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  <title>Cidadãos por Abrantes</title>
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  <description>Cidadãos por Abrantes - SAPO Blogs</description>
  <lastBuildDate>Sat, 18 Aug 2018 19:46:31 GMT</lastBuildDate>
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  <pubDate>Sat, 18 Aug 2018 19:45:00 GMT</pubDate>
  <title>Deputados abrantinos: José Maria Pereira (2)</title>
  <author>porabrantes</author>
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  <description>&lt;p class=&quot;sapomedia images&quot;&gt;&lt;img style=&quot;padding: 10px 10px;&quot; title=&quot;jose maria pereira&quot; src=&quot;https://farm2.staticflickr.com/1817/30249066788_e7bdf8cb4f.jpg&quot; alt=&quot;jose maria pereira&quot; width=&quot;327&quot; height=&quot;500&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;in &apos;&apos;As Constituintes de 1911 e os seus Deputados&apos;&apos;, Lisboa,  1911, obra que saiu com  autoria de &apos;&apos;um oficial da secretaria do Parlamento&apos;&apos; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Anote-se a sua contratação para a Companhia de Tabacos pelo escritor Oliveira Martins, que politicamente defendeu um regime ditatorial como único remédio para os males que afligiam Portugal em finais do século XIX.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;ver também &lt;a href=&quot;https://porabrantes.blogs.sapo.pt/jose-maria-pereira-fuzila-afonso-costa-4188100&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;ma &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <category>oliveira martins</category>
  <category>1911</category>
  <category>josé maria pereira</category>
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  <pubDate>Thu, 04 Feb 2016 17:37:00 GMT</pubDate>
  <title>Como o javali</title>
  <author>porabrantes</author>
  <link>https://porabrantes.blogs.sapo.pt/como-o-javali-2743364</link>
  <description>&lt;p&gt;&apos;&apos;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O desastre de Badajoz devia ter soado por todo o Al-gharb, onde as correrias e façanhas do bando de Affonso Henriques espalhavam a angustia e o terror; e o musulmano, inimigo por patria e religião, não devia ao bulhento principe a generosidade magnanima do genro leonez. Um novo e poderoso exercito transpõe o Tejo, e vem cercar o ferido em Santarem (1171). Acode-lhe Fernando II que, como verdadeiro rei, sabia calar os resentimentos pessoaes, deante de um perigo commum para todos os principes christãos da Peninsula. Duas vezes salvo pelo genro que o vencera; humilhado, abatido, ferido e velho, Affonso Henriques já não é o irrequieto soldado de outros tempos. Santarem que ganhára por esforço proprio, escalando os muros, era o seu tumulo. Ahi n&apos;um leito gemia dores de muitas especies: todo o Alemtejo estava perdido; e agora (1184) Jussuf, o grande émir de Marrocos, vinha em pessoa, dirigindo o exercito, cercal-o outra vez. Acudiria o genro outra vez a salval-o? Cinco annos havia que o exercito musulmano passeiava triumphante pelos seus reinos. &lt;strong&gt;Não pudera entrar em Abrantes, mas tinha destruido Coruche, que era para a defeza de Lisboa e da linha&lt;span class=&quot;pn&quot;&gt;&lt;a name=&quot;pag_91&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;/a&gt;{pg. 91}&lt;/span&gt; do Tejo, como fôra Leiria para Coimbra e para a linha do Mondego. Evora apenas resistiria ás invasões, que tinham levado Alcacer e Serpa, Beja, Moura, Jerumenha e todo o Alemtejo&lt;/strong&gt; (1179-82). Como o javali, encerrado no covil e perdido, o guerreiro contava as horas, e antecipadamente sentia o penetrar das lanças nas suas carnes abatidas pela edade, e o quebrar dos seus ossos tão rijos ainda, mas mal governados pelos tendões flacidos. Chorava; talvez se arrependesse dos seus erros. Feliz porém mais uma vez, os acasos imprevistos concorriam para o salvar. Á magnanimidade do genro devera o não ter ido acabar n&apos;alguma masmorra escondida nas montanhas das Asturias; e a esta circumstancia, verdadeiramente excepcional, de um principe generoso, devera tambem o salvar-se do primeiro cerco. Em vez de Fernando, que não acudiu agora, veiu em seu auxilio a sorte que matou o émir de Marrocos, e espalhou uma peste no meio do exercito almuhade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Levantou-se o cerco, Affonso Henriques pôde respirar ainda livre os ultimos annos da sua já acabada vida.&apos;&apos;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;a mais soberba prosa que a História viu em Portugal, &lt;a href=&quot;http://www.mirrorservice.org/sites/gutenberg.org/3/4/3/8/34387/34387-h/34387-h.htm&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Oliveira Martins a História de Portugal do amigo de Eça de Queiroz está aqui on-line.&lt;/a&gt; Leiam-na.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;mn &lt;/p&gt;</description>
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  <category>abrantes</category>
  <category>oliveira martins</category>
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  <pubDate>Fri, 27 Mar 2015 23:14:00 GMT</pubDate>
  <title>Abrantes Cidade ressuscita Joaquim Pedro</title>
  <author>porabrantes</author>
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  <description>&lt;p class=&quot;sapomedia images&quot;&gt;&lt;a class=&quot;media-link&quot; title=&quot;1933.png&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/pedrojota/fotos/?uid=oVOczzikUNwJcmrnip6B&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img style=&quot;padding: 10px 10px;&quot; title=&quot;1933.png&quot; src=&quot;https://fotos.web.sapo.io/i/B7f14aa4d/18179330_zJZzH.png&quot; alt=&quot;1933.png&quot; width=&quot;500&quot; height=&quot;325&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;sapomedia images&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;sapomedia images&quot;&gt;a página de propaganda devia culturalizar-se, o &lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Joaquim_Pedro_de_Oliveira_Martins&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Joaquim Pedro &lt;/a&gt;morreu em 1894, portanto não pode ter visto Abrantes em 1933....&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;sapomedia images&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;sapomedia images&quot;&gt;a redacção&lt;/p&gt;</description>
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  <category>oliveira martins</category>
  <category>abrantes cidade</category>
  <category>abrantes</category>
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  <pubDate>Mon, 29 Sep 2014 20:23:03 GMT</pubDate>
  <title>Um banco e uma granja</title>
  <author>porabrantes</author>
  <link>https://porabrantes.blogs.sapo.pt/um-banco-e-uma-granja-1986359</link>
  <description>&lt;p&gt;Oliveira Martins disse no século XIX que &apos;&apos;Portugal era um banco e uma granja&apos;&apos;, especuladores financeiros  e campónios para os sustentarem, nada de fábricas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os Burnays eram os DTT da época.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quando os campónios não podiam sobreviver, Brasil com eles, e as remessas vinham para sustentar o deficit, a parasitagem política e os funcionários.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para a costa de África iam os os condenados ao degredo, foi essa gente, delinquentes políticos e comuns que começaram a povoar Angola e pouco a pouco iam lutando pela hegemonia política e social com a oligarquia mulata de Luanda, que vivia de negócios negreiros.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; Hoje já morreu a indústria lusa, a integração europeia sacrificou as pescas e a lavoura e vivemos de esmolas europeias, gastas em coisas absurdas, como os cursos da Tecnoforma, e de novo das remessas duma nova geração que o país, ou seja Sócrates &amp; Passos expulsaram.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A finança está nas mãos dos ladrões angolanos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aqui vai um daqueles bancos brasileiros, que exportavam remessas de desgraçados, alguns deles quase escravizados nos campos de café de São Paulo, para manter a parasitagem lisboeta, primeiro monárquica, depois republicana&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/pedrojota/fotos/?uid=yeJzIcll6rN0vdQuMdAs&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0px currentColor;&quot; src=&quot;https://fotos.web.sapo.io/i/G3f11c569/17449837_9oZaM.png&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;294&quot; height=&quot;500&quot; /&gt;&lt;/a&gt;  &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;mn&lt;/p&gt;</description>
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