
Para os iberistas acerca do apoio abrantino a el-Rei D.António I
Carta

Carta a Juan de Medina, escribano mayor de Múrcia
''in Homenaje al Profesor Muñoz Cortés, Univ. Múrcia, 1977, Juan Torres Fonte, Textos para comentar''
Quem apoiava D.António?
A populaça fanatizada pelos franciscanos e apoiada pelo Bispo da Guarda, a nossa diocese, um homem da Casa de Vimioso, cujo irmão, o Conde, D.Francisco de Portugal, era o braço-direito do monarca a monte?
Davam 80 mil ducados pela cabeça do filho do Infante D.Luís e nenhum denunciou o Rei foragido.
E houve quem, em Abrantes, com a ''élite'', saudando o Usurpador, teve a audácia de gritar: '' Viva o Rei D.António''.
200 açoites e a escravização nas galés, puxando os remos das galeras espanholas, ao lado dos mouros escravizados e dos assassinos condenados a essa pena infamante.
E a carta prossegue, em Tomar, enquanto os Grandes e os procuradores dos concelhos, beijavam a mão a Filipe, um fidalgo desafiou-os e gritou Viva D.António!
Os açoites e as galés eram o caminho dos imprudentes que desafiavam os arcabuzeiros do Duque de Alba que escoltavam Filipe.
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