Face à opinião científica hoje maioritária na comunidade académica, que este produto é cancerígeno, a CMA, sustenta:
3. “Caso se registe a utilização de glifosato, o plano da autarquia no sentido de abandonar esse uso e implementar outros
métodos.”
Apesar das notícias que têm surgido na imprensa, nos últimos tempos, de que o glifosato, substância ativa geralmente presente nos herbicidas utilizados em meio urbano para controlo de plantas infestantes, ter sido classificado como “carcinogénico provável para o ser humano”, não foi emitido nenhum comunicado pela entidade que controla e autoriza a nível nacional a colocação de
produtos fitofarmacêuticos no mercado – DGAV, nem retirou do mercado esses produtos, com base no glifosato.
De referir que, tal como alguns produtos fitofarmacêuticos cuja substancia ativa é o glifosato, existem outros produtos autorizados pela DGAV, para aplicação em zonas urbanas, tais como, áreas industriais, vias de comunicação, arruamentos, campos
de jogos, cemitérios, entre outros, baseados noutras substâncias ativas que não o glifosato, mas cuja classificação toxicológica é “nociva” ou “irritante”, para o homem e o ambiente, razão pela qual não se tem optado por esses produtos.
Pese embora equacionar‐se o total abandono de produtos fitofarmacêuticos, o que é facto é que existem espécies infestantes ou invasoras, impossível ou dificilmente controláveis de forma diversa da utilização desses produtos, quer possuam eles como princípio ativo o glifosato, classificado como “isento” de toxicidade para o homem e para o ambiente, pelas entidades competentes, quer outro princípio ativo (que não o glifosato) mas com classificação toxicológica “nocivo” ou “irritante” para o
homem e para o ambiente.
Caso se deixem alastrar e proliferar certas plantas invasoras, elas tomarão gradualmente conta do território, conduzindo‐o à desertificação, comprometendo a biodiversidade.
Logo que as autoridades competentes em matéria de certificação dos produtos assim o determinem, indicando qual o produto ou técnica a utilizar, em alternativa, para controlo de espécies infestantes e/ou invasoras, será de imediato adotado esse
procedimento alternativo. (...)
Diz a CMA que se não se usarem herbicidas ''as plantas invasoras tomarão conta do território, conduzindo‐o à desertificação, comprometendo a biodiversidade.''
Ora como todos sabem, quem promove e incentiva no território abrantino a proliferação de espécies invasoras, '' comprometendo a biodiversidade'' é a CMA ao autorizar indiscriminadamente a plantação de eucaliptos, ao animar a fileira da celulose com a presença da cacique em actos eucalipteiros....Senão veja-se o resumo da última sessão da CMA, no Médio Tejo, com novas autorizações de eucaliptização.
A SrªEspadinha escrevia a mando do Vereador Valamatos, se ele está tão preocupado com a ''invasão'', porque não vota contra os eucaliptos?
É uma irresponsabilidade completa regar o concelho com 15 litros de veneno, e nas contas dos litros de veneno derramado faltam os litros aplicados pelas Juntas, às quais através de protocolos vários foram transferidas competências nas áreas de jardinagem.
Quantos litros gastou a Junta do Bruno?
mn
devida vénia Esquerda Net
História
grândola- escavação Igreja São Pedro
montalvo e as ciência do nosso tempo
Instituto de História Social (Holanda)
associação de defesa do património santarém
Fontes de História Militar e Diplomática
Dicionário do Império Português
Fontes de História politica portuguesa
história Religiosa de Portugal
histórias de Portugal em Marrocos
centro de estudos históricos unl
Ilhas
abrantes
abrantes (links antigos)