Saiu hoje o excelente Charlie Hebdo, publicação que explica como chegar a primeira-dama da França.
Madame De Gaulle, la cher Dona Ivone, diria que este manual é uma infame porcaria mas ela não era socialista, era a mulher do Brigadeiro De Gaulle.
Madame nunca precisou de manuais destes para se emancipar, quando saiu o filme de Jacques Rivette ''A Religiosa'', baseado na novela do enciclopedista Denis Diderot
Deu ordens ao Brigadeiro: isso é uma porcaria, proíbe o filme, o brigadeiro fez continência e ela foi à missa
Quando o rígido protocolo a obrigou a ter um DS só para ela, clamou: sinto-me como uma puta
Objectivamente era uma grande senhora e uma mandona e o Brigadeiro fazia-lhe continência.
Foi a maior e melhor primeira dama que a França teve no século XX e o marido o único Presidente que só teve uma amante.
A ''maitresse'' chamava-se França.
Já não há gente desta.
Falo da França, não vá alguém ofender-se
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