Face aos protestos da opinião pública, dos partidos de esquerda (Bloco e PCP), dos agrupamentos escolares, da poderosa Fenprof, dos municípios vizinhos (Sardoal, Constância etc) a CMA viu-se obrigada a abandonar os projectos caciquistas de aderir à municipalização do ensino (por enquanto....)
As desculpas de mau pagador tecidas aqui, no JN, pelo caciquismo local são isso, desculpas. O isolamento da Srª Albuquerque entre os Presidentes da CIMT podia levar a consequências trágico-cómicas.
Anabela Freitas já estava a preparar-se para sucessora.
Devemos continuar vigilantes para evitar novas manobras de Celeste Simão e da cacique para tentar reintroduzir este processo pela porta do cavalo.
Entretanto pode estar em curso uma cisão na ANM, podendo os municípios favoráveis à municipalização serem expulsos ou ser-lhes imposto um cordão sanitário.
Portanto por agora Escola Pública 2-CMA 0.
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