(...) Da última geração de bonecreiros populares merece justo destaque Mestre António Dias. Nascido de família humilde no Rossio-ao-Sul-do-Tejo, pequena povoação ao norte de Lisboa, foge de casa dos pais aos 16 anos e vai tentar a sorte na feira de Setúbal, onde arranja emprego no teatro de Mestre Faustino. Aí trabalha durante alguns anos, aprendendo a arte e saber dos “robertos”. Com a falência do empresário, António Dias monta o seu próprio teatro ambulante e dá espetáculos nas ruas de Lisboa e, mais tarde, por todo o país. Apesar das dificuldades crescentes de sobrevivência que foi encontrando ao longo da vida, que originaram que a maioria dos bonecreiros abandonassem a sua atividade para se dedicarem a outros ofícios, Mestre António Dias manteve o seu teatro vivo até aos últimos dias da sua vida, vindo a falecer no verão de 1986.(...)
Carlos Fernandes, in
com uma grande vénia!
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