As actas antigas são muito divertidas. Nesta de 2001 estavam presentes
Presenças:
Presidente Nelson Augusto Marques de Carvalho
Vereadores Jorge Manuel Proença de Carvalho Couceiro
Júlio de Jesus Bento
Hélder Silvano de Sousa das Neves
António Alberto de Melo Dias Margarido
Laura Bragança Paisana
Um senhor de Alvega fez o seguinte pedido:
''Rui Manuel C. Rosa Carvalho – na qualidade de proprietário da Quinta do Nateiro, em Alvega, solicita autorização para a colocação de um reclamo não luminoso junto à EN 118, dentro do aglomerado populacional, naquela localidade. – 5055/01
Deliberação: Por unanimidade, indeferida a pretensão, uma vez que o reclamo não luminoso não se enquadra no ambiente urbano envolvente''
Pois bem o Sr.Carvalho achava em 2009 que isto se enquadrava no ambiente urbano envolvente de Abrantes
e pagou 800.000 e tal € a um tipo muito talentoso, chamado Carrilho da Graça, já me esquecia de dizer que a foto-montagem é da arq. Beatriz Noronha do atelier do Arq. Doutor António Castel-Branco.
Nesta acta há um dos primeiros passos da ''Guerra de São Domingos'' que começava a iniciar-se:
''
DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO GERAL
Tribunal Administrativo do Círculo de Coimbra – ofício, datado de 15 de Maio de 2001, remetendo cópia do despacho de indeferimento do pedido de suspensão da eficácia da deliberação sobre a abertura de um concurso de concepção (concursos de ideias) para a elaboração do projecto de execução do Centro Cultural de Abrantes, apresentado naquele tribunal por Duarte de Castro Ataíde Castelo Branco.''
Tinham aberto um concurso de ideias para fazer um Centro Cultural em São Domingos, de que um dos concorrentes seria Rui Serrano.
O arq. Duarte Castel-Branco impugnou a deliberação porque achava que os seus Direitos de Autor estavam a ser violados, como o foram depois por Carrilho da Graça, segundo sustentou em queixa que apresentou na Ordem dos Arquitectos.
Aliás o Humberto Lopes já encomendara antes um projecto ao arquitecto abrantino para fazer no Convento um Centro Cultural e a CMA tinha esse projecto.
As ''brilhantes'' ideias saídas da cabeça do Rui Serrano e dos outros concorrentes foram chumbadas no IGESPAR.
As coisas têm um início e suponho que algum dia terão um fim.
Finalmente na acta há uma atribuição de 250 contos de subsídio ao jornal ''Primeira Linha'' para alguma actividadezinha.
Já começava a treta dos jornais subsidiados, ou seja o caminho de amordaçar a imprensa.
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