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  <title>Cidadãos por Abrantes</title>
  <link>https://porabrantes.blogs.sapo.pt/</link>
  <description>Cidadãos por Abrantes - SAPO Blogs</description>
  <lastBuildDate>Tue, 15 Aug 2017 17:22:53 GMT</lastBuildDate>
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  <pubDate>Tue, 15 Aug 2017 17:03:00 GMT</pubDate>
  <title>A roupa de D.Lopo de Almeida</title>
  <author>porabrantes</author>
  <link>https://porabrantes.blogs.sapo.pt/a-roupa-de-d-lopo-de-almeida-3688149</link>
  <description>&lt;p&gt;Temos poucos estudos sobre a roupa que vestiam os nobres no século XV e ainda menos sobre as despesas sumptuárias em relação ao vestuário dos Condes de Abrantes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Entre outras missões que  obrigaram Lopo de Almeida a andar bem-vestido ,  D.Afonso V  mandou-o numa missão diplomática a Itália, para acompanhar a irmã, D.Leonor, que se ia casar com o Imperador.&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;sapomedia images&quot;&gt;&lt;img style=&quot;padding: 10px 10px;&quot; title=&quot;joana.png&quot; src=&quot;https://fotos.web.sapo.io/i/Baf083bd0/20590621_oqWuU.png&quot; alt=&quot;joana.png&quot; width=&quot;500&quot; height=&quot;242&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Este magnífico estudo da dr.Joana Sequeira dá-nos alguns dados sobre a seda italiana que comprou Lopo.&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;sapomedia images&quot;&gt;&lt;img style=&quot;padding: 10px 10px;&quot; title=&quot;seda lopo.png&quot; src=&quot;https://fotos.web.sapo.io/i/Ba1018321/20590642_bpPzw.png&quot; alt=&quot;seda lopo.png&quot; width=&quot;487&quot; height=&quot;500&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Isto é para ler com calma.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não me recordo que o Doutor Candeias nos tivesse elucidado sobre as despesas em moda italiana do &lt;a href=&quot;http://www.bv.fapesp.br/pt/bolsas/46408/o-perfeito-cortesao-como-individuo-na-obra-de-baldassare-castiglione/&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;perfeito cortesão &lt;/a&gt;que foi Lopo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A drª Joana Sequeira estava a fazer o doutoramento estudando os arquivos da Casa italiana Salviatti-Cole e as suas exportações para Portugal, onde o Rei D.Afonso era dos melhores clientes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas dos principais clientes só 10 são nobres, quem compra mais são os grandes financeiros e mercadores judeus.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao Rei e aos judeus os italianos vendem a crédito, &lt;strong&gt;ao Lopo e aos nobres, alguns da Casa Real, os italianos exigem o pagamento a pronto&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;ma     &lt;/p&gt;</description>
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  <category>seda</category>
  <category>joana sequeira</category>
  <category>lopo de almeida</category>
  <category>d.afonsov</category>
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  <pubDate>Sat, 12 Dec 2015 00:06:00 GMT</pubDate>
  <title>Exposição da Indústria da seda no Arquivo Eduardo Campos</title>
  <author>porabrantes</author>
  <link>https://porabrantes.blogs.sapo.pt/exposicao-da-industria-da-seda-no-2593912</link>
  <description>&lt;p&gt;&apos;&apos;15 - ALORNA, Marquês de. - 1 Carta autógrafa (8p.; 22cm.) Nesta extensa carta dirigida ao Intendente da Polícia Diogo Inácio de Pina Manique, o Marquês agradece ao Intendente e a Martinho de Mello a ajuda que lhe deram enviando durante algum tempo o especialista piemontês Mateus Biffignandi para tentar recuperar uma fabrica de seda que Alorna tinha provavelmente na sua Quinta de Vale de Nabais em Almeirim e que havia alugado a um Capitão Mor de Avis que descurou os cuidados a ter com o sirgo. “… Fico também obrigadíssimo a V. Srª. E ao Sr. Martinho de Mello, pelo socorro que me derão para a restauração d’esta fabrica de seda, que se achava em grande decadência, pelo descuido e falta 7 de exacção do Capitão Mor de Avis, que acaba de ser rendeiro d’esta fazenda. Este homem me deixou sem a semente dos bixos [ovos do bicho da seda] que lhe entreguei, e havendo negligencia em outra pessoa, que se encarregou de a mandar vir de Trás-os-Montes[quase de certeza da criação de José Maria Arnaud que viera com Biffignandi para Portugal por ordem de Pombal para desenvolver a fiação de sedas no país e que se instalara naquela região] já o anno passado não houve aqui essa criação. … A semente que trouxe Matheus Biffignandi, já vinha principiada a avivar: &lt;strong&gt;He de crer, que assim estivesse a d’Abrantes [onde houve também uma desenvovida sericicultura provavelmente ligada ao Marquês de Alorna] por ser impossível o seu transporte e n’este termos, a porção que V. Exª me mandou junta com alguma mais que pude colher por outras partes, apenas poderá servir, para chegarmos a ter na Primavera que vem seis atthe oito arráteis que é a quantidade necessaria correspondente ás nossas amoreiras.”&lt;/strong&gt; Refere em seguida uma tentadora proposta de sociedade que o italiano lhe havia feito, e que Alorna sabiamente modificou: “…Elle me propôs tomar a si as amoreiras, e as mais coisas pertencentes á fabrica, com a condição de me dar duas terças partes dos lucros, entrando eu com elle de meias nas despezas: Não quis eu estar por este ajuste, por ser para nós demaziadamente vantajozo, e pareceu-me isso sinal certo de se poder desvanecer em poco tempo: Receei que o ditto Matheus não tirando deste contracto as conveniências que esperava, viesse eu e muitas outras pessoas d’este Reino, a perdermos o fructo, que poderíamos tirar das luzes d’este homem:” Assinada e datada de 30 de Março de 1787.Trata-se do 2º Marquês ( D. João de Almeida Portugal), Oficial Mór da Casa Real, Embaixador em França e casado com D. Leonor de Távora. Por causa deste parentesco esteve preso 18 anos (na Torre de Belém e no Forte da Junqueira) ás ordens do Marquês de Pombal. Era pai da famosa Marquesa de Alorna (Alcipe).&apos;&apos;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A expo estava muito fraquinha. Faltavam lá naturalmente peças como esta&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;sapomedia images&quot;&gt;&lt;a class=&quot;media-link&quot; title=&quot;alorna.png&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/pedrojota/fotos/?uid=YEObBm8tnc4E2aaPPPpi&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img style=&quot;padding: 10px 10px;&quot; title=&quot;alorna.png&quot; src=&quot;https://fotos.web.sapo.io/i/B93130241/19093443_lSH65.png&quot; alt=&quot;alorna.png&quot; width=&quot;500&quot; height=&quot;382&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Carta que esteve à venda na Livraria Luís Burnay e que devia ter sido adquirida pelo Arquivo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Trascrição e imagem daquela casa, &lt;span style=&quot;color: #ff0000;&quot;&gt;&lt;strong&gt;uma das melhores livarias  alfarrabistas do país.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;mn &lt;/p&gt;</description>
  <comments>https://porabrantes.blogs.sapo.pt/exposicao-da-industria-da-seda-no-2593912</comments>
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  <category>abrantes</category>
  <category>marquès de alorna</category>
  <category>arquivo eduardo campos</category>
  <category>pina manique</category>
  <category>seda</category>
  <category>marquês de abrantes</category>
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  <pubDate>Mon, 19 Aug 2013 16:47:44 GMT</pubDate>
  <title>Biblioteca de Pacheco do Amorim vendida em Lisboa</title>
  <author>porabrantes</author>
  <link>https://porabrantes.blogs.sapo.pt/1615074.html</link>
  <description>&lt;p&gt;Alegadamente o ex-presidente do IPT e político da extrema-direita José Bayolo Pacheco do Amorim ofereceu a sua biblioteca ao IPT diz o &lt;a href=&quot;http://www.otemplario.pt/ultimahora/noticia/?id=9637&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Templário &apos;&apos;&lt;/a&gt;: (...) &lt;span&gt; Ofereceu todo o seu acervo bibliográfico e de seu pai à  biblioteca do IPT, havendo uma sala especial dedicada a esse espólio. Também o principal auditório do IPT tem o seu  nome. &apos;&apos;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;img src=&quot;http://www.otemplario.pt/ficheiros/fotos/N9637-37EE909D.jpg&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;Templário&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Acontece que a 3 e 4 de Julho de 2013 parte da biblioteca do &lt;a href=&quot;http://www.livrarialuisburnay.pt/download/cat%C3%A1logo%20net%2002_2013.pdf&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Amorim&lt;/a&gt; foi vendida em Lisboa em leilão pela Livraria Luís Burnay.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;Acontece que alguma coisa dessa biblioteca  tinha interesse abrantino e tomarense e não se percebe como não está..... no IPT. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;Passo para o caso abrantino e já agora de Constância a transcrever 2 peças:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;(...)22. ALORNA, Marquês de. - 1 Carta autógrafa (8p.; 22cm.)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Nesta extensa carta dirigida ao Intendente da Polícia Diogo Inácio de Pina Manique, o Marquês agradece ao Intendente e a Martinho de Mello a ajuda que lhe deram enviando durante algum tempo o especialista piemontês Mateus Biffignandi para tentar recuperar uma fabrica de seda que Alorna tinha provavelmente na sua Quinta de Vale de Nabais em Almeirim e que havia alugado a um Capitão Mor de Avis que descurou os cuidados a ter com o sirgo. “… &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fico também obrigadíssimo a V. Srª. E ao Sr. Martinho de Mello, pelo socorro que me derão para a restauração d’esta fabrica de seda, que se achava em grande decadência, pelo descuido e falta de exacção do Capitão Mor de Avis, que acaba de ser rendeiro d’esta fazenda. Este homem me deixou sem a semente dos bixos [ovos do bicho da seda] que lhe entreguei, e havendo negligencia em outra pessoa, que se encarregou de a mandar vir de Trás-os-Montes[quase de certeza da criação de José Maria Arnaud que viera com Biffignandi para Portugal por ordem de Pombal para desenvolver a fiação de sedas no país e que se instalara naquela região] já o anno passado não houve aqui essa criação. … A semente que trouxe Matheus Biffignandi, já vinha principiada a avivar: He de crer,que assim estivesse a d’Abrantes [onde houve também uma desenvovida sericicultura provavelmente ligada ao Marquês de Alorna] por ser  impossível o seu transporte e n’este termos, a porção que V. Exª me mandou junta com alguma mais que pude colher &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;por outras partes, apenas poderá servir, para chegarmos a ter na Primavera que vem seis atthe oito arráteis que é a quantidade necessaria correspondente ás nossas amoreiras.” Refere em seguida uma tentadora proposta de sociedade que o italiano lhe havia feito, e que Alorna sabiamente modificou: “…Elle me propôs tomar a si as amoreiras, e as mais coisas pertencentes á fabrica, com a condição de me dar duas terças partes dos lucros, entrando eu com elle de meias nas despezas: Não quis eu estar por este ajuste, por ser para nós demaziadamente vantajozo, e pareceu-me isso sinal certo de se poder desvanecer em poco tempo: Receei que o ditto Matheus não tirando deste contracto as conveniências que esperava, viesse eu e muitas outras pessoas d’este Reino, a perdermos o fructo, que poderíamos tirar das luzes d’este homem:”&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Assinada e datada de 30 de Março de 1787.Trata-se do 2º Marquês ( D. João de Almeida Portugal), Oficial Mór da Casa Real, Embaixador em França e casado com D. Leonor de Távora. Por causa deste parentesco esteve preso 18 anos (na Torre de Belém e no Forte da Junqueira) ás ordens do Marquês de Pombal. Era pai da famosa Marquesa de &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Alorna (Alcipe)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;107. CAMPAS. José.- 2 Cartas autógrafas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cartas dirigidas ao Dr. Jorge de Faria. Na primeira o pintor envia uma fotografia de um dos seus quadros: “… Juntamente com esta carta envio a V. Exª uma “ pochette” na qual remetto a “photo” do meu quadro:“Na Praia (Ericeira), que figura na Exposição da “ Sociedade N. de Belas-Artes”, cujo “ vernissage” está marcada ainda para esta semana.” Na segunda, depois de “abraçar” o Dr. Jorge de Faria por um banquete de omenagem que a este tinham feito, diz: “…Tenho aqui (n’esta sua casa) as brochuras sobre theatro que prometi oferecer a Vª Exª, e assim muito me &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;penhorará, marcando-me dia e hora( a que mais lhe convier) para receber a sua honrosa visita, e gostosamente mostrar-lhe algumas das minhas obras e modesta biblioteca.”&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Assinadas e datadas de Lisboa 13. IV. 1936 e 10 . VII. 1939. Em papel timbrado do artista. Juntam-se os respectivos envelopes e um cartão de visita&apos;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;in catálogo livraria Luis Burnay&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;José Campas viveu em Constância e foi professor da EICA.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Também anoto que será muito difícil fazer o estudo da indústria da seda no século XVIII em Abrantes, depois deste espólio  ter sido disperso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: #ff0000;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Enquanto investimos em cultura à razão de 2000 €/oliveira, vão-se vendendo nos alfarrabistas e noutros sítios os documentos e peças referentes à História da Cidade.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;Proponho já nova medalha pró IPT e outra pró Pacheco (póstuma).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;MN&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <category>josé bayolo pacheco do amorim</category>
  <category>josé campas</category>
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