Terça-feira, 27.10.15

 

 

abrançalha.jpg

Fotografia inserida no livro ''Cronologia de Abrantes no Século XIX'' de Eduardo Campos, com menção expressa de que foi cedida pelo Dr.Paulo Falcão Tavares. O livro foi editado postumamente pela CMA. Os do Abrantes Cidade não dizem donde a tiraram. Violam assim os direitos de Autor dos herdeiros de Eduardo Campos. É obra.

abrançalha visconde.png

in Portugal Dicionário Histórico de Esteves Pereira e Guilhermes Rodrigues

 

 

 

 

O Visconde da Abrançalha não teve filhos. Mas a mulher teve descendência:

'' D. Maria Eugênia teve, com algum escândalo público para a época, dois filhos com JOSÉ AUGUSTO FIGUEIREDO (f. 1944)[8], o qual sabemos ter falecido a 19-XI-1949 e foi sepultado no jazigo da viscondessa de Abrançalha no Cemitério dos Prazeres em Lisboa. Um destes filhos foi JOSÉ DE FIGUEIREDO, casado com D. AUGUSTA TEIXEIRA PINTO, da qual teve quatro filhos, cuja descendência veio até aos nossos dias com apelidos CASTRO e ATAÍDE; o outro foi RAÚL DE FIGUEIREDO (f. 1882), que faleceu a 17-VII-1882, e está sepultado no jazigo dos Prazeres.'' (João Trigueiros de Aragão, aqui)  

 

O Sr. Trigueiros de Aragão tem razão. O Visconde fez um casamento de conveniência para iludir a lei de extinção dos morgadios. Unindo os seus com os de D.Maria Eugénia, escapava à lei que extinguia os morgadios que estavam abaixo de certo rendimento.

Parecido esquema seguiram certos casais para iludir a Lei da Reforma Agrária, neste caso divorciaram-se.

Como é sabido o Abrançalha foi um pau-mandado do General Avelar Machado e militou no Partido Regenerador e foi P. da CMA.

O que o sr. Aragão não tem razão é na renovação do título, havia familiares mais próximos ao falecido titular, incluindo o Arq. António Castel-Branco.

A página citada tem muita informação e merece ser visitada.

mn

 

 

 



publicado por porabrantes às 21:56 | link do post | comentar

Domingo, 12.04.15

lamparina.png

Diário Ilustrado, 24 de Fevereiro de 1866, exactamente no mesmo momento em que José  Luciano de Castro assumia o governo, que era do PP-Partido Progressista e se despedia Fontes Pereira de Melo.

 

Quase de certeza o editor da'' Lamparina'' que se exibia  para festejar o triunfo do Zé Luciano era o dr. Francisco Eduardo Solano de Abreu, então com 27 anos, e que era o editor do Correio de Abrantes, a que os regeneradores chamavam depreciativamente a ''Lamparina''-

 

Quem é que pagara as 6 libras?

 

Certamente o influente do PP ou amigos destes que se tinham cotizado. Também podiam ter saído da farta bolsa do seu Pai, o médico Francisco Rodrigues de Abreu a quem o casamento dera grande fortuna. E Rodrigues de Abreu era o líder nominal do PP abrantino.

 

 

Em  1 de Abril  o Dr.Solano de Abreu era nomeado Administrador do Concelho, cargo que consistia em ser delegado do governo para manter a ordem pública e vigiar a edilidade que estava nas mãos da oposição regeneradora.

 

Não vou ver se nesse dia contratou a banda e comprou uns foguetes para festejar o evento, mandando-os atirar em frente da casa das Zitas, mansão do Visconde da Abrançalha, presidente da CMA, a quem chamava caridosamente ''analfabeto''.

 

Começa aqui a sua carreira política oficial que terminará em 5 de Outubro de 1910, quando os republicanos o saneiam da Presidência da Câmara, para que tinha sido eleito em eleições livres.

 

Eleições mais livres que as que elegeram Solano só se viriam a dar em 25 de Abril de 1975.

 

Talvez o dr. Rui André desencante no arquivo da Filarmónica o recibo das 6 libras.

 

Ou pode ser que a Filarmónica fosse do partido progressista, no Sardoal havia uma banda regeneradora e outra progressista.

 

mn

sobre Solano: Eduardo Campos, Solano de Abreu, vida e obra; Diogo Oleiro-notícia necrológica publicada  no Jornal de Abrantes e que foi aqui transcrita, etc   

 

 

 

   

 

 



publicado por porabrantes às 17:59 | link do post | comentar

Quinta-feira, 26.03.15

alvaro damas.jpg

 

O texto é elucidativo, Álvaro Damas, pai do então deputado do PRP, dr. João Damas e rendeiro do Visconde da Abrançalha, de quem foi feitor muito tempo, entra em litígio com as vorazes Finanças acerca da Contribuição Predial. Tinha razão e os serviços assim o informam, mas o Ministro Tomás Cabreira que apascentava as exauridas arcas do Estado encontra irregularidades processuais e com apoio de Arriaga recusa o recurso do abrantino.

Foram só questões financeiras ou andou por aqui a política?

Cabreira e Arriaga eram inimigos da facção afonsista do PRP de que João Damas era fiel e denodado partidário.

A questão da Contribuição Predial  agitara tempos antes a Opinião Pública e começara a afastar os lavradores e os grandes rendeiros da República.

Voltaremos a isto um dia destes.    

 

MN



publicado por porabrantes às 00:16 | link do post | comentar

Quarta-feira, 25.03.15

Pediram-me para escrever umas notas sobre o Visconde da Abrançalha para o blogue, e estava a recolher elementos sobre o nobre tio-bisavô do nosso querido amigo Arq. Doutor António Castel-Branco,  quando encontrei a história duma recente aparição de Nossa Senhora naquela bonita povoação. 

Visconde de Abrançalha_DSC09352.JPG

Visconde da Abrançalha, imagem do blogue do Sr.Trigueiros de Aragão

 

''

Uma outra senhora de origem africana, relatou-nos ter visto uma entidade muito bela na Capelinha das Aparições em Fátima no ano de 2010, apelidando-a de «Nossa Senhora».
Esta senhora hoje com 50 anos no dia 8 de Agosto 2010, viu na Ermida de Nossa Senhora da Luz em Abrançalha de Cima, (a 10 Km de Abrantes) uma entidade feminina com uma altura de mais quatro metros de altura, tinha um vestido branco e uma capa azul celestial com debruado dourado. Estas descrição vista na ermida é igual aos trajes da santa que está no altar desde o ano de 1609.

Outras noticias que nos chegaram, apontam para mais pessoas estarem a receber energias que apelidam de «A Mãe» e quando isso acontece ficam num estado tão sensível que começam a chorar.

Luís Aparício

http://aeiou.expresso.pt/fatima-milagre-ou-coincidencia=f648776

http://www.sabado.pt/%C3%9Altima-Hora/Sociedade/Peregrinos-assistem-a--milagre-do-Sol--em-F%C3%A1tima.aspx''

 

Este texto sobre o milagroso evento foi publicado no conceituado blogue

apo 2.png

a quem se agradece.

 

Há mais milagres relacionados com o mesmo sítio, já em 1652, Jorge Cardoso relatava no Agiológio Lusitano os milagres de Frei Pedro da Nazaré,.....

frei jorge cardoso.png

 

 

João dos Santos, investigador

 



publicado por porabrantes às 19:15 | link do post | comentar

Domingo, 29.12.13

Está à venda o palacete dos Viscondes da Abrançalha na Rua Grande (Santos e Silva). Encerra-se assim a presença das Zitas cá no burgo

 

 

 

 

 

Segundo as bocas que correm pelo burgo o preço pedido oscila entre os 600.000 e os 800.000 €, não valendo o imóvel mais de 300.000 € segundo alguma analista local.

 

O arruinado Palacete Caldeira no Rossio vende-se por menos de 150.000 € e por mais de 1.milhão a Quinta de S.João, nas Barreiras.

 

 

É natural que as Zitas vendam a casa, não há já sopeiras na cidade e em breve não haverá magalas.... se prosperam as reformas anunciadas pelos Ministro da Defesa.

 

 

 

 

 

Restam para consolo dos devotos as ''graças'' de Monsenhor Alves Brás, apóstolo da Zitas

 

 

 

boletim das zitas

 

 

Um morador na R.Grande disse-nos sorumbático que hoje não vivem mais de dez pessoas naquela que foi a principal artéria da Cidade. É o progresso?

 

Não, é a decadência de Abrantes....

 

 

MA 

 

há alguns comentários atrasados, as nossas desculpas



publicado por porabrantes às 23:37 | link do post | comentar

Sábado, 14.07.12










    • Antonio Castelbranco Ó Srª Jornalista quando foi esta foto? Bom fim de semana! Bjinho ACb~
      30 de marzo a la(s) 13:47 · 






    • Fernanda Mendes Oh srº Arquiteto, avaliando pela jovialidade dos rotos :), terá sido há uma meia dúzia de anos. Não me recordo concretamente do momento. Mas vou vasculhar os meus preciosos arquivos e, depois, digo-lhe. Bj
      30 de marzo a la(s) 13:52 · 






    • Fernanda Mendes queria escrever rostos. se um certo Blog me apanha nas gralhas....Ahahahaahahahahahah!
      30 de marzo a la(s) 14:15 · 






    • Antonio Castelbranco Ó srª Jornalista, se não tivesse feito o reparo até teria passado despercebido! Penso que deve ter sido em 2005 .. quanto ao raio do blog,nunca se sabe o que consegue desenterrar
      30 de marzo a la(s) 15:02 ·  · 1






    • Fernanda Mendes São tão queridos! Já me desenterraram novamente. :)

       

       

       

       

      Agradecemos ao António, nosso colaborador indispensável na secção gráfica: é dele e da Beatriz Noronha a bandeira do anti-carrilhismo,

      ou seja isto

       

       Simulação do impacto do projecto na cidade

       

       

      esta sessão de ironia e bom-humor. Como se vê o ACB está vestido como um autêntico sobrinho-bisneto do Visconde da Abrançalha. 

       


      Agradecemos à querida Fernanda Mendes chamar-nos queridos.

       

      A menina também é muito querida e fofinha.

       

      Suzy de Noronha, socialite







publicado por porabrantes às 17:54 | link do post | comentar

Sexta-feira, 12.08.11

 

O Sr.João Trigueiros resolveu fazer um blogue sobre a sua família. Tudo bem. Porém quando chega a um parente chamado JOÃO JOSÉ HENRIQUE TRIGUEIROS DE CASTRO ATAÍDE,  entusiasmou-se!!!!

 

E vá de publicar as fotos dos imóveis Trigueiros para a malta ficar informada. Entre eles figura a casa acima retratada ( por enquanto, propriedade da Paróquia de São Vicente) e de escrever isto:

 

Casa de campo do Visconde de Abrançalha, 
Abrantes (arredores). 
  

 

O Sr. João Trigueiros enganou-se coisa que às vezes sucede aos melhores, como é o nosso caso.

 

A Vila Maria Amélia foi construída, em terras suas, pelo dr.Solano de Abreu duma rica família de proprietários abrantinos. Viveu lá até morrer lá por volta de 1950 e legou-a  à sua afilhada D. Amélia Baeta, filha do casal de caseiros da sua propriedade do Vale de Roubão.

 

Curiosamente a D.Maria Amélia apesar da sua condição social rural foi mandada estudar por Solano para os melhores colégios, tendo eu visto outro dia no Mirante a foto duma jovem abrantina de 90 anos que foi sua colega num dos colégios de freiras mais elegantes da época.

 

Quando Maria Amélia Baeta morreu em 1994 (salvo erro) legou por testamento os seus bens à Paróquia de São Vicente.

 

Algum dia falarei no assunto com mais pormenor.

 

Portanto sugerimos ao sr. Trigueiros emendar o seu blogue, tanto mais que Solano de Abreu foi adversário político do Visconde. Foi este o delegado abrantino do Sr.General Avelar Machado, cacique do Partido Regenerador. Chefiou, em Abrantes, Solano o Partido Progressista que combateu com dureza a preponderância de Avelar Machado.

 

Por volta de 1930, Solano voltou-se a defrontar com os seus velhos inimigos, que tinham renascido sob as cores integralistas e a batuta de Henrique Augusto da Silva Martins (filho dum cacique regenerador).

 

O resultado foi o saneamento de Provedor da Santa Casa do Dr.Solano, de Manuel Fernandes e em protesto a demissão colectiva de mais de 100 irmãos.

 

Em Abrantes, naquela época havia gente com as coisas no sítio!!!!

 

Finalmente, pede-me o melhor genealogista abrantino, o nosso amigo Dr.Paulo Falcão Tavares que corrija o seguinte: o arquitecto António Castel-Branco, bem como a mulher do Dr.Tavares, a  peticionária D.Rita Ataíde Moura Neves são sobrinhos-trinetos do Visconde regenerador e não bisnetos.

 

Dada a mão à palmatória, acaba-se o discurso.

 

Marcello de Noronha 



publicado por porabrantes às 22:03 | link do post | comentar | ver comentários (1)

(...)No desejo de fomentar a vida cristã em Portugal, o 
Padre Francisco Xavier Fulconis, Superior da Missão Portuguesa
da Companhia de Jesus, tinha escrito para Roma à Irmã Paula
Frassinetti, solicitando-lhe algumas das suas religiosas para a
abertura de um Colégio em Lisboa.
Em carta à Irmã Giuseppina Bozano, datada de
28/1/1865, Paula Frassinetti escrevia: “Está-se a tratar com
 o Padre Fulconis de uma fundação em Portugal, reze e peça que 
rezem para que, se for obra de Deus, se realize; e, se o não
for, que Ele a impeça”. E em carta a 6 de Abril do mesmo ano:
“Coloquei esta fundação nas mãos de Deus, e pelo decorrer dos
E os acontecimentos vieram provar ser a Vontade de 
Deus...
“A 4 de Junho de 1866, como o fermento da parábola,
um pequeno grupo de três Irmãs tomava o comboio em Génova,
com destino a Portugal. Eram as fundadoras da Província 
Portuguesa de  Santa Doroteia: Madre Giuseppina Bozano, 
nomeada  Superiora, Madre Luigia Guelfi, também genovesa, e 
Sor Maria Puliti , romana.”1
“Ao anoitecer do dia 5 de Julho de 1866, numa quintafeira 
simples,  sem título que a recomendasse, as três fundadoras, 
discretamente, entraram na sua casa. No mistério da noite, 
nascia pobremente  o  Colégio do Quelhas (COLÉGIO JESUS 
MARIA JOSÉ), e com ele a Província Portuguesa das Irmãs de
Santa Doroteia. No silêncio, como a semente que germina e será
árvore, no segredo, como dormem as fontes ignoradas que um
dia acordarão em torrentes”.
2
O edifício do Colégio, sito na Rua do Quelhas, nº 6 A,
era vulgarmente chamado “Convento das Inglesinhas”, por ter
sido convento das Agostinhas de Santa Brígida (Irlandesas).
Ficara desabitado desde 1834, ano em que as monjas o
 abandonaram, já que, embora súbditas de Inglaterra, temiam 
qualquer violência, em virtude do Decreto que extinguia em
 Portugal as Ordens Religiosas. 
O enorme casarão, já meio arruinado, bem como a Igreja pública 
anexa,  dedicada a Santa Brígida, foram comprados em 
1866 por D. Maria da Assunção de Saldanha e Castro, filha dos 
Condes de Penamacor. A igreja e parte do Convento doou-as
aos Jesuítas, na pessoa do P. Francisco Xavier Fulconis, Superior;
a parte restante foi, pela mesma, doada às Irmãs de Santa
Doroteia, para fundação de um colégio.
A semente germinou e transformou-se em árvore frondosa que
 ia multiplicando e repartindo os seus frutos: novos colé-
gios, escolas, obra das catequeses, visita a prisões...
Em 1910, o velho vendaval da perseguição religiosa
soprou rijo sobre o florescente Colégio do Quelhas.
Na noite de 7 para 8 de Outubro, “durante longas quatro horas, 
foi medonho o crepitar de balas que nos  entraram 
pelas janelas”. Ao som de tiros, a Superiora do Colégio- Eugé-
nia Monfalim- distribuiu a Sagrada Comunhão a todas as Irmãs,
tendo antes dirigido às mesmas, “palavras de conforto para o
martírio”. A tais horas da noite, estas cenas eram bem dignas
das catacumbas...
Na madrugada de 8 de Outubro, invadido o Colégio do
Quelhas, as irmãs viram-se obrigadas a abandonar a casa,
 sendo conduzidas, em grupos, ao Arsenal da Marinha. 
Ao fim de 44 anos de existência, terminava assim o Colé-
gio Jesus Maria José, mais vulgarmente conhecido por Colégio
do Quelhas...
Como o grão de trigo que morre para dar muito fruto,
este vendaval levou semente para terras de exílio: Espanha,
Brasil, Estados Unidos, Suíça, Inglaterra, Bélgica, Malta...
A restauração da província Portuguesa iniciou-se em
1918, mas somente em 1930, das cinzas, renascia na capital o
COLÉGIO DO QUELHAS, agora com a designação de COLÉGIO
D. ESTEFÂNIA, pela sua localização na R. D. Estefânia, 126,
 Lisboa. Era o dia 25 de Março, festa litúrgica da Anunciação do 
Senhor.
A exiguidade das instalações, face à afluência de alunas, obrigou,
 no ano seguinte, a uma mudança para o Palacete Amaral, 
sito na Alameda das Linhas de Torres, ao Campo Grande,
rodeado de jardins e terrenos de cultura, designados por Quinta 
das Calvanas.
Também aqui a existência do Colégio seria efémera: os seus 
espaços iam-se tornando insuficientes para a população 
estudantil, 
sempre em aumento. 
Finalmente, em 20 de Abril de 1935, o Colégio D. Estefânia
é transferido para um espaçoso edifício- PALÁCIO DO VISCONDE
DE ABRANÇALHA- sito na Rua Artilharia Um, nas proximidades do
Parque Eduardo VII, razão pela qual se tornou conhecido por
COLÉGIO DO PARQUE. Mais tarde, em 1943, retomaria a designa-
ção de COLÉGIO JESUS MARIA JOSÉ, num regresso às suas raízes:
o Colégio do Quelhas.
“Situado na esquina da Rua Artilharia Um com a Avenida
Duarte Pacheco, foi construído nos finais do século passado pelo
Visconde de Abrançalha. No início deste século, esteve lá instalado
o Consulado do Japão, tendo sido adquirido, nos anos trinta, pelas
Irmãs Doroteias, para ali instalarem um Colégio, anteriormente
 localizado no Campo Grande.(..)”
 
in http://www.externatodoparque.com
 
O externato do Parque é um Colégio das Doroteias em Lisboa
 que funciona no antigo palácio do Visconde de Abrançalha.

 

foto da mesma página web.

 
 
 
 
em Lisboa. 
 

A petição agradece que não venha nenhum idiota dizer

que isto era a Casa lisboeta de Solano de Abreu, não vá

apresentar-se  lá um cónego ignaro e cúpido e tentar

despejar as nossas amigas Irmãs Doroteias,para

vender o Palacete a um sócio de negociatas da

construção civil para construir um mamarracho,

com projecto do especialista em cubos

 

 

 

O texto vai dedicado ao licenciado Gaspar

para que aprofunde os seus conhecimentos

e não nos venha explicar que não houve

perseguição religiosa em Portugal.

 

 

O licenciado poderá

 

 

 em caso de dúvida ir à página do

Colégio de Fátima ou dirigir-se

pessoalmente à Madre Superior

Santos Costa que o poderá elucidar

na Rua Actor Taborda sobre a História

duma Ordem a quem Abrantes tanto

deve.

 

Marcello de Noronha, da facção reaccionária e

tridentina da Obra   



publicado por porabrantes às 17:55 | link do post | comentar

Quarta-feira, 10.08.11

        

 

 

 

O licenciado Gaspar é depois do Sr.Traquina e do teórico pirotécnico Jota Pico o 3º historiador nato na freguesia do Souto. Os rankings são muito importantes num tempo numérico como o nosso. Por exemplo a classificação dum académico é baseada hoje em dia no numero de citações dos seus trabalhos que aparecem nas revistas de referência. Naturalmente não se conta a Zahara que só é uma referência para este blogue para nos referirmo-nos a ela,

 

por aquela M......   revista

 

Se o licenciado quer saber que significa M..... basta escrever para este blogue.

 

Também agradecemos aos leitores que nos digam se há mais historiadores natos no Souto, para que o Gaspar baixe no ranking. Vamos supor que se descobre que nasceu no Souto um tal Zacarias Alfabetix, contemporâneo de Ástérix, que escreveu em ibérico ou tartéssico a monografia '' O Pinhal antes de César e de João Pico'', da qual só existe uma cópia manuscrita em inglês, proveniente dum convento irlandês onde o autor conviveu com São Patrício....

 

 

 

São Patrício, Protector da Irlanda, excepto do Ulster cujo protector é o IRA

 

 

 

que leva portanto o título '' The Old Pinhal before Caesar and Sir João Pico, Knight of Bristish Empire, K.B.E''.....

Obviamente o Gaspar passará para o 4º e honroso posto do ranking.

 

 

Não deve estar incomodado o Sr.Dr. Gaspar por estar em 3º lugar num ranking, pois o Senhor e nosso amigo e grande anti-carrilhista Eng.José dos Santos de Jesus (Bioucas) também foi colocado  em 3º lugar dum ranking por um ilustre historiador local que assina E.C. num artigo publicado na Nova Aliança, ao tempo ainda não nas mãos do Opus Dei.

 

 

Quem era o EC?

 

Tudo indica que se trata do ilustre historiador e grande abrantino Eduardo Campos, o senhor que explicou com paciência seráfica ao forasteiro beirão Candeias da Silva os meandros da História de Abrantes.

 

 

O artigo continua actual porque este ranking não se moveu.

 

O Visconde da Abrançalha, tio-bisavô do nosso querido amigo e Mestre António Castel-Branco, perseguido político pelo carrilhismo,

 

 

 

 

continua a ser o recordista em tempo enquanto Presidente da Câmara. E o que esteve menos tempo, segundo Eduardo Campos, foi o militar integralista João da Costa Andrade, embora haja possibilidade de engano, porque na continuação das suas pesquisas científicas, o Eduardo publicou que o Sr.Grossinho foi Presidente da CMA só por uns dias ou semanas, depois do 25 de Abril. (ver Cronologia de Abrantes no século XX de E.C.)

 

 

Vão-nos dizer que houve outros Presidentes que vieram depois do abrantino Eng. (e portanto colega do Ruivo da Silva) Bioucas.

 

Nós dizemos que não foram Presidentes e apagamo-los da História, incluindo  Humberto Lopes, porque quem é carrilhista  não é de Abrantes. É um agente a soldo de interesses anti-abrantinos.

 

Portanto para nós, quem se seguiu ao Eng.Bioucas não passa de uma espécie de governador colonial a soldo de interesses que não são os da pólis abrantina.

 

Portanto, colega Gaspar, nos também sabemos mudar a história.

 

Tratamo-lo por colega devido a ser nosso companheiro em questões de história virtual, disciplina científica agora na moda.

 

 

Marcello de Noronha, da Obra, do Instituto Abrantino de História Virtual  

 

 



publicado por porabrantes às 10:44 | link do post | comentar

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