
Em 4 de Dezembro de 1580, a Inquisição, sob as ordens de Bartolomeu da Fonseca mandava exumar os restos de Garcia da Orta e queimá-los.
Em Goa.
Acusado de judaísmo.
A sanha inquisitorial desencadeou-se depois sob a sua família.
Bartolomeu da Fonseca estabeleceu um reinado de terror na capital do Império do Oriente e acusava os anteriores responsáveis de serem negligentes.
Lançou-se numa tenebrosa ''batalha da produção''.
Em 1575, queimou 19 pessoas, 17 por judaísmo e dois por serem luteranos.
Em 1578, foram mais quinze queimados, todos por serem gente de ''nação''.
Lúcio de Azevedo chama-lhe o '' carníficie''.
Prosseguiu sangrenta e rendosa a carreira do Fonseca.
Quando morreu fez testamento à Santa Casa de Abrantes e pediu para aqui ser enterrado.
Em 1621, o Bispo da Guarda deu autorização para ser trasladado para Abrantes. Em 1626, foi trasladado com honras para a Igreja da Misericórdia.
Suponho que os professores de História quando levarem os meninos a visitar uma das jóias do património da nossa terra deviam explicar que na tumba do Fonseca estão os ossos do maior assassino que jaz em Abrantes .
mn
Lúcio de Azevedo, História dos Cristãos-Novos Portugueses
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