
O Armindo Silveira cumpriu o seu dever cívico de indagar na sessão da CMA sobre a criminosa destruição da Ermida de Santo Amaro.
O Vice-Presidente não conseguiu responder à pergunta, que fez o Vereador da Esquerda.
Porque é que a cacique deixou destruir um imóvel classificado?
Disse o Vice, ver aqui, a reportagem da Paula Mourato, que a DGPC ''abalizou as intervenções e que o ''empreiteiro'' (sic) cumpriu as recomendações da DGPC.
O empreiteiro (que não foi identificado) é aparentemente a Ediestreito, Lda e o dono da obra, titular do alvará, a Outeiro das Mós, Lda

A relação da CMA tem sido feita, segundo os documentos, com a dona da obra.

Não podiam intervir na capela e intervieram dando cabo de tudo, com uma sensibilidade de ignaros especuladores imobiliários

Especificamente a autarquia disse-lhes que não se podia demolir e como abutres lá mandaram a grua

E em termos de política de defesa do património é o outorgar a qualquer pato-bravo licença para destruir o pouco património que nos resta.....
A política cultural desta gente é o pato-bravismo......
fotos :Tubucci, carta da CMA à Tubucci (extractos)
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