http://imagensdemarca.sapo.pt/atualidade/junte-se-ao-lado-forte-da-poupanca/
O melhor é ouvir um especialista, para saber como anda o Montepio Geral:
''
(....)
OS PROBLEMAS DA CAIXA ECONÓMICA NÃO RESULTAM APENAS DO FINIBANCO
No entanto, não pensamos que os problemas atuais da Caixa Económica resultem apenas da aquisição do Finibanco. A crise atual está a ter também um impacto grande na Caixa Económica, como sucede com todas as instituições financeiras, o que agrava os problemas
resultantes de uma gestão pouco adequada, e mesmo, a nosso ver, com erros graves. A prova-lo está, por ex., o disparar do crédito concedido sem garantias, cuja taxa de incumprimento é muto elevada e, depois, de muito difícil recuperação (reembolso). Como
mostram os dados do quadro, entre 2010 e 2013, aumentou bastante tendo registado em 2012 uma quebra (entre 2011 e 2012, passou de 1625 milhões € para 1.445 milhões €), para novamente aumentar de uma forma muito rápida. Entre 2010 e 2013, o crédito sem
garantias aumentou de 976 milhões € para 1.995 milhões € (atualmente dever ultrapassar largamente os 2.000 milhões €). E o risco deste crédito de não ser pago é muito mais elevado do que o restante crédito. Basta ter presente que, de acordo com o Relatório e
Contas de 2012, dos 902,7 milhões € de imparidades (provisões) 253,3 milhões € (28%), diziam respeito a imparidades para “crédito sem garantias”, quando este crédito representava apenas 8,5% do crédito total (...)
(...)
Foi precisamente pelo facto de ter de criar provisões/ imparidades para prováveis perdas elevadas de crédito concedido que os prejuízos da Caixa Económica dispararam tendo, fundamentalmente devido a isso, os prejuízos operacionais de 2012 e 2013 somado 540 milhões de euros (168 milhões € em 20’12 mais 372 milhões € em 2013). E só nesses dois anos as provisões/imparidades por prováveis perdas de crédito concedido (inclui também
as resultantes de operações financeiras) somaram 629 milhões €, determinando os elevados prejuízos operacionais que a Caixa Económica – Montepio Geral teve nesses dois anos. E mesmo em 2014, só no 1º semestre, a Caixa Económica já teve de criar 293 milhões € de provisões/imparidades por perdas prováveis de crédito concedido, nomeadamente a empresas do grupo Espírito Santo que afectam os resultados do Montepio, anulando praticamente os elevados ganhos (mais-valias) que a Caixa Económica obteve no 1º semestre de 2014 (275 milhões € com operações financeiras-ver contas), nomeadamente resultantes da venda de dívida publica portuguesa.(...)
As minhas poupanças estão seguras na Associação Mutualista? –ler aqui
retirado do relatório de Eugénio Rosa -membro da conselho geral da AM-MG, e da AG da Caixa Económica -MG Pág. 3
que denuncia a cultura de autoritarismo dos corpos sociais do Montepio:
(..) Para que os associados possam ter uma ideia da cultura de autoritarismo do presidente que existe no Montepio basta relatar o seguinte episódio.
Aquando da emissão dos 200 milhões € de unidades de participação, eu fiz uma informação aos associados que os esclarecia de aquele produto não garantia nem um rendimento certo (dependia dos lucros da Caixa Económica que têm sido reduzidos) nem estava garantido o reembolso da totalidade do capital investido terá de vender as unidades de participação no mercado secundário e recebe o que for oferecido – em 17.8.2014 os 200 milhões € valiam 188 milhões € -ver Euronext -https://europeanequities.nyx.com/pt-pt/products/equities/PTCMHUIM0015-XLIS/quotes#- o valor varia quase todos os dias). Por ter informado os associados, e após um ataque pessoal a mim pelo presidente todos aprovaram uma moção em que me ameaçavam com um processo no tribunal. Foi só quando disse que se avançassem com tal processo iria defender-me não só em tribunal mas também junto dos associados é que o bom senso acabou por imperar pois o risco reputacional era grande. Este episódio mostra bem as dificuldades que enfrento. (...)
Com uma liderança destas e uma trajectória do banco como a descrita no documento (importante ler tudo) o melhor é desandar do Montepio Geral.
a redacção
quadro e texto entre aspas retirados com a devida vénia do relatório do senhor Eugénio Rosa
História
grândola- escavação Igreja São Pedro
montalvo e as ciência do nosso tempo
Instituto de História Social (Holanda)
associação de defesa do património santarém
Fontes de História Militar e Diplomática
Dicionário do Império Português
Fontes de História politica portuguesa
história Religiosa de Portugal
histórias de Portugal em Marrocos
centro de estudos históricos unl
Ilhas
abrantes
abrantes (links antigos)