D.Pedro I do Brasil teve problemas com o Parlamento Brasileiro e na prática aconteceu-lhe o mesmo que à Dilma. Como monarca constitucional não se quis enfrentar ao Parlamento e abdicou dignamente em 7 de Abril de 1831, no filho, que seria D.Pedro II, que já vimos visitando a vila abrantina.
Mas o curioso é que registando os primeiros debates parlamentares brasileiros, estava um abrantino, como taquígrafo.
Henri Grevedon. 1830 (via wikipedia)
o livro vem directamente do Senado que chutou a Dilma, Senado que tem uma magnífica biblioteca com grandes e preciosos livros lusos
já agora aparece lá outro abrantino, servindo o Imperador, um homem das relações do cirurgião Manuel Constâncio....
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