O Vereador Armindo Silveira interrogou a maioria sobre a situação das ruínas de Santo Amaro, imóvel classificado, destruídas criminosamente pelos vândalos.
A Outeiro das Mós era detentora do Alvará nº 82A, emitido pela Câmara Municipal de Abrantes, em 28-6-2017, para intervir no prédio fronteiro dessa rua (Marquês de Pombal), tendo as obras sido aprovadas por despacho de 24-11-2016.
O dr. Silveira afirmou que o espaço vandalizado, que contém pinturas murais inéditas e túmulos de abrantinos de Seiscentos, estava cheio de ervas e abandonado.
O Caseiro, aparentemente grande amigo dos promotores, afirmou que os pato-bravos tinham metido novo projecto a parecer da DGPC.
Mas calou sobre o resultado do processo de contra-ordenação que em Novembro de 2017, moveu à pataria a autarquia.
Estamos em 2021, o que aconteceu à contra-ordenação?
Levou sumiço?
Continua a andar a passo de caracol?
Como a metida contra o boticário Silva, que destruiu meia rua, ao lado dum imóvel de interesse público, a Casa da Câmara, edifício joanino do máximo interesse, apesar de ter sido abandalhada pelas obras do Bioucas?
Sobre os vândalos pende um processo-crime na comarca e a Judite, também vagarosa, investigava.

Toda esta situação, edis como o Caseiro, patos-bravos como os do Outeiro, Vereadores da Incultura como o neo-fascista Dias, serviços de urbanismo incompetentes como os da Sara Morgado, tornam a vida do património abrantino....um calvário.
Pelo menos desta vez sentaram-se disciplinados perante um magistrado.
Num processo-crime.
E outros também se sentaram no caso da Amieira.
É para aprenderem.
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