Ficou famoso pela vida dissoluta e boémia, talento poético e língua mordaz.
Tanta que lhe chamavam o Boca do Inferno.
Definiu a Sé da Bahia, que apascentava o sardoalense Barata, assim:
“A nossa Sé da Bahia,
Com ser um mapa de festas,
É um presepe de bestas,
Se não for estrebarias.
Várias bestas, cada dia,
Vejo que o sino congrega:
Caveira mula galega,
Deão burrinha bastarda,
Pereira mula de albarda
Que tudo da Sé carrega.”
É uma lenda da poesia brasileira, o Gregório.
Por isso agradecemos a D.Gaspar Barata o bom gosto literário.
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