Sexta-feira, 06.11.15

A Barca destaca e bem uma exposição importante sobre o Conselheiro José Luciano, chefe do Partido Progressista que está na Chamusca. Sem grande tempo para analisar os bons serviços que José Luciano prestou a Abrantes ou a sonora patifaria que lhe fez João Augusto Silva Martins (Martins Júnior) à passagem dele pela Estação do Rossio ( nesse dia o João Augusto não estava aos tiros a alguém), ou ainda as suas relações com Solano de Abreu e Severino Santana Marques,

zé luciano.jpg

anota-se que o  Conselheiro na sua faceta de magistrado julgou o ''Caso Milho''

milho 4.png

 E dir-se-á que ele desaconselhou a coligação entre o PP de Solano de Abreu e Saverino Santana Marques e o PRP de Ramiro Guedes, como se mostrará outro dia.

Em resumo: o Milho não queria dar a massa aos abutres do fisco.

mn

créditos: A Barca



publicado por porabrantes às 18:07 | link do post | comentar

Sábado, 02.05.15
Foto de Paulo Queimado.

''MUNICIPIO DA CHAMUSCA DECLARA A TAUROMAQUIA COMO PATRIMÓNIO CULTURAL IMATERIAL DE INTERESSE MUNICIPAL

Car@s amig@s
É com enorme satisfação que vos transmito que... esta semana o município da Chamusca declarou à Tauromaquia como Património Cultural Imaterial de Interesse Municipal.
Deixo-vos aqui o excerto da declaração.
A uma semana da Semana da Ascensão, considero ser uma excelente notícia para maior parte dos Chamusquenses.

“Pega-se um toiro,
pegam-se dois
pega-se o curro
que sair depois.
Amigo vem
Farda a meu lado,
Chamusca é mãe
e noiva do forcado.”
Maria Manuel Cid

Data de 17 de julho de 1785 a primeira informação de que há registo de um espetáculo tauromáquico na Vila da Chamusca, na altura organizado por ocasião das festividades dos casamentos dos Infantes filhos de D. Maria I, D. João e D. Mariana Vitória. Não existia ainda, à data, a Praça de Touros, conforme se pode verificar no seguinte acórdão da Câmara:
«… E logo no mesmo acto se abriu huma Carta regia em q. Sua Magestade era servida participar a esta Camara os Casamentos das Senhoras Infantas para efeito de se fazerem as demonstrações de alegria costumadas e visto esta Camara se achar sem rendimento algum determinão que no dia 5, 16 e 17 do corrente mez se pusessem luminárias, e que no dia 16 se lançasse algum fogo e no dia 17 houvesse Culto Divino com a decência possivel com assistência da Camara e mais Povo e no mesmo dia se corressem touros e houvesse alguma cavalhada o que com mais luzido se pudesse fazer para o que contribuirão os oficiais da Camara e mais pessoas da Governança dela, e que os homens de negocio, tanto os da terra como os marítimos contribuirão a porpoção dos seus cabedais que lhes foram lançados e eles podessem pagar e que os oficiais respectivos e pessoas que tiverem madeiras serão obrigados a emprestarem as madeiras e prepararem a praça e que os oficiais desta Camara… aos Almotacés actuais e correrão por eles e para a Praça pronta para o que se lhes intimaria este acórdão.»
Acórdão de 3 de julho de 1785 – Fls. 50 e 50 v. do L.º n.º 1
– Arq. da Câmara da Chamusca

Existem, no entanto, referências poéticas anteriores que denotam que já muito antes desta data se manifestavam as tradições taurinas no nosso território. A quintilha infra-citada, da autoria de D. Francisco Manuel de Melo, nas suas Obras Métricas, pertence a uma edição que data de 1665:

«Nunca viste no terreiro
Touro bravo da Chamusca
o que passa c’o toureiro?
Que êsse a quem primeiro busca
Esse é quem mata primeiro.»

São, pois, diversos os registos bibliográficos que permitem afirmar que a tauromaquia assume especial relevo no código genético da cultura chamusquense que atravessou já cinco séculos da nossa história.

Parecem até ter existido já várias praças de touros antes daquela que conhecemos atualmente:
Praça João de Deus – meados século XIX (em madeira);
Largo do Arneiro – 1862 (em madeira);
Largo de Camões – 1872 (em madeira);
Arneiro do Cid – 1875 (em madeira);
Arneiro do Cid – 1888 (em alvenaria e madeira).
A atual praça de toiros, quase centenária, foi inaugurada nos dias 3 e 4 de agosto de 1919.

Ao longo dos anos, nas mais diversas datas e festividades, são recorrentes as brincadeiras tauromáquicas, os bravos toureios, as lides gloriosas, imprimindo na identidade da cultura chamusquense a inevitabilidade da presença do toiro e da festa brava. Esta identidade ainda hoje permanece nos costumes da Vila e do Concelho, vivificada pelos 2 grupos de forcados e pelas ganadarias e coudelarias que dão primazia ao nosso território na criação do toiro de lide e do cavalo lusitano.

Afigura-se-nos, assim, por demais relevante que se distinga a cultura tauromáquica enquanto elemento identitário do nosso património.

Então, considerando que:
1. A Convenção para a Salvaguarda do Património Cultural Imaterial, adoptada na 32ª Conferência Geral da UNESCO – Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura, em 17 de outubro de 2003, aprovada pela Resolução da Assembleia da República nº 12/2008, de 24 de janeiro, e ratificada pelo Decreto do Presidente da República nº 28/2008, de 26 de março, reconhece, salvaguarda e fomenta o respeito pelo património cultural imaterial das comunidades, dos grupos e dos indivíduos na defesa e valorização do património cultural imaterial, designadamente do património que criam, mantêm e transmitem;
2. A Convenção reconhece que as comunidades, os grupos e os indivíduos desempenham um papel importante na produção, salvaguarda, manutenção e recriação do património cultural imaterial, contribuindo, desse modo, para o enriquecimento da diversidade cultural e da criatividade humana;

Por outro lado, a Constituição da República Portuguesa dispõe, no seu artigo 78º, que incumbe ao Estado promover a salvaguarda e a valorização do património cultural, tornando-o elemento vivificador da identidade cultural comum;
Com efeito, é tarefa mas também dever do poder central e local reconhecer, salvaguardar e valorizar as diferentes expressões culturais existentes por todo o País, não se confundindo tal tarefa ou dever com a criação, por parte do Estado, de novas ou diferentes manifestações culturais, nem com imposições de umas em detrimento de outras;
A Tauromaquia é, indiscutivelmente e nas suas diversas manifestações, parte integrante do património da cultura imaterial portuguesa, remontando as suas origens bem para lá das origens da portugalidade;
Em particular, a Tauromaquia assume, no Município da Chamusca, uma muito relevante importância cultural, social e económica, manifestada sobretudo através de festividades taurinas formais e populares;
Pelo anterior exposto, é inegável que, na Chamusca, a tauromaquia popular e de praça faz parte dos costumes das gentes, assumindo relevante expressão nas festas do concelho, nas quais é indissociável o toiro de lide e tudo o que lhe é inerente, constituindo manifestações de comunidade e de estreitamento dos laços interpessoais e geracionais que a constituem, contribuindo, assim, para a criação e para a manutenção de um element vivificador comum;
A tauromaquia poderá fomenter cada vez mais, de sobremaneira, o desenvolvimento turístico do município da Chamusca, veiculando e difundindo a cultura, promovendo valores, costumes e tradições, afigurando-se de inestimável valor para os munícipes. Com efeito, pretende-se que a tauromaquia possa atrair cada vez mais pessoas ao concelho, consequência do efeito de disseminação das nossas mais-valias;
A tauromaquia poderá gerar, para o município e para os munícipes, importantes benefícios económicos, traduzidos num forte e intenso intercâmbio commercial, que dinamizará toda a região;
A Chamusca está associada à criação de raças taurinas e equídeas, com ganadarias e coudelarias afamadas e de elevada tradição, que têm também contribuido para um desenvolvimento ambiental sustentável, permitindo que nesses espaços se desenvolvam também, e de forma protegida, inúmeras espécies de fauna e flora. Efetivamente, o ecossistema do toiro e do cavalo constitui um exemplo a seguir e um dos últimos redutos onde o interesse do Homem é consonante com o interesse ambiental;
A existência de dois importantes grupos de forcados – Grupo de Forcados Amadores do Aposento da Chamusca e Grupo de Forcados Amadores da Chamusca – constitui um reforço na continuidade da prática e transmissão de uma das manifestações tauromáquicas com quase 200 anos de história – a pega do toiro;
Nas particularidades da nossa cultura local são frequentes as tradicionais largadas de toiros, as quais constituem um fenómeno cultural multidimensional pela sua carga simbólica;
A importância da tauromaquia enquanto fator essencial para a preservação da identidade e memória coletivas da comunidade local, bem como da relevância do papel desempenhado por esta, no processo de representação e transmissão de conhecimento, são fatores determinantes para o seu reconhecimento como Património Cultural Imaterial de Interesse Municipal.
A Câmara Municipal da Chamusca, reunida em 21 de abril de 2015 e em conformidade com o supra exposto, decide aprovar a seguinte declaração:
A Tauromaquia, nas suas diversas manifestações, engloba um conjunto de tradições e expressões orais, de artes do espetáculo, de práticas sociais, rituais e eventos festivos e de conhecimentos e práticas relacionadas com a natureza que se encontram, desde há séculos, presentes e vivos no Município da Chamusca.``

 

com a devida vénia

 

a redacção só pode dizer : ''Olé Chamusca'' e que Abrantes aprenda com a Chamusca....



publicado por porabrantes às 21:12 | link do post | comentar

Segunda-feira, 27.04.15

Vi as fotos da Rede ou o que isso seja de apoio às vítimas abrantinas de violência doméstica.

 

Que tal enviar uma brigada ao município vizinho da Chamusca onde o Senhor Presidente da Assembleia Municipal e chefe de gabinete do Presidente se acaba de demitir do último cargo?

 

Que saudades do Sérgio Carrinho que era um Senhor, como sempre referiu o eng. Amaral Netto, e portanto um cavalheiro.

 

MN



publicado por porabrantes às 21:27 | link do post | comentar

Terça-feira, 17.03.15

 

 

Como se disse aqui o ex-P. da Chamusca é julgado por prevaricação e coitadinho o MP diz que o homem deve ser absolvido porque '' por considerar que o crime resultou de um mero “acto de gestão municipal”.

O MP reconheceu que, apesar de provado que Sérgio Carrinho autorizou a construção de uma moradia num local onde tal não era legalmente possível, "não houve intenção de beneficiar ou prejudicar alguém". Frisou ainda que o PDM da Chamusca encontra-se há 20 anos em processo de revisão. ''

 

Ora a brihantíssima alegação do MP tem um ligeiro problema, porque foi o MP que deduziu a acusação....

 

Não podia ter ficado quieto? Não podia não ter acusado?

 

Bem se calhar foi outro colega que a deduziu,  e face ao choradinho da defesa que diz, com razão, que o Carrinho é boa pessoa e muito popular ( coisa que me confirmaram vários latifundiários da Bord' Água), o actual Procurador ficou cheio de pena.

E não queria o Carrinho beneficiar o emigrante da Suíça????

 

É óbvio que não, o Carrinho é comunista e os comunistas odeiam a Suiça, embora como comunista atípico, e alérgico à luta de classes, o Carrinho, tenha muito respeito à memória do eng. Amaral Netto que foi Presidente da Assembleia Nacional fascista.

 

Também pode acontecer que apesar  do MP achar provado que o Carrinho violou a Lei, se estabeleça a tese que quem é autarca pode violar a Lei, confirmando a jurisprudência já feita na absolvição da cacique Irene Barata e dos edis de Constância.

 

Talvez seja hora de rever a Constituição, estabelecendo que os autarcas podem impunemente praticar delitos e quem sabe terem foro vitalício de só serem julgados pelo STJ , como pretendiam os advogados, do Sócrates, no intervalo dum deles dizer que havia uma jornalista um bocado porca....

 

capas-diario.jpg

 PS- Naturalmente apelamos à absolvição imediata do Camarada Carrinho!!!!



publicado por porabrantes às 20:30 | link do post | comentar

Quinta-feira, 12.03.15
216/11.4TAGLG
Entroncamento - Inst. Local - Sec. Comp. Gen. - J2
Processo Comum (Tribunal Singular)
Autor Ministério Público
Arguido Sérgio Morais da Conceição Carrinho
Julgamento ou Audiência final

 

 

fica dada a notícia, os senhores jornalistas que a desenvolvam

 

 

ma



publicado por porabrantes às 17:42 | link do post | comentar

Quinta-feira, 22.05.14

com a devida vénia do Mirante

 

 

Festa da Lagartixa no Tamazim

foto
 
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A tradicional festa da Lagartixa no Semideiro, concelho da Chamusca, voltou a realizar-se com grande adesão da população, no Sábado, 17 de Maio. A procissão, pelo meio dos campos floridos, entre o Casal da Cascalheira e a capela do Tamazim com o andor de Nossa Senhora da Luz aconteceu por volta das 11 da manhã. A celebração religiosa na capela, que já se situa no concelho de Abrantes, foi presidida pelo Bispo de Santarém, D. Manuel Pelino Domingues. A seguir à procissão famílias inteiras almoçaram ao ar livre nas mesas colocadas no local pela comissão de festas que também forneceu frangos assados e bebidas. A presença de muitas crianças e jovens é sempre nota dominante e garantia que a tradição pode continuar por muitos anos. A Festa da Lagartixa pode ser considerada um dos muitos pequenos tesouros da religiosidade rural na região.

Antigamente as pessoas permaneciam no local e era lá que faziam a festa até à noite quando traziam de volta a imagem da santa. Agora, a meio da tarde, a santa regressa à Cascalheira e a festa continua no recinto das festas do Semideiro com quermesse e baile e sorteio de rifas. Este ano a animação esteve a cargo do coro Juntanima da Chamusca, dirigido por José Pinhal e pelo artista popular Marco Morgado.''

 

 

ao entrar no Concelho de Abrantes para cantar missa o Prelado de Santarém violou as fronteiras da Diocese de Portalegre e do Arciprestrado de Abrantes

 

nos termos do Direito Canónico, se o Bispo de Santarém cantou missa sem licença prévia de Sua Excelência Reverendíssima, o nosso amado (augusto  era o outro.....) Bispo D.Antonino , em terras de Portalegre (antigamente a Chamusca era Patriarcado) pode ter cometido uma falta menor (tipo das punidas com livre no futebol)....

 agência eclesia

 

O Árbitro neste caso terá de ser o Núncio Apostólico, porque Portalegre é  sufragânea do Arcebispado de Évora, e Santarém do Patriarcado de Lisboa 

 

Bibliografia

 

 



publicado por porabrantes às 17:25 | link do post | comentar

Domingo, 20.04.14

 

 

 

 

''Anunciados que estão os cartéis para as duas corridas da Ascensão, na Chamusca, cumpre destacar, desde logo, a preocupação da empresa concessionária da velhinha praça de toiros em praticar preços do “século passado”. Bem, na verdade não vão ainda muitos anos de distância, mas uns euritos a menos talvez ajudem os aficionados a meterem a mão à algibeira para comprar o respectivo bilhete de ingresso.

Os cartéis são interessantes: Na Quinta-feira de Ascensão, dia 29 de Maio, estarão em praça os cavaleiros Marcos Bastinhas, Duarte Pinto e João Salgueiro da Costa (Praticante) e os Grupos de Forcados Amadores da Chamusca e o Aposento da Chamusca, que enfrentarão toiros de Irmãos Dias (antiga linha de Norberto Pedroso); No dia 31 de Maio terá lugar um Concurso de Ganadarias Ribatejanas, com toiros de Prudêncio, Manuel Veiga, Irmãos Dias, José Luís Vasconcellos e Sousa d’Andrade, Silva Herculano e Manuel Coimbra, os quais serão lidados pelos cavaleiros Rui Salvador, João Maria Branco e Tiago Lucas (Praticante) e pegados pelos Forcados Amadores do Aposento da Chamusca, que nesta corrida comemorarão o seu 30º aniversário.''

 

in Correio do Ribatejo

 

lá estaremos

 



publicado por porabrantes às 16:42 | link do post | comentar

Quinta-feira, 20.02.14

Festa Carnavalesca - 1 Março - 15 Horas

 

suzy



publicado por porabrantes às 14:07 | link do post | comentar

Sexta-feira, 07.02.14

 

A empresa Estradas de Portugal, reuniu com o executivo do Município de Chamusca, na passada quinta-feira, dia 29 de Janeiro, onde o Presidente da EP, António Ramalho, anunciou que “até 2028 não haverá financiamento para a construção do IC3” factor que envolve também a não construção de uma nova ponte sobre o Tejo.

Durante esta reunião, o Presidente do Município de Chamusca, Paulo Queimado, frisou a importância que a construção do IC3 pode ter para “um concelho envelhecido como o de Chamusca, com 746 Km2, ocupado em cerca de 90% pela floresta, onde as metas do executivo passam por promover a agricultura, desenvolver as potencialidades da floresta e do rio e elevar o concelho, como um dos principais investidores na área da tratamento de resíduos e eco-valorização ambiental.

António Ramalho, presidente da Estradas de Portugal, foi bem claro ao anunciar que a obras a serem executadas no imediato, são apenas de cariz “prioritário”. Ficando relegadas para segundo plano obras como a continuação do IC9 por Abrantes com a construção de uma nova ponte sobre o rio Tejo, a continuidade do IC10 a partir de Almeirim até Montemor-o-Novo com passagem por Coruche ou ainda o IC3 na ligação entre Almeirim e Barquinha, que permitia servir como variante a Almeirim, Alpiarça e Chamusca.



publicado por porabrantes às 00:40 | link do post | comentar

Segunda-feira, 30.12.13

Diz o Mirante: http://semanal.omirante.pt/noticia.asp?idEdicao=632&id=96784&idSeccao=11029&Action=noticia 

 

 

 

 

(...)'' O padre José Luís Borga pediu aos seus fiéis da Chamusca na missa habitual de sábado na igreja matriz que rezassem pelos padres. “Tenho um assunto para vos falar sobre o irmão António Júlio mas esta ainda não é a altura. Entretanto rezem por ele e pelos padres que têm falta de carinho e amor da comunidade”, pediu já no final da missa'' (...)

 

 

Veja as reacções aqui

 

Tempos atrás dissera o Padre Borga: 

''(..)Já começo a temer que se legalize a pedofilia. Desde que se faça em condições de higiene, as crianças não se queixem, tenham subsídio depois, e haja rastreio higiénico aos clientes. Já vi legalizar tanta coisa! Estamos na miséria? Citando Kierkgaard, "venham os poetas falar daquilo que é belo". Não temos que morrer todos no esterco da vida. (....)

 

 

 

 

http://coriscos.blogspot.com.es/2005/07/jos-lus-borga.html  entrevista de  Helena Teixeira da Silva ao  Jornal de Notícias

 

 

 

Rezar, pode-se rezar por qualquer pessoa.....

 

 

 

No rezar deve haver prioridades e nas orações à borga devia haver uma escala de prioridades. Em vez de rezar primeiro pelo alegado pedófilo , talvez fosse mais exemplar e necessário rezar pelas alegadas ''vítimas'', que afinal eram crianças  desprotegidas face a um alegado pedófilo, porque um abuso marca uma pessoa para toda a sua vida.

 

 

Talvez fosse mais acertado também rezar para que um pai justamente ofendido, pelo que fizeram às suas filhas, não perca a cabeça e faça justiça.

 

Por exemplo demandar cível e criminalmente o Ordinário Diocesano de Santarém e ainda os responsáveis pelos Escuteiros por terem nomeado o ''irmão'' do Borga   para os cargos que exercia.

 

Deveria  certamente  dissecar-se o corporativismo diocesano-eclesiástico de que o Borga é um expoente com cançonetas à António Calvário a mistura.

 

Poderia ainda sugerir-se que o Borga rezasse para que o ''irmão António Júlio'' estivesse em prisão preventiva, que era o aconselhável e prudente.

 

 

 

Não devemos também rezar para que Deus ilumine o Padre Borga. Seriam orações inúteis. Há missões impossíveis mesmo para Deus Nosso Senhor.

 

 

Falta ainda dizer que a Diocese de Santarém tem também um padre com um sacristão ventríloquo no Cartaxo e que graças ao funambulista brasuca e às suas missas  tropicalizadas  ganhou tempo de antena nas televisões. Tempo de antena  aumentado generosamente pelo padre da Golegã.

 

A Diocese já era a melhor candidata ao ''Prémio Humor Beato 2013'' e agora com o Borga a orar pelo ''irmão'' António Júlio reforça a sua candidatura.

 

Finalmente disse  de Frei Nuno Serras Pereira o Borga, num dia em que estava tão pouco iluminado, como sói estar, :'“Não sei o que ele pretende, apenas sei que é um homem obstinado e perigoso”. in o Mirante 30-5-2005.

 

Quem está indiciado num processo-crime por actos aberrantes é o ''irmão António Júlio''. Sobre o seu grau de perigosidade pronuncia-se o MP, mas abstêm-se, curiosa e caritativamente, o Rev.Borga.

 

 

Porquê?

 

Porque se foi tão lesto a berrar que Frei Nuno era ''perigoso'', só porque diverge da sua concepção  beato-progressista de que o catolicismo deve ser uma cançoneta  em que ''Cova da Iria'' rima com ''Simplesmente Maria'', em nome duma concepção do catolicismo anti-populista e intelectual e ortodoxamente rigoroso, também devia ser lesto em detectar que a pedofilia veste excessivas vezes  hábitos levíticos.

 

Mesmo que isso incomodasse o  corporativismo sacerdotal-diocesano.    

 

 

Ámen.

 

MN



publicado por porabrantes às 13:50 | link do post | comentar

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