Na última Zahara, C. Silva voltou a insinuar que o Capitão Elias da Costa ter-se-ia apoderado dum livro municipal. Agora o argumento usado é que em outras câmaras do país existem exemplares do Livros de Registo de Décima (um imposto sobre a propriedade) e na de Abrantes não. Portanto, usando a lógica dedutiva, de que Dupont e Dupond, foram expoentes gloriosos, o militar teria de ter surripiado o livro.
Acontece que Elias da Costa deu outra explicação. A CMA vendeu ao desbarato grande parte do Arquivo e foi ele que pediu aos seus alunos liceais que andassem armados em detectives, tentando recuperar o espólio, privatizado por edis incultos, alguns com nome a ornamentar arruamentos.
E depois copiou e estudou o encontrado. Outros livros foram-lhe emprestados, caso do Livro de Fintas que era de Diogo Oleiro.
(Elias da Costa, Abrantes e Abrantinos, pag 3, livro XVIII, citado pelo Sr. José Vieira, no imprescindível ''Coisas de Abrantes'')
E se o ''Livro de Registo de Décimas'' também foi vendido a ''bombistas e merceeiros'', por um Presidente analfabeto, como os outros, lá se vai a tese de que Elias da Costa surripiava livros.....
Francamente em vez de prestar homenagem a quem estudou a nossa história, é triste andar a sujar o seu nome.
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