| Designação: | Prevenção | |
| Ano do Início/Conclusão: | 2009/ | |
| Estado: | Aprovado | |
| Objectivos: | O acompanhamento arqueológico tinha como objectivo verificar a existência de materiais paleolíticos ou outros, nos terrenos efectuados pela construção da fábrica, dado que na Carta Arqueológica de Abrantes vinham referidos diversos materiais paleolíticos encontrados nos arredores. | |
| Resultados: | Com excepção da área da fábrica que já se encontrava desaterrada quando foi iniciado o acompanhamento, todo o restante terreno revelou diversos artefactos paleolíticos, com especial incidência na parte Este do terreno, onde se concentravam estes materiais. | |
| Responsável: | Carlos António Moutoso Batata | |
| Co-Responsáveis: | - | |
| Pessoas (relação): | - | |
| Trabalhos: | ||
A primeira nota é extraordinária antes de se fazer o acompanhamento arqueológico o Alves, que viria a contratar o Carvalho, já arrasara o terreno onde ia prantar a fábrica....
E ninguém da CMA embargou a construção...
Como é que isto se chama em direito????
| CNS: | 33239 |
| Tipo: | Vestígios de Superfície |
| Distrito/Concelho/Freguesia: | Santarém/Abrantes/Concavada |
| Período: | Paleolítico |
| Descrição: | A área onde foram localizados os materiais encontra-se nas encostas da margem esquerda do Rio Tejo, composta por terraços fluviais tipo Q1. A área apresenta dois cabeços salientes, uma norte, com a cota altimétrica de 131m e outro a sul, com um marco geodésico e a cota de 163m. Entre estes dois cabeços desenvolvem-se linhas de água que formam o Ribeiro do Vale dos Peixes, a ocidente, e a Ribeira da Galhoufa e a Ribeira do Alcamim, a orirente, todos afluentes da margem esquerda do rio Tejo. Neste local foram recolhidos vários materias de cronologia Paleolítica, nomeadamente lascas, raspadores, unifaces e um pico. |
| Meio: | Terrestre |
| Acesso: | Na estrada Rossio ao Sul do Tejo - Alvega, corta-se á direita, logo após o Hotek Abrantur. |
| Espólio: | - |
| Depositários: | Museu Municipal de Abrantes |
| Classificação: | - |
| Conservação: | - |
A Empresa da Filomena Gaspar e marido penhoraram o caloteiro solar porque o malandro não lhes pagou atempadamente certo trabalho.
MA
fonte: portal do arqueólogo
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