E os cursos abrantinos pior que os tomarenses
Apesar do indíscutivel prestígio académico da Hália Santos a média de acesso ao curso de jornalismo é inferior a 10.
Os cursos de Tecnologia de Informação e Comunicação e de Engenharia Mecânica, sitos em Abrantes, têm zero candidatos.
Haverá que repensar o IPT.
Ou fundi-lo com o Politécnico de Santarém, como dizia o maior académico português, Miguel Relvas.
Ou contratar refugiados sírios para alunos.
A Hália Santos podia estudar árabe para dar aulas aos refugiados.
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