''E esta semana partiu este irmão, Marcelino da Mata, português, africano, nasceu em África, na Guiné, é o português mais condecorado na nossa história , mas que nos últimos anos foi muito mal tratado, e até esta semana como há que gente, infiltrada dentro do governo, que não há outra palavra para explicar, que tem a coragem de dizer, ofende-nos a nós, ofende-nos ao ver os nossos combatentes, ofende os filhos que dos que sofreram, (...) como é que há políticos que não fizeram nada, não têm experiência nenhuma, a julgar um homem que foi de uma só vez libertar com outros africanos, soldados, correu todos os riscos, estavam prisioneiros, lá em África e esses homens, que ele foi de noite libertá-los, mas sobretudo para nós que vivemos aqui,
Marcelino era um português a tempo inteiro. Amou Portugal. Como é que há gente da nossa época, (...)vendida a interesses internacionais, que sacrificam todos os valores dum povo, é que a alma não podemos calar e temos de dizer aos combatentes (...) há períodos na história para os heróis que são terríveis, (...)''

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