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  <title>Cidadãos por Abrantes</title>
  <link>https://porabrantes.blogs.sapo.pt/</link>
  <description>Cidadãos por Abrantes - SAPO Blogs</description>
  <lastBuildDate>Wed, 23 Jun 2021 07:27:46 GMT</lastBuildDate>
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  <pubDate>Wed, 23 Jun 2021 07:20:00 GMT</pubDate>
  <title>A ponte romana mais larga de Portugal </title>
  <author>porabrantes</author>
  <link>https://porabrantes.blogs.sapo.pt/a-ponte-romana-mais-larga-de-portugal-5939509</link>
  <description>&lt;p&gt;&apos;&apos; (..) Quanto à largura, esta não ultrapassava os oito metros. &quot;Em Portugal, apenas a ponte de Alferrarede excede este valor (8,5 metros), mas possui uma explicação plausível: exerceu uma dupla função, como ponte e como dique&quot;. (..)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;diz Paulo Mendes Pinto, que coordenou &lt;a href=&quot;https://www.publico.pt/1999/05/01/jornal/um-guia-para-as-pontes-romanas-133049&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&apos;&apos; Pontes Romanas de Portugal&apos;&apos;, entrevistado por Ana Vaz Milheiro, Um guia para as pontes romanas, Público, 1-5-1999&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;sapomedia images&quot;&gt;&lt;img style=&quot;width: 749px; padding: 10px 10px;&quot; title=&quot;ponte alf.jpg&quot; src=&quot;https://fotos.web.sapo.io/i/Bc218f057/22110742_mIZ2r.jpeg&quot; alt=&quot;ponte alf.jpg&quot; width=&quot;749&quot; height=&quot;519&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;imagem da DGMN  &lt;a href=&quot;http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3387&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;strong&gt;ver ficha aqui&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <category>património</category>
  <category>alferrarede</category>
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  <pubDate>Thu, 01 Apr 2021 08:54:00 GMT</pubDate>
  <title>Descoberto em Constância presumível altar da igreja de São Julião</title>
  <author>porabrantes</author>
  <link>https://porabrantes.blogs.sapo.pt/descoberto-em-constancia-presumivel-5792036</link>
  <description>&lt;div&gt;Descoberto em Constância presumível&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;altar da igreja de São Julião&lt;/div&gt;
&lt;div&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;p class=&quot;x_MsoNormal&quot;&gt;A descoberta recente de possíveis elementos de um altar da antiga paroquial de São Julião de Punhete (actual Constância) levou a Mesa Administrativa da Misericórdia a projectar um núcleo museológico e expositivo. Está um curso uma candidatura à Tagus, tendo o Montepio provido uma carta de conforto para esse efeito, segundo o Provedor, António Paulo Teixeira.&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;sapomedia images&quot;&gt;&lt;img style=&quot;width: 664px; padding: 10px 10px;&quot; title=&quot;Altar_Sâo Julião_.jpg&quot; src=&quot;https://fotos.web.sapo.io/i/B91176531/22054991_fCt3p.jpeg&quot; alt=&quot;Altar_Sâo Julião_.jpg&quot; width=&quot;664&quot; height=&quot;271&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;x_MsoNormal&quot;&gt;Ao que apurei junto daquele responsável, os técnicos superiores envolvidos na restauração da Igreja da Misericórdia (empresa de Conservação e Restauro de Torres Vedras) terão equacionado a hipótese dos elementos em causa descobertos (ver fotos) serem estranhos aos altares, retábulo e características da igreja da Irmandade, em cujo seio se fez a fascinante descoberta. Anote-se que este património encontrava-se num sótão da sacristia desde há muito tempo. A imagem do senhor dos Aflitos será  também anterior à construção da Igreja da Santa Casa, sendo atribuída aos século XV ou XIV o que poderá provar a sua origem distinta.&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;x_MsoNormal&quot;&gt;Os restos do altar enigmático terão sido guardados pela Irmandade, crê-se, desde pelo menos 1822, data da transladação da antiga paroquial de São Julião (situada na actual Praça Alexandre Herculano) para a Igreja de Nossa Senhora dos Mártires (1).&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;x_MsoNormal&quot;&gt;A instalação de um núcleo museológico e expositivo na sacristia da igreja da Irmandade da Misericórdia de Constância irá contemplar  artefactos e peças várias do espólio da igreja da Irmandade e ainda da antiga paroquial ( origem a comprovar-se, é certo,  segundo a hipótese em estudo).&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;sapomedia images&quot;&gt;&lt;img style=&quot;width: 620px; padding: 10px 10px;&quot; title=&quot;altar 2.jpg&quot; src=&quot;https://fotos.web.sapo.io/i/Bf118c56a/22054992_HH66I.jpeg&quot; alt=&quot;altar 2.jpg&quot; width=&quot;620&quot; height=&quot;516&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;x_MsoNormal&quot;&gt;A antiga paroquial de São Julião  terá sido arruinada pelos invasores franceses, na primeira e terceira invasões (2).  O saudoso Cónego José Maria Rodrigues d’Oliveira dizia que a Pia baptismal da actual Matriz tinha sido transladada da igreja de São Julião e contava com pelo menos oito séculos.  A  expressão «antiga igreja» constante do despacho régio (1) vem corroborar esta conjectura.&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;x_MsoNormal&quot;&gt;Um outro dado muito relevante vem juntar-se a este puzzle alegadamente quinhentista, do altar descoberto. Segundo o testamento dum antigo Provedor da Misericórdia, Dom Francisco de Sande (2) (3), o seu corpo deveria ser sepultado precisamente «em sepultura de meus Avós, que era em a Capela maior da Paroquial Igreja de S. Julião, de Vila de Punhete,  ao longo do primeiro degrau; e aos lados estão muitos Irmão e Primos e Tios meus».&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;x_MsoNormal&quot;&gt;Sabemos que a avó dos amigos de Camões (Heitor da Silveira e João Lopes Leitão), do célebre «Banquete das Trovas» terá morrido em 1544 e foi sepultada na Igreja de S, Julião de Punhete (4)&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;x_MsoNormal&quot;&gt;Será que estes restos do altar não serão da Capela maior da velhinha paroquial?&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;x_MsoNormal&quot;&gt;Manuela de Azevedo, saudosa fundadora da Associação da  Casa-Memória de Camões em Constância escreveu um dia a «Mágica visão» em que via o poeta a rezar ali na velhinha paroquial de São Julão, paredes meias com a Casa dos arcos e, o palácio da torre onde teria sido prisioneiro.&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;sapomedia images&quot;&gt;&lt;img style=&quot;width: 403px; padding: 10px 10px;&quot; title=&quot;hay.jpg&quot; src=&quot;https://fotos.web.sapo.io/i/B91175a3a/22054993_Jhw1F.jpeg&quot; alt=&quot;hay.jpg&quot; width=&quot;403&quot; height=&quot;439&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;x_MsoNormal&quot;&gt;Será este altar contemporâneo  de Camões? Têm a palavra os técnicos e especialistas. À Santa Casa, os agradecimentos pelas informações e fotos.&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;x_MsoNormal&quot;&gt;José Luz (Constância)&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;x_MsoNormal&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;x_MsoNormal&quot;&gt;PS – não uso o dito AOLP&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;x_MsoNormal&quot;&gt;                                        &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;(1)           «Manda El Rei,  pela Secretária  de Estado dos Negócios  de Justiça, que o Reverendo Bispo de Castelo Branco, em conformidade da sua informação, sobre o requerimento do Juiz Presidente e Oficiais da Câmara da Vila de Punhete, faça expedir os despachos necessários, para que a Paróquia da dita Vila,  seja transladada, para o Templo dedicado a Nossa Senhora dos Mártires, em razão de estar arruinada a própria, e antiga igreja de S. Julião da dita Vila, combinando-se as horas para que diariamente, os Capelães daquela igreja celebrem as Missas solenes e privadas, e o Pároco da de S. Julião todos os Ofícios Divinos, e administre os Sacramentos: sem perturbação daqueles a que são obrigados os ditos Capelães:  fazendo-se Termo, com as devidas declarações, assinado pelo Pároco, Câmara, Mesários da Confraria, e mais Pessoas a quem competir. Palácio de Queluz, em 25 de Fevereiro de 1822. = José da Silva Carvalho.» - Diário do Governo, edições 77-151, página 670.&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;x_MsoNormal&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;(2)           «Logo na primeira invasão que se verificou nesta Vila no dia 24 de Novembro de 1807 data a ruína dos templos desta Vila (…) Nestes calamitosos dias sofreu o povo desta vila incalculáveis incómodos; foram as casas abertas à tropa, o que se apregoou com pena de morte; os templos franqueados, desacatados e delapidados, ficando este povo tímido, convulso e arruinado, o que totalmente aconteceu na última invasão de… Novembro de 1810 (…)Terra alguma do Ribatejo se pode comparar com esta ruína (…) Que a famosa igreja, obra dos mais remotos séculos,  que a paroquial de S. Julião, «que era um monte de oiro», como dela disse o seu Comendador Forbes, que a nossa antiga Mãe, onde descansam os restos dos nossos tão dignos Antepassados, está reduzida à maior indigência, sendo antes decorada com belíssimos quadros e painéis de Grão Vasco, e de outros insignes autores, e o tecto da capela-mor, da mais  preciosa arquitectura, e os cinco altares que tinha, enobrecidos com tronos todos doirados,  e particularmente com imagens, as mais expressivas e devotas». - Descripção da Vila de Punhete, Verísismo José  de Oliveira, 1830, Transcripção, Prefácio e Notas Complementares de José Eugénio de Campos Godinho, 1947.&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;x_MsoNormal&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;x_MsoNormal&quot;&gt;(3)Testamento de D. Francisco de Sande, de 1 de Janeiro de 1620.&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;x_MsoNormal&quot;&gt;(4)Garcilaso, Principe de poetas, una biografia, Maria Del Carmen Vaquero Serrano, Centro de Estudios Europa-Hispânica, 2013.&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;x_MsoNormal&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;</description>
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  <category>punhete</category>
  <category>constància</category>
  <category>património</category>
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  <pubDate>Sun, 14 Mar 2021 15:27:00 GMT</pubDate>
  <title>(Des) protecção do Centro histórico da vila de Constância</title>
  <author>porabrantes</author>
  <link>https://porabrantes.blogs.sapo.pt/des-proteccao-do-centro-historico-da-5758474</link>
  <description>&lt;p&gt;Em 2018 foi aprovado o Programa Estratégico de Reabilitação Urbana (PERU), da ARU do Centro Histórico de Constância .&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;sapomedia images&quot;&gt;&lt;img style=&quot;width: 540px; padding: 10px 10px;&quot; title=&quot;atb.jpeg&quot; src=&quot;https://fotos.web.sapo.io/i/B0b1800ff/22041326_tLHF4.jpeg&quot; alt=&quot;atb.jpeg&quot; width=&quot;540&quot; height=&quot;720&quot; /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt;&quot;&gt;De repente surgiu pintada de azul a casa da antiga taberna na Rua de São Pedro. Sem que haja vestígios no edifício dessa pintura assim&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt;&quot;&gt;Mais um…No caso do território do centro histórico de Constância  há uma diversidade de intervenções previstas ao nível de infraestrut&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;uras e espaços verdes urbanos, que se encontram associadas ao programa de investimento público que abrange 25 acções/projectos especificamente ligados à reabilitação/regeneração do edificado e do espaço público urbano, e que totalizam um investimento total de cerca de 3,3 milhões de euros.. Para implementar até dez anos. Capacidade para projectar não falta, por coNo que se refere concretamente à esfera privada, e de acordo com o levantamento efectuado pelos serviços técnicos do município de Constância, foram identificadas cerca de 50 intenções de investidores. Este conjunto de intervenções ascende a cerca de 7,8 milhões de euros de investimento (valor previsional).&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;sapomedia images&quot;&gt;&lt;img style=&quot;width: 420px; padding: 10px 10px;&quot; title=&quot;received_2909380112721533.jpeg&quot; src=&quot;https://fotos.web.sapo.io/i/B44174b72/22041313_35H3V.jpeg&quot; alt=&quot;received_2909380112721533.jpeg&quot; width=&quot;420&quot; height=&quot;720&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;sapomedia images&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt;&quot;&gt;Grades recentes nas margens do rio agridem estética da paisagem.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;sapomedia images&quot;&gt;Ao que sabemos há por aí um milionário que compra as casas velhas a cair e não faltam estaleiros na pacata e deserta vila &lt;br /&gt;Durante a tomada de posse o novel  presidente afirmou: «A reabilitação do património já edificado na vila e nas aldeias é outra prioridade, deixando de lado novas urbanizações.»  Permitam-me um pequeno aparte:já no mandato da gestão socialista temos assistido à remoção de históricas trapeiras bem como ao surgimento de outras onde nunca existiram, assim como vimos aparecer casas pintadas de azul onde a cor reinante sempre foi o branco.  Há dias apareceram grades de alumínio na zona do Zêzere a romper com a estética paisagística exigível  Os técnicos é que sabem como contornar os regulamentos  de salvaguarda e protecção do núcleo histórico. Essa habilidade não é para o comum dos cidadãos.&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;sapomedia images&quot;&gt;&lt;img style=&quot;width: 450px; padding: 10px 10px;&quot; title=&quot;trapeira 1.jpg&quot; src=&quot;https://fotos.web.sapo.io/i/B1617db6d/22041315_upQsq.jpeg&quot; alt=&quot;trapeira 1.jpg&quot; width=&quot;450&quot; height=&quot;214&quot; /&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;em&gt;Remoção de trapeira histórica  e característica da antiga praça do centro histórico da vila de Constância&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;sapomedia images&quot;&gt;Na origem da desertificação do centro histórico estão várias causas. Uma delas foi a opção errada de se destruir o pinhal D’ El Rey para construções urbanas. Destruíram o “pulmão” da vila. E deslocaram o investimento que deveria ter sido canalizado para o centro histórico, . Se fosse proibido construir nestas zonas  (antigo pinhal e Chão da feira)  o investimento acabaria por recair na vila.&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;sapomedia images&quot;&gt;&lt;img style=&quot;width: 399px; padding: 10px 10px;&quot; title=&quot;trap.jpg&quot; src=&quot;https://fotos.web.sapo.io/i/Be517c5af/22041318_FFGeH.jpeg&quot; alt=&quot;trap.jpg&quot; width=&quot;399&quot; height=&quot;720&quot; /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt;&quot;&gt;Súbita construção de três trapeiras no edifício da mercearia do século XVIII, onde não havia nenhuma ( a terceira está no lado oposto).&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;sapomedia images&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A zona alta da freguesia  e as varandas do Zêzere , bem como Preanes  e outros casos pontuais  são marcas indeléveis de um conceito errado de urbanismo que ofusca o belo, a estética do nosso velho burgo. Nada será como dantes. O progresso não é incompatível com a aposta na recuperação do centro histórico. Desde que seja essa a opção fundamental. Constância não precisa de ser um grande centro urbano. A vida própria de um dormitório traz consigo a destruição de hábitos societários que só  uma comunidade com raízes locais pode garantir.  A população local está cada vez,mais reduzida a algumas poucas centenas, se é caso.  Somos poucos. Mas temos voz! Infelizmente temos muitos eleitos que nem conhecem sequer a nossa história, as nossas tradições, os nossos valores. Aquilo que fazem nas autarquias aqui fariam igual noutra localidade. Constância é, para muitos autarcas, um número. Não há paixão. Só nos lábios que não no coração. É uma desilusão. E cada vez será pior. Desta geração conhece-se a árvore, os seus frutos.  Será difícil a uma autarquia ultrapassar tantos obstáculos. Mas não será completamente impossível. A cidadania organizada em autarquias tais terá de crescer e as máquinas partidárias  terão de diminuir? Assim tenham a arte e o engenho. .Conquistado esse patamar  terão a consagração popular. Será a personalidade, o carisma, o mérito pessoal  que farão a mudança. Por cá já tivemos quem até rasgou o cartão de militante e ainda assim foi convidado a ficar como independente. Porque, apesar de tudo, era maior do que a soma das partes, defeitos à parte.&lt;br /&gt;Mas eu não sou político sou apenas um simples cidadão que já viu a sua vila e o seu património em mãos melhores e com melhores dias.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma vila que nem uma ETAR própria tem e que deslocou os habitantes para uma zona afastada da rede de saneamento, não é exemplo de desenvolvimento estratégico sustentado. Ilusões que se pagam caro. Aliás, pagamos todos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;José Luz&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;(Constância)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;PS– não uso o dito AOLP&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;code-block code-block-3&quot;&gt; &lt;/div&gt;</description>
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  <category>património</category>
  <category>constância</category>
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  <pubDate>Fri, 05 Feb 2021 09:12:00 GMT</pubDate>
  <title>CMA auxilia uma paróquia milionária </title>
  <author>porabrantes</author>
  <link>https://porabrantes.blogs.sapo.pt/cma-auxilia-uma-paroquia-milionaria-5640279</link>
  <description>&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://www.csiabt.pt/pecas-de-contas-do-centro-social-de&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Como se viu aqui o Centro Social Interparoquial de Abrantes dispunha de 7 milhões de euros em contas bancárias.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Centro depende das Paróquias.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Igreja de S.Vicente é monumento nacional e propriedade do Estado, estando cedida à Paróquia, num circunstancialismo jurídico semelhante ao usufruto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ou seja a Paróquia é a usufrutuária.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aplicando as regras jurídicas as obras estruturais de  conservação são competência do Estado e as obras rotineiras para manter o templo, são competência da Paróquia, que é rica e milionária.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O recheio da Igreja é em parte propriedade do Estado e outra parte propriedade paroquial (as peças adquiridas depois da devolução do templo aos católicos, após a &apos;&apos;ocupação&apos;&apos; republicana&apos;&apos;).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Já agora convém advertir que boa parte das peças que estão no D.Lopo, com origem paroquial, não pertencem à autarquia, mas às paróquias.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Há uns anos, o director da DGPC, depois de visitar a Igreja, advertia o burlão, que mudar umas telhas, era competência da paróquia e que era absurdo exigir à DGPC que o fizesse.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O burlão nem isso fazia em S.João e a Igreja está como está (é propriedade paroquial, segundo os registos), graças ao criminoso abandono do biltre.&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;sapomedia images&quot;&gt;&lt;img style=&quot;width: 679px; padding: 10px 10px;&quot; title=&quot;telhado s.vicente.png&quot; src=&quot;https://fotos.web.sapo.io/i/Baf18fefe/22010989_UH18N.png&quot; alt=&quot;telhado s.vicente.png&quot; width=&quot;679&quot; height=&quot;530&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;captionIcon&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;iconCircle member active&quot;&gt; &lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;captionText&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;captionBody&quot;&gt;Foto Tripadvisor 146vicentel (jun. de 2017)&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.base.gov.pt/Base/pt/Pesquisa/Contrato?a=7409228&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Assim sendo, restaurar 2 estátuas em S.Vicente competia à Paróquia, mas é a autarquia que vai pagar, 5.650 € mais IVA.      &lt;/a&gt;  &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se uma Paróquia pobre não possui meios financeiros para preservar o seu património artístico, achamos muito bem que a autarquia a ajude.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Está dentro das competências dela.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas o que se verifica é que se ajuda quem não precisa e se abandonam templos e espólios artísticos relevantes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;ma &lt;/p&gt;</description>
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  <category>património</category>
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  <pubDate>Sun, 31 Jan 2021 16:01:00 GMT</pubDate>
  <title>Terra das manhas e patranhas</title>
  <author>porabrantes</author>
  <link>https://porabrantes.blogs.sapo.pt/terra-das-manhas-e-patranhas-5622645</link>
  <description>&lt;p&gt;O &apos;&apos;Observador&apos;&apos; publicou uma matéria publicitária sobre Abrantes, patrocinada pelo Turismo do Centro. A CMA sintetizou a coisa assim:&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;sapomedia images&quot;&gt;&lt;img style=&quot;width: 480px; padding: 10px 10px;&quot; title=&quot;patranhas.png&quot; src=&quot;https://fotos.web.sapo.io/i/B381798af/22006774_sni7A.png&quot; alt=&quot;patranhas.png&quot; width=&quot;480&quot; height=&quot;517&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt;&quot;&gt;Um leitor atento desmascara, na página da CMA, as palermices do resumo assim:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;sapomedia images&quot;&gt;&lt;img style=&quot;width: 429px; padding: 10px 10px;&quot; title=&quot;patranhas 2.png&quot; src=&quot;https://fotos.web.sapo.io/i/B6818b2af/22006775_4CN3V.png&quot; alt=&quot;patranhas 2.png&quot; width=&quot;429&quot; height=&quot;187&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt;&quot;&gt; Na mouche&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt;&quot;&gt;mn&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
  <comments>https://porabrantes.blogs.sapo.pt/terra-das-manhas-e-patranhas-5622645</comments>
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  <category>património</category>
  <category>cma</category>
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  <pubDate>Thu, 28 Jan 2021 18:09:00 GMT</pubDate>
  <title>Santo Amaro d&apos; Abrantes, destruída pelo pataria </title>
  <author>porabrantes</author>
  <link>https://porabrantes.blogs.sapo.pt/santo-amaro-d-abrantes-destruida-pelo-5616618</link>
  <description>&lt;p&gt;O Vereador Armindo Silveira interrogou a maioria sobre a situação das ruínas de Santo Amaro, imóvel classificado, destruídas criminosamente pelos vândalos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Outeiro das Mós era detentora do Alvará nº 82A, emitido pela Câmara Municipal de Abrantes, em 28-6-2017, para intervir no prédio fronteiro dessa rua (Marquês de Pombal), tendo as obras sido aprovadas por despacho de 24-11-2016.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O dr. Silveira afirmou que o espaço vandalizado, que contém pinturas murais inéditas e túmulos de abrantinos de Seiscentos, estava cheio de ervas e abandonado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Caseiro, aparentemente grande amigo dos promotores, afirmou que os pato-bravos tinham metido novo projecto a parecer da DGPC.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas calou sobre o resultado do processo de contra-ordenação que em Novembro de 2017, moveu à pataria a autarquia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Estamos em 2021, o que aconteceu à contra-ordenação?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Levou sumiço?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Continua a andar a passo de caracol?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como a metida contra o boticário Silva, que destruiu meia rua, ao lado dum imóvel de interesse público, a Casa da Câmara, edifício joanino do máximo interesse, apesar de ter sido abandalhada pelas obras do Bioucas?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sobre os vândalos pende um processo-crime na comarca e a Judite, também vagarosa, investigava.&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;sapomedia images&quot;&gt;&lt;img style=&quot;width: 540px; padding: 10px 10px;&quot; title=&quot;santo amaro 18-7-28.jpg&quot; src=&quot;https://fotos.web.sapo.io/i/B63175af2/22005162_gCsk1.jpeg&quot; alt=&quot;santo amaro 18-7-28.jpg&quot; width=&quot;540&quot; height=&quot;720&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Toda esta situação, edis como o Caseiro, patos-bravos como os do Outeiro, Vereadores da Incultura como o neo-fascista Dias, serviços de urbanismo incompetentes como os da Sara Morgado, tornam a vida do património abrantino....um calvário.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pelo menos desta vez sentaram-se disciplinados perante um magistrado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Num processo-crime.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E outros também se sentaram no caso da Amieira.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É para aprenderem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;ma  &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <category>santo amaro de abrantes</category>
  <category>caseiro gomes</category>
  <category>património</category>
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  <guid isPermaLink='true'>https://porabrantes.blogs.sapo.pt/os-frescos-do-solar-caldeira-5604559</guid>
  <pubDate>Mon, 25 Jan 2021 10:46:00 GMT</pubDate>
  <title>Os frescos do Solar Caldeira</title>
  <author>porabrantes</author>
  <link>https://porabrantes.blogs.sapo.pt/os-frescos-do-solar-caldeira-5604559</link>
  <description>&lt;p class=&quot;sapomedia images&quot;&gt;&lt;img style=&quot;width: 960px; padding: 10px 10px;&quot; title=&quot;casa caldeira frescos 2021.png&quot; src=&quot;https://fotos.web.sapo.io/i/Bab18c2d2/22002218_Ilvt4.png&quot; alt=&quot;casa caldeira frescos 2021.png&quot; width=&quot;960&quot; height=&quot;401&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Frescos no Solar Caldeira, no Rossio, ´que está à venda por um pouco mais de 500 mil euros.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Que políticas há para classificar e defender os imóveis que marcam uma terra?&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;sapomedia images&quot;&gt;&lt;img style=&quot;width: 960px; padding: 10px 10px;&quot; title=&quot;casa caldeira vista aerea 5.png&quot; src=&quot;https://fotos.web.sapo.io/i/Bac180413/22002220_H05JM.png&quot; alt=&quot;casa caldeira vista aerea 5.png&quot; width=&quot;960&quot; height=&quot;511&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Imagens Portugal Rural com a devida vénia&lt;/p&gt;</description>
  <comments>https://porabrantes.blogs.sapo.pt/os-frescos-do-solar-caldeira-5604559</comments>
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  <category>rossio ao sul do tejo</category>
  <category>património</category>
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  <pubDate>Sun, 24 Jan 2021 09:12:00 GMT</pubDate>
  <title>O barracão do Valamatos fragiliza S.João </title>
  <author>porabrantes</author>
  <link>https://porabrantes.blogs.sapo.pt/o-barracao-do-valamatos-fragiliza-5601520</link>
  <description>&lt;p class=&quot;sapomedia images&quot;&gt;&lt;img style=&quot;width: 595px; padding: 10px 10px;&quot; title=&quot;s. joão barracão.png&quot; src=&quot;https://fotos.web.sapo.io/i/B3a188d59/22001358_DbiRc.png&quot; alt=&quot;s. joão barracão.png&quot; width=&quot;595&quot; height=&quot;373&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O que é isto?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Um barracão a par de S.João.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quem é a dona?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Câmara de Abrantes (que o vendeu a um diplomata, em pouco transparente negociata, dizendo que era espanhol, quando era luso, também diziam que era para um atelier e como o negócio se gorou, recompraram-no)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quem mantém um edifício destelhado e arruinado ao lado da mais velha Igreja da Urbe?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;color: #ff0000;&quot;&gt;O Valamatos, fragilizando o tecido urbano,  prostituindo uma área monumental, dando sórdido exemplo da regeneração urbana.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Só o Valamatos?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: #ff0000;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Todos os edis, excepto o Armindo que reiteradamente protestou contra esta vergonha, propondo a demolição, para valorizar o monumento.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quem trata assim a Cidade de Abrantes, quem despreza os nossos monumentos, quem maltrata o património, quem fragiliza a nossa identidade colectiva, &lt;strong&gt;não merece governar.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na Igreja, ouviu missa o Mestre de Avis antes de ir fragilizar castelhanos, massacrando-os em Aljubarrota.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Só por isso merecia respeito S.João. Mas nem sequer uma placa avisa, o turista ou o abrantino, da efeméride. Mas um barracão destelhado, avisa a todos, que isto é uma Câmara que despreza o património, desonra Abrantes e nos cobre de vergonha.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;ma&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;foto: Imovirtual &lt;/p&gt;</description>
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  <category>abrantes</category>
  <category>património</category>
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  <category>s.joão</category>
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  <pubDate>Sun, 27 Dec 2020 09:42:00 GMT</pubDate>
  <title>Fresco  inédito da Natividade (Constância) por José Luz</title>
  <author>porabrantes</author>
  <link>https://porabrantes.blogs.sapo.pt/fresco-inedito-da-natividade-5524426</link>
  <description>&lt;div id=&quot;app&quot;&gt;
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&lt;div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div dir=&quot;auto&quot;&gt;
&lt;div dir=&quot;auto&quot;&gt;Fresco  inédito da Natividade&lt;/div&gt;
&lt;div dir=&quot;auto&quot;&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div dir=&quot;auto&quot;&gt;O fresco  foi descoberto em Constância nos anos 90,&lt;/div&gt;
&lt;div dir=&quot;auto&quot;&gt;por ocasião de um restauro.&lt;/div&gt;
&lt;div dir=&quot;auto&quot;&gt;
&lt;p class=&quot;sapomedia images&quot;&gt;&lt;img style=&quot;width: 492px; padding: 10px 10px;&quot; title=&quot;74336646_596223901116129_6344257743821471744_o.jpg&quot; src=&quot;https://fotos.web.sapo.io/i/Bf317ae9e/21981530_sW96K.jpeg&quot; alt=&quot;74336646_596223901116129_6344257743821471744_o.jpg&quot; width=&quot;492&quot; height=&quot;720&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div dir=&quot;auto&quot;&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div dir=&quot;auto&quot;&gt;Uma pintura com a estrela de Belém da natividade e os contornos de uma estalagem?  Parece, A estrela de vergina como inspiração? Talvez.&lt;/div&gt;
&lt;div dir=&quot;auto&quot;&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div dir=&quot;auto&quot;&gt;A descoberta ocorreu por ocasião da substituição de uma tela do altar da Senhora da Piedade Após ter sido fotografado o fresco terá sido objecto de intervenção por... trabalhos de trolha.&lt;/div&gt;
&lt;div dir=&quot;auto&quot;&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div dir=&quot;auto&quot;&gt;Será que ainda vamos a tempo de alguma  recuperação?&lt;/div&gt;
&lt;div dir=&quot;auto&quot;&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div dir=&quot;auto&quot;&gt;É deveras singular a circunstância de ter existido em Constância uma estrela de vergina. Sabe-se que a sua utilização até aos anos 70 do século XX  se resumia a elementos decorativos. Ora, este ícone religioso em Constância, aparenta ser mais do que isso. Um símbolo religioso?  Da Virgem Maria? O Sol (Jesus)? O fresco será da Natividade? Há que estudar o assunto. E inserir este tema na história da nossa igreja. A cristianização de um símbolo da realeza macedónica?&lt;/div&gt;
&lt;div dir=&quot;auto&quot;&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div dir=&quot;auto&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://infogalactic.com/info/Vergina_Sun&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noreferrer noopener&quot;&gt;https://infogalactic.com/info/Vergina_Sun&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div dir=&quot;auto&quot;&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div dir=&quot;auto&quot;&gt;A estrela andara associada, no cristianismo, à Virgem María.&lt;/div&gt;
&lt;div dir=&quot;auto&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://www.amazon.com/Secret-Symbolism-Greek-Vergina-Star/dp/144210340X&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noreferrer noopener&quot;&gt;https://www.amazon.com/Secret-Symbolism-Greek-Vergina-Star/dp/144210340X&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div dir=&quot;auto&quot;&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div dir=&quot;auto&quot;&gt;A nossa fonte informou-nos existir reporte no Instituto José Figueiredo, nomeadamente, da descoberta e intervenção posterior.&lt;/div&gt;
&lt;div dir=&quot;auto&quot;&gt;Sabe-se que até ao início do século XX existia na vila uma tradição directamente ligada à Natividade: a do Menino Jesus. Todos os anos o Menino era entregue a uma família onde eram confeccionadas vestes bordadas a ouro. E a imagem ia passando de casa em casa. A última festa foi em grande. Dela tive conhecimento pela filha do anfitrião, no caso a minha prima Maria do Céu Pirão.  O seu pai, António Pirão, curiosamente, era ateu.&lt;/div&gt;
&lt;div dir=&quot;auto&quot;&gt;
&lt;p class=&quot;sapomedia images&quot;&gt;&lt;img style=&quot;width: 468px; padding: 10px 10px;&quot; title=&quot;fresco 1.jpg&quot; src=&quot;https://fotos.web.sapo.io/i/Be817c616/21981531_E5aQQ.jpeg&quot; alt=&quot;fresco 1.jpg&quot; width=&quot;468&quot; height=&quot;720&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;sapomedia images&quot;&gt;&lt;img style=&quot;width: 485px; padding: 10px 10px;&quot; title=&quot;fresco 2.jpg&quot; src=&quot;https://fotos.web.sapo.io/i/Bc617051d/21981532_d5Fdw.jpeg&quot; alt=&quot;fresco 2.jpg&quot; width=&quot;485&quot; height=&quot;720&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div dir=&quot;auto&quot;&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div dir=&quot;auto&quot;&gt;José Luz&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</description>
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  <category>património</category>
  <category>josé luz</category>
  <category>constância</category>
  <category>natal</category>
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  <pubDate>Thu, 19 Nov 2020 21:26:00 GMT</pubDate>
  <title>A Igreja da Santa Casa de Constância por José Luz</title>
  <author>porabrantes</author>
  <link>https://porabrantes.blogs.sapo.pt/a-igreja-da-santa-casa-de-constancia-5409255</link>
  <description>&lt;div class=&quot;kvgmc6g5 cxmmr5t8 oygrvhab hcukyx3x c1et5uql ii04i59q&quot;&gt;
&lt;div dir=&quot;auto&quot;&gt;Pensar Constância 7&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;o9v6fnle cxmmr5t8 oygrvhab hcukyx3x c1et5uql ii04i59q&quot;&gt;
&lt;div dir=&quot;auto&quot;&gt;A oportunidade cria-se e destrói-se...&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;o9v6fnle cxmmr5t8 oygrvhab hcukyx3x c1et5uql ii04i59q&quot;&gt;
&lt;div dir=&quot;auto&quot;&gt;A Igreja da Misericórdia foi classificada pelo Estado português como de «interesse público» segundo o artigo 2º do Decreto-lei nº 95/78, de 12 de Setembro.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;o9v6fnle cxmmr5t8 oygrvhab hcukyx3x c1et5uql ii04i59q&quot;&gt;
&lt;div dir=&quot;auto&quot;&gt;O conjunto e o pormenor do painel degradado do altar-mor da Igreja da Irmandade, de inspiração renascentista, pintado inicialmente de verde e amarelo, é de Domingos Vieira Serrão, pintor de Filipe I I que tem obra no Convento de Cristo e no Louvre.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;o9v6fnle cxmmr5t8 oygrvhab hcukyx3x c1et5uql ii04i59q&quot;&gt;
&lt;div dir=&quot;auto&quot;&gt;Desde o início dos anos 90 que a Santa Casa procurou recuperar e conservar em especial o seu altar-mor. Sem sucesso! Nos anos 80 já tinha havido uma obra de recuperação da sacristia, do tecto e do interior do trono, parte de trás, era Provedor o sr Aurélio Nogueira.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;o9v6fnle cxmmr5t8 oygrvhab hcukyx3x c1et5uql ii04i59q&quot;&gt;
&lt;div dir=&quot;auto&quot;&gt;O município de Constância deve contribuir para a recuperação deste património de uma vez por todas. Não adiando mais esse apoio. Cumprindo assim com uma das suas atribuições (Lei 75/2013, na sua versão actual).&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;o9v6fnle cxmmr5t8 oygrvhab hcukyx3x c1et5uql ii04i59q&quot;&gt;
&lt;div dir=&quot;auto&quot;&gt;É o que se espera dos autarcas pois apenas são gestores da coisa pública e bem pagos.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;o9v6fnle cxmmr5t8 oygrvhab hcukyx3x c1et5uql ii04i59q&quot;&gt;
&lt;div dir=&quot;auto&quot;&gt;Um caso!&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;o9v6fnle cxmmr5t8 oygrvhab hcukyx3x c1et5uql ii04i59q&quot;&gt;
&lt;div dir=&quot;auto&quot;&gt;&lt;span style=&quot;background-color: #ff0000;&quot;&gt;&lt;strong&gt;É lamentável que a actual força municipal maioritária tenha bloqueado uma proposta da Santa Casa quando eram força minoritária, em que a Irmandade propôs por exemplo a salvaguarda de património arquivístico, muito relevante e raro sobre o Concelho.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;o9v6fnle cxmmr5t8 oygrvhab hcukyx3x c1et5uql ii04i59q&quot;&gt;
&lt;div dir=&quot;auto&quot;&gt;Quem exerce o poder público não deve seleccionar o calendário político mais propício para dar apoios.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;o9v6fnle cxmmr5t8 oygrvhab hcukyx3x c1et5uql ii04i59q&quot;&gt;
&lt;div dir=&quot;auto&quot;&gt;A Dra Manuela de Azevedo, a Doutora Manuela Mendonça, eu próprio, o antigo Provedor Vasco Botelho de Souza, procurámos a defesa do património arquivístico a que atrás me refiro. A proposta de protocolo foi aprovada pela assembleia geral a que eu presidia. Mas o PS, na câmara, com os seus jogos de bastidores fez abortar os contactos que então tínhamos desenvolvido com o executivo, acaso da CDU. Fosse o que fosse, não importa.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;o9v6fnle cxmmr5t8 oygrvhab hcukyx3x c1et5uql ii04i59q&quot;&gt;
&lt;div dir=&quot;auto&quot;&gt;Quem ama Constância de verdade, olha primeiro para o interesse público.&lt;/div&gt;
&lt;div dir=&quot;auto&quot;&gt;
&lt;p class=&quot;sapomedia images&quot;&gt;&lt;img style=&quot;width: 540px; padding: 10px 10px;&quot; title=&quot;ig pun 2.jpg&quot; src=&quot;https://fotos.web.sapo.io/i/B81180817/21955690_vH2Dz.jpeg&quot; alt=&quot;ig pun 2.jpg&quot; width=&quot;540&quot; height=&quot;720&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;o9v6fnle cxmmr5t8 oygrvhab hcukyx3x c1et5uql ii04i59q&quot;&gt;
&lt;div dir=&quot;auto&quot;&gt;Nos últimos quatro anos várias vezes tenho alertado para a urgência da recuperação da Igreja da Irmandade. na linha do que sempre fiz. Não é demais recordar que o actual Provedor integrou os corpos gerentes no mandato em que nos anos 90 tentámos, sob iniciativa do seu pai, o antigo Provedor António da Silva Teixeira, levar a bom porto uma candidatura oficial de recuperação do altar-mor.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;o9v6fnle cxmmr5t8 oygrvhab hcukyx3x c1et5uql ii04i59q&quot;&gt;
&lt;div dir=&quot;auto&quot;&gt;À Mesa Administrativa só posso desejar sucesso nos projectos que estão a desenvolver neste âmbito.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;o9v6fnle cxmmr5t8 oygrvhab hcukyx3x c1et5uql ii04i59q&quot;&gt;
&lt;div dir=&quot;auto&quot;&gt;Aos autarcas fica uma palavra para que não sejam oportunistas. A Igreja está cada vez mais degradada porque os senhores querem. Quem tem o poder de gerir não tem desculpas eternas.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;o9v6fnle cxmmr5t8 oygrvhab hcukyx3x c1et5uql ii04i59q&quot;&gt;
&lt;div dir=&quot;auto&quot;&gt;Sei muito, muito bem do que falo.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;o9v6fnle cxmmr5t8 oygrvhab hcukyx3x c1et5uql ii04i59q&quot;&gt;
&lt;div dir=&quot;auto&quot;&gt;Boicotam umas e aprovam outras. Estimulam umas e desincentivam outras...&lt;/div&gt;
&lt;div dir=&quot;auto&quot;&gt;
&lt;p class=&quot;sapomedia images&quot;&gt;&lt;img style=&quot;width: 960px; padding: 10px 10px;&quot; title=&quot;ig pun.jpg&quot; src=&quot;https://fotos.web.sapo.io/i/B2a183c45/21955689_U26Sz.jpeg&quot; alt=&quot;ig pun.jpg&quot; width=&quot;960&quot; height=&quot;720&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;título e sublinhado nosso&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</description>
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  <category>constância</category>
  <category>património</category>
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  <pubDate>Thu, 05 Nov 2020 09:36:00 GMT</pubDate>
  <title>O futuro do mercado municipal</title>
  <author>porabrantes</author>
  <link>https://porabrantes.blogs.sapo.pt/o-futuro-do-mercado-municipal-5352368</link>
  <description>&lt;p&gt;Vale a pena enumerar a lista do património edificado que se perdeu  nesta terra, por incúria ou cegueira do poder político?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Já se fez várias vezes a lista do que perdemos, e o último imóvel significativo na nossa memória e no tecido urbano que estava condenado era o Mercado Municipal, obra entre outros dum arquitecto importante, António Varela.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A movimentação cívica para o preservar, em grande parte animada pelo grupo informal e apartidário, ‘&lt;strong&gt;’Amigos do Mercado’’&lt;/strong&gt;, animado pelo José Rafael Nascimento, forçou o poder a dar o dito por não dito, embora a decisão de o abater, continue inscrita no PUA.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O edifício continua a degradar-se a olhos vistos, sem se vislumbrar  qualquer intenção sequer de lhe lavar a cara, quando se aproxima mais  um Inverno.&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;sapomedia images&quot;&gt;&lt;img style=&quot;width: 602px; padding: 10px 10px;&quot; title=&quot;mercado zé vieira 4.jpg&quot; src=&quot;https://fotos.web.sapo.io/i/B9918e5e7/21944499_i8dBQ.jpeg&quot; alt=&quot;mercado zé vieira 4.jpg&quot; width=&quot;602&quot; height=&quot;639&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8pt;&quot;&gt;(foto &apos;&apos;roubada&apos;&apos; ao Coisas de Abrantes do sr. José Vieira)&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A disfuncionalidade do ‘’bunker’’ continua à vista e para dar um uso social ao Mercado e reanimar o comércio seria lógico passar o mercado de frescos para o velho Mercado Municipal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Foi neste sentido, que foi dirigida uma carta aberta pelo José Rafael Nascimento ao Presidente da autarquia, contestando também a anunciada decisão de reconverter o mercado em mais garagens, salas de cinemas e eventualmente um multiúsos, tudo através dum concurso de ideias a organizar sobre a égide da Ordem dos Arquitectos, onde prepondera o ex-Vice, Rui Serrano, que teve intervenção política na construção do Bunker.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A novidade agora reside que o Valamatos tenha vindo responder publicamente à carta que lhe foi enviada e deve assinalar-se o facto, pois representa aparentemente uma mudança de paradigma em relação ao autismo autoritário da cacique.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A carta contudo não adianta novidades, nem sequer anuncia as imprescindíveis obras de conservação, escudando-se na alegada falta de recursos financeiros da autarquia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Também não explica, nem assume, a responsabilidade política sobre o flop que constitui a construção do parque de estacionamento do Vale da Fontinha, pouco frequentado e a escassa distância do Mercado, nem o absurdo de propor novas salas de cinema que cabiam perfeitamente no S.Pedro que se vai reabilitar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Termina a missiva dando conselhos paternalistas ao dr.José Rafael Nascimento e pedindo-lhe uma atitude construtiva e fazendo alguma insinuação injusta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Que atitude construtiva pode pedir quem alinhou na política destrutiva de demolir património significativo e querido dos abrantinos, como o Mercado?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quem mantém edifícios significativos, adquiridos a peso de ouro, como a antiga Pensão Central, ao lado dos Paços do Concelho, num estado vergonhoso?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quem parece incapaz de deter promotores imobiliários de vandalizarem património classificado, como é o caso da capela de Santo Amaro e de os punir?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;São estes últimos considerandos da carta do Valamatos portanto injustos e parecem denotar a incapacidade de inflectir uma política urbanística errada, baseada em projectos faraónicos e que não assume que preservar a nossa herança patrimonial é culturalmente mais positivo que construir bunkers, que são um hino ao despesismo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Basta visitar uma série de terras lusas para verificar que os antigos mercados se recuperam e revitalizam e são pólos de desenvolvimento locais.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As boas lições são para serem seguidas e estudadas. Portanto os defensores do Mercado devem continuar a lutar, para impedir um projecto disparatado.          &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;mn       &lt;/p&gt;</description>
  <comments>https://porabrantes.blogs.sapo.pt/o-futuro-do-mercado-municipal-5352368</comments>
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  <category>património</category>
  <category>mercado municipal</category>
  <category>valamatos</category>
  <category>josé rafael nascimento</category>
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  <pubDate>Tue, 06 Oct 2020 20:31:00 GMT</pubDate>
  <title>Defendendo o património</title>
  <author>porabrantes</author>
  <link>https://porabrantes.blogs.sapo.pt/defendendo-o-patrimonio-5277665</link>
  <description>&lt;p&gt;Visita das deputadas Fabíola Cardoso e Alexandra Vieira , de Armindo Silveira e de outros activistas, Anta do Vale da Lage, Alverangel, Tomar ameaçada por vândalos e mal defendida pela CM de Tomar e pela DGPC&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src=&quot;https://scontent-mad1-1.xx.fbcdn.net/v/t1.0-0/p526x296/121056041_10157097668357396_7403573883126275785_o.jpg?_nc_cat=101&amp;amp;_nc_sid=730e14&amp;amp;_nc_ohc=h-zVOhBE1zwAX88ubz4&amp;amp;_nc_ht=scontent-mad1-1.xx&amp;amp;tp=6&amp;amp;oh=5af59ee00439d5e829f0f1560cfb414e&amp;amp;oe=5FA36B62&quot; alt=&quot;La imagen puede contener: 4 personas, personas de pie, exterior y naturaleza&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;gamado ao Armindo &lt;/p&gt;</description>
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  <category>património</category>
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  <pubDate>Sat, 03 Oct 2020 13:33:00 GMT</pubDate>
  <title>O Bispo não é homófobo</title>
  <author>porabrantes</author>
  <link>https://porabrantes.blogs.sapo.pt/o-bispo-nao-e-homofobo-5266088</link>
  <description>&lt;p&gt;O dr. Gaspar acusa a Justiça de ser homófoba. O ex-Director do Museu da Presidência, acusado de o ter saqueado. &lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;texto&quot;&gt; (...) &apos;&apos;O documento, que deu origem ao processo que começará a ser julgado quinta-feira, acusava o então director do museu de contratar “colaboradores de passagem”, sempre “do sexo masculino”, com “idades entre os 25 e os 30 anos”, e referia uma “relação íntima” com “um amigo próximo”, contratado para fazer trabalhos gráficos, apesar de haver um funcio­nário do museu com essa missão.&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;texto&quot;&gt;A PJ confirmou as suspeitas e deteve Diogo Gaspar e três colaboradores.&lt;strong&gt; É acusado de abuso de poder, participação económica em negócio, peculato, falsificação e branqueamento.&lt;/strong&gt; As alusões pouco subtis à sua sexualidade são criticadas pela defesa, que alega que a acusação do MP espelha um “preconceito discriminatório homofóbico”.(...) diz Rui Gustavo no &apos;&apos;Expresso&apos;&apos;.&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;texto&quot;&gt;Ora Sua Excelência Reverendíssima, o &lt;a href=&quot;http://noticiasdecastelodevide.blogspot.com/2020/07/vereador-tiago-malato-diogo-gaspar-nao.html&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Bispo escolheu-o para fazer o Inventário da Arte Sacra desta pia Diocese&lt;/a&gt;, coisa que inclui a arte sacra abrantina, &lt;strong&gt;processo financiado pela autarquia, com cerca de 28 mil euros.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;texto&quot;&gt;Donde se deduz que D.Antonino não é homófobo e partilha a mensagem argentina de que a Igreja não julga os gays, &lt;strong&gt;embora os proíba de ingressar nos semanários.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;texto&quot;&gt;&lt;strong&gt;Outra coisa é que a Igreja deva contratar presumíveis gatunos de Museus, para inventariar peças artísticas.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;texto&quot;&gt;O argentino, perdão, o Sumo Pontífice, acaba de expulsar um gatuno de Cardeal.&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;texto&quot;&gt;&lt;strong&gt;A Misericórdia Pontifícia não é infinita. Laos Deo.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;texto&quot;&gt;mn  &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <category>diogo gaspar</category>
  <category>património</category>
  <category>abrantes</category>
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  <pubDate>Fri, 21 Aug 2020 15:49:00 GMT</pubDate>
  <title>O barracão da Senhora da Luz</title>
  <author>porabrantes</author>
  <link>https://porabrantes.blogs.sapo.pt/o-barracao-da-senhora-da-luz-5191762</link>
  <description>&lt;p&gt;Com a pompa habitual a CMA &lt;a href=&quot;https://www.circonatureza.pt/2020/08/abrantes-camara-e-diocese-juntam-se.html&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;aprovou um protocolo com a Diocese&lt;/a&gt;.&lt;a href=&quot;ntroncamentoonline.pt/portal/abrantes-camara-e-diocese-juntam-se-para-salvaguardar-e-valorizar-o-patrimonio-religioso-e-cultural/&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt; O Bispo não se dignou a informar os católicos do texto, os caciques também não.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Só se sabe que haverá 24 mil euros em apoios. Naturalmente escassos, &lt;strong&gt;só a Igreja de S.João precisa de uma intervenção que será superior a 1 milhão de euros.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Há um montão de capelas rurais ao abandono. E algumas de relevante património. Certamente já houve apoios autárquicos, no caso de S.Vicente, e falam agora de Santa Maria do Castelo. Ora estas Igrejas estão fora da alçada da Diocese, são do Estado, e cabe à DGPC mantê-las. Mas é a CMA que paga, o que caberia à Administração Central.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Que me lembre houve apoios mecenáticos  e dos  fiéis (EDP) na Igreja de  Alvega e algum apoio através da Tagus à Igreja das Mouriscas (que vale pouco como património, é uma obra modernaça, apesar da cacique ter garantido que é uma obra-prima &apos;&apos;moderna&apos;&apos;), no resto são os fiéis e às vezes as Juntas que mantêm as Igrejas ( apesar do Cónego nadar  em dinheiro, foi a Junta de Abrantes que pintou Santana, seria interessante ver a licença da DGPC para o restauro que fizeram da talha).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E houve uma total permissividade para que o Cónego e os fabriqueiros de S.Vicente dessem cabo de monumentos relevantes e do seu recheio (roubado por exemplo em S.Lourenço porque não tomaram as medidas de segurança pertinentes)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;sapomedia images&quot;&gt;&lt;img style=&quot;width: 750px; padding: 10px 10px;&quot; title=&quot;senhora da luz 1.jpg&quot; src=&quot;https://fotos.web.sapo.io/i/Bfe172389/21885451_MuDd0.jpeg&quot; alt=&quot;senhora da luz 1.jpg&quot; width=&quot;750&quot; height=&quot;562&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como é que se pode permitir esta construção abarracada à entrada dum monumento com a tradição histórica na memória abrantina da seiscentista Senhora da Luz?????&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como é que autarquia licenciou isto??????&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Onde andavam com a cabeça???? A pensar fazer um urinol no Vale Zebrinho????&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;ma &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;PS- &lt;strong&gt;Uma chapelada para a Santa Casa que mantém exemplarmente o património&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <category>abrantes</category>
  <category>senhora da luz</category>
  <category>património</category>
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  <pubDate>Sun, 16 Aug 2020 10:57:00 GMT</pubDate>
  <title>O estado de Nossa Senhora dos Matos </title>
  <author>porabrantes</author>
  <link>https://porabrantes.blogs.sapo.pt/o-estado-de-nossa-senhora-dos-matos-5184989</link>
  <description>&lt;p&gt;Chama-se de novo atenção para o estado da capela de Nossa Senhora de Matos, cuja festa foi ontem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src=&quot;https://scontent-mad1-1.xx.fbcdn.net/v/t1.0-9/117406452_3315097115224761_8659718818936789515_n.jpg?_nc_cat=100&amp;amp;_nc_sid=dbeb18&amp;amp;_nc_ohc=73BkdfXtskMAX9e1BZc&amp;amp;_nc_oc=AQkjZzJSMRSWoo4siEBxjYkEH3ZL9LTCBH-u2_1qxuDemRTY8ZGxzW2GdFO021Nv5TQ&amp;amp;_nc_ht=scontent-mad1-1.xx&amp;amp;oh=3c5daecd97fcbab525217f16600c7fc4&amp;amp;oe=5F5E7A71&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O recheio único de azulejos desta capela impunha há muito que estivesse classificada como imóvel de interesse público e que lhe fizessem obras de restauro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As &lt;a href=&quot;https://porabrantes.blogs.sapo.pt/as-obras-na-capela-da-senhora-de-matos-3453365&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;anteriores foram calamitosas&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Não se sabe o que o Luís Dias e o departamento da Cultura acham disto, mas se não acham nada, é melhor escorraçá-los a pontapé nas próximas eleições.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;(fotos do Sr.Eng.Amadeu Bento)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src=&quot;https://scontent-mad1-1.xx.fbcdn.net/v/t1.0-9/117444219_3315095558558250_1659966718405944061_n.jpg?_nc_cat=107&amp;amp;_nc_sid=dbeb18&amp;amp;_nc_ohc=HRJX6G-fsz4AX-5apJq&amp;amp;_nc_ht=scontent-mad1-1.xx&amp;amp;oh=1d88d1b15cc2d90e0767cc0edf8abf3f&amp;amp;oe=5F5D67D4&quot; /&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <category>património</category>
  <category>senhora de matos</category>
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  <pubDate>Tue, 28 Jul 2020 15:28:00 GMT</pubDate>
  <title>DGPC chumba obras na Rua Marquês de Pombal </title>
  <author>porabrantes</author>
  <link>https://porabrantes.blogs.sapo.pt/dgpc-chumba-obras-na-rua-marques-de-5160151</link>
  <description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;A DGPC chumbou, em 21-4- 2019, não só as propostas do empreiteiro Outeiro das Mós, LDA para transformar a Ermida de Santo Amaro (imóvel classificado, que estes bárbaros tinham demolido ilegalmente) em mero atravessadouro para uma esconsa garagem, mas também as obras que andavam a fazer na rua Marquês de Pombal, nº 6 e 8, na antiga casa de Diogo Oleiro.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;A síntese do parecer negativo é esta: &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&apos;&apos;Para enquadramento da presente proposta importa referir os seguintes aspetos:&lt;br /&gt;3.1 A área do projeto localiza-se na envolvente direta ao Imóvel classificado de Interesse Municipal - Casa na Rua do MarquÊs de Pombal n.º 1” IIM (a classificação como VC foi convertida para IM nos termos do n.º 2 do art.º 112.º da Lei n.º 107/2001, publicada no DR, I Série-A, N.º 209, de 8-09-2001); Decreto n.º 95/78, publicado no DR, I Série, n.º 210, de 12-09-1978, no lado oposto / n.º 1 da Rua Marquês de Pombal.&lt;br /&gt;3.2 Este imóvel classificado corresponderá às ruinas da Ermida de Santo Amaro, a qual remontará ao século XVI a expensas do padre Manuel Nunes, e, onde são ainda visíveis duas cruzes gravadas numa das pedras do cunhal.&lt;br /&gt;3.3 No decorrer obras no imóvel sito na Rua do Marquês de Pombal, n.º 2 a 6, para a colocação da grua de apoio à mesma foi efetuada a demolição parcial do imóvel pelo que se realizaram trabalhos arqueológicos com vista a avaliar os impactes negativos que a obra provocou ou possa vir a provocar nos eventuais vestígios arqueológicos e arquitetónicos existentes, procedendo ao registo e à interpretação dos contextos presentes.&lt;br /&gt;3.4 Foram implementadas duas sondagens e procedeu-se à avaliação e caracterização das pinturas murais identificadas nas ruínas da Ermida de Santo Amaro, no nº 1 da Rua do Marquês.&lt;br /&gt;3.5 Segundo o parecer da técnica de conservação e restauro (Inf. Técnica nº 546/DEPOF/2018) sobre o qual recaiu o despacho de concordância exarado pela Srª Diretora geral da DGPC em 13/11/2018&lt;br /&gt;comunicado pelo ofício com nº de saída 13258 (cs 1308356, de 23/11/2018): &lt;br /&gt;• O conjunto de pintura mural remonta ao século XVI;&lt;br /&gt;• &lt;span style=&quot;background-color: #ff0000;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Trata-se de uma pintura de grande valor histórico e documental e que ademais, se insere numa estrutura em que há alguns indícios de se poder vir a encontrar mais pintura mural e em melhor estado de conservação.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;3.6 As ações propostas têm impactes ao nível do subsolo e da estrutura remanescente da Ermida de Santo Amaro.&lt;br /&gt;3.7 Remetendo para o acima exposto, considera-se que:&lt;br /&gt;3.7.1 &lt;strong&gt;Relativamente à pintura mural deverá ser implementado o despacho exarado pela srª &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;Diretora Geral da DGPC, a 13/11/2018, tendo em atenção as seguintes intervenções:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Deverá ser promovida a sua preservação in situ.  Deverá ser promovida uma campanha de prospeções com o intuito de averiguar da existência de mais área pintadas.&lt;br /&gt;- Deverá ser estudada uma solução que proteja as superfícies pintadas, admitindo-se «um uso “corrente” do edifício, eventualmente com recurso à criação de paredes falsa”&lt;br /&gt;3.7.2 Do ponto de vista arqueológico deverá ser implementado o despacho exarado pela Srª Diretora dos Bens Culturais, 08/06/2018, tendo em atenção as seguintes intervenções:&lt;br /&gt;- Alargamento da sondagem 1;&lt;br /&gt;- Realização de novas sondagens arqueológicas na área de afetação do projeto. Dos resultados a apresentar sob a forma de Nota Técnica ou Relatório Preliminar serão estabelecidas as medidas&lt;br /&gt;de salvaguarda a implementar no desenvolvimento do processo.&lt;br /&gt;- Escavação arqueológica do corte estratigráfico que não foi possível limpar e registar na fase anterior de trabalhos.&lt;br /&gt;3.8 Pelo exposto, não se encontram reunidas as condições necessárias e suficientes para emitir um parecer fundamentado sobre a viabilidade da proposta carecendo da realização dos trabalhos&lt;br /&gt;mencionados supra e da apresentação dos respetivos resultados.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Proposta de decisão&lt;br /&gt;No âmbito da salvaguarda do Património Arqueológico propõe-se, nos termos legais em vigor:&lt;br /&gt;Não há lugar à emissão de parecer&lt;br /&gt;X Não aprovação&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Alexandra Estorninho, arqueóloga&apos;&apos;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;img src=&quot;https://scontent-mad1-1.xx.fbcdn.net/v/t31.0-8/21316425_520404781641818_2162693856541247161_o.jpg?_nc_cat=101&amp;amp;_nc_sid=730e14&amp;amp;_nc_ohc=tKFbMGeuqqwAX_RTVzS&amp;amp;_nc_ht=scontent-mad1-1.xx&amp;amp;oh=e6c2ab9769391bad10f78b5437aabf88&amp;amp;oe=5F444A76&quot; /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;   &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <category>património</category>
  <category>dgpc</category>
  <category>ermida de santo amaro</category>
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  <pubDate>Mon, 27 Jul 2020 06:33:00 GMT</pubDate>
  <title>S.Domingos e o famoso dinheiro público</title>
  <author>porabrantes</author>
  <link>https://porabrantes.blogs.sapo.pt/s-domingos-e-o-famoso-dinheiro-publico-5156760</link>
  <description>&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://www.mediotejo.net/abrantes-obras-do-museu-iberico-de-arqueologia-e-arte-concluidas-em-outubro/&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;O Caseiro Gomes, Vice da CMA e homem das obras, dá uma entrevista ao Médio Tejo, sobre S.Domingos.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Rotundo, diz, armado em estadista &apos;&apos;  &lt;strong&gt;Falamos de dinheiro público. Temos de gerir esta casa e temos salvaguardar todas as situações que têm de ser devidamente fundamentadas”.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Refere-se às reclamações justas da construtora, que pede quase mais 500 mil euros, pelas paralisações na obra por culpa exclusiva da autarquia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Diz que foram encontrados &apos;&apos;alguns achados arqueológicos&apos;&apos; (que chatice! cacos e ossos para complicar a vida à empreiteiragem) e que por isso a empresa teve de parar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Já sabemos o que o Caseiro acha dos achados, foram encontradas pinturas medievais &apos;&lt;strong&gt;&apos;raríssimas&apos;&apos;&lt;/strong&gt; em Santo Amaro e o homem despacha, célere, uma licença de construção para o edifício ao lado, q&lt;strong&gt;ue implica que a ermida passa a ser mera passagem para uma garagem.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;color: #ff0000;&quot;&gt;Não avisa os colegas, nem o público que há lá pinturas, não vá o povo alarmar-se.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se se tivessem feito as sondagens prévias em S.Domingos, a paralisação tinha sido menor.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Se fossem eficientes a contratar antropólogos para estudar as ossadas, a paragem tinha sido menor.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Vejamos o que dizem os técnicos: &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&apos;&apos; Nesta altura iniciaram-se trabalhos que durarão até finais de maio de 2018, tendo-se identificado um conjunto significativo de sepulturas.&lt;br /&gt;Infelizmente, os trabalhos terminaram antes do mês de junho, porque o contrato da antropóloga também terminou.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A sua segunda contratação também levaria muito tempo.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Foi entretanto feito contrato com empresa de serviços arqueológicos que contratou um desenhador e mais um antropólogo e permitirá, caso o trabalho assim obrigue, à contratação de mais arqueólogos.&apos;&apos; (..)(1)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Continuando, se o projecto de intervenção em S.Domingos tivesse traçado duma forma eficiente a história do monumento, isto não teria sucedido.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O ante-projecto de Duarte Castel-Branco para o &apos;&apos;&lt;strong&gt;Centro&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt; Cívico-Cultural no Convento de S.&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;Domingos&lt;/strong&gt;&apos;&apos; estudou a história do cenóbio duma forma exemplar, através da colaboração de Victor Pavão dos Santos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O projecto do licenciado alentejano, um tal Carrilho da Graça, não fez isso, apesar de pago a peso de ouro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fala o Caseiro em   &apos;&apos; dinheiro público&apos;&apos;, &lt;strong&gt;como é que justifica que num projecto de 4 milhões, quase 25% da massa tenha ido ilegalmente para o arquitecto?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Já sabemos como é que a maioria do PS defende o dinheiro público, &lt;strong&gt;comprando oliveiras a 2 mil euros! &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; Continuamos, diz erudita, Filomena Gaspar: &apos;&apos; Relembramos que apesar dos trabalhos que se haviam já desenvolvido nas áreas limítrofes correspondentes à atual Biblioteca Municipal António Botto, curiosamente, não havia notícias de ocorrência de achados antropológicos.&apos;&apos; . &lt;strong&gt;Escrevia isto em 17 de Setembro de 2019, como desculpa para a descoberta inesperada das ossadas.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em Dezembro  de 2018, o valoroso Silva (2)  tinha publicado na &apos;&apos;Zahara&apos;&apos;, a lista, escrita por um frade seiscentista, dos abrantinos que lá estavam enterrados:(...)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&apos;&apos;Simão Dias, da Rua dos Coelheiros, e seus herdeiros&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Aqui jaz o Doutor Alvaro Ruiz -1575&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Sepultura de Joseph Neto e herdeiros&lt;/strong&gt;(....)&apos;&apos;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segue, porque são muitos mais  &lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;sapomedia images&quot;&gt;&lt;img style=&quot;width: 959px; padding: 10px 10px;&quot; title=&quot;sep s. domingos.png&quot; src=&quot;https://fotos.web.sapo.io/i/B8618476b/21867066_TeP7q.png&quot; alt=&quot;sep s. domingos.png&quot; width=&quot;959&quot; height=&quot;720&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E a 17 de Setembro de 2019, aparentemente a sra Gaspar, ex-gerente da insolvente Ozecarus, não sabia de nada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Qualquer pessoa que frequente arquivos sabia onde estava o manuscrito citado pelo Silva e que antes de escavar ou dar cabo do monumento era preciso lê-lo.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas pedir isto a esta gente, é demais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;ma &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;(1)-Relatório de Acompanhamento da Escavação de S.Domingos, 2019, da ex-gerente da Ozecarus&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;(2)- Joaquim Candeias Silva, &apos;&apos;Convento de S.Domingos de Abrantes (etc)&apos;&apos;, Zahara, Dezembro de 2018....&lt;strong&gt;onde o &apos;&apos;académico&apos;&apos; publica obra de frade dominicano, sem dizer onde repousa o manuscrito, para impedir a concorrência de o estudar...  &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <category>silva</category>
  <category>ermida de santo amaro</category>
  <category>convento de s.domingos</category>
  <category>filomena gaspar</category>
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  <category>património</category>
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  <pubDate>Wed, 24 Jun 2020 10:38:00 GMT</pubDate>
  <title>Armindo Silveira defende património</title>
  <author>porabrantes</author>
  <link>https://porabrantes.blogs.sapo.pt/armindo-silveira-defende-patrimonio-5103277</link>
  <description>&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;sapomedia images&quot;&gt;&lt;img style=&quot;width: 647px; padding: 10px 10px;&quot; title=&quot;ars.png&quot; src=&quot;https://fotos.web.sapo.io/i/B021871a7/20956744_tS4O6.png&quot; alt=&quot;ars.png&quot; width=&quot;647&quot; height=&quot;363&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;04.&lt;a href=&quot;https://porabrantes.blogs.sapo.pt/1407729.html&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Presença da tecnica esgrafito nos nº 11 e 12 da praça Barão da Batalha, em Abrantes&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por diversas vezes, em reunião de Câmara, manifestei a necessidade de se preservar a decoração com recurso à tecnica do esgrafito, presente na fachada do edificios nº 11 e 12 da praça Barão da Batalha, em Abrantes, como forma de testemunho importante da história da cidade de Abrantes pela sua raridade. Não escondo que foi com enorme surpresa que verifiquei que todo o reboco, da referida fachada, foi removido destruindo os desenhos de esgrafito.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Face aos exposto pergunto se foi feito algum estudo que fundamentou a destruição dos motivos  com recurso à tecnica de esgrafito que eram bem visiveis ao nivel do 2º andar?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se sim, solicito o acesso ao referido estudo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Abrantes, 23 de junho de 2020&apos;&apos;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A.Silveira na reunião de ontem&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Vereador A.Silveira voltou a salientar a necessidade de defender a nossa herança cultural e o património, &lt;strong&gt;no caso a única casa com grafitos no concelho.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O V.Caseiro parece o advogado dos promotores, disse que só quando estes começaram a restaurar o imóvel, é que se encontraram os grafitos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Eles estavam bem à vista quando licenciaram a obra.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O que acontece é que esta autarquia não tem a mínima sensibilidade patrimonial, como se viu em Santo Amaro e por isso há um inquérito no DIAP de Abrantes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;ma &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <category>grafitos</category>
  <category>património</category>
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  <pubDate>Mon, 22 Jun 2020 20:13:00 GMT</pubDate>
  <title>O seu a seu dono </title>
  <author>porabrantes</author>
  <link>https://porabrantes.blogs.sapo.pt/o-seu-a-seu-dono-5100886</link>
  <description>&lt;p class=&quot;sapomedia images&quot;&gt;&lt;img style=&quot;width: 464px; padding: 10px 10px;&quot; title=&quot;delfino 1.png&quot; src=&quot;https://fotos.web.sapo.io/i/Bad18978d/21843183_5aIzM.png&quot; alt=&quot;delfino 1.png&quot; width=&quot;464&quot; height=&quot;81&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Davide Delfino e Gustavo Portocarrerro, in &apos;&apos;Evolução da Ocupação Humana de um Espaço, Intervenção Arqueológica no Castelo de Abrantes, Relatório de Escavações,  2015&apos;&apos; P. 7. &lt;img style=&quot;width: 521px; padding: 10px 10px;&quot; title=&quot;img20200622_22183613.jpg&quot; src=&quot;https://fotos.web.sapo.io/i/B3418881c/21843191_K2uyA.jpeg&quot; alt=&quot;img20200622_22183613.jpg&quot; width=&quot;521&quot; height=&quot;720&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Álvaro Baptista e J. Candeias Silva em &apos;&apos;&lt;strong&gt;Estações&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt; Arqueológicas do Concelho de Abrantes-ensaio de &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;inventário&apos;&lt;/strong&gt;&apos;, p. 141,1986 &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O que está correcto é o que conta o Álvaro Baptista e o Silva. Os autores da &apos;&apos;Sondagem&apos;&apos; atribuem a Diogo Oleiro um achado que não fez. Foi o futuro General Abel Hipólito, latifundiário abrantino e &apos;&apos;Herói da República&apos;&apos;  o responsával pelo achamento da estátua.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src=&quot;https://upload.wikimedia.org/wikipedia/pt/thumb/3/3f/Abel_Hip%C3%B3lito.jpg/200px-Abel_Hip%C3%B3lito.jpg&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Oleiro não identificou a estátua, era suficientemente modesto para não identificar estátuas romanas. Foi Virgílio Correia que a identificou como &apos;&apos;Proserpina&apos;&apos;  e Bairrão Oleiro que disse que era uma estátua votiva.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quando uma pessoa escreve e investiga deve documentar-se.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;ma     &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Thu, 13 Feb 2020 22:59:00 GMT</pubDate>
  <title>Parlamentares defendem S.João de Abrantes</title>
  <author>porabrantes</author>
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  <description>&lt;p class=&quot;sapomedia images&quot;&gt;&lt;img style=&quot;width: 401px; padding: 10px 10px;&quot; title=&quot;s.joao tripadvisor 2018  4&quot; src=&quot;https://live.staticflickr.com/65535/49532076606_ce49b0baf7.jpg&quot; alt=&quot;s.joao tripadvisor 2018  4&quot; width=&quot;401&quot; height=&quot;457&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As deputadas do Bloco &lt;a href=&quot;https://www.parlamento.pt/ActividadeParlamentar/Paginas/DetalhePerguntaRequerimento.aspx?BID=114324&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Fabíola Cardoso, Alexandra Vieira &lt;/a&gt;e Beatriz Gomes Dias interpelam o Governo e a CMA, além da Paróquia sobre a degradação vergonhosa da mais antiga Igreja desta terra.&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;sapomedia images&quot;&gt;&lt;img style=&quot;width: 724px; padding: 10px 10px;&quot; title=&quot;s.joao pergunta&quot; src=&quot;https://live.staticflickr.com/65535/49532269182_82bc7bd262_o.png&quot; alt=&quot;s.joao pergunta&quot; width=&quot;724&quot; height=&quot;633&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;sapomedia images&quot;&gt;&lt;img style=&quot;width: 500px; padding: 10px 10px;&quot; title=&quot;s. joao perguntas&quot; src=&quot;https://live.staticflickr.com/65535/49532290582_cf634561e3.jpg&quot; alt=&quot;s. joao perguntas&quot; width=&quot;500&quot; height=&quot;408&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O nosso agradecimento às deputadas  e mais uma imagem&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;sapomedia images&quot;&gt;&lt;img style=&quot;width: 396px; padding: 10px 10px;&quot; title=&quot;s.joao tripadvisor 2018 2&quot; src=&quot;https://live.staticflickr.com/65535/49532294342_c4d12798a3.jpg&quot; alt=&quot;s.joao tripadvisor 2018 2&quot; width=&quot;396&quot; height=&quot;500&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;tripadvisor (as fotos com a devida vénia)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;mn&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Thu, 09 Jan 2020 22:05:00 GMT</pubDate>
  <title>O património a saque (1982) </title>
  <author>porabrantes</author>
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  <description>&lt;p class=&quot;sapomedia images&quot;&gt;&lt;img style=&quot;width: 348px; padding: 10px 10px;&quot; title=&quot;coro lucio 2&quot; src=&quot;https://live.staticflickr.com/65535/49358842282_454793ffab.jpg&quot; alt=&quot;coro lucio 2&quot; width=&quot;348&quot; height=&quot;500&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A tétrica história do património abrantino resume-se nisto: o altar lateral do altar mor da Igreja de S.Vicente estava em 1982 em risco de desabar sobre o coro que regia o Anacleto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Face a isto estavam calados os partidos, o Vereador da Cultura, o Bioucas, os jornais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pela mesma época era assaltado o Museu D.Lopo, onde a D.Lucília Moita não tinha tomado medidas para defender o espólio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pela mesma época, como bem diz, o Rev. Cónego Lúcio eram assaltadas as Igrejas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Ou seja o património a saque.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;ma     &lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Mon, 06 Jan 2020 20:56:00 GMT</pubDate>
  <title>CMA PS caia S.Vicente com cor imprópria</title>
  <author>porabrantes</author>
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  <description>&lt;p class=&quot;sapomedia images&quot;&gt;&lt;img style=&quot;width: 352px; padding: 10px 10px;&quot; title=&quot;cma s.vicente 1980&quot; src=&quot;https://live.staticflickr.com/65535/49341401901_9fd337f624.jpg&quot; alt=&quot;cma s.vicente 1980&quot; width=&quot;352&quot; height=&quot;499&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;sapomedia images&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;sapomedia images&quot;&gt;&lt;img style=&quot;width: 500px; padding: 10px 10px;&quot; title=&quot;s.vicente casaca e martins 1 - copia&quot; src=&quot;https://live.staticflickr.com/65535/49341404576_61baeeb5c4.jpg&quot; alt=&quot;s.vicente casaca e martins 1 - copia&quot; width=&quot;500&quot; height=&quot;361&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Era Presidente o eng. Bioucas&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;ma&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Mon, 16 Dec 2019 07:48:00 GMT</pubDate>
  <title>Os esgrafitos da Santa Cruz dos Pasteleiros </title>
  <author>porabrantes</author>
  <link>https://porabrantes.blogs.sapo.pt/os-esfrafitos-da-santa-cruz-dos-4859591</link>
  <description>&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;sapomedia images&quot;&gt;&lt;img style=&quot;width: 558px; padding: 10px 10px;&quot; title=&quot;mural 1&quot; src=&quot;https://live.staticflickr.com/65535/49226218753_bfe9d83dfa_o.png&quot; alt=&quot;mural 1&quot; width=&quot;558&quot; height=&quot;605&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;sapomedia images&quot;&gt;&lt;img style=&quot;width: 500px; padding: 10px 10px;&quot; title=&quot;mural 2&quot; src=&quot;https://farm4.static.flickr.com/65535/49226921362_5ef0879cda.jpg&quot; alt=&quot;mural 2&quot; width=&quot;500&quot; height=&quot;292&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;sapomedia images&quot;&gt;&lt;img style=&quot;width: 500px; padding: 10px 10px;&quot; title=&quot;mural 3&quot; src=&quot;https://live.staticflickr.com/65535/49226228363_032bc73618.jpg&quot; alt=&quot;mural 3&quot; width=&quot;500&quot; height=&quot;445&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Sr.José Pestana, da empresa Mural de História, um dos grandes especialistas em pinturas murais, alerta-nos para a importância das pinturas murais na fachada da casa da B. da Batalha.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Tubucci pediu a classificação do imóvel.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A autarquia autorizou obras e os técnicos diziam que não tinham visto nada na fachada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Agora informou a autarquia, o proprietário afirma que quer preservar os esgrafitos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;mn  &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Este parecer foi solicitado pela Tubucci. &lt;a href=&quot;http://www.muraldahistoria.com.pt/&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Agradece-se ao sr. José Pestana.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Wed, 06 Nov 2019 18:50:00 GMT</pubDate>
  <title>Defender o nosso património</title>
  <author>porabrantes</author>
  <link>https://porabrantes.blogs.sapo.pt/defender-o-nosso-patrimonio-4810125</link>
  <description>&lt;p class=&quot;sapomedia images&quot;&gt;&lt;img style=&quot;width: 500px; padding: 10px 10px;&quot; title=&quot;ed batalha foto&quot; src=&quot;https://live.staticflickr.com/65535/49025366067_24afc5f2e9.jpg&quot; alt=&quot;ed batalha foto&quot; width=&quot;500&quot; height=&quot;271&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em 2012 a Tubucci pediu a classificação deste edifício, na B. da Batalha. A cacique ficou calada. Agora volta a pedir essa classificação e a da Fonte da Amieira&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;sapomedia images&quot;&gt;&lt;img style=&quot;width: 500px; padding: 10px 10px;&quot; title=&quot;Amieira&quot; src=&quot;https://live.staticflickr.com/65535/49025167601_1483643777.jpg&quot; alt=&quot;Amieira&quot; width=&quot;500&quot; height=&quot;375&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;sapomedia images&quot;&gt;&lt;img style=&quot;width: 698px; padding: 10px 10px;&quot; title=&quot;ed batalha 1&quot; src=&quot;https://live.staticflickr.com/65535/49024656863_966cd6bf49_b.jpg&quot; alt=&quot;ed batalha 1&quot; width=&quot;698&quot; height=&quot;960&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;sapomedia images&quot;&gt;&lt;img style=&quot;width: 698px; padding: 10px 10px;&quot; title=&quot;2 ed batalha&quot; src=&quot;https://live.staticflickr.com/65535/49025172106_6014986fcf_b.jpg&quot; alt=&quot;2 ed batalha&quot; width=&quot;698&quot; height=&quot;960&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <category>património</category>
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  <category>barão da batalha</category>
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  <pubDate>Tue, 08 Oct 2019 20:09:00 GMT</pubDate>
  <title>Arrasando Abrantes (2)</title>
  <author>porabrantes</author>
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&amp;lt;p style=&amp;quot;margin: 0px; font-family: inherit; display: inline;&amp;quot;&amp;gt;O 2º andar do contentor que os técnicos do município de Abrantes autorizaram contra a lei, ou seja, não cumpriram a lei dos monumentos nacionais. Em plena rua medieval, não tem vergonha nem sensatez!!!! SOMOS os únicos que apontamos o dedo sem censuras, aos erros que nos afectam a todos, e depois ainda querem turismo de qualidade na cidade???!!!... Sugerimos que levem os contentores para outro lado e construam uma cobertura adequada para o edificado.&amp;lt;/p&amp;gt;
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