Diz-me um eleitor PS que não se escreve ''assersativo'' mas ''assertivo''. Isso escrevem as pessoas, mas como resolvemos escrever como um Vereador....para os edis perceberem escrevemos ''assersativos''.
Está tudo explicado neste post, onde se explica como

o mais inteligente Vereador pós-Abril adoptou ''assersativo'' nas actas.
Resolvemos escrever como os vereadores...
Entretanto, Aladino explica como uma designer arranjou emprego.....
Também divulgamos um texto sobre a falta de pão no Souto . :
mn:
AMIGOS do SOUTO ou "Amigos de Peniche" ?
SERÁ QUE PERDER O PADEIRO DE VILA de REI É MAIS GRAVE do que TER ARDIDO TANTOS TERRENOS...?!
Não sei que moda é esta, de virem a esta página denegrirem a imagem do Souto, - focando-se neste slogan enganoso de que NO SOUTO NÃO HÁ NADA e TUDO ACABA - só porque o padeiro de Vila de Rei vai deixar de ir vender pão ao Souto.
Perante estas carpideiras, a triste resposta da rainha Maria Antonieta em vésperas da Revolução Francesa e com o povo a gritar ,agarrados aos portões de Versalhes, de que queriam pão até merecia ser repetida: " Não têm pão, comam brioches" !
Em que mundo é que esta gente vive? Por acaso, já fizeram contas ao custo do gasóleo de um carro, que tenha que ir e vir de Vila de Rei ao Souto, para vender uns papos secos e umas broas de milho?
É que depois vêm os outros "amigos" de Peniche e do "link " fácil do malfadado "gosto", que logo acrescentam: " É isso, no Souto tudo acaba, ninguém faz nada.".
E já é uma sorte, se de entre esses comentadores, não surgem logo uns tantos a acrescentar essa capciosa resposta, - " no Souto nunca se fez nada, aliás não há lá nada feito" - à espera de mais uns "amigos de Peniche" e desses "links" do malfadado "Gosto".
Há dias, o João Baptista, -( o outro da Milheirice, que não eu) divulgava um feito desconhecido, sobre a origem da Sociedade Recreativa do Souto. E eu que dei duas dezenas de anos em mandatos, fora os quatro anos de festeiro que permitiram os fundos para a compra do terreno e o arranque da construção da sede, confesso que também não sabia ou não dei conta desse acto fundacional ocorrido na taberna ( e barbearia) do João André, nos idos de 1960, oito ou nove anos antes da escritura de fundação no 8º Cartório Notarial de Lisboa, ali na Rua da Horta Seca, ao Chiado.
Em 1960 tínhamos um padeiro no Souto, o Ti Luís Latoeiro que nem sempre tinha o dinheiro suficiente para comprar a farinha de véspera. E tínhamos o padeiro da Carreira de Mato, com uns canastros e verga branca forrada a pano branco, assentes na parte traseira da moto.
Depois veio o padeiro de Carvalhal e o padeiro das Fontes, que acabou por se fixar no Carvalhal. E deixámos de ter o padeiro da Carreira do Mato, ficando o Ti Luís Latoeiro e o Ti Aniceto Passarinho a trabalhar na padaria da "União" no Carvalhal.
Em 1960 os jovens deixaram de ter o salão da Casa do Povp, porque parte da direcção e o pároco da altura, não apreciavam os bailaricos, com os rapazes agarrados às moças.
E o puritanismo do regime político vigente, também ajudava a essa interdição.
Porém, cinco jovens soutenses à volta do balcão e de uma mesa na taberna do João André pensaram em mudar esses estado de coisas, desenhando ali mesmo o estatuto da colectividade, o emblema do clube e o firme propósito de dotar o Souto de uma colectividade de cultura e recreio, se bem que o desígnio principal fosse os bailes e as cachopas.
Não correram a Abrantes para pedir um subsídio, agarrados a um caderno de reivindicações das inúmeras carências da terra. Se o tivessem feito, até podiam ser presos e já não regressarem ao Souto.
Não foram presos, mas acabaram apanhados pelas condicionantes da vida dos jovens daquela época, acabando mobilizados para o Ultramar. E lá beberam o último copo, servido pelo Ti João Rambóia, até regressarem sãos e salvos, à terra, daí a uns anos. Felizmente, que todos regressaram.
Hoje, o Ti Rambóia já partiu e a taberna já não voltou a abrir. E desses cinco jovens, o "mentor" Manuel Amaro também já partiu desta vida terrena.
As outras tabernas, uma a uma, foram fechando. E aqueles soutenses que eram capaz de combinar , entre duas rodadas de copos de cruzado, a ida à ladeira da fonte limpar a nascente, reabrir a levada para os tanques, fazer crescer uma parede ao pé do aqueduto e carregar o andor numa procissão, apesar de trabalharem de sol a sol, também já nos deixaram.
Quem por cá ficou, nem deu conta que foi por terem surgido uns tantos beneméritos, capazes de promoverem almoços de trabalho e de marcar reuniões a meio da semana, na Amadora ou em Lisboa, que foram aparecendo obras feitas. E vai de lançar umas rifas para os fornecedores com quem tarbalhavam e assim angariar mais uns fundos.
A sede da SRS, as obras do J. Pimenta, a Telescola, as obras da Casa Paroquial e da Igreja Matriz, a Liga dos Amigos e Benfeitores da Freguesia do Souto, pese a "morte anunciada", a que esteve condenada, não por terem dado duas bofetadas ao insolente motorista do presidente da câmara da altura, mas por quererem resolver o desaguisado das festas em nome de Nª Srª do Tôjo.
E aí , o bairrismo exarcebado das partes em contenda deitou tudo a perder.
Enquanto tudo isso ia decorrendo, soutenses houve que por despeito ou comodismo foram baixando os braços, apelidando os seus conterrâneos que por Lisboa iam fazendo pela vida, - pelas benfeitorias na terra - desses " gajos de Lisboa" .
Esses "gajos de Lisboa" deixaram obra feita. Outros soutenses que sempre fugiram aos encartes, já não podem dizer o mesmo.
Entretanto, o poder municipal instalado em Abrantes fazia acreditar a muitos ingénuos, que a salvação da freguesia passava pela Barão da Batalha. De Abrantes, é como de Espanha: " nem bom vento nem bom casamento"...
Fingindo dar força aos bairrismos locais, depressa constituíram a "liquidação sumária " da nossa terra, acantonada em três becos sem saída airosa possível :
-Fontes, Carvalhal e Souto, até trazerem para este último canto, a Aldeia de Mato.
Temos pena. Eu da minha parte, sempre poderei dizer: fui o único soutense na Assembleia, a votar contra, no Dia de Finados de 1983.''
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