Daqui se descortina que foi feita, pela Polícia, com autorização judicial, uma escuta que apanhou uma conversa entre J. e I
Daqui se descortina que J. pediu a I um favor....
Os autos dizem que J tinha sido Vereador na CMA...
Os autos dizem que a Presidente M o era da Câmara de Abrantes....
Ora na História de Abrantes, mesmo com a ''nova narrativa'', só houve uma Presidente, donde terá de ser Maria do Céu Albuquerque, que prontamente, via telefone, acedeu a explicar a J, os contornos dum ''concurso público''.

Quem era J?
Os autos dizem que era ex-Vereador da Câmara de Abrantes....
Os autos dizem que se chamava Júlio....
Só houve um Vereador chamado Júlio, Bento de apelido,

Quem era I????
Só houve uma Vereadora, cujo nome começasse por I, na História de Abrantes, tanto na velha, como na ''nova narrativa''....
Isilda Alves Jana

Donde ficou provado que Júlio Bento falou ao telefone com Isilda Jana, pedindo-lhe '' se podia fazer alguma coisa em relação à firma de um amigo seu''
O processo em que a Acusação Pública arguia J, pelo'' CRIME DE TRÁFICO DE INFLUÊNCIA'', terminou com a Relação a confirmar a decisão recorrida, pelo MP, da 1ª instância, de não pronunciar o arguido J. e o outro.
ma
expressões entre aspas do douto acórdão
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| Relator: | MARIA JOSÉ NOGUEIRA | |
| Descritores: | DESPACHO DE NÃO PRONÚNCIA FUNDAMENTAÇÃO NULIDADE CRIME DE TRÁFICO DE INFLUÊNCIA ELEMENTOS ESSENCIAIS DO CRIME INDÍCIOS SUFICIENTES |
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| Data do Acordão: | 27/04/2010 | |
| Votação: | UNANIMIDADE | |
| Texto Integral: | S | |
| Meio Processual: | RECURSO PENAL | |
| Decisão: | NEGAR PROVIMENTO AO RECURSO | |
| Sumário: |
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