Recebemos este comentário do Sr. Barrocas, que agradecemos e publicamos como é nosso timbre
Vou aproveitar este espaço para fazer algumas correcções a alguns aspectos, talvez resultante da minha prosa saudosista do outro comentário, pois sempre fui adepto da verdade e transparência, acima de tudo. Devo frisar que durante toda a minha permanência nos destinos dos Lobos, nunca a Câmara Municipal agiu de modo a lesar ou a beneficiar a equipa dos Lobos de Abrantes, antes pelo contrário, as relações sempre se pautaram pela maior transparência e rigor na aplicação dos procedimentos regulamentados. Quando no meu comentário anterior me refiro as verbas atribuídas, como apoio, aos vários desportos na altura, elas estavam perfeitamente regulamentadas e os valores que eram postos á disposição, após candidatura oficial, eram valores constantes de uma tabela pública oficial, em que a Câmara sempre cumpriu com os pagamentos dos apoios que contratava e se os Lobos não receberam alguma prestação, terá sido por mera culpa dos dirigentes da altura que poderão não ter entregue os comprovativos necessários á continuação da entrega trimestral do subsídio. Devo também referir que o Baseboll/Softboll não era a única modalidade que estava sujeita a essa tabela de apoios. Todas as outras modalidades estavam sujeitas à mesma tabela de escalões de apoio. O que eu salientei no meu comentário anterior era a diferença desmedida que era aplicada ao futebol em geral. Há altura (vou falar apenas do escalão que atribuía o maior valor do subsidio) a atribuição de apoios era regulamentada por uma tabela : Uma equipa que militasse no escalão superior da modalidade, tivesse escalões de formação tinha direito ao valor máximo do apoio. O problema é que o valor neste escalão (e espero que não me esteja a enganar por falta de memória) para o futebol era de 100,000 euros, 10,000 para outros desportos, onde se incluía o basebol, basquetebol, etc e depois outros escalões com valores mais baixos para o resto dos outros desportos/actividade cultural. Isso originava que uma equipa que militasse na divisão superior do basebol e tivesse escalões de formação recebia menos apoio que, por exemplo, recebeu nesse ano a equipa de Futsal dos Patos do Rossio, que não estavam sequer na divisão nacional (nada contra a equipa dos Patos, evidentemente). Isso é que era escandaloso. O Basebol pagava tudo como outra equipa qualquer de futebol – utilização do campo, luz, transporte, equipamentos, etc , e recebia, como outras equipas de outras modalidades, dez vezes menos que o futebol. Gostava só de reafirmar que se o Basebol falhou em Abrantes, e isto até à minha saída, não terá sido devido à qualquer actuação da Câmara, antes pelo contrário, mas sim por pessoas e interesses (ou desinteresse) ligados à Federação de Basebol , á equipa dos Lobos e mesmo estranhas à equipa dos Lobos. Disso não irei falar, nem nunca ouvirão sair da minha boca qualquer outro comentário, porque acho que o tempo acabou por demonstrar quais os melhores métodos e posturas para se conseguir criar um clube de raiz e leva-lo tão rapidamente possível ao topo desportivo e financeiro e os métodos e posturas necessários à extinção desportiva e financeira de um clube em menos de um ano. A única coisa que gostaria de salientar é que à altura da minha saída, e após quase dois anos de actividade, o clube estava financeiramente saudável, com saldo positivo de tesouraria, sem dívidas nem pagamentos por efectuar e com o pagamento de todas as despesas do ano desportivo que ia entrar, garantido.
Caro João:
Agradecemos os seus esclarecimentos, que são uma prova de honradez e civismo.
Ficam registadas as razões que assinala para o estrondoso fracasso do que foi o do projecto do baseball abrantino.
Para nós o grave é que esta linha política municipal é coleccionadora de fracassos e estes fracassos são caríssimos: recorde-se o AFC, a RPP, as oliveiras centenárias, o baseball, o vereador Júlio Bento (cuja gestão foi um fracasso), o Aquapólis e tanta coisa no género.
E deve dizer-se que esta gestão se caracteriza pela opacidade e em certos casos pela ilegalidade, como é o caso dos pagamentos ilegais detectados pela inspecção no caso dos bombeiros. O João acha que havia regras aparentemente claras no apoio ao futebol e acho que é demasiado optimista sobre isso, quanto recebeu o AFC em contratos de patrocínio municipal?
Que terá dito a Inspecção sobre isso?
Não vou agora às actas municipais, outro dia irei, só refiro que a CMA se recusa a facultar ao público os relatórios da Inspecção da tutela. Porque será?
Finalmente acho que gastamos demasiado dinheiro em apoio ao desporto, o gastamos mal e já agora leia isto sobre o
Essa tropa que é subsidiada, ao menos podia podia aprender o nome de quem subsidia
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