Se olharem para o gráfico abaixo, vão verificar que grande parte das encostas da área rural das freguesias a Norte do Tejo, do nosso desgraçado concelho, é susceptível de se desmoronar a breve trecho

os dados são da CMA e foram publicados pela CCDR Lisboa e Vale do Tejo (1)

um exemplo de desabamento nas Fontes

Os desabamentos são mais frequentes nas freguesias do Norte devido à sua orografia e porque os incêndios as desflorestaram e deixaram as terras nuas abertas à erosão e porque o modelo de florestação eucalipteira, promovido pelo PS, agrava o problema, como diz o estudo, donde se retiram as gravuras
(....)De notar que as áreas de florestas abertas, cortes e novas plantações ocupam cerca de 30% da área do concelho e são as que registam um maior número de deslizamentos superficiais (75% da área instabilizada), seguida das áreas de floresta de folhosas (11%) e florestas de resinosas (6%). Nas restantes classes de uso do solo a representatividade dos deslizamentos superficiais não é significativa. Os resultados podem ser observados no Gráfico 5.(....)
in Guia metodológico para delimitação da Reserva Ecológica Nacional em Lisboa e Vale do Tejo
julho de 2015
(1)
Já o ICN assinalou que depois de terem ardido 2.mil hectares na zona das Fontes que era urgente reflorestar num espaço de tempo curto.
Não agir e continuar a plantar eucaliptos só vai agravar o problema e encher os bolsos das Altris
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