acta de 2012
excerto
Pela acta ficamos a saber que o registo de propriedade do jipe sagrado
era da Senhora Doutora Maria do Céu e não do Sr.Dr.Albuquerque e assim sendo nos termos da Lei devia constar em 2012 da declaração de bens da política, quando cessou o mandato.
E quando o recomeçou, a declaração de bens devia estar on-line para consulta pública, no portal autárquico, não o manda a Lei, mas manda-o a ética. E a Assembleia Municipal devia decidir (como o fazem outras Assembleias Municipais) que o Presidente e os da mesa tivessem de entregar declarações de bens.
Vai o dr. Santana-Maia editar um livro e espero que esteja lá o grande poema:
(...)Em Vale das Rãs,pelo menos já aprenderam a lição:
Meu filho, presta atenção
P'ra não ires p'rá a prisão
Podes roubar toda a gente
Excepto a Senhora Presidente (...)
A senhora Presidente dizia que o assunto é sério e por isso abstinha-se da crítica literária. Ora a crítica literária é uma actividade séria, própria de grandes humanistas, como Eduardo Prado Coelho, Jorge de Sena, João Gaspar Simões (o melhor) ou George Stneiner e dizer numa acta que a actividade profissional destes grandes escritores não é séria, é ofensivo e próprio de quem detesta a Literatura, a mais nobre arte da Lusitânia.
E depois de dizer isso, atroz calamidade, começa-se a insultar a qualidade poética do grande poeta satírico que é Santana-Maia e chega-se à insensatez de confundir poesia lírica com sátira poética.
Finalmente diz-se, que dizer que o pobre rapaz era de Vale de Rãs, coio de marginais, é segregador ......num orgasmo de correcção política.
Diz Luíz Vaz:
Vós, poderoso Rei, cujo alto Império
O Sol, logo em nascendo, vê primeiro;
Vê-o também no meio do Hemisfério,
E quando desce o deixa derradeiro;
Vós, que esperamos jugo e vitupério
Do torpe Ismaelita cavaleiro,
Do Turco oriental, e do Gentio,
Que inda bebe o licor do santo rio;
E chama torpe ao ismaelita, ou seja ao muçulmano inculto e bárbaro, e pergunto eu, verei numa acta chamar ''segregador'' a Camões?
MA
foto do jipe sagrado: João Pico, bairrista do Souto, ex-confidente dum galego e do marido de Sara Morgado, ao tempo colega da Senhora de Albuquerque no Conselho de Segurança
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