores da Akoya e era disponibilizado a outros clientes que o queriam receber de forma discreta em Portugal, ocorrendo em sentido inverso a operação de compensação interbancária no exterior.(....)
quem foi o benemérito.....
que cá em Abrantes exigiu..... outro dia,
o pagamento de 100.000 € em notas?????
a redacção

porra, porque é que o paladino da indústria de caça pia às heranças não aceitaria cheques do BES e não passava recibos?
fontes: angola 24 horas, sábado (texto entre aspas)
Terça-feira, 05.08.14

outra falência dum banco que arrasou as poupanças abrantinas como o Mena & Pinto
mn
Domingo, 03.08.14

a 31 de Dezembro de 2012 a maior parte dos depósitos camarários (mais de 2 milhões de euros) estavam no BES
agora não sei, mas calculo que devem seguir a mesma política de confiar em falidos
a garantia de depósitos vai até 100.000€ por depositante
se continuam como estavam em 2012 e se o Governo deixa ir à falência o BES só receberiam 100.000€
pessoalmente acho que o Estado deve deixar falir o BES
não são neo-liberais e não defendem o livre funcionamento do mercado?????
finalmente diz o Noronha, que anda pela Direita, que o Dr.Salazar defendia que todos os depósitos de organismos do Estado tinham de estar na Caixa Geral de Depósitos
eu digo ao Noronha: olha que o professor Salazar não era burro, só era desconfiado
e por muito que fosse amigo do Ricardo Espírito Santo não fazia depósitos no BESCL ...
ao contrário desta tropa
ma
Marques Mendes virou bolchevique
Grande momento de televisão, ontem, na SIC: Marques Mendes, homem até então pacato conservador, aderiu em direto ao Partido Bolchevique. Ele apareceu antibolsista primário, a atacar o Palácio de Inverno do BES, onde se acoitam os czares da família Espírito Santo Romanov, mais os grandes latifundiários, a respetiva guarda de cossacos e os kulaks com pequenas parcelas de ações - a clique possidente, pois. Toda essa tropa branca, no sentido reacionário do termo, para o gulag, já! "Bad bank", chamou-lhe Marques Ulyanov Mendes, linguagem das estepes que pode traduzir-se por assaltantes da estrada. Do outro lado, os trabalhadores do banco e os depositantes - "os que não têm culpa nenhuma", disse Marques Ilyich Mendes - vão acordar no paraíso da Terra que é o supracitado BES extirpado dos reacionários. A mutação do nosso pequeno Lenine não surpreendeu, claro, pelo apelo à punição financeira de quem investe em Bolsa. Se o negócio correu mal, que os Romanov comprem menos ovos Fabergé e os kulaks passem fome, paciência. O surpreendente, mesmo, foi a doutrina ideológica: investir no mercado de capitais, afinal, é intrinsecamente mau. Dito por um ex-líder de um partido de direita é extraordinário. E com duas consequências: 1) a desculpabilização, à partida, de prováveis atos criminosos dos czares e 2) afastar da Bolsa os pequenos investidores, pois, além de terem a carteira esvaziada pelos Romanov, ficam com "culpa
no Diário de Notícias, grande crónica para variar, reproduz-se com a devida vénia