Podem ler aqui a Sentença do Supremo (2005) que reduziu a pena de 14 para bastantes menos anos ao sargento António Garrinhas, condenado por asquerosos crimes sexuais contra menores.
Um tipo que usa uma pistola para obrigar uma menor a manter coito, ainda para mais sendo comandante duma força pública, devia apanhar perpétua, que como é sabido não existe no ordenamento jurídico luso, porque acham que gente dessa se pode reinserir..
O STJ identifica o Garrinhas como AMSG, poupando-lhe o fardo de arrastar publicamente labéu de miserável na internet, mas identifica uma das menores como Bruna.
Tendo em conta o cenário em que foram praticados os crimes, os venerandos conselheiros deviam ter mais cuidado com a privacidade da menor e menos com a do Garrinhas.
Não vou listar todos os actos em que participou o Garrinhas com a sociedade civil, enquanto os processos se arrastavam.
Quem confraternizou com ele é culpado de confraternizar com a bandalheira e de desprezar as vítimas.
Num país sério o sargento seria mandado formar numa parada e o General da Guarda tinha-lhe arracado as divisas com a TV a filmar.
Estamos a discutir se gajos destes devem estar identificados e no meio da discussão, enquanto busco factos para sustentar a argumentação, verifico que os venerandos conselheiros quase permitem identificar a vítima enquanto o violador tem direito à privacidade.
O Vasco Pulido Valente escreveu uma vez uma série de crónicas, curtas e concisas, em que fulminava este ''pais das maravilhas''.
Uma dessas maravilhas é que o Supremo nos diga que a vítima se chamava Bruna, enquanto protege a intimidade do asqueroso agente da autoridade.
Face aos factos, abstenho-me de dissertar sobre a lista.
MN
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