
Há um ano desaparecia um amigo e o maior escritor abrantino, Mário Rui Cordeiro. A autarquia ficou depositária do espólio e comprometeu-se a fazer alguma coisa para o classificar e publicar. Um ano depois nada.
Nem sequer uma missa mandou dizer a catequista pela memória do maior vulto das letras abrantinas.
Reproduzo o que escreveu no facebook, há um ano, sobre o Mário Rui, o nosso amigo Artur Falcão:
''Esquecido!!! ..... Mais um Abrantino que a nossa cidade deixou morreu no silêncio da noite escura e tenebrosa.... Assim viveu, assim morreu. Sozinho, sem ninguém do lado, triste e abandonado...., Não interessava...Era "lixo"..... Sempre assim foi!!! Deixou obra. Que pelo menos ela seja respeitada e cuidada!!!! Hoje todos se vão lembrar e dizer bem dele. O pior e o mais triste vai ser o amanhã.....''
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