Como sobreviveram os operários despedidos com o fim da MDF? Como se adaptaram? Que contratos precários ou a prazo tiveram? Que estratégias montaram para se ''safarem''?
Como funcionavam as empreitadas e subempreitadas na Central do Pego?
O operário Garcia contou-o a uma investigadora da situação operária.
Sempre é melhor ouvir o Garcia, saltar as reflexões eruditas e naturalmente dispensar a propaganda empresarial e caciquista.
Lei aqui
Das declarações do Garcia a Teresa Sá retenho:
(...)eh pá os velhos, os gajos já não interessam porque têm muita dificuldade em fazer isto, fazem muitas exigências, porque irem fazer o trabalho temos de montar lá um andaime, portanto quando o outro vai lá, pendura-se numa perna e vai lá fazer o trabalho,'' (...)
Já todos os que tínhamos olhos abertos sabíamos que era assim, só os cromos que produzem e devoram propaganda e os que saíram das jotas para lixar este país é que ainda têm o descaramento de sustentar o contrário....
Quem gostar de velha sociologia marxizante leia o texto....
Falam lá de uma velha conhecida minha: a Ilona Kovacs
Finalmente o Garcia aos 50 passa a ser um ''desperdício humano'' (sic) porque no universo das subempreitadas e empreitadas termo-eléctricas pegachas as coisas funcionam assim, foda-se,
Quanto à sociedade civil que vive das esmolas (e outras coisas) do capital apátrida (definição exacta do Senhor Professor Doutor Pedro Soares Martinez, colega do Candeias da Silva na Academia de História) já sabemos o que os gajos gastam.
Podem pensar que o Pedro Soares Martinez é comunista, mas não é. É fascista puro e duro e foi Ministro da Saúde do Professor Salazar, mas nunca chamou a nenhum operário de 50 anos ''desperdício humano''.
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