Irene Flunser Pereira nos Estudos sobre o Comunismo do Pacheco
Quando se quer falar do Rosa, citem coisas decentes e não a Wikipedia. A Irene tem algum erro, mas ao menos consultou os processos e leu os livros do mais ilustre polícia e agente secreto abrantino.
Por certo o Rosa era visita do Sr.Almirante Américo Tomás no Brasil
Por certo a Flama falta à verdade. Sidónio Pais e outros Chefes de Estado visitaram Abrantes. Não ficámos órfãos desde D.Maria II.
D.Carlos dormiu no Castelo do conde de Alferrarede.
D.Pedro V também esteve por aqui e o Governador da Praça assegurou que se portou muito bem,decerto melhor que o Tomás. Entre um Rei de Portugal e um Presidente há diferenças, de classe naturalmente.
D.Pedro V era um rei liberal e o Tomás era um fascista.
D.Pedro V era amigo de Herculano e o Tomás era amigo do Moreira das Neves
Moreira das Neves também era amigo do Opus Dei como o Casaco.
D.Pedro V era filho do Grão Mestre da Maçonaria el-Rei D.Fernando II.
Há diferenças entre um maçon e um beato.
Há diferenças entre um Bragança e um Tomás, mesmo com th
a redacção
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O Embaixador Francisco Henriques da Silva lança as suas memórias, na Sociedade Histórica de Independência de Portugal, no dia 5 de Maio. As memórias incluem confidências do seu sogro, o abrantino inspector Rosa Casaco, muito conhecido pelas suas actividades de repressão a subversivos na polícia política PIDE-DGS .
Um livro portanto de temática abrantina.
Assina o prólogo o conhecido colaborador do Ribatejo Mário Beja Santos, que decerto fará uma recensão ao livro nas páginas dirigidas pelo Duarte.
Ficamos ansiosos por saber as confidências do Senhor Inspector
ma
nota
o Embaixador serviu designadamente na Guiné-Bissau, sendo um especialista do tema. Também serviu às ordens do destacado laranja João de Deus Pinheiro, na União Europeia.
O Arnaldo Vasques resolveu dissertar no Ribatejo sobre a vida do abrantino Rosa Casaco e naturalmente atirou sobre o pide todos os insultos habituais na gramática anti-fascista.
Coisa fácil.....
Mas atirou sobre Francisco Franco, Caudilho de Espanha, a responsabilidade de ter recusado a extradição do polícia, que teria sido pedida pelas autoridades lusas.
Porém a Procuradoria-Geral da República fez a nota oficiosa abaixo transcrita e revela que o pedido de extradição só foi feito em 1979.
Ora o ''galego fascista'' ou seja o Caudilho morreu em 1975 e portanto não recusou qualquer pedido.
A culpa não pode ser sempre de galegos ''fascistas''. Que andou a fazer o Eanes enquanto Presidente ???? Não podia ter mandado avançar o processo ou achava que o Rosa Casaco sabia de mais?
mn
foto do Salazar, não está a ler o Ribatejo, quem lia isso era o Eanes....autor inspector Rosa Casaco
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| Nota n.º5/1998 | ||
NOTA PARA A COMUNICAÇÃO SOCIAL - Extradição de António Rosa Casaco Relativamente à extradição de António Rosa Casaco, a Procuradoria-Geral da República esclarece o seguinte: 1. Em Dezembro de 1979, a solicitação do Promotor de Justiça no 2.º Tribunal Militar Territorial de Lisboa, o Procurador-Geral da República remeteu, pela via diplomática, ao Ministro da Justiça de Espanha a documentação respeitante ao pedido de extradição de António Rosa Casaco e autorizou a difusão internacional do respectivo pedido de captura. 2. Em Janeiro de 1980, o Gabinete Nacional da Interpol informou que havia já sido difundido por todos os países membros da Interpol um pedido de procura de António Rosa Casaco, tendo a Interpol Madrid transmitido não ter aquele cidadão sido localizado em território espanhol. 3. Em Maio de 1980, o Director dos Serviços Jurídicos e de Tratados do Ministério dos Negócios Estrangeiros informou que o Conselho de Ministros de Espanha tinha concordado com a continuação do processo de extradição de António Rosa Casaco. 4. Em Abril de 1986, o Director-Geral dos Serviços Jurídicos e de Tratados do Ministério dos Negócios Estrangeiros informou que continuava a ser desconhecido o paradeiro do extraditando, mantendo-se a difusão internacional da sua localização e captura. 5. Em Outubro de 1996, o Ministro da Justiça solicitou à Procuradoria-Geral da República informação sobre o estado do processo de extradição de António Rosa Casaco. 6. Na sequência desse pedido, a Procuradoria-Geral da República, tendo reanalisado o assunto, solicitou ao Promotor de Justiça junto do 2º. Tribunal Militar Territorial de Lisboa, em Janeiro de 1997, informação sobre se ainda considerava pendente o pedido de extradição, dado o tempo, entretanto, decorrido. 7. Em resposta, o 2.º Tribunal Militar Territorial de Lisboa remeteu à Procuradoria-Geral da República, em Março de 1997, certidão de acórdãos daquele Tribunal e do Supremo Tribunal Militar e informou que considerava ainda pendente o pedido de extradição do António Rosa Casaco. 8. Porque num desses acórdãos, de 24.5.90, o Supremo Tribunal Militar, além do mais, decidiu que "o procedimento criminal contra os réus (...) Rosa Casaco está findo, correndo o prazo para prescrição das respectivas penas, prazo que, não havendo alteração, por interrupção ou início de execução, se completará em (...) 27 de Julho de 1996", a Procuradoria-Geral da República, em Março de 1997, solicitou ao Promotor de Justiça no 2º. Tribunal Militar Territorial de Lisboa informação sobre as razões pelas quais aquele Tribunal considera ainda pendente o pedido de extradição de António Rosa Casaco. 9. Por oficio de 18.2.98 e na sequência de várias insistências da Procuradoria-Geral da República, o Juiz Auditor do 2º. Tribunal Militar Territorial de Lisboa, informou que o processo aguarda despacho, o qual, dada a sua complexidade, será proferido brevemente, após o que, de imediato, será dado conhecimento do mesmo. Lisboa, 20 de Fevereiro de 1998.
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art. de Micael Pereira e Rui Gustavo
Expresso de hoje,
sobre o processo de Sócrates e do amigalhaço financiador, Carlos Santos Silva, sócio da ilustre família Barrocas na XML, ex-administrador da benta Lena
Fomos ver alguns dos clientes da Proengel
Construtora Abrantina, S.A. (da Lena)
A empresa do milionário ''suiço',' mecenas do Sócrates, além de ter mais contactos com empresas e sectores onde andou mãozinha benta leva a isto
os valores apontados entre a Proangel e a EFS para a mesma obra são completamente díspares, bem como as datas de início e finalização.
A cavaleira templária e o ex-presidente da Chamusca (Ribatejo)
Que a barragem da Lapa é um elefante branco e que teve marca PS, ou seja que a origem do projecto vem consulado de Francelina Chambel ( quando me falam dela, a Cavaleira Templária, apetece-me atirar foguetes, fabricados com pergaminhos do século XV ainda com as armas dos Almeidas) consta nesta acta
E volta-se a falar na Lena! Benta Casualidade!
O que me parece extraordinário é que o Carlos Santos Silva tenha conseguido acumular 20 milhões na Suiça, aparentemente à conta de obras como esta e a Proengel diga que aquilo é uma obra de referência, quando está há mais de uma década para ser entregue ao cliente......
Benta maravilha !
E se o super-juiz Carlos Alexandre pergunta ao Carlos Santos Silva: conte-me lá a história da barragem da Lapa?
ma
vou continuar a ler o Expresso e espero não encontrar menção na parte referida à Operação Montebranco a uma sócia da moagem apanhada a transferir 500.000 € prá estranja e já agora sabiam que um tal Piano, da família dos de Montebranco, tinha sido apanhado em negociatas semelhantes, no tempo da outra senhora, com o Sr.Inspector Rosa Casaco, que por isso foi punido...... ?
a situação das secretas
comentada
pelo conterrâneo dós

isto lembra-me uma frase do Sr.Inspector Rosa Casaco, filho segundo as suas próprias palavras do Sr. Dr. Descabeçado ou ou seja daquele que o Gaspar chamava o grande desportista António da Silva Martins.....
''em cima do joelho'', Sr Inspector?
Verá V.Exa que os bons hábitos lusos persistem...em 2011.....no reino do ''Rosa Cavaco''.....

Eu gostei mesmo foi da gralha "Rosa Cavaco". O subconsciente a trabalhar?
depois deste comentário num blogue feito acerca da Fundação Rosa Casaco, pouco me resta acrescentar a não que o Sr.Inspector além de ser filho de pai incógnito, também é filho de pai sem cabeça.....
Um azar nunca vem só........

boa foto da ametista, obrigado!!!!
Miguel Abrantes
Há muitos anos havia na imprensa abrantina um tipo (contenho-me para não aplicar o adjectivo apropriado ) que assinava uns artigos com o sugestivo nome de Lila.
Um dia destes publicaremos (quando o encontrar num meio da papelada que inunda o meu escritório) um recorte para demonstrar o alto nível intelectual e a objectividade dos ditos parágrafos.
Lembrei-me disso, quando li isto:
No mês anterior o Sr. Martinho digníssimo Director da Gazeta de Alferrarede fez a apologia de António de Oliveira Salazar. Não puxei da pistola, nem fui à procura dos textos revolucionários que saíram na Imprensa de Abrantes assinados por um tal Lila.
Agora, apesar do Sr. Martinho confessar a sua bravura, de dizer que se ofereceu voluntário para ir à guerra da Índia (não sei se chegou a ir pelo texto, mas estou certo que se tivesse ido teria feito mais que o bravo Vassalo e Silva de Torres Novas que se rendeu aos primeiros tiros ) tenho de lhe perguntar: quem era o chefe da Pide na região?
Não era o Senhor Fernando Velez (1) porque a páginas 211 do seu livro ''Poeiras do Passado'' confessa que nunca foi da Pide, embora tenha dado informações abonatórias sobre um natural de Alferrarede para este conseguir uma nomeação para o Ultramar.
O sr. Martinho diz o seguinte no seu texto: ''Não vou dizer o seu nome pelo respeito que sempre lhe tive. Uma Estrela cuidará dele lá no céu''.
A insinuação não pode obviamente referir-se ao Sr. Dr. Isidro Sequeira Estrela, durante muitos anos Chefe da Secretaria da Câmara Municipal de Abrantes e depois do 25 de Abril correligionário do Sr. João Pico no CDS-PP.
Sr. Dr. Isidro Estrela (foto de Abrantes Cidade Florida).
Certamente o Dr. Estrela foi um homem do anterior regime, mas também o foi o Dr. João Manuel Esteves Pereira ou o nosso amigo Sr. Fernando Simão.
Houve gente do anterior regime que por simples pudor se recusava a apertar a mão a um pide por se saber a desfaçatez moral dessa tropa.
Mas todos os Pides a que o 25 de Abril deitou mão foram, como dizia uma revista escrita pelo Ary dos Santos (salvo erro) ''metidos na grelha'' e sujeitos a processo-crime.
Houve os que escaparam graças a protecções políticas, caso de São José Lopes ( amigo pessoal de Costa Gomes) ou a uma inteligência superior como foi o caso do abrantino Sr. Inspector Rosa Casaco, filho do Sr. Dr. António da Silva Martins (aquele a quem roubaram a cabeça outro dia no castelo).
Ora, o Sr. Dr. Estrela não foi incomodado depois do 25 de Abril, prova que não era da Pide e aliás sofreu a infelicidade de ver o seu genro, Magiollo Gouveia assassinado pela escumalha da Fretilin, apenas por se ter portado como um português de lei.
Rosa Casaco escreveu umas memórias interessantes onde fala muito de Salazar e de algum abrantino, mas ignora o sr. Martinho, embora de alguma forma fossem colegas. Colegas na fotografia quero especificar.....
Rosa Casaco era um grande fotógrafo e o sr. Martinho é um mediano fotógrafo.
![[salazar a ver o mar.jpg]](https://1.bp.blogspot.com/_2OfXoStSxEw/SJT5MJDDZeI/AAAAAAAACEM/Ku4u7Ojc7WE/s1600/salazar+a+ver+o+mar.jpg)
Eis uma grande fotografia. António de Oliveira Salazar pelo abrantino Rosa Casaco. O sr. Martinho a fazer fotos nunca lhe chegará aos calcanhares.
(a foto é retirada do blogue ''instante fatal'' do nosso amigo e peticionário arq. Luís Carvalho.).
Vai longa a conversa, agradecemos ao Sr.Martinho que nos elucide (com documentos) quem era o chefe local da Pide.
E já agora porque está no Céu? Será porque o inferno está superlotado com clérigos pedófilos?
Miguel Abrantes, revilharista
(1) Dedicaremos ao Sr. Fernando Velez, um texto na nossa secção ''Grandes Abrantinos'' em breve. Será o 3º na galeria, depois de José Eduardo Marçal e do heróico Sargento Ivo.
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